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4. Gina, inesquecível!


Fic: Gina, Inesquecível... - RELANÇADA


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Capítulo 04 – Gina, inesquecível!


 


O fim de semana chegou como uma benção para Harry, ele não agüentava mais aquelas aulas em que não entendia quase nada, as pessoas olhando para ele como se fosse ter um ataque a qualquer momento e as duas garotas com quem sempre tinha que cruzar durante a semana: Gina e Cho. A notícia de que ele e a última se separaram espalhou mais rápido do que a de que eles estavam juntos, agora Harry tinha ganhado a fama de canalha entre as garotas da Corvinal. Não se importou muito com isso, afinal tinha feito a coisa certa, o que lhe afligia era o fato de Gina ainda não falar normalmente com ele.


Ele estava sentado numa mesa na sala comunal, jogando xadrez de bruxo com Rony, que contava a ele mais alguns acontecimentos do ano. Era difícil conseguir concentrar todas as coisas contadas a ele, muito do que o próprio Dumbledore já havia lhe dito ele não se lembrava mais.


Podia ver pela janela o dia cinzento, apesar de quente e abafado. Avistou uma fumaça vinda da cabana de Hagrid e lembrou que queria visitá-lo, coisa que não tinha feito até aquele momento. Ele e Rony foram chamar Mione, mas ela estava conversando com Gina, então preferiram deixá-las em paz e foram sozinhos.


Várias pessoas aproveitavam a tarde de verão nos jardins, já que o castelo estava muito abafado. Harry sentiu inveja quando viu pelo menos quatro casais juntos, aos beijos, carícias, olhares apaixonados, coisas que ele adoraria estar fazendo com Gina naquele momento. Continuaram a andar pela grama seca, até chegarem à porta da cabana do meio-gigante.


— Ora, ora! Veja quem está aqui! Achei que tinha se esquecido completamente de mim, Harry.


— Desculpa, Hagrid, estive meio atrapalhado esses dias.


— Eu sei, eu sei, fiquei sabendo. Duas garotinhas vieram falar comigo terça-feira, e depois quinta. Bom, entrem e sentem-se. Vou preparar um chá e... Onde eu deixei mesmo aquele bolo? Ah! Aqui, tomem, comam, eu mesmo que fiz!


— Obrigado. – Harry sentou-se à mesa e pegou um pedaço de bolo – Então você já sabe de tudo sobre a Cho?


— Aham... E sei também que você é um “insensível, galinha e que não liga para a Gina”. Calma, palavras dela, eu sei que você não tem toda a culpa nisso.


— Que bom que você me entende... Olha, é difícil explicar, eu realmente não me lembro de nada sobre eu e a Gina ainda. Apesar disso, sempre que eu penso nela eu sinto uma coisa forte dentro de mim.


— Isso se chama Amor, garoto. – disse Hagrid, sorrindo.


— Eu sei... Quer dizer, acho que sei. Ah, não sei! O que eu sei é que depois que o Rony disse que eu e ela namorávamos, as portas se abriram e eu senti que eu podia conseguir tê-la. Mas quando a gente conversou...


— Também sei dessa parte. – serviu chá para o garoto e para Rony – Olha, Harry, você tem que pensar no lado dela também. Já pensou no que você faria se ela perdesse a memória e dois dias depois você a visse beijando outro garoto? Não ia se sentir traído? Ela não teria culpa, esqueceu tudo, mas você não ia achar que, se ela te amasse, devia lembrar-se de você?


— Mas eu me lembrei! Tarde, e não completamente, eu sei, mas me lembrei.


— Certo, porém, isso ainda não muda o fato de você ter beijado a Cho.


— Então é isso, já era, eu não tenho mais nenhuma chance com ela?


— Não Harry, não é assim, você ainda tem chances...


— Mas você não disse que eu era o “insensível, galinha e que não amava ela”? – engoliu um grande gole de chá fervendo, quase queimando a garganta.


— Era, mas também era “irritantemente maravilhoso e o homem perfeito pra Gina”.  Ela te ama, Harry, e ela sabe disso, só está tentando esconder de si mesma. Você só precisa mostrar que também a ama.


— Eu tentei, eu falei com ela na quarta, mas fui rechaçado como um inseto irritante.


— Não adianta só falar, Harry. Garotas gostam de atitude, aposto que se você a beijasse ela não ia fugir, ia gostar.


— Será? Não sei não...


— O Hagrid tem razão. – Rony entrou na conversa para não ter que continuar comendo o bolo, que mais parecia um pedaço de borracha. – Você devia fazer isso amanhã.


— Olha quem fala, Rony, – riu do amigo – você nunca tomou uma atitude com a Mione.


— Isso não vem ao caso... – Rony ficou da cor de seus cabelos – Mas como eu ia dizendo, amanhã tem a última visita a Hogsmeade, você podia encontrar com ela lá.


— Ah, e ela vai querer se encontrar comigo?


— Isso você deixa comigo e com a Mione, vai dar certo.


— Espero que sim. – disse terminando de beber o chá.


O restante da tarde, ficaram conversando sobre outras coisas. Hagrid contou como estava Grope, mais eventos que Harry não se lembrava e coisas do tipo. Quando a noite caiu, eles voltaram para o castelo. Entraram pelo saguão que estava cheio de gente indo jantar. Rony quis seguir para o salão principal, mas Harry preferiu ir direto para o dormitório, pois já tinha comido, mesmo que mal, na cabana do Hagrid. Subiu as escadas para o segundo andar, entrou num corredor cheio de tapeçarias e viu uma cena estranha. Gina estava apontando sua varinha para peito de Malfoy, que a olhava com muita raiva. Estavam longe, portanto ele não conseguia ouvir direito o que os dois discutiam. Harry se aproximou dos dois para descobrir o que acontecia, no entanto, antes que chegasse, Draco empurrou a garota, que caiu no chão jogando sua varinha longe. Quando Draco puxou sua varinha Harry já estava fazendo o mesmo e correndo na direção deles.


— Você acha que sabe de alguma coisa, vaquinha? Você não vai me atrapalhar mais!


— Eu sei que foi você, Draco...


— Cala a boca! Ava...


Expelliarmus!


Um raio vermelho saiu da varinha de Harry e atingiu a de Malfoy antes de sair qualquer feitiço dela. Draco foi lançado pelo corredor e caiu aos pés de uma armadura. Harry correu para ver como Gina estava, mas antes que chegasse viu Snape descendo as escadas. O professor olhou para o garoto caído no chão e sua expressão endureceu.


— Não é possível, Potter! Você não se cansa de confusões? Dumbledore te liberou da última detenção, mas dessa vez ele não vai te proteger. Amanhã, oito horas, na minha sala. Sobraram muitos arquivos para organizar.


— Mas amanhã é a última visita a Hogsmeade! E foi Draco que... Ele ia lançar a maldição...


— Não foi ele quem começou, professor, Malfoy me atacou! – interferiu Gina. Harry sentiu alguma felicidade nisso.


— Sem mais nem menos. Amanhã, oito horas, minha sala. E você, garoto, levante-se e venha comigo.


Snape virou as costas e subiu as escadas novamente, com Draco, depois de dar um olhar sarcástico para os dois, indo atrás dele. Harry estava explodindo de raiva, como odiava aqueles dois. Virou-se para Gina e a ajudou a se levantar. Ficaram se olhando por um momento.


— Você está bem? Ele fez alguma...


— Não, não, estou bem. – ela sorriu, mas depois fechou a cara – Olha, obrigada, mas agora eu vou indo... – ela começou a andar, mas Harry entrou em sua frente a impedindo.


— Espera, a sua varinha. – ele entregou a varinha que tinha apanhado no chão – Tem certeza que está bem?


— Tenho, tenho. Obrigada, Harry, mesmo. Eu estava sem minha varinha, ele ia...


— Aquele desgraçado...


— Parece que você salvou minha vida de novo, não é? – ele se aproximou um pouco dela, podia sentir aquele perfume floral.


— Acho que eu estou ficando bom nisso. – ele sorriu e não esperou mais. Puxou a garota pela cintura e a beijou. Seus lábios se encontraram e ele sentiu Gina estremecer. As mãos macias da garota encontraram seu pescoço e suas costas, ele apertou mais a cintura dela. Beijavam-se como se fosse a última coisa que fossem fazer. Harry achou que Gina ia sentir seu coração, de tão forte que batia, nunca esteve tão feliz na última semana. Os minutos que passaram pareceram meses, ele não queria sair dali nunca mais. Sentir a pele da garota, seu perfume, sua boca, era a melhor coisa do mundo. Harry não se lembrava exatamente, mas sentia que já tinha feito aquela coisa maravilhosa alguma vez.


Gina, então, se separou de repente, como se saísse de um transe. Ele não entendeu nada, nem conseguiu impedi-la de sair correndo pelas escadas. Garotas! Mas não importava, mais tarde ele ia tentar entender o que tinha acontecido, naquele momento ele não queria fazer nada. Apenas sentou-se encostado num tapete russo e ficou se lembrando dos últimos minutos.


A fera ronronava feliz e orgulhosa em seu peito.


 


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— Está atrasado cinco minutos, Potter. – Harry quase não conseguiu dormir na última noite, logo acordou tarde, todos já estavam indo para Hogsmeade, e ele se dirigiu para a sala de Snape. Lá estava ele, com aquela cara sebosa e sarcástica, sentado em sua mesa – Vamos, comece.


— O que eu devo fazer?


— Ah! Desculpe-me, você se esqueceu. – ele abriu um sorriso sarcástico – Aqui estão as fichas de todas as detenções dadas nesta escola nos últimos tempos. Você deve organizá-las. Vamos, temos toda a tarde para nos divertirmos.


Aquele trabalho era excessivamente monótono, e Snape parecia se deliciar com isso, ficava apenas observando o garoto trabalhar. As datas já estavam ficando recentes, já via as várias detenções de Fred e Jorge em seus primeiros anos. A hora do almoço estava chegando quando a professora McGonagall entrou pela porta.


— Professor Snape, o diretor deseja falar com o senhor, urgente.


— Certo. – ele ficou irritado por ter que interromper a detenção – Você deu sorte, Potter. Na próxima semana continuaremos, no mesmo horário. E não se atrase novamente.


Harry sentiu uma grande vontade de agradecer Dumbledore, mas saiu rapidamente da sala. Àquela hora todos já haviam ido para Hogsmeade, entretanto, ele sabia o que fazer. Foi correndo ao dormitório, pegou a capa da invisibilidade e o mapa do maroto e foi até o terceiro andar. Lá encontrou a estátua da bruxa de um olho só. Certificou-se que não tinha ninguém por perto e murmurou “Dissendium”. A corcunda da bruxa se abriu e ele entrou no túnel. Uma hora de caminhada depois ele estava na Dedosdemel.


Quando saiu à rua o sol estava forte, não havia nuvem nenhuma no céu. Ele sorriu e se lembrou do beijo da noite anterior, os céus realmente refletiam o que ele sentia. Ficou vinte minutos procurando Rony e Hermione, até encontrá-los no restaurante de Madame Puddifoot. Não gostava muito do lugar, mas entrou. Estava cheio de gente, principalmente casais, Harry achou um pouco inconveniente se sentar com os dois, entretanto, precisava falar com eles. Hermione o viu e chamou.


— Harry! Como você conseguiu vir? E a detenção com o Snape?


— Dumbledore me salvou, McGonagall disse que ele precisava falar com o Snape, então fui liberado mais cedo.


— Que bom! Assim você ainda aproveita o final da tarde aqui.


— Aham... Vocês viram a Gina por aí?


— Ela estava com a Luna na Zonkos, mas ia vir para cá, conversar com a gente. Agora me diz, porque ontem você só nos contou até a parte da detenção?


— Ah... – Harry ruborizou um pouco – É que eu não queria deixar vocês muito empolgados, afinal foi só um beijo, e ela saiu correndo no final. Eu nunca vou entender as garotas, Mione, porque vocês fazem isso?


— Ah, Harry, vocês que são uns burros. Ela tinha prometido para si mesma que nunca mais ia se importar com você, mas depois que você fez aquilo, ela ficou balançada, você quebrou a promessa dela. Ela gostou, mas no final ficou confusa, não sabia se queria ou não, é isso.


— Mas precisava ter saído correndo?


— Era melhor do que ter que explicar isso pra você naquela hora.


— Gente – chamou Rony, que só ouvia a conversa –, o assunto chegou.


Harry se virou e viu Luna e Gina entrando pela porta do restaurante. Gina estava linda, parecia brilhar, seu cabelo ruivo esvoaçava com o vento produzido pela porta, seu sorriso era doce como sempre e seus olhos majestosamente intensos. Elas vieram na direção da mesa deles e se sentaram, cumprimentando-os, Gina olhando intensamente para Harry. Lá eles ficaram conversando sobre futilidades por quase meia hora, Luna mostrava orgulhosa sua aquisição na Zonkos, uma lupa que invertia as letras e deixava a pessoa ler um livro virado ao contrário.


— Luna – começou Mione –, você pode me mostrar onde vende O Pasquim aqui em Hogsmeade, queria comprar a última edição.


— Ah, se você quiser, eu peço pro meu pai mandar uma pra você.


— Não, não precisa ter o trabalho, eu faço questão de comprar, só me mostra onde tem.


— Está bem, se você insiste, vamos.


— Rony?


— Que foi? – respondeu ele sem entender.


— Você não vinha com a gente? – a garota tinha uma expressão irritada. Harry se esforçou para não rir da falta de tato do amigo.


— Ah! Sim, claro, vou. Bom, tchau para vocês!


Os três saíram deixando Harry e Gina na mesa, um olhando para a cara do outro, sem jeito. A vontade do garoto era de pular a mesa e agarrá-la ali, naquela hora, mas controlou-se.


— Gina, desculpa por ontem, eu acho que eu me precipitei, você não gostou e...


— Não, Harry, de jeito nenhum, você não... Eu... Eu gostei. É que... – ela pausou, olhando para a mesa com a cara séria – Eu ainda não sei, não sei se eu devo.


— Por quê? – antes que ela respondesse, ele continuou – Eu sei que você ainda está chateada por eu ter esquecido o nosso namoro. Mas o que eu posso fazer? Eu não lembro! Eu tento, me esforço, faço força, mas não vem nada! – ele fazia força para uma lágrima não cair do seu rosto – Você não sabe como eu queria lembrar tudo... Esses dias que fiquei com você devem ter sido os melhores da minha vida, você acha que eu não quero me lembrar deles?


— Ah, Harry... – a face dela desanuviou e ela sorriu – Aqueles realmente foram os melhores dias da minha vida. Você não imagina como foi perder você para aquela garota... É como ir do céu ao inferno, um dia eu estou com você, feliz, aí no outro você me aparece beijando outra garota! Não é fácil...


— Eu sei, eu te entendo. Mas você também tem que me entender. A minha cabeça estava completamente confusa. Para ela, eu ainda estava no quinto ano e ainda gostava da Cho, que se aproveitou disso e me beijou. A minha mente me dizia que aquilo estava certo, mas meu coração não! Quando eu te vi naquela manhã, depois de você sair da ala hospitalar, foi a sensação mais estranha que eu já senti. Parecia que meu coração gritava alguma coisa que eu não entendia, ele me dizia pra levantar e te abraçar, mas meus músculos não respondiam. Agora eu sei que eu devia ter seguido meu coração, e que esse erro pode me ter custado caro demais. Só que você precisa acreditar em mim, Gina, minha cabeça pode estar confusa, mas meu coração nunca esteve tão certo. E o meu coração é seu.


O que aconteceu depois foi tão rápido que ele nem soube como foi, quando percebeu Gina estava lhe abraçando, com os braços envoltos em seu pescoço. Ela tinha um lindo sorriso no rosto. Ele conseguiu ouvi-la dizer algo parecido com “Eu acredito!”, e então eles se beijaram. Ela já estava no colo dele, suas mãos viajavam pelas costas do garoto, enquanto se beijavam intensamente, mas ao mesmo tempo com o todo o carinho. Harry tinha uma mão nas costas dela e a outra em sua coxa, podia sentir por cima da roupa a pela macia da garota. Ele não via, mas podia ouvir e imaginar os vários clientes do restaurante olhando para os dois enquanto davam risadinhas. Nada importava, só ele e Gina ali, naquele momento, como diria um trouxa, mágico. Ficaram uns vinte minutos ali, entre beijos intensos e carícias, como dois apaixonados.


— Promete que nunca mais vai fugir de mim?


— Só se você prometer que nunca mais vai me esquecer!


Os dois riram e se beijaram novamente. O sol lá fora brilhava mais forte do que nunca, e a criatura em seu peito rugia de vitóriosa. Aquele foi o melhor momento da vida de Harry desde que ele acordara, tinha certeza que esse momento seria inesquecível, assim como a Gina era. Já era quase quatro da tarde quando eles resolveram sair do restaurante para dar uma última volta por Hogsmeade.


Quando eles estavam chegando perto da porta, esta se abriu e entrou a pessoa que Harry menos queria ver: Draco Malfoy. Ele estava com aquela cara irritante de sempre, só que com um sorriso no rosto. Porém o que espantou Harry foi ver Cho vindo atrás dele, os dois de mãos dadas. Harry sentiu um profundo desgosto, sentiu-se nauseado por ver a garota, que há poucos dias ele havia beijado, junto com o cara que ele mais odiava. Harry sentiu Gina apertando o braço dela mais forte na cintura dele, que fez o mesmo no ombro dela. Cho virou a cara e seguiu com Malfoy para uma mesa e então Harry e Gina saíram.

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