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19. O balaço errante


Fic: Harry Potter V.V. - A Câmara Secreta


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Capítulo 19
- O balaço errante -



Harry levantou num pulo da cama, restos de um pesadelo ainda em sua mente. Balançou a cabeça, e suspirou alto, vendo que a manhã já se iniciara. Cambaleou até o banheiro, onde tomou um longo banho, que o despertou totalmente. Refeito do susto e da sonolência, vestiu o uniforme de Quadribol e desceu para tomar café.
Olívio Wood já estava a postos, praticamente enfiando comida goela abaixo dos membros do time da Grifinória. Harry cumprimentou os jogadores, e sentou-se em seu lugar, ao lado de Hermione.
- O campo está ótimo, é um dia de sol baixo... Se conseguirmos terminar em uma ou duas horas não vamos ter de nos preocupar com o sol nos olhos - Dizia Olívio, enquanto se remexia no seu banco. - Alguém tem ainda alguma dúvida sobre aquela estratégia que treinamos?
- Como a gente pode ter ainda alguma dúvida, Olívio? - Resmungou Fred, meio sonolento ainda. - Nós treinamos aquilo por meses!
Os outros riram, e assentiram.
- Sem gracinhas, Weasley. - Retorquiu o capitão. - Hoje é o primeiro jogo da temporada, um clássico contra a Sonserina. Se conseguirmos ganhar, com uma boa margem de pontos, começaremos bem, e de moral alta. Se perdermos...
- Não vamos perder, Olívio - Garantiu Alicia Spinnet, uma das artilheiras do time. - Nosso time é imbatível.
- E Malfoy é o apanhador deles - Riu-se Rony, surgindo ao lado deles, e tomando seu lugar. - Ele poderia jogar, sozinho, por semanas, e não acharia o Pomo!
A mesa da Grifinória, bem mais cheia agora, explodiu em risos. Lino Jordan, o comentarista oficial dos jogos, começou uma cômica imitação de Draco tateando cegamente pelo ar.
Um menino surgiu na frente de Harry, segurando uma grande câmera fotográfica.
- Posso tirar uma foto sua, senhor Potter? - Disse ele, sorrindo largamente. Devia estar no primeiro ano.
Rony riu, e deu um tapinha nas costas de Harry.
- Qual seu nome, garoto?
- Colin, senhor. - Sorriu o fotógrafo.
- Vamos lá, Colin, tire sua foto! - Riu o ruivo, abrindo um pouco de espaço. Harry arregalou os olhos, e isso foi um erro, pois o flash da câmera o cegou completamente.
- Obrigado! - Sorriu o garoto, largamente. E saiu correndo.
O mesa novamente explodiu em gargalhadas. Rony lhe deu um tapa nas costas.
- Seu primeiro fã, Harry!
Hermione não pôde deixar de rir também. O garoto fechou a cara, e encarou o tal Colin, que agora tirava uma foto de Gina. 
- Não sabia que coisas Humanas funcionavam em Hogwarts - Resmungou, esfregando os olhos.
Hermione se apiedou dele e parou de rir. 
- Ele deve ter enfeitiçado a câmera, assim ela funciona aqui. Isso que faz as fotos se mexerem depois. Mas Harry só resmungou, desinteressado.
No vestiário, Wood repassou a estratégia, o quê demorou quase meia hora, antes de finalmente eles vestirem as luvas de Quadribol, e esticarem suas asas. Harry tocou suas longas penas negras, e sorriu, excitado com a possibilidade de poder voar mais uma vez.
Só no céu alto, com apenas o ar ao seu redor e aos seus pés, que ele se sentia totalmente vivo, feliz de verdade. Ali não havia gênios ruins para se preocupar, ou a amarga vontade de planejar algo contra qualquer pessoa, nem dúvidas morais ou incertezas pessoais. Só o vento, o céu, e vôos rasantes que faziam a adrenalina palpitar em seu sangue estranhamente quente de Vampiro.
Eles entraram no campo sob uma salva de palmas e um turbilhão de vaias. A escola em peso estava lá, e Harry conseguiu divisar os cabelos castanhos de Hermione, sob uuma gigantesca bandeira da Grifinória onde o leão se movia e rugia para o público. Ao lado, os cabelos ruivos de Rony e Gina se destacavam. Madame Hooch, a juíza, se aproximou, e encarou Wood e o trasgo que era o capitão da Sonserina. Bem lá no fundo, Harry viu Draco, mais pálido que o normal. Ter doado rios de dinheiro para o time não fora o suficiente para não ser chutado pelos companheiros se perdessem.
- Quero um jogo limpo, cavalheiros - Sentenciou Madame Hooch, enquanto os fazia apertarem as mãos. Harry sabia que um tentava esmagar a mão do outro nesse gentil aperto.
O apito soou, e eles dispararam para o alto, as asas batendo fortemente enquanto subiam. Harry subiu o mais que conseguiu, ainda vendo o campo, e nivelou seu vôo, começando a dar grandes voltas acima do campo, esquadrinhando o céu, o chão e todos os cantos do campo, fora as arquibancadas apinhadas de gente.  
Em dois minutos de jogo, Alicia, Katie e Angelina conseguiram marcar um gol, e o placar mundou para 10 de Grifinória contra 0 de Sonserina. O capitão sonserino gritava com os artilheiros, e estes gritavam com os rebatedores, e os dois berravam contra Malfoy. Sorrindo largamente, Harry realizou uma pirueta, focou em Jorge e fez um sinal para o rapaz. Este sorriu, piscou marotamente e lançou um balaço contra o artilheiro verde e prata, que desviou por pouco, mas foi o suficiente para este derrubar a goles, direto nas mãos de Angelina, que fez o segundo gol do jogo.
Em mais alguns minutos, Grifinória marcou mais três vezes, e Sonserina ainda estava no zero. O jogo se tornava cada vez mais violento, resultando em um dos batedores sonserinos agarrarem Katie e tentarem nocautea-la em pleno ar, o quê resultou uma falta e um pênalti cobrado com maestria por Alicia Spinnet, o quê resultou nos 60 pontos grifinórios contra o estrondoso zero sonserino.
Foi neste instante que Harry sentiu, atrás de si, Malfoy, com um sorriso sinistro no rosto.
- Sem sorte, Potterzinho? - Debochou o loiro. - Talvez um órfão quatro olhos não devesse estar num lugar tão perigoso... Você vai correr pra sua mamãe? Ah! É mesmo... Você não tem mãe, Potter.
Harry sentiu o sangue palpitar atrás dos ouvidos, de tanto ódio, mas mandou um sorriso cínico para Malfoy, e desceu alguns metros, retomando sua busca pelo Pomo de Ouro.
Mas então Harry sentiu um sopro atrás de si. Na mesma hora, Jorge usou seu bastão para mandar um balaço para o outro lado do campo. O moreno, percebendo que quase fora atingido, sorriu para o gêmeo Weasley, agradecendo com a cabeça.
- E O PRIMEIRO GOL DA SONSERINA É MARCADO! - Berro Lino Jordan, em seu megafone. - DEVE TER SIDO SORTE, É CLARO, E NÃO SE COMPARA AOS NOSSOS SEEEEETENTA POOONTOS!!!
- LINO JORDAN! MANTENHA-SE IMPARCIAL!
A voz da Profa. Minerva fez a Grifinória explodir em gargalhadas e assovios de incentivo para o narrador totalmente parcial. Ignorando abertamente que os professores deveriam ser neutros nesses assuntos, a Profa. Marlenne usava um estupendo vestido vermelho e dourado, além de ter trazido uma imensa bandeira da Grifinória, e ter se sentado amigavelmente ao lado de Hermione, Rony e Gina.
Ela piscou para eles, e sorriu alegremente.
- É insuportável assistir um jogo assim, lá com os outros professores - Comentou, meio se explicando. - Fora que depois de tantos anos jogando para a Grifinória, eu não posso evitar de estar aqui.
- A senhora jogou Quadribol, professora? - Perguntou Hermione, vagamente interessada. Achava a professora muito... <i>inclinada a usar seus dotes femininos para brincar com os alunos</i>. 
- Não me chame de "senhora", Hermione! Fora da escola, sou apenas "Marlenne". - Disse a professora, gentilmente. - Sim, eu fui artilheira, há alguns anos. Joguei com a mãe da Katie Bell, pra falar a verdade. E com o pai do Harry.
- Com o pai de Harry? - Voltou-se Hermione, acompanhada por Rony. A conversa despertara o interesse da menina agora. 
- Sim, Tiago Potter, o melhor apanhador que essa escola já viu. Ele era igualzinho ao Harry, mas as asas eram diferentes. Tinha uma velocidade espantosa, e reflexos fantásticos. Ele vivia se exibindo para a Ruiva, enquanto estava no campo. Lembro da vez que nós quase perdemos, eu e Alice tínhamos quebrado os braços numa queda terrível, e ele ainda assim conseguiu ganhar o jogo, salvar o time e fazer uma festa no Salão Comunal que até a Minerva participou...
- Ruiva? - Perguntou Gina, timidamente. 
- Era minha melhor amiga, Lílian. Ela era igualzinha a você, quando tinha sua idade. Até nas sardas - A professora soltou uma risada. - Tinha um gênio terrível, e era muito corajosa, orgulho da Grifinória!
- Aconteceu algo com ela? - Perguntou Hermione, vacilante, estranhando os verbos no passado.
Marlenne dirigiu o olhar para onde Harry voava, buscando o Pomo.
- Casou com Tiago, deu à luz a Harry Potter e foi assassinada no Dia das Bruxas, onze anos atrás. - Ela passou a mão pelos olhos, e seu tom voltou a ser alegre. - Mas o quê importa foram os bons tempos que passamos juntas. Sabe, os Potter sempre tiveram uma preferência por ruivas de gênio forte, mas Lílian era muito parecia com você, Hermione. Ela era meio-vampira, terrivelmente estudiosa, e assustadoramente inteligente. Aos quinze anos, ela inventou o feitiço de conjuração de energia luminosa. Até hoje eu não sei como ela fez isso, ou como a coisa funcionava, mas foi condecorada pelo Ministério Vampiro. Quando ela se formou, poderia trabalhar em qualquer lugar que quisesse, dos hospitais vampiros até mesmo nos setores de inteligência do Ministério. Tiago era incrível também, e ganhou medalhas de melhor duelista por três anos consecutivos, mas ninguém batia a Lílian na hora de pensar, ou quando ela precisava dar uma bronca em nós, pobres mortais bagunceiros. 
A professora deu um sorriso caloroso, voltando os olhos para elas. 
- Acho que vocês duas, Hermione e Gina, dividiram as qualidades de Lílian entre vocês. O gênio, a inteligência, a aparência e os gestos. Tenho certeza que, onde quer que ela esteja, aquela Ruiva maluca está se divertindo muito com isso. E como Harry decidiu ser a cópia exata do pai, até nas atitudes...
Marlenne apontou, para a figura diminuta do moreno, que agora descia velozmente pelo céu.
- ...Cada uma tem 50% de chances de ficar com ele. - Ela começou a gargalhar, vendo as duas corarem até as raízes dos cabelos. - Eu fico me perguntando se Harry vai ficar com o gênio ou com a mente e... O quê ele está fazendo?
Hermione perdeu um pouco da vergonha que a cobria por inteiro, levantando os olhos para Harry. Rony exclamou alto, e Gina se encolheu de medo na cadeira.

Harry estava voando bem, quando sentiu Fred novamente atrás de si, rebatendo um balaço.
- Está charmoso hoje, Harry - Brincou o ruivo. - Os balaços não saem do seu pé.
O moreno ia responder a piada quando viu que o balaço acertado fazia uma curva, direto para ele. Fred rebateu a bola de novo, mas ela parou em pleno ar, e voltou com tudo.
- O quê diabos esse balaço tem?
Neste instante, Angelina passou na frente do balaço que voltava. O normal seria a bola começar a perseguí-la, por estar mais perto, mas ele a ignorou completamente, voltando com força na direção de Harry. Fred girou o bastão e o mandou com toda a força para o outro lado do campo, mas a bola rapidamente se recuperou e começou a voltar.
- Um balaço errante! - Berrou Fred, e Jorge veio imediatamente em seu socorro. Olívio também ouviu, e fez um sinal para pedir tempo, mas Harry o impediu com outro gesto.
Agora Fred e Jorge o cercavam, mandando o balaço para todos os lados, mas o pedregulho sempre voltava.
Nessa confusão, Malfoy aproveitou para tranquilamente procurar o pomo, mas foi Harry que o viu, flutuando perto de uma das balisas.
O garoto já ouvira sobre balaços errantes. Algum feitiço malicioso os prendiam a um jogador, e o balaço não pararia até reduzir o infeliz a panqueca. 
- Fred, Jorge - Chamou ele. - Eu vi o Pomo.
Seus olhos seguiam a bolinha dourada, enquanto sua atenção estava voltada para Malfoy. Jorge mais uma vez rebateu o balaço.
- Quando o balaço vir, rebatam ele com toda a força e saiam de perto. Vou seguir pro pomo, pego ele e o jogo acaba. Não vai dar pra fazer nada com vocês ao redor, desculpem.
- Tem certeza Harry?
- Tenho. Agora!
Os dois irmãos rebateram o balaço ao mesmo tempo, e este atravessou o campo, quase saíndo dos limites deste. Na mesma hora, os gêmeos se afastaram, e Harry disparou para a frente, as asas batendo loucamente, enquanto toda a sua atenção estava na bolinha dourada. O movimento repentino chamara a atenção de Malfoy, que estava por perto, e eles começaram, mais uma vez, a desenfreada corrida para pegar o Pomo primeiro.
O balaço voltava, Harry desviou de um sonserino, e cruzou na frente de Malfoy, que vinha um pouco atrás, fazendo o adversário frear um pouco sua corrida. Toda a atenção das arquibancadas estava neles, e Angelina conseguiu marcar mais uma vez, mas Lino não comentou sobre isso, apenas marcando o ponto no placar. Todos prendiam a respiração, enquanto os metros até o pomo diminuiam a cada segundo.
As asas de Harry doíam com o esforço, sentia-se estremecer quando o ar frio passava numa velocidade incrível por seu rosto. Malfoy emparelhou com ele, e enfiou um cotovelo em suas costelas, mas Harry não diminuiu, usando a perna esquerda para chutar e afastar o rival.
Ele esticou o braço, o pomo cada vez mais perto, e o balaço assoviando atrás deles. Então sentiu o peito explodir de alívio, quando seus dedos se fecharam sobre o metal gelado da bolinha e ele fez uma curva para baixo, enquanto a arquibancada vermelho e dourada explodia em aplausos e gritos.
Harry levantou o braço, sorrindo, o pomo na mão, e sorriu.
- Consegui!
Neste instante, o balaço o alcançou, e ele sentiu a dor aguda explodir, quando seu braço se quebrou com o impacto da bola. Ele soltou um grito, e suas asas falharam. Neste instante, uma luz dourada envolveu o balaço, e o prendeu ao chão. Braços fortes o pegaram em plena queda, e Fred sorriu nervoso.
- Vencemos, Harry! Vencemos!
A grama logo os encontrou, quando pousaram no chão. Harry sentia uma dor terrível na fratura, e viu quando os professores e alunos começaram a se aproximar. Na frente de todos, Gilderoy Lockhart...
- Acalme-se, Harry! Vou dar um jeito nisso! - Sorriu o professor, galante.
- Não, qualquer um, pelo amor de Deus, o senhor não - Resmungou Harry, se afastando.
- Ele está delirando de dor - Riu-se Lockhart. - Venha cá, Harry, eu sei fazer esse feitiço até de olhos fechados e...
A dor sumiu, realmente, mas os gritos do time e dos que se aproximavam deixou claro que não fora coisa boa.
Harry olhou para seu braço, e quase desmaiou. Lockhart não tinha consertado a fratura, mas removido seus ossos! O braço pendia, como uma longa luva de carne, totalmente mole.
- Huum, talvez você deva passar na Madame Pomfrey agora... Mas pelo menos a dor passou, não é?
- Claro que passou - Gritou Harry. - Você tirou meus ossos!
Olívio o parou, e Rony e Hermione rapidamente o levaram até a enfermaria. 

Madame Pomfrey examinou longamente seu braço, enquanto resmungava alto sobre "Quadribol", "perigos" e "incompetentes".
- A senhora pode dar um jeito? - Perguntou Harry, nervoso.
A enfermeira assentiu.
- Concertar ossos é mais fácil que fazê-los crescer. Mas é possível.
Ela abriu um frasco comprido onde estava escrito "Esquelece". O gosto era horrível, e Harry se engasgou, mas foi forçado a beber todo o copo da beberagem.
- Isso é nojento - Reclamou Harry.
- O quê esperava? Sangue? - Retalhou ela.
Ela o deitou num dos leitos, e colocou um biombo a sua volta.
- Será uma noite longa e dolorosa, mas amanhã de manhã seus ossos estarão no lugar. Tente dormir agora, Potter. Logo trarei seu jantar.
- Mas são três da tarde! - Reclamou ele.
- Durma! - Comandou a mulher, já enxotando Rony e Hermione da Enfermaria.
- Até amanhã, Harry - Disse Mione, preocupada. - A gente volta logo de manhã.
- Até, cara. Melhoras.
Ele agradeceu, e se ajeitou no travesseiro, apoiando o braço mole no colchão.
Ainda pensando na melhor forma de matar Lockhart, ele dormiu.


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