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4. Cap III


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Passou pelos corredores sem ser vista. Suspirou aliviada. Se conseguisse passar sorrateira pelo salão sua noite terminaria tranqüila e poderia ruminar sua raiva sossegada. Severus tinha um prazer sádico em irritá-la. Amassou com raiva a carta ainda fechada em sua mão e respirou fundo rogando. Por favor, Merlin. Por favor, por favor...


- Sabe tudo?????? – Merda de Merlin. Virou-se e lá estava o maldito comensal bêbado que ela despistou mais cedo. Asco era uma sensação difícil de evitar. Eram sempre repugnantes. Andou contrariada apenas dois passos, até a voz arrastada que ainda a arrepiava chegar a seus ouvidos. Chamou com autoridade o comensal que a esperava e cochichou algo que o fez sair apressado por outro lado. Malfoy a olhou por um instante e saiu também. Merlin existe. Obrigado.


Girou nos calcanhares e correu para que ninguém mais a visse. As escadas para sua cela pareciam intermináveis e embora o cansaço insistisse para que seguisse até o fim do corredor, entrou na cela da amiga e a vira aninhada gemendo num sussurro exausto.


- Como você está? – Gina se virou e sorriu.


- Estava te esperando. Tenho uma novidade maravilhosa. – Demorou para conseguir sentar-se. O suor escorria pelas têmporas e evidenciava sua pele pálida, iluminada apenas pela vela derretida ao lado de onde Hermione havia sentado.


- Gina você passou a poção? Eu deixei preparada. – Olhou contrariada para a amiga e se postou nas suas costas. Levantou a camisola e começou a espalhar o liquido viscoso. Tomava cuidado com a pele ferida. – Não sei por que ainda se submete a isso.


- Eu o vi Mione. Ele estava lá. Eu vi. – A castanha bufou com raiva.


- Gina. Harry está morto e você sabe muito bem disso.


- Não esta Hermione. Estou falando que seus olhos brilharam verdes pra mim. Foi rápido, mas ele estava lá. Esta lutando. – Parou de passar a poção curativa. Não queria magoar a amiga, mas estava tão cansada.


- Esta certa. Agora descansa que amanha conversaremos. Preciso ir. – Beijou-lhe a face e a ajudou a deitar, saindo em seguida.


Dois frascos encontravam-se no canto de dentro da cela. Abaixou para pega-los e escondeu-os ao lado do colchão. Se soubesse quem era o anjo que deixava as poções curativas, ao menos teria alguém pra agradecer. Alguém pra acreditar que o bem ainda existia e que tudo valia à pena. Perguntou a Severus e ele negou ou não quis dizer. Não sabia.


Gina sugava-lhe suas esperanças. Precisava tirá-la dali. Ela estava morrendo junto com o amor que a consumia. Apegava-se a esperança que Harry voltaria ao normal. Explicou-lhe tantas vezes que a Horcruxe dentro dele o matara. Mas ela não aceitava. Voldemort só o mantinha por que precisava do corpo. Harry era apenas um corpo sem alma. Vazio. E Gina não aceitava. Era uma marionete nas mãos do seu dono e era triste. E mais triste por que era Harry, seu Harry, seu “irmão”. E por que sua melhor e única amiga não aceitava. E precisava ajudar os dois agora.


Deixou as costas se acomodarem e o corpo relaxar. Não gostava de pensar no amigo. Imagens dolorosas lhe vinham à mente e tentava afastá-las. Vira uma única vez os olhos verdes brilhando implorativos para que terminassem com sua dor e logo em seguida se tornaram negros e mortos como nanquim. Olhos de Ridlee.


Ao menos só existiam esses dois fragmentos. Voldmort e Harry. Estava perto agora. Apenas os dois e tudo estaria terminado. Só tinha medo de que se matasse Harry, Gina morresse também e aí tudo o que fizera seria em vão. Toda sua luta seria em vão. E dera muito de si para perder. Perdera demais.


Um ano antes.


Pareciam orgasmos múltiplos que açoitavam sua carne. A nuca dolorida, as panturrilhas distendidas, o corpo em espasmos o quanto aquela maldita tortura a estava afetando. Abrir os olhos lubrificados era desconfortável, mas a sensação de ser observada era pior. Ele estava lá. De frente pra ela, o sorriso cínico e o ar superior. Ele a estava atingindo e ambos sabiam.


Esperava tudo. Apanhar, ser torturada, sufocada, mutilada, mas não isso. Não esse tipo de humilhação agora. Não por ele. Eles tinham a mesma idade e ele não tinha o direito. Outro espasmo no quadril. A poção ainda fazia efeito. O sexo contraia e relaxava involuntariamente e os olhos marejaram novamente. Não agüentava mais gozar e viu quando o sorriso do loiro se ampliou.


Draco inspirou algumas vezes e apontou a varinha pra ela como se estudasse o que faria. As rendas que ainda pendiam no corpo frágil sumiram e algo gelado encobriu seu corpo. Agua.


O suor que escorria incessantemente da pele alva, acalmou-se. E Draco sentou ao lado e deslizou a mão pela extensão dos seios até o umbigo. Ainda não tinha tocado nela e o retesar do corpo feminino, evidenciava o quanto ela estava odiando o toque.


As mãos pálidas e os dedos longos deslizavam como cetim sobre ferro frio. Draco lavava o corpo com algo perfumado nas mãos e explorava cada pedaço de pele como uma massagem torturante e delicada. Estava concentrado com as respostas que o corpo lhe dava e a mente desprotegida da garota lhe confidenciava. Jogou água novamente e ela foi forçada a abrir os olhos contraídos. Reclamou mas ainda não foi ouvida. Palavras mudas. Draco mudou de lado e começou a lavar os tornozelos.


- Ora Granger, quem imaginaria. Um sangue puro aos pés de uma sangue ruim. – Sorriu discretamente e balançou a cabeça. Ousou uma espiada nos pensamentos dela e sorriu mais, embora saísse rápido. Não era hora para ouvir xingamentos e juramentos de morte.


Subiu para o joelho, parte externa das coxas, parte interna, virilha e ela comprimira os olhos de novo e Draco vasculhou-lhe a mente. Vazia. A castanha não pensava em nada. Nem medo nem expectativa. Completamente oca e Draco roçou as costas da mão dos ralos pêlos que cobriam o sexo. Nada. Hermione ainda não pensava em nada embora seu corpo tenso respondesse excitação. Não era o suficiente.


Contornou o corpo e molhou. Lavou os ombros, a nuca, a testa. Se não estivesse nua e molhada, poderia dormir agora. As mãos do loiro eram tão delicadas e por um instante bem breve, frustrou-se por ter ansiado o toque intimo que ele lhe negou. E Draco ouviu. E o sorriso diabólico inflou seu ego.


A toalha pequena não era suficiente para secar toda extensão de pele e essa não era a intenção do loiro. Fez o caminho inverso e a passava pelo rosto, pescoço, seios. Os mamilos arrepiados eram arranhados pelo tecido não tão macio, descontrolando a cadencia da respiração da morena. Abdômen, virilha. Tempo demais na virilha. Parte interna das coxas e a toalha estava encharcada. Draco sorriu debochado. Estava tão rendida.


Não queria parar com aquilo. Estava adorando ver alguém tão orgulhosa se render daquela maneira. Sentou de frente entre as pernas dela e ainda passava a toalha pelas coxas.


- Granger. – A voz rouca era absurdamente sensual. Foi arrancada do torpor. Queria chorar por vê-lo tão vitorioso. Queria chorar por estar excitada. Queria chorar por ser ele. Apenas por ser ele e odiá-lo por deixá-la constrangida. Virou os olhos para segurar as lagrimas. Draco acomodou-se na cadeira e deixou de tocá-la. Apenas observava a vergonha estampada na face avermelhada. Os seios desnudos se projetando na respiração cada vez mais intensa. O músculo das coxas tentando desastrosamente fechar as pernas e cobrir o sexo exposto e úmido. Por que ela continuava excitada e ele podia ver. E ela estava tão sexy. E com tanta vergonha e tanto ódio que ele estava simplesmente adorando. – Perguntei a Lucius onde conseguiu essa cadeira estranha e ele disse que era uma homenagem a você. – A voz arrastada e baixa fazia o ódio ampliar. Não queria ouvir nada e principalmente por que ele falava enquanto respirava sobre sua pele, como que sentindo a fragrância que ela exalava. Pescoço. Frio. – Pegou de um medico trouxa que cuida de mulheres. Não sabia que vocês precisavam disso. – Continuava seu monologo a incitando. – O que eles fazem Granger? – Espalmou a mão no ventre reto e desceu até a virilha alisando e sentindo os músculos contraírem e o quadril se projetar. Não queria que ele prosseguisse e se remexeu em vão. Estava completamente vulnerável, presa na cadeira “indecente”. – Isso? – Explorou o sexo com os dedos, sentido a textura e a umidade lentamente. – É isso que seus médicos fazem? – Penetrou-a até o onde seus dedos longos alcançavam e franziu o cenho, mordendo os lábios em seguida. Hermione se contorcia em êxtase. Odiava-se e a contradição de sentimentos se mostrava nas lagrimas que rolavam do canto dos olhos cerrados, mas não conseguia evitar. Mesmo com a água fria, seu corpo pegava fogo. Até o toque na dobra do joelho se transformava nas mãos dele. Maldito. A voz saiu um pouco mais fraca pelo tanto que também estava afetado com tudo aquilo. - Já que agora sou seu medico, vou te mostrar como cuidar de você. – Debruçou por cima dela, lambendo o lóbulo da orelha e mergulhando os dedos com mais intensidade, até os lábios da castanha suspirarem um orgasmo agoniado.

Continua...

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N/A - Muito obrigado pelos comentários, vocês são amores e amo cada um. Desvendei alguma coisa nesse, mas é no proximo que o misterio se revela.... pelo menos uma parte... Bjxxxxx e até.

Serena

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Comentários: 1

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Enviado por the em 25/01/2016

Espero entender essa fic

Nota: 1

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