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6. Cap 6


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Chegando ao seu quarto, Hermione olhou para as manchas de sangue no lençol. Não era um dos seus lençóis habituais. Ela o havia comprado especialmente para aquele dia. o dia em que se transformaria em mulher.
O que ela faria com aquela peça de roupa? Lava-la?
Talvez não valesse a pena. O lençol, com aquele sangue saído de seu corpo, poderia ser fatalmente revelador. Mesmo que o lavasse, talvez ficasse alguma mancha parecida com ferrugem. E sua mãe era sagaz demais para crer que fosse mesmo ferrugem. O melhor seria dar cabo dele.
Ela então enrolou cuidadosamente o lençol, tendo a cautela de deixar a parte manchada para o centro e toda a borda livre de qualquer sangue. Assim, evitaria que ele acabasse por contaminar qualquer outra roupa.
Com o mesmo cuidado, retirou o plástico que apanhara no sótão. Bem, este seria fácil limpar, uma vez que o sangue não adere ao plástico, ficando apenas superficialmente. Enrolou o plástico e depois desceu com o lençol e com ele.
Na sala, acendeu a lareira, jogando nela o lençol, e em seguida levou o plástico para a lavanderia.
O estendeu sobre a mesa e começou a lavá-lo,em poucos minutos, não havia mais nenhum vestígio denunciador, passou-lhe um pano seco e o enrolou novamente, fazendo um grande canudo e prendendo-o com uma braçadeira de elástico, exatamente como o encontrou.
Voltando para a sala, atiçou o fogo, que já havia devorado quase que inteiramente
o lençol. Depois subiu ao sótão e depositou o canudo de plástico no mesmo lugar em que o encontrara.
voltou para a sala e verificou que havia apenas cinzas na lareira, mas remexeu-as , para verificar se não havia ficado nenhum resíduo que denunciasse a queima de uma peça de roupa. Não havia.  Espalhou as cinzas e apagou a lareira.
Finalmente voltou para o seu quarto e terminou de arrumá-lo. Guardou o vestido azul. Usá-lo-ia mais uma vez e depois mandaria lavá-lo. Deu uma ultima olhada em tudo e viu que nada denunciaria o que havia acontecido ali naquela tarde. Sorriu, imaginando que poderia cometer um crime perfeito, pois tinha o dom inato de desmanchar pistas. 
Voltou para a parte inferior da casa e, sentindo fome, fez uma refeição ligeira, depois foi sentar-se na sala-de-estar, a fim de aguardar a chegada dos pais, e teve tempo de refletir sobre a sua vida.
Estava feliz? Ela não sabia. Havia muitas dúvidas em sua mente, mas achava que não. Alguma coisa em seu intimo a deixava inquieta, mas não era pelo fato de haver perdido a sua virgindade, pois havia sido uma decisão sua, e, se não fosse com Rony, certamente seria com outro qualquer. A dúvida era justamente Rony. Achara bastante estranho o seu comportamento, a sua reação ao episódio das pedrinhas e o seu ciúme bobo em relação à Draco. Rony revelara-se uma pessoa descontrolada emocionalmente, e para Hermione ciúmes significavam falta de confiança nela. Vizinhos existem em toda a parte do mundo, e conversam entre si, emprestam livros, trocam impressões a respeito de um filme, uma música, um artista, uma peça teatral e outras coisas mais.
Ela não se conformava com a reação negativa que o namorado revelara. Com essa ação ele tambem estava revelando sua outra face e aquilo a inquietava bastante.
Não queria se ligar a um homem que não confiava nela.
Quando os pais chegaram, horas depois, encontraram-na ainda se questionando. Naquela noite, Hermione demorou a conciliar o sono, antes imaginava que o seu leito, a partir daquela tarde, se tornaria algo sagrado, selando o seu amor e a sua união eterna com Rony, até que a morte os separasse. Mas agora tinha sérias dúvidas. Rony, de repente, não era o homem ideal para ela se ligar. E o seu sono tambem foi pontilhado de pequenos sonhos misturados a pesadelos, em que ela via Rony como um homem violento, escarnecendo dela.
Quando ela o encontrou no dia seguinte, ele estava alegre e sorridente, exatamente como o Rony que ela conhecia e amava. Parece que em sua cabeça tudo se desanuviou e voltou ao normal.
Só que não voltou, e, a partir de então, as matinês, outrora esperadas com tanta expectativa, tornaram-se monótonas. E algumas vezes ela pretextava um problema qualquer para não ir e ele tambem. Alguma coisa estava acontecendo entre eles.
Numa tarde, em que fizeram amor num motel, Hermione sentiu-se vazia por dentro. Não havia mais aquela tensão, que seria normal agora que teriam livre trânsito pela estrada do sexo, ajudando a cimentar o amor que os unia. E aquilo começou a preocupar seriamente Hermione. Rony tambem não lhe parecia mais o mesmo, talvez estivesse acontecendo com ele o que acontecia com ela. Alguma coisa rompera entre ambos. O elo que os unia quebrara-se, e Hermione sabia que era o fim.
Numa certa tarde, em que tomavam um refrigerante na lanchonete, que a coisa aconteceu.
- o que está acontecendo com a gente, Ronald? - ela perguntou, séria, olhando-o no olho.
- acontecendo o que? - ele perguntou, aparentando tranquilidade. - acho que nada. por que está?
- não seja cínico - ela disse, dura. - não percebe que as coisas entre nós estão azedando cada dia mais?
- e o que você sugere?- a pergunta dele foi como se ele tivesse lhe dado uma punhalada. Se ainda houvesse alguma dúvida quanto ao esfriamento do relacionamento entre ambos, agora não poderia mais haver.
- o que eu sugiro? - ela devolveu a pergunta. - isso pergunto eu: o que é que você sugere?
- mas quem levantou o questionamento foi você e não eu. Para mim está tudo
bem. Você é quem está dizendo que a coisa está azedando!
- a "coisa" está azedando! Então, no seu entender, o que havia entre nós era apenas uma "coisa " .
- olha Mione, hoje você deve ter dormido com o bumbum descoberto e eu não estou aqui para ouvir lamúrias.
- nada disso. Hoje temos que decidir nossa situação. Não é pelo fato de dormirmos juntos que você tem qualquer compromisso comigo. Se não der mais vamos pôr um ponto final aqui e agora.
- tudo bem - disse ele, fitando-a com frieza. Antes, Hermione jamais vira aquela expressão em Ronald. Ele estava irreconhecível. - se você acha que deve pôr um ponto final... Não prefere um ponto e vírgula? Assim terá tempo para repensar. Porque ponto final é sempre ponto final.
- você não passa de um miserável. Um cínico.
- antes você não achava isso. Eu era o homem mais maravilhoso do mundo. A ponto de você querer entregar sua virgindade a mim.
- eu me enganei. Imaginava que realmente você fosse um homem.
- ora, e por acaso ainda duvida? Eu não lhe mostrei o quanto sou homem!?
- você é mesmo um verme, um miserável. – Rony sorriu cínico.
- já sei. Tudo isso é por causa daquele seu vizinho. Como é mesmo o nome do babaca?
- não é por causa dele e nem por nenhum outro. É por mim mesma. Eu acordei a tempo e vi que você não passa de um cafajestão. E que, certamente, esta me usando como um troféu perante os seus amigos.
Rony ficou sério e a encarou: - infelizmente você se enganou comigo, Hermione. Agora eu estou vendo quem você é. Você deve mesmo estar de cabecinha virada pelo tal vizinho. Aquele que fica de sunga tomando sol, lendo os livrinhos que você empresta para ele. Por acaso você tambem não fica vendo-o coçar o saco, imaginando se o pau dele é pequeno ou grande? - Hermione se levantou e vibrou-lhe um tremendo tapa na cara, que quase o derrubou da cadeira, fazendo os poucos clientes e as garçonetes olharem para eles assustados.
Hermione deixou a lanchonete a passos rápidos, mas jogou uma cédula sobre a mesa e saiu no seu encalço, alcançando a uns dez metros da lanchonete, num beco mais isolado, uma vez que era utilizado por um super-mercado como depósito de caixas de frutas, pois ela imaginava cortar caminho por ali até a avenida, onde tomaria o ônibus para casa. Rony a agarrou pelo braço, e havia odio em seus olhos.
- você enlouqueceu? - ele perguntou, apertando-lhe o braço.
- solte-me! Você esta me machucando!
- você foi muito longe, garota! - Ato contínuo, ele a arrastou para trás de umas caixas empilhadas, de onde não seriam vistos por quem passasse pela rua ou pela avenida.
Ali, ergueu-lhe a saia acima da virilha e com movimentos bruscos rasgou-lhe a calcinha, enquanto sua boca esmagava-lhe os lábios impedindo-a de gritar. Depois liberou-lhe a boca, enquanto uma mão a segurava pela cintura, apertando-a contra as caixas de madeira, enquanto abria o zíper de sua calça com a outra.
- eu vou lhe dar aquilo que você gosta, e se você gritar será pior. portanto, fique quietinha e procure gozar o meu páu!
- miserável: você não tem coragem!
- não?
Então ele a obrigou a se inclinar para trás, depois afastou com as mãos as suas pernas e se enfiou no meio delas. Então Hermione sentiu o pênis invadir-lhe a vagina e começou a chorar, sentindo a carne dura entrando em direção as suas entranhas. Foi uma coisa terrível, o homem que a possuía não parecia ser o mesmo que ela conhecera durante todos aqueles meses.
Era um pesadelo, não poderia ser verdade. Aquilo não estava acontecendo com ela...
Resfolegando como um animal, Rony movimentava-se cada vez com mais violência dentro do corpo de Hermione, que chorava, e as lágrimas toldavam-lhe a visão. Mas que podia deslumbrar na cortina embaçada, a expressão bestificada do homem que um dia chegara a amar.
Poderia gritar. Lógico que acudiriam. Mas seria um vexame para ela. Fatalmente viria a polícia e seus pais seriam comunicados, uma vez que ainda era menor de idade. Só faria dezoito anos dentro de dois meses.
Ele continuou fodendo-a cada vez com mais violência. O pênis pareceu-lhe maior do que normalmente era. De repente ele se avolumou mais e ela sentiu-se alagada pelo sêmen que jorrou com abundancia. Depois, ele mesmo lhe abaixou a saia.
- agora, adeus. Vá chorar no ombro do seu amiguinho. E, se ele quiser tirar satisfações, você sabe onde me encontrar.
E então virou-lhe as costas, deixando-a chorando. Hermione demorou alguns minutos para se recompor. Depois limpou o rosto molhado e deixou o beco, sentindo dentro de si o gozo do homem que passara a detestar. Fez todo o trajeto a pé, levando cerca de duas horas para chegar em casa, mas estava apresentável.
- minha filha, eu já estava preocupada, você nunca demorou tanto - comentou a mãe.
- fiquei conversando com algumas colegas. Por isso demorei. Vou subir para tomar um banho.
- deixei seu almoço na estufa.
- eu desço em seguida, mamãe.
Hermione trancou-se no quarto, mas não chorou. Tomou banho, vestiu uma roupa limpa, e, antes de descer, pegou tudo que lembrava o seu relacionamento com Rony, inclusive o vestido azul-claro, fez uma trouxa e jogou embaixo da cama.
Na primeira oportunidade, a jogaria no lixo. E a oportunidade veio mais rápida do que Hermione imaginava. Naquela tarde a mãe saíra e ela aproveitou para enfiar a trouxa no interior do saco plástico. Naquele fim de tarde o coletor de lixo passaria e levaria o que lhe restava daquele relacionamento com Rony.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Adorei *---*
Como o rony é bruto! kkkkkkkkk 

Nota: 4

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