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3. Outras Decisões


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3


Outras Decisões


 


 


Em um futuro não muito distante...


 


Hermione sentou-se no banco do balcão enquanto esperava seus amigos.


- Um uísque de fogo, por favor. – Pediu ao garçom. Logo sentiu que estava sendo olhada. Virou seu corpo segurando o copo. Logo reconheceu aquele par de olhos. Frios como um dia chuvoso de inverno. Seus cabelos estavam longos e desciam escorridos pelos ombros. Percebeu que seus olhos a fitavam. Ele veio andando confiante em sua direção. Já fazia anos que não o via. Não importa. Séculos poderiam passar e mesmo assim reconheceria Draco Malfoy.


 


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Assim que terminara seu banho, Draco começou a organizar suas coisas: roupas, livros, pergaminhos. Ouviu o barulho de aparatação na sala de seu apartamento. Respirou fundo. Chegara a hora. Dentro de uma semana sairia da Bulgária.


 


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Hermione saiu da sala do seu chefe sem conseguir conter o sorriso estampado no rosto. Precisava comunicar aos amigos sua decisão. Dentro de uma semana partiria para a Bulgária. Tanto o que arrumar... O que fazer com a casa que ficaria desabitada por tanto tempo? Alugar? Não. Não queria estranhos por lá. Mas,... Talvez... Sim, uma ideia surgira na cabeça da garota.


 


Pensou aparatar só que resolveu caminhar. Era uma longa caminhada, mas fazia uma bela manhã. Poderia demorar o quanto quisesse...


 


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- Rony! Como você está? Não veio para a casa ontem, né?


 


- Não, mamãe. Acabei dormindo na Hermione. Preciso te contar uma coisa. O papai está por aqui?


 


- Não. Foi resolver um pequeno problema no Ministério. – Depois da participação de toda família Weasley na guerra, Arthur recebera uma proposta de chefiar qual cargo quisesse. Mas não aceitou. Sua paixão era estudar artefatos trouxas. No entanto, negociou um bom aumento. – Então, o que quer falar?


 


- Eu e Hermione terminamos.


 


- O QUÊ??? Mas, meu filho, vocês se amam desde crianças. Como... Aprontou alguma?


 


- MÃE! Acabei de dizer que dormi lá!


 


- Verdade... Mas, espera aí... Se vocês terminaram o que ficou fazendo lá durante a noite?


 


- Ahhh mãe... – Tentou argumentar e fugir. Porém aquele olhar de Molly Weasley obrigou Ronald continuar com sua narrativa. – Chegamos a um acordo. O término foi mútuo. Percebemos que nos amamos mais como amigos. Tudo correu bem e opinamos por manter uma linda e íntima amizade.


 


- Ela não deixará de vir aqui, viu?


 


- É o que espero. E ela que pense em não aparecer...


 


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Antes de chegar à sala foi agarrado por um abraço apertado e sufocante.


 


- Drazinho – ele odiava ser chamado assim – Que saudade de você!


 


- Jantamos juntos ontem mesmo, Natasha.


 


- É, mas mesmo assim senti tanto a sua falta... – ele achava isso um absurdo. Sentir falta de alguém em tão pouco tempo - Você está bem, Drazinho? – Ela tentou beijar os lábios do loiro que na mesma hora afastou-se. Se permitisse um beijo toda a novela teria início novamente.


 


- Precisamos conversar.


 


- Certo... – Os olhos já cheios de lágrimas da garota perceberam o que estava por vir. Não precisa estudar Legimiência para saber quais palavras vinham após o fatídico “precisamos conversar”.


 


- Estou voltando a Londres na próxima semana. - Draco disse secamente.


 


- Sério, Draquinho! Que bom! Fico feliz que poderei visitar seu país ao seu lado... Tanto para arrumar... Terei que...


 


- Você não entendeu o que eu disse ou está apenas se fazendo de sonsa? Disse que EU estou voltando.


 


- Você vai t-terminar dessa forma? E o que sentimos um pelo outro?


 


- No fundo sabe que este sentimento não é recíproco.


- Eu,... Você me ama... À sua maneira, mas é amor o que sente por mim... – Ela continuava vomitar suas explicações enquanto Draco passou por ela e abriu a porta da casa.


 


- Saia. Lançarei feitiços e você não poderá mais aparatar por aqui. Nem tente convencer o porteiro. Ele deve mais a mim do que a você.


 


- Não pode estar falando sério...


 


- Siga tua vida. Você merece um homem que realmente te ame.


 


Ela passou pela porta e lançou apenas mais um olhar incrédula. Ele bateu a porta, foi ao seu quarto e começou a realizar feitiços pelo apartamento. Sabia que Natasha tentaria mais uma vez. Tentaria quantas vezes fossem necessárias. Apareceria por lá várias e várias vezes.


 


Draco dirigiu-se ao banheiro e olhou-se no espelho. Seus olhos estavam vazios. Fora tão frio e não sentiu nenhum remorso pelo que fez. Focou sua atenção na arrumação do apartamento. Colocaria aquele lugar à venda com tudo dentro. Não queria nenhum tipo de recordação daquele país e daquela época em que viveu por obrigação.


 


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Após muito caminhar, Hermione chegou à casa de Harry. Ainda era estranho voltar àquele lugar em tempos de paz. As reuniões da Ordem, durante e depois de Hogwarts, o refúgio na época da caça às horcruxes. Tocou a campainha sem mais ouvir a voz de Moody.


 


- Mione!


 


- Olá, Harry! Tenho novidades! Gina está por aí?


 


- Precisou dar uma saída. Vou começar a almoçar, está servida?


 


- Claro. E Rony? Notícias dele?


 


- Não, ainda nenhuma. Posso usar o pó de flu par-


 


- RONY! – Assustou-se Hermione.


 


- Oi para você também!


 


- Bom que os dois estão aqui...


 


- Ela quer nos contar uma novidade, Ron.


 


- Então, diga, Gatinha.


 


- Parto no próximo sábado para Bulgária. Farei aquele curso de poções,... Já resolvi tudo no Hospital,... – Mione falava apressada andando pela sala e não percebeu a expressão no rosto dos amigos. Quando notou ficou em silêncio. Nada de abraços, parabéns,... O mais silencioso dos silêncios. – Não estão felizes por mim?


 


Rony não falou nada apenas olhou exasperado para Harry que tomou a iniciativa.


 


- Não é nada disso, Mione. Claro que estamos felizes. Mas, sabemos que é um curso de dois anos e nunca ficamos mais do que uma semana separados nos últimos anos.


 


A afirmação de Harry caíra como um balde de água fria no corpo da garota. Ela havia ficado tão feliz que não pensou na distância. Poderia aparatar, claro. Porém, com a quantidade de lições e pesquisas, ficaria impossível aparecer toda semana por lá. Ela também lembrou que teria alguns sábados ocupados por grupos de estudo...


 


Não, o trio nunca ficara tanto tempo separado.


 


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Ó pedaço de mim, ó metade afastada de mim


Leva o teu olhar, que a saudade é o pior tormento


É pior do que o esquecimento, é pior do que se entrevar.


(...)


Ó pedaço de mim, ó metade arrancada de mim


Leva o vulto teu, que a saudade é o revés de um parto


A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu.


 


Ó pedaço de mim, ó metade amputada de mim


Leva o que há de ti, que a saudade dói latejada


É assim como uma fisgada no membro que já perdi.


 


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Capítulo intermediário... Parado eu sei,...  Porém com uma prévia do que virá a acontecer logo.


Mais uma música do Chico... “Pedaço de mim”.


 

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