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4. Capítulo Três


Fic: Between Love & Goodbye


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Três


 


O teste de aptidão ao cargo de Auror envolvia provas de resistência, não físicas, mas morais. Harry tinha certeza de que não veria mais aquela cabeça loira reluzente depois disso e somente por este motivo é que ele exibia uma expressão animada ao passar por Draco, na Sala Especial.


A Sala Especial lembrou a Sala Precisa para Harry, pois haviam comentado que todos os testes antes de ser aceito definitivamente no Treinamento aconteciam apenas ali, era como se a sala servisse para cada propósito dos exames. Para aquela ocasião, a Sala havia se transformado num imenso palco, rodeado por velas que flutuavam iluminando o lugar com uma luz um tanto arroxeada. A primeira etapa daquele teste era que, em duplas, os candidatos subissem no palco e defendessem o outro colega. Do quê exatamente, ninguém fora avisado. A improvisação e a capacidade de manter o auto-controle seriam características observadas pelos Aurores presentes.


“Alô, Harry,” uma voz familiar e muito bem vinda chamou. Harry virou-se para encontrar uma bruxa sorridente com os cabelos violentamente roxos, combinando com a iluminação, segundo ela.


“Hey, Tonks!” exclamou, a abraçando rapidamente, pois foi afastado dela por algum feitiço. Piscou os olhos lentamente, sem entender o que havia acontecido, e procurou ao redor de si o autor, quando se deparou com um olho mágico fixo em si. Não sabia se deveria sorrir ou não.


“Podem te acusar de que está privilegiando o garoto, de alguma forma. Não demonstrem familiaridade quando estiverem aqui.” Alastor Moody grunhiu, sem virar-se para os dois, exceto por seu olho mágico que podia enxergar qualquer coisa em qualquer um dos 360° de seu alcance.


“E como eu poderia privilegiá-lo com um abraço?” Tonks perguntou o que Harry teve vontade de perguntar, cruzando os braços e olhando ofendida para Moody. Ela não gostava que duvidassem de sua profissionalidade.


“Nymphadora...” Moody começou, ignorando a expressão assassina acompanhada de uma mudança repentina no tom do cabelo para um rubro sangue de Tonks, “você sabe que detalhes fazem a diferença, uh?” Harry viu que seu olho mágico girou, deixando à mostra a brancura do globo ocular, e acompanhando a direção na qual o viu girar, pôde ver Draco os olhando com desgosto. “Os Malfoy podem infernizar sua vida se o tonto do filho deles reclamar que está sendo prejudicado porque você está ajudando o Potter.” Seu olho mágico voltou à posição normal – ou tão normal quanto possa ser – e fixou em Harry por um momento.


Harry assentiu, lançando um olhar culpado para Tonks, mentalmente se desculpando, mesmo que não houvesse feito algo, de fato. Olhou outra vez para Moody, pensando se seria certo fazer aquela pergunta que o incomodava tanto. Queria saber o que os seus amigos achavam de Draco sendo treinado para auror. Não havia comentado com Hermione, nem com os Weasley porque tinha reais esperanças de que Draco tivesse blefado, mas agora, o vendo ali, suas esperanças se dissiparam. Era um absurdo deixar Draco trabalhar para o Ministério, ainda mais num cargo como aquele. Trabalhar contra as Artes das Trevas quando se é um amante dele é, no mínimo, contraditório, portanto era um absurdo. Absurdamente absurdo. Harry queria dizer aquilo, mas Moody meneou discretamente a cabeça.


 


“Aqui não.” Resmungou ao passar por ele, indicando que Tonks deveria se afastar também. A bruxa acenou, completamente oposta à discrição de Moody, para Harry e se afastou.


Harry respirou fundo, olhando de relance para Draco, que agora estava concentrado num bruxo loiro que surgira no meio do palco. Estranhamente incomodado por ser, aparentemente, o único a notar o quão errado era permitir Draco ali, obrigou-se a prestar atenção no que o bruxo dizia.


 


“... vocês poderão utilizar qualquer tipo de feitiço, desde que vise ajudar o colega. Sendo assim, a sua segurança está nas mãos do outro. Abaixo de Excede Expectativas, está fora do Treinamento. Acertar o colega, mesmo que involuntariamente, desconta pontos.” O bruxo girou a varinha no ar e um pergaminho surgiu, flutuando ao lado do seu braço esticado para o lado, como se apontasse para o pergaminho. Havia uma lista de nomes lá, e uma dobradura no topo do pergaminho abriu-se, em formato de uma boca, e declarou as duplas.


 


Draco Malfoy e Harry Potter.


 


A voz foi bem clara. Os olhos desesperados de Harry encontraram o sorriso presunçoso de Draco, quase do outro lado da sala. Ninguém mais pareceu se preocupar em colocar a segurança de Harry nas mãos de Draco.


 


A voz do bruxo no centro do palco fez Harry voltar sua atenção. “Não vamos intervir, que fique claro. Se seu colega não fez por você, faça você mesmo, porque cuidaremos dele mais tarde.” E sorrindo sumiu do palco.


 


Resumindo, Harry pensou, teria que proteger Draco ao mesmo tempo que se protegia. Ao menos teria um lado bom naquilo: Draco, se não protegesse Harry, seria expulso do treinamento.


O palco iluminou-se um pouco mais quando Jeremy McMillan e Elise Claire subiram, posicionaram-se no centro, virados para lados opostos. Harry sentiu-se impelido para trás, como Moody havia feito mais cedo, e logo pôde notar que um vidro separava ele e os outros de Jeremy e Elise, que não pareciam muito confiantes enquanto olhavam ao redor, esperando o pior. As luzes bruxuleantes das velas falharam por um segundo ao que um jorro de luz vermelha atravessou o palco, quase atingindo Jeremy.


 


“Espero que não liberem dementadores, seria bastante complicado defender alguém desmaiado.” Draco sussurrou próximo ao ouvido de Harry, para que ninguém mais pudesse ouvir, fazendo-o sobressaltar-se com a aproximação repentina.


“Ou um hipogrifo, porque, sinceramente, seria tentador demais te deixar ser esmagado por um. Hipogrifos não gostam muito de você, se bem me lembro. Criaturas sensatas.” Deu um passo para o lado, afastando-se um pouco, os olhos concentrados em Elisie que parecia fazer uma dança bizarra enquanto desviava dos feitiços que vinham dos dois lados, esquecendo-se de defender o colega. “Porque raios você está aqui, Malfoy? Quantos bruxos seu pai subornou ou usou Imperius para te colocar aqui?” olhou o loiro de canto, o cenho franzido em curiosidade e acusação.


“Isso não é exatamente da sua conta, não é mesmo, Potter?” sorriu, debochado, girando a varinha entre os dedos.


Harry desviou o olhar, apertando a mão em torno da varinha, se concentrando no palco à sua frente. Mas o palco estava vazio. Piscou os olhos e procurou a dupla que há pouco estava lutando, mas não os encontrou.


“O que houve?” perguntou para si mesmo, mas em voz alta, o que fez Draco pensar que era com ele. O vidro que os mantinha afastados do palco evaporou-se naquele instante.


“Estavam meio que cada um por si. Ah não.”


 


Por um segundo insano, Harry acreditou que Draco estava lamentando a óbvia exclusão de dois possíveis futuros aurores, mas recobrou a sanidade quando percebeu que o vidro não havia evaporado, apenas locomovido: estava atrás dos dois. Isso significava que era a vez deles.


 


“Ah não.” Harry repetiu, sentindo o estômago afundar.


 


Draco foi na frente, e rapidamente os dois subiram no palco. Lá de cima não podiam ver ninguém que estava do outro lado do vidro, pois ao redor deles tudo estava num completo breu. Os dois, ao contrário da dupla anterior, ficaram de frente um para o outro, ambos mantendo o braço da varinha erguido acima da cabeça do outro. É claro que a única razão para se encararem era a falta de confiança que um inspirava no outro. Harry preferia beijar um Kappa - e é importante frisar que os Kappas têm a aparência de um macaco, mas com escamas ao invés de pêlos, - do que dar as costas para Draco. O loiro por sua vez não tinha nenhum medo de dar as costas para um bruxo que usa o feitiço Expelliarmus como arma de ataque, mas não estava seguro de que se controlaria para não enfeitiçá-lo, então era melhor ficar de frente.


 


O primeiro feitiço veio na direção de Draco. Por impulso, Harry gritou “Protego!” e instantaneamente a luz vermelha bateu numa parede invisível, há centímetros do corpo de Draco, e ricocheteou na parede de onde aparentemente veio.


 


Draco piscou os olhos, desacreditado, antes de acenar com a varinha no ar, e Harry sentiu uma rajada curta de vento atrás de si quando foi protegido pelo loiro. “Estamos quites.” Draco resmungou, fazendo Harry girar os olhos.


 


“Me defendeu porque quer passar no teste. REDUCTO!” sua varinha lançou um feitiço que desviou outros dois que vinham na direção de Draco. “Aliás, porque mesmo que você quer ser auror? Qual o plano de Voldemort, uh?” girou um pouco o corpo, ignorando a expressão contrariada do loiro ao ouvir o nome de Você-Sabe-Quem.


 


“Reducto? Sinceramente, você não era dos melhores na aula de Feitiços, não é?” acenou a varinha, repelindo um feitiço que acertaria a cabeça de Harry. “Porque está pronunciando os feitiços, Potter?” sorriu fraco, de canto.


 


“Cale a boca antes que eu resolva não conseguir desviar um desses estuporamentos que estão vindo pra você.” Estava se sentindo tão tentado a realmente fazer isto, que desejou uma Poção de Calma urgentemente. “Você não vai muito longe nisso, Malfoy. Não tem caráter algum pra ser um bruxo decente. Igual ao seu pai.”


 


“Que coincidência.” O sorriso ficou mais notável, mais irritante. “Também acho que você é igual ao seu pai.” E afastando outro feitiço, acrescentou: “Até o [i]fim[/i].” os olhos frios brilharam na direção do moreno.


 


 Uma onda de raiva forte demais para ser controlada tomou Harry, mas antes que a vontade de apontar a varinha para o loiro, um jato vermelho brilhante atingiu o peito de Draco. O brilho dos olhos e o sorriso dele sumiram ao que seu corpo tombou para trás, batendo contra o piso duro e frio do palco.


 


Estava tudo acabado. Harry seria expulso do treinamento. Era o fim. Ficou olhando para Draco caído, os olhos estáticos dele estavam presos nos de Harry; e o moreno poderia jurar que o outro estava rindo por dentro. O que pareceu longos minutos foram poucos segundos, na verdade. Como num lampejo, a mente de Harry despertou, lançou um protego ao redor dos dois, ainda que fraco, e apontou a varinha para Draco.


 


“Rennervate.”


 


Draco piscou os olhos, e ao que levantou, fez uma expressão de dor, levando a mão à cabeça. Sentou-se, ainda massageando a região próxima a nuca, e olhou para Harry, indeciso se podia deixar transparecer sua alegria em ver o outro ser expulso, quando lhe ocorreu que Harry deveria chegar ao fim do treinamento, e era parte do trabalho de Draco garantir isso. Franziu o cenho e levantou-se, ignorando a mão que Harry oferecera.


 


“Você é um idiota, Potter. Vai perder o cargo dos seus sonhos por causa de uma vingança besta por algo que eu falei.” Aproximou-se de Harry, sorrindo de canto, o encarando diretamente. “Não fazia idéia que eu valia tanto assim pra você. Bom saber, de qualquer forma.”


 


Harry trincou os dentes de raiva, a respiração acelerando-se pelo esforço que fazia para não dar um soco naquele nariz empinado de Draco, como Hermione fizera há anos atrás. Pelo canto dos olhos, viu que um bruxo acenava a varinha, fazendo todos os feitiços que colidiam contra o protego de Harry – que acabara de se desfazer – sumirem. Harry suspirou, virando-se e afastando-se de Draco, sem dizer mais nada. Passou a mão no cabelo rebelde e ajeitou o óculos na ponte do nariz. Era o fim da tão sonhada carreira de auror. Quem sabe ainda o admitissem na Ordem da Fênix, e então ele teria alguma preparação para lutar contra Voldemort quando a hora enfim chegasse. Quando desceu do palco, sua mente derrotada já pensava em pedir um emprego para Dumbledore em Hogwarts.


 


“Bom trabalho, Harry Potter.” Uma voz desconhecida parabenizou.


 


Harry virou-se para ver quem era, mas não reconheceu. Sorriu como conseguiu, considerando sua tristeza interior, e meneou a cabeça.


 


“Não o suficiente, pelo que parece.” Deu de ombros, vendo Draco descer do palco, e virou o rosto. Se Draco fizesse um comentário, mínimo que fosse, sobre sua situação, Harry certamente não tentaria manter o controle, afinal já estava fora do treinamento.


 


“Não se preocupe, não mesmo.” O bruxo sorriu, animado, e Harry quase pediu pra ele ficar sério, porque, sinceramente, não estava com vontade de ver bom humor nas pessoas naquele momento. “Precisam seguir pela porta da direita,” apontou a porta certa quando Draco passou por eles, sem parar para ouvir a orientação, “vão receber as instruções para o próximo teste.”


 


“Desculpe?” Harry franziu o cenho. Seu desespero era tão grande que estava ouvindo coisas, pensou. Draco parou onde estava, segurando a maçaneta da porta, obviamente tão surpreso quanto Harry.


 


“Sim?” o bruxo não pareceu compreender a dúvida de Harry, havia sido bem claro.


 


“Eu não fui retirado do programa?” o coração acelerou-se, era demasiadamente bom para ser verdade.


 


“Hm. Não.” Olhou Harry como se estivesse falando com alguém mentalmente menos privilegiado. “A prova era proteger o outro, e você o fez. Apesar do Sr. Malfoy ter sido estuporado, você foi criativo, rápido e sagaz quando lançou o feitiço de proteção e fez o Sr. Malfoy voltar a si.” Voltou a sorrir, reassumindo seu bom humor, o qual Harry acompanhou desta vez, “Como eu disse, siga pela porta da direita.”


 


Nesse momento Draco abriu a porta com força, sumindo de vista ao passar por ela.


Harry agradeceu ao bruxo e passou pela porta indicada. Do outro lado era uma sala completamente branca, com nada mais que uma mesa prateada no centro. Harry olhou para os lados, procurando alguma porta, mas até mesmo aquela pela qual ele acabara de passar não existia mais. Intrigado, aproximou-se da mesa, onde havia um envelope endereçado a ele. No momento em que o tocou, sentiu um gancho invisível o puxar para frente, e lembrou de tudo que havia almoçado enquanto desejava manter seu almoço dentro de si. Tão repentinamente como havia sido transportado, tudo acabou. Sentiu a barriga bater contra algo sólido e ao abrir os olhos viu que era a parede dos fundos da casa que dividia com Rony.


 


Harry odiava chaves de portais, definitivamente.

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Comentários: 1

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Enviado por meroku em 30/01/2013

muito engraçado!!!!!!!!!!!!!!!!
adorei o capitulo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
só eles mesmos pra se protegerem enquanto descutem!!!!!!!!!!!!!!
posta o proximo!!!!!!!!!!!!!!!
to doida pra saber como vai ser o proximo teste!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  

Nota: 5

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