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5. Cap IV


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O som da louça sendo colocada ao seu lado a despertou. Espreguiçou longamente, desafiando os músculos a reclamarem e abriu os olhos ao escutar um bocejo.


- Gina. – Sentou rapidamente, esquadrinhando a amiga a procura de sinais de dor.


- Vim almoçar com você. – Sorriu e abaixou a cabeça divertida sobre o olhar desconfiado da castanha. – E... ainda não consigo passar. – Sorriu como criança levada, mostrando o frasco de poção. Hermione retribuiu. A ruiva ainda era tão bonita. Tão jovem. – E também quero lhe contar algo.


Suspirou. A conversa sobre Harry de novo não.


- Vamos comer que estou faminta. – Levou o prato ao colo, sobre as pernas dobradas na cama e Gina fez o mesmo sobre a cadeira em que sentara. Mas a fome não a impedira de continuar.


- Ontem antes da “festa”, ouvi seu nome num grupo; mas não consegui ouvir tudo. Falavam algo sobre Draco ficar irritado quando te “pegavam”. – Levantou uma sobrancelha para ruiva. – Lucius ficou furioso. Negou e ameaçou-os se a conversa continuasse.


- Esses idiotas não têm o que fazerem. Malfoy me odeia quase como o odeio. – Balançou a cabeça contrariada. Não Malfoy. Não esse estúpido Malfoy.


Gina deu de ombros e as duas olharam para o corredor, onde um elfo velho trazia dois pergaminhos. Olharam-se e voltaram a comer. Não precisavam abrir agora. Os envelopes sempre chegavam dois dias antes dos eventos.


(...)


Penteou os cabelos e depois os bagunçou. Preferia-os um pouco armados. Estavam compridos demais e não gostava.


Avistou algumas meninas passando rápidas pelo corredor e estranhou as roupas que usavam. Abriu o embrulho pardo, levantando um longo vestido verde. Sensual e discreto. Muito diferente dos que lhe davam. Não importava e vestiu-se. E vestiu sua mascara de indiferença ao entrar no salão.


Não era uma festa normal. Uma putaria corriqueira. O salão sombrio estava decorado ricamente e todos os que já se encontravam estavam bem vestidos. Um DJ tocava num canto algo eletrônico que ela distinguira como sendo musica trouxa. Estranho.


Cruzou o centro, avaliando o que se passava. Teve o vestido alisado algumas vezes e distinguiu alguns elogios sacanas, que ignorou. Ainda não era hora de incomodarem-na. A noite só começava quando o “Lord” autorizava, e ainda não o tinha avistado. Nem ele e nem Harry.


Avistara Severus com sua costumeira face de entediado, conversando com Lucius e mais dois homens. Pra Severus ter vindo novamente e no meio da semana é porque algo de importante aconteceria.


Um som de aparatação se fez ouvir no centro e toda a atenção foi voltada para os jovens altos, acompanhados por varias mulheres embriagadas. Hermione avaliou-as de cima a baixo e não podia ser. Draco e Blaise não podiam.


Procurou por Gina e a encontrou ao lado de Harry, claro. O som aumentou e as mulheres se espalharam atrás de bebidas e companhia. Olhou novamente para Gina e dela pra Harry e os olhos negros sinistros a cobiçando. Sentiu pena e raiva pela amiga ser desejada por Ridlee. Como alguém tão vil podia querer algo tão puro.


- Interessante não. – Enojou a respiração em seu ouvido, acompanhado da voz arrastada e grossa. Olhou para ele como se não entendesse e Lucius olhou para uma das trouxas que estavam lá. – Vamos nos divertir com as trouxas hoje. Idéia de Blaise que freqüenta esses lugares sujos. – Snape se aproximou e Lucius brindou. – Ao futuro. – O moreno apenas balançou a cabeça em concordância. – Sirva-se Severus, bonitas e fáceis.


Severus rodeou a castanha e a secou maliciosamente.


- Uma das antigas me satisfará por hoje. Provarei as novidades numa outra ocasião. – Lucius riu consentindo.


- Perfeito meu caro, procure uma sim. Menos essa que hoje é minha. – Puxou a castanha, colando-se em suas costas e apertando sua cintura.


A respiração falhou. Tinha um nojo especial por Lucius. Por ele não se contentar com a própria satisfação e sumir logo. Não parava de foder enquanto os gemidos dela não o convencessem de que também tinha gozado. E ela não gozava nunca. E ele continuava com palavras obscenas até que ela implorasse. E nas raras vezes que ele a solicitava, ela chorava depois. Sozinha.


Severus deu de ombros e comentou indiferente.


- Vamos terminar nossa bebida. – Lucius concordou, alisando um seio da castanha para marcá-la que a noite era sua e que voltaria pra pega-la; e dirigiu-se ao bar. Severus o seguiu, mas antes passou pela castanha quase colado e numa fração de segundos, depositou algo em sua mão e partiu. Hermione a fechou com força e procurou um local isolado pra consumir a droga. Pelo menos sua viagem seria mais intensa.


(...)


Queria intensamente estar dopada, para não assistir a tamanha monstruosidade. Ao menos estava quando Lucius a buscou e ele já tivera o que queria. O corpo ainda entorpecido ajudava a disfarçar o semblante horrorizado que ela e todas as outras exibiam.


Gritos e choros altos ecoavam por toda parte.  Lucius tinha as vestes respingadas de sangue da trouxa que acabara de esfaquear. Todas mortas.


Voldemort contemplava seu reinado do alto do seu trono deliciado e acompanhado de varias pessoas estranhas. Provavelmente de outros países. Sua ambição era alta e a melhor arma era o medo.


Não encontrou Severus. Precisava tanto dele. Continuou sentada até ser dispensada. Não era possível que aquilo continuaria por hoje. O cheiro do sangue começava a exalar e nausear. Queria correr dali e morrer. Não esqueceria nunca.


Um ano antes. 


Draco queria parar, queria continuar a tortura; mas seu membro implorava por liberdade. Sentia-a estremecer nos seus dedos e a respiração açoitar seu rosto. Ofegava e sua respiração queria acompanhá-la. Lucius o mataria se soubesse o quanto estava sendo fraco. Abriu o zíper e acariciou-se. Pulsava e ela não ajudava. Roçou a cabeça do pênis na entrada úmida e ela parecia sugar-lhe. Quente. Forçou-se a ficar parado naquela caricia agoniante. Tinha que resistir. O corpo rígido e os olhos comprimidos estampavam a contradição de suas vontades. A “cabeça” quase afundando e suor começando a escorrer pela nuca.


Um comensal não sucumbia a desejos. Um comensal esmagava suas fraquezas. Um comensal não demonstrava sentimentos nem compaixão. Controle. E esse mantra martelava junto com a voz do pai.


Passou o dedo pelo clitóris avermelhado e a olhou. Os seios balançaram pela inspiração sôfrega e Draco cerrou os olhos, soltando o ar pelos lábios finos e afundando dentro dela. A castanha o encarou estremecendo. Ainda não absorvia como ele pudera.


Draco apertava suas coxas e movia-se cadenciado para dentro. Em pé, a cabeça levemente pra traz e um êxtase profundo.


Não que doesse, mas sentia-o tão profundo e duro que parecia que ele a furaria se estocasse com força e, no entanto ele estocava com um prazer luxuriante. Ele gemia baixo junto com a respiração ofegante e floreou a varinha. A camisa desapareceu, descobrindo uma escultura marmorizada e pela primeira vez; Hermione ouviu seu próprio som. O som alto de sua garganta engolindo a saliva. Odiou-se. Ele retirara o feitiço. Preferia que ele a machucasse para que não sentisse nada disso. Não sentisse ele a preenchendo e massageando seu interior. Não sentisse seu sexo arrepiar e ansiar cada estocada. E que ele aprofundasse mais. Não sentir outro orgasmo se aproximando sem o auxilio da maldita poção. Só por ele. Como se odiava. E preferia a dor a isso.


Debruçou sobre ela, colando as peles suadas e afundando-se mais. Gemia na curva do pescoço feminino e aumentou o ritmo para ouvi-la também. Queria que ela gritasse como era sua própria vontade, porem só ouvia a garganta engolindo liquido que provavelmente não tinha. Sorriu. Então ela queria privá-lo de seus gemidos.


Segurou o rosto dela com ambas as mãos e invadiu-lhe a boca com a língua, enquanto avançava sobre o corpo com brutalidade. A castanha gritou dentro de sua boca e ele sorriu vitorioso. – Isso Granger. Eu sei que você gostou. – Movimentou-se mais algumas vezes, encarando o rosto da garota contraído; e mesmo com os lábios feridos pela pressão dos dentes ela não soltou mais nenhum som. Draco gozou instante depois e o fez sobre seu ventre. O liquido branco e viscoso, escorria conforme a castanha tentava controlar a respiração. Gozara antes dele e estava a ponto de explodir se ele não terminasse logo.Draco ajeitara o volume e fechara o zíper minutos antes de Lucius entrar.


Avaliou a cena e se aproximou. Olhou do filho a garota. Ela visivelmente alterada. Ofegante. Excitada pelo sexo ainda se contrair. A poção azul aberta na mesa. O rapaz sem camisa, suado, o encarando desafiador. Preferira acreditar que ele apenas se satisfizera sobre ela. Auto-satisfação. Era homem apesar de tudo.


- Bom trabalho Draco. Mas espero que as próximas você não as suje. – Esboçou uma careta enojada. – Só as use nas festas. Goze dentro e faça o feitiço. Agora limpe e a mande para cela. Coisa desagradável de se ver. – Virou as costas e saiu. O loiro a encarou e ela o olhava com ódio.


- Fraco. – Mesmo com a voz um pouco esganiçada, adorou ofende-lo. E sabia que o atingira, pois os olhos cinza faiscaram em ira.


- Prostituta. – Ela apenas esticou os lábios um pouco. Um sorriso indiferente. Virou o rosto e fechou os olhos.


Draco pensou em fazer qualquer coisa que aliviasse o ódio por ela. Qualquer coisa. Apenas saiu. Ruminaria sua raiva sozinho e se um dia ela contasse a mataria. Saberia quem era o fraco.








n/a - Caraca, como to amando escrever essa fic aff! Meu lado insano esta muito aflorado hauhauahuahauahu e o proximo cap. muito bom... e adiantado. Mas a postagem vai depender dos comentarios. Bjxxxxx e Obrigado.

Serena 

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