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1. Parte um


Fic: Irritantes Cabelos Azuis - Victoire.Teddy


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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n/a: bom, mais uma fic (: essa eu comecei a escrever logo que comecei Love Story, mas esperei mais pra postar (obviamente, dã) acho que comecei ela umas cinco vezes, mas sempre me irritava e apagava tudo. Acredito que essa versão ficou boa, então boa leitura :D
Obrigada a quem já comentou, espero que gostem da fic em si, e um agradecimento especial a nath, que leu primeiro e aprovou. Parte dois vem amanhã :)


 Parte 1 – Irritante.


Minha vida sempre foi perfeita. Eu sempre achei isso, pelo menos. Eu tive apenas um grande problema, e como todos os problemas, eu achei que esse também teria solução.


Devo deixar claro que esse problema é uma pessoa. Ele não é exatamente um membro da nossa família, mas o adotamos com se fosse um primo, ou algo assim, quando seus pais foram mortos. Isso antes mesmo de eu nascer. Nunca dei bola para nada relacionado a ele. Ele é apenas um garoto estúpido dois anos mais velho que eu, que gosta de bagunçar e fazer outras coisas que garotos estúpidos fazem. Sem mencionar o fato de ele ser metamorfomago, e adorar ficar mudando de rosto e cores para assustar a mim e as outras meninas. E ainda assim ele é o queridinho de todos, todos amam o Teddy, e a Victoire é malvada, e blábláblá. Eu sempre fui a única que via o quão irritante e insuportável aquela criatura sempre foi.


Como disse antes, seus pais foram mortos na Grande Guerra anos atrás, e o pequeno e indefeso Teddy é afilhado do tio Harry, que como, também é de conhecimento geral da nação, é casado com minha tia Gina, ou seja ele passa muito tempo conosco. O que eu realmente nunca entendi, afinal, ele não mora com a avó? Talvez devesse fazer um pouco de companhia para ela. Vou tocar nesse assunto na próxima vez que o vir por aqui.


Como sempre eu, meus pais e irmãos passamos quase todo o tempo na Toca. Assim como meus tios e primos, e apenas Merlin sabe como a família Weasley é enorme! Mas vovó Molly faz questão de ter toda a sua ninhada, e a ninhada de sua ninhada debaixo de sua asa. O que não é de todo ruim, a Toca é um lugar legal, com bastante espaço para todos, sem falar do grande terreno, onde meus tios adoram jogar Quadribol.


- O que você fez com seu cabelo? – ele me perguntou um dia, quando ele tinha dez e eu oito anos.


- Nada. – eu disse já com a cara fechada, os braços cruzados, sentada no sofá sem nem ao menos olhar para o lado dele.


- Eu sempre soube. – Lupin sentenciou como se fosse muito sábio. Eu apenas o olhei em dúvida. – Sempre soube que você não era da família, com esses cabelos amarelos. – falou no mesmo tom. Senti meu rosto corar de raiva.


- Não seja estúpido. Eu tenho os cabelos da minha mãe. – falei, mesmo achando que ele não merecia uma resposta.


- É, mas a família tem cabelos vermelhos. – ele provocou se inclinando sobre o assento do sofá para mostrar que seus cabelos estavam vermelho-fogo. – E eu também.


- Vá arranjar o que fazer, Lupin. – falei levantando do sofá. – E, aliás, você não é da família. – disse em alto e bom tom. Vi seu rosto formar uma expressão frustrada, mas não senti pena. Era sempre assim, ele sempre dava um jeito de me irritar e se incluir na família. E o pior, todos adoravam isso.


Admito que suspirei aliviada, mesmo tendo apenas nove anos, quando ele foi para Hogwarts, e parara de me importunar por algum tempo. Pode parecer muito cedo para eu me sentir aliviada de algo, mas meu pai tem razão, eu sempre fui muito precoce. Um dos meus passatempos favoritos nesses dois anos que mal nos víamos, era brincar de arrumar minhas primas Rose e Lily, e minha irmã menor Dominique. Elas não gostavam muito, mas tinham em torno de três e quatro anos, e eu sempre podia fazer alguma chantagem. Não fui nem sou uma megera, que isso fique bem claro! Apenas gostava de estar no controle das coisas.


Completei onze anos em maio, dois anos depois, e logo minha carta me chamando para Hogwarts chegou. Fiquei muito animada com isso, mesmo ainda sendo nova. A idéia de me virar sozinha (em termos) me agradava.


Estávamos parados na estação 9 ¾, esperando passar os últimos dez minutos que faltavam para o trem partir. Eu estava acompanhada de meus pais, e estes fizeram o favor de trazer conosco a pessoa que eu menos queria ver na frente. “Não se dê o trabalho, Andy, nós temos que levar Victoire, claro que podemos levar Teddy também.” Porque meus pais têm que ser tão legais? Às vezes parecia que eles planejam tudo isso, o convidavam para passar as férias na Toca, TODOS os feriados, aniversários, e qualquer outro evento que exista, por mais insignificante que seja, Teddy Lupin está sempre lá.


- Você não está animada sobre ir para Hogwarts? – ele pergunta quase pulando. Agora ele tinha decidido que a melhor cor para seus cabelos é azul, não importa o tom, mas sempre azul.


- Estou, mas isso não significa que eu precise ficar pulando feito um animal. – respondi baixo e com os olhos apertados.


- Sabe, - ele continuou como se eu estivesse muito aberta a conversações. Era incrível como ele não parava de se mexer, por acaso alguém tinha o azarado ou drogado? Porque não é possível alguém ser tão inquieto assim! – eu estive pensando, e…


- Que bom Lupin, esse já é um grande começo. – o interrompi, falsamente animada.


- Eu sei. – ele sorriu bestamente, e continuou falando. Nunca entrou na minha cabeça como alguém podia ser tão… tão… inconveniente como ele. Era pior do que criança pequena e mimada. Aposto como eu não incomodei meus pais dessa maneira. – Mas como eu estava dizendo, andei pensando, e acho que já sei para qual Casa você vai. – falou com aquele sorriso idiota.


- É para eu me mostrar interessada?


- Victoire! – minha mãe resolveu que a hora de interromper era quando eu falava, já que o pobre coitado do Teddy poderia ficar magoado. Eu respirei fundo.


- Acho que você vai para a Sonserina. – apertei mais ainda os olhos para ele. – Eu queria que você fosse para a Grifinória, mas o Chapéu não vai mandá-la para lá quando ver como sua mente funciona.


- Ora, Lupin, eu…! - Eu poderia matá-lo. Não me interessa que estivesse cheio de alunos e pais em volta, não me interessa o quanto minha família inteira adora ele, e não me interessa o quão insignificante aqueles comentários infantis pudessem ser. Usaria minhas próprias mãos, e em minha mente já até podia vê-lo agoniando. Eu estava por pular no pescoço dele e estrangulá-lo até que ele peça para parar. E ainda assim eu não pararia até ter certeza que ele estivesse azul, assim como seu ridículo cabelo.


Sua sorte foi que soou o apito informando que o trem partiria. Meus pais pareceram aliviados por nos jogar dentro do trem, e felizes demais para o meu gosto quando abanaram para gente da estação. Olhei para o lado, e o infeliz ainda estava ali, sorrindo debilmente. Toda aquela sensação de alívio que eu tinha antes parecia ter sumido com o vento.


- Cada um para o seu lado! – impus quase enfiando um dedo no rosto dele, assim que percebi que ele ia começar a falar. Sai pisando duro, e não o vi mais durante a viagem toda.


Minha sensação de alívio voltou assim que o Chapéu Seletor anunciou que eu pertenceria a Corvinal. Segui sorrindo alegremente para me sentar a mesa da Corvinal, ao lado de alguns alunos mais velhos. Eles me cumprimentaram tão empolgados quanto eu, e quando olho para frente o garoto-colorido estava me encarando com um sorriso um tanto decepcionado. Já eu, sorri vitoriosa. Não entrei para a mesma Casa que ele, nem para Casa que ele havia “previsto”.


Eu não sou uma pessoa anti-social, muito pelo contrário, logo no primeiro mês eu já era amiga de todas as garotas do quarto, às vezes até estudava junto com alguns garotos de outras Casas. A maior amizade que fiz no dormitório foi Abby Brandon, uma garota com o rosto bondoso, cabelos castanho claro e olhos azuis. Nós fazíamos tudo juntas, do começo ao final do dia.


O tempo passa rápido em Hogwarts, assim como ano começou, já terminou, e o segundo ano também passou. É claro que eu o via nos corredores e nas refeições, mas procurava evitá-lo sempre que possível. Foi bastante fácil, na verdade. Hogwarts é enorme demais para se esbarrar com a mesma pessoa freqüentemente.


- Você conhece aquele garoto? – Abby pergunta baixo para mim. Estávamos em nosso primeiro passeio em Hogsmead. Olhei para onde ela apontava, e não foi com tanta surpresa assim que reconheci Lupin. Estava em um grupo de garotos bagunceiros, ao qual ele parecia ser o líder. Me lembrou muito aqueles bandos de macacos na selva, que ficam gritando e pulando de um lado para o outro. Percebi que ele olhava constantemente para o nosso lado e sorria feito um idiota, além de acenar de vez em quando.


- Claro que não. – respondi como se a idéia fosse absurda.


- Ele olha constantemente para cá, e parece estar te chamando. – ela falou com uma sombra de sorriso.


- Deve estar olhando para alguém atrás de nós. – dei de ombros, e seguimos andando.


- Não fala mais com seu primo, Vick? – ele praticamente gritou quando passamos perto de seu grupo de amigos primatas.


- Você não é meu primo, Lupin. – retruquei sem virar para ele, nem parar de andar.


- Achei que não conhecesse ele. – riu Abby. Eu apenas fiz sinal de que explicaria depois, e ela concordou.


- Fala sério, né Vick. – Lupin insistiu, abandonando sua gangue e correndo até mim, me segurando pelo braço para que eu virasse para ele.


- O que quer? – perguntei já irritada. Era incrível como a presença dele me irritava, mais do que qualquer coisa. Devia ser um trauma de infância.


- Não vai me parabenizar? - perguntou com um sorriso orgulhoso.


- Já aprendeu a ler? Foi um pouco demorado, mesmo assim isso é ótimo Lupin, mas não tenha nada a ver com isso, tchau. – disse falsamente comovida, virando as costas novamente, e pude ouvir risadinhas de algumas pessoas que estavam em volta, mas logo se calaram quando lancei um olhar congelante a elas.


- Não. Por eu ter detonado o seu namoradinho no jogo da semana passada. – falou como se eu não tivesse dito nada, se referindo a Josh Chenson, um quintanista da Corvinal. Eu tinha uma queda por ele, mas não sabia que isso era de conhecimento de Lupin, e além do mais, Josh e eu éramos apenas bons amigos.


- Ele não é meu namoradinho, seu imbecil. – respondi revirando os olhos. – E não vou parabenizá-lo por ter machucado alguém naquele jogo idiota.


Saí dali antes que ele dissesse qualquer coisa a mais. Puxei Abby junto comigo, e ela parecia se divertir. Fomos até o Três Vassouras, que mesmo estando sempre lotado em dia de visitas dos alunos, ainda era um lugar tranqüilo para conversarmos. Contei a ela sobre ter que conviver com Teddy Lupin a vida toda, e ela apenas ria, achando muita graça na minha tragédia.


- Isso é apenas implicância sua, Vick. – ela falava entre risadas.


Não era implicância. Como se eu fosse uma pessoa implicante! Ele quem era uma pessoa idiota, infantil, inconveniente, e tudo o mais. E só de pensar que em poucos dias voltaríamos para casa e eu teria que vê-lo quase todos os dias me dava calafrios.


Estou começando a pensar seriamente em perguntar para minha mãe se não podemos passar um mês na casa da família dela, na França.

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