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5. Capítulo 4


Fic: Secundum of Nightfall - HHr - Capítulo 6 ON!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Secundum of Nightfall


...Capítulo 4...



Se vir algo que possa parecer irreal atire na cabeça...”


O que o Potter queria afirmar dizendo tal coisa?


Poderia o moreno estar ficando louco, e mostrando seu verdadeiro lado, quando pressionado?


Afirmativo ou não, nada fazia sentido, nada mesmo, do que ele falara. Mas afinal tinha de admitir, o ambiente não despertava a ninguém pensamentos coerentes. Mediante a isto não questionaria mais a sanidade do colega, não tinha tempo, e havia problemas bem maiores com o que se preocupar. E um deles, era arranjar um jeito de sair daquele lugar. Que independente de sua magnitude luxuosa lhe causava arrepios.


Andou da sala, até a porta. Passou a alça do rifle pelo pescoço, e o jogou nas costas, para poder usar as mãos sem obstáculos. A porta de madeira rica fora substituída por uma grossa camada de metal, possivelmente aço. Olhou para as janelas, e a mesma coisa encontrava as bloqueando.


Bufou impaciente. Um tanto aflito, por assim dizer. Nunca sairiam dali, a não ser que descobrissem um jeito de burlar todo aquele esquema. E a pessoa mais adequada para isso se encontrava na delegacia.


Girou o corpo observando a sala, seus olhos procuravam alguma falha na segurança. Nenhum sistema era totalmente confiável, sempre havia falhas, sempre. E ali não podia ser diferente. Seus olhos pararam na lareira, ele sorriu. Chegou perto, se abaixou e colocou metade do seu corpo dentro da grande lareira de pedra. Praguejou passando a mão no cabelo. Bloqueada, até a lareira estava bloqueada! Não encontraria uma saída, não naquela sala.


Puxou a arma, segurando-a firme e seguiu por um corredor escuro, ligou a lanterna e seguiu atento. Viu sangue no chão e seu corpo ficou rígido, andou mais alguns metros, e ouviu passos e gemidos ao longe. Segurou a arma com as duas mãos e abriu uma porta lateral, então o barulho se intensificou. Engoliu seco, quem ou o que, estava fazendo barulho, vinha em sua direção.


O som dos passos aumentava e os gemidos também.


Estava novamente na entrada do jardim de inverno, aquela casa era um labirinto e ela sempre o levava para o mesmo lugar, o mesmo maldito lugar. Escorou-se em uma parede, quem quer que fosse estava perto, muito perto.


“Três.” “Dois.” Contava mentalmente. “Um.” Apontou a arma. E um grito agudo se espalhou pelo ambiente.


Draco olhou a mulher ruiva com as roupas rasgadas e olhos suplicantes. Continuou com a arma apontada. Mas se acalmou, e sorriu. Pelo jeito havia encontrado um sobrevivente.


Ela estava visivelmente apavorada. Suas faces lívidas acentuavam a cor chamejante de seus cabelos. Tremia, e cambaleante deu uns passos na direção do policial. Seu cansaço, e infortúnio pesavam sobre si. Estava tão debilitada que não conseguia caminhar, e desabaria se não fosse pelos braços ágeis de Draco a segura-la.


Com cuidado, ele se abaixou e acolheu a moça, prestativo. Ela chorava e seus soluços lhe tocaram profundamente.


- Por favor, me ajude... – ela lhe suplicou, ainda em prantos.


Draco a pegou novamente nos braços, e a carregou até um sofá. Retirou o lençol que o cobria, e deitou-a ali.


- Não os deixe chegar perto de mim, eu te peço! – falou desesperada, agarrando-se em seu braço.


- Tudo bem, está segura agora. – confortou ele.


- Não, não até estar fora dessa maldita casa. Eles estão em todos os lugares, nenhum é seguro. Tire-me daqui... Eu tenho que sair daqui!


Gina se levantou bruscamente, deixando uma mancha mediana de sangue onde anteriormente estivera repousada. Os olhos cinzentos do homem se estreitaram intrigados. Voltou-se rápido, para ela, que estava apoiada em uma mesinha.


- Você está ferida? – perguntou ele, aproximando.


- Não! – exclamou assustando-se com seu jeito rude, e automático. – Não estou...


- Então... Aquele sangue não estava ali, quando a deitei no sofá. – retrucou, cruzando os braços.


- Minha roupa está toda suja de sangue, não vê? – comentou. Draco a encarou e com um gesto de cabeça assentiu, mesmo desconfiado.


- Sente-se um pouco. Pode não estar ferida, mas certamente está cansada. - disse segurando o braço da ruiva e levando-a novamente ao sofá. Com um gesto brusco Gina retirou seu braço das mãos fortes do agente.


- Não quero me sentar. Quero sair daqui. Será que não dá para entender? - berrou furiosa. Draco arregalou os olhos.


- Você mal consegue andar. - retrucou áspero. - Não vou te carregar quando desmaiar. Então trate de descansar um pouco. – ele a encarou furioso. – Dá para entender?


Gina cerrou os dentes e com dificuldade sentou-se novamente.


“Idiota.” pensou irritada.


Ela encarou Draco e ele não desviou os olhos.


“Garota estúpida, está totalmente debilitada e ainda acha que tem razão.” Pensou o loiro, ainda sem deixar de encará-la.


“Espero que uma daquelas coisas o ataque.” Sorriu ela diante de tais pensamentos.


Draco franziu o cenho quando a viu sorrir.


“Só pode ser louca. Louca como tudo dentro desse pesadelo.” Suspirou.


Um ruído ligeiramente alto fizera Gina recuar para trás do sofá. Seus olhos se vidraram no alto da escadaria imponente. E Draco ainda continuava a pensar no quanto àquela garota era estúpida, e muito mal educada. Cessou seus pensamentos, quando notou o comportamento estranho dela. Que ao invés de atacá-lo, recuava cada vez mais, até bater-se num armário cheio de livros às suas costas.


O loiro virou-se para onde ela olhava, não vira nada, senão uma sombra grande no alto da escada. Poderia ser um de seus amigos, e com essa expectativa, deixou a paramédica, e caminhou mais para perto, para poder enxergar melhor quem se aproximava.


Dera um passo, e avistou parcamente o dono da sombra. Intrigado e curioso lançou a luz da lanterna sobre ele. Mas era ela. A mulher gorda gemia com os braços pendidos e não se detinha pelos degraus da escada. Por isso, por não se ater ao íngreme obstáculo, ela rolou escada abaixo.


Draco se assustara, e praguejando foi até o local do “acidente”...


- Meu Deus! – exclamou, brecando-se quando a mulher se levantara desajeitadamente, continuando a caminhar.


Mais de perto, ele notou a pele necrosada em seus braços gordos. Seu cabelo estava desordenado e a roupa rasgada em tiras nas mangas. Descalça, ela gemia incansavelmente.


Ela não poderia estar consciente depois de ter rolado vários degraus, até atingir ao chão. Era impossível!


Draco iluminou o rosto da mulher e recuou assustado quando viu os olhos opacos e um buraco no lugar da orelha.


- O que... O que é isso? - perguntou a esmo.


Ela grunhiu novamente, mais alto dessa vez e ergueu uma mão em sua direção. O cheiro de podridão tornou-se insuportável, e ele recuou mais, sem conseguir desviar os olhos da figura macabra a sua frente.


Gina gritou e apontou para um ponto na escada. Draco desviou os olhos e gelou. Havia outra coisa daquela em cima da escada, descendo mais rápido.


Uma mão fria agarrou seu punho esquerdo, ele puxou com força, mas não adiantou, com um movimento rápido atingiu o rosto da criatura com seu punho direito. A cabeça foi jogada para trás, o corpo foi ao chão, o gemido ecoou, mas ela não o soltou.


- Atire, atire logo. - a paramédica gritou angustiada, se encolhendo contra o armário.


Assustado pegou a arma e atirou no membro que ainda o segurava. A mão pálida ficou presa ao seu braço, enquanto o resto do corpo ia de encontro ao chão. Ele segurou com força a mão retirando-a de seu braço e jogando-a longe.


Voltou a olhar para o chão e a mulher ainda rastejava em sua direção. “Se vir algo que possa parecer irreal, atire na cabeça...” Lembrando das palavras de Harry, Draco mirou e puxou o gatilho. Ela então não mais se moveu, e ele pode respirar aliviado.


Olhou para Gina, que estava encolhida no chão, em estado de choque. Andou até ela, mas parou ao ouvir um novo gemido a suas costas. Virou o corpo, iluminou a escuridão e o viu... Mais uma criatura. Perto, muito perto. O pesadelo era concreto. Avançou gemendo em sua direção, e sem esperar um segundo passo do monstro ergueu a arma e atirou.


Tudo ficou em silêncio.


...


Portando um nome falso, e um disfarce impecável, o homem de casaco comum, se hospedara a algum tempo, num hotelzinho na saída da cidade. Um ponto estratégico se quisesse fugir rapidamente, e sem vestígios. Certamente o procurariam em sua casa, mas ele não estaria lá. Muita esperteza de sua parte.


Sorriu, imaginando a reação de Chuck, quando aparecesse por sua residência, encontrando-a vazia. Sem nada, literalmente.


Bruce tivera a paciência de tirar todos os seus pertences importantes de lá, qualquer coisa que pudesse dar pistas suas aos seus perseguidores. E também, retirara tudo que estava guardado em seu cofre. Dinheiro, jóias, e documentos. Estes últimos mais importantes do que as outras coisas.


Em suas mãos tinha o poder de sujar a impecável imagem de Hans Stone, ou não. Era uma dúvida que não mais o assolava, pois o último resquício de humanidade em seu interior, já havia se decidido.


Seus jovens aprendizes foram mortos por um ganancioso projeto, não por uma incompetência de seu chefe.


Assim todos pensariam, e ele sairia impune, ainda vendo seus antigos aliados sucumbirem. Bastaria uma ligação para o chefe do distrito de polícia e tudo estaria resolvido, mas claro, não poderia dirigir esta ligação ao corrupto chefe Yates, e sim ao “bravo” capitão dos S.T.A.R.S.


Sirius Black adoraria ter todos os podres do magnata farmacêutico em suas mãos. E ele não descansaria até que isso fosse possível, até que se tornasse público às coisas que secretamente se desenrolavam nos arredores de Warrigton, mais precisamente na Mansão Spencer.


...


Após falar com Draco pelo rádio - conversa que não fora tão longa para que ele pudesse lhe explicar a experiência que há pouco havia enfrentado -, tentava se comunicar com Harry, mas por qualquer motivo que desconhecia isso não era possível.


O maldito havia desligado o rádio.


Bufou inconformado. O líder da missão havia revogado suas próprias ordens, e o pior, era que tivera que matar mais um daqueles seres infernais, e nenhum sobrevivente encontrara.


Ron não gostava da solidão, e este sentimento nunca fora tão temido quando se fizera presente dentro daquela mansão sombria. Talvez, por isso, estivesse obstinado a conversar com Harry pelo rádio.


Tudo que desejava era ir embora, voltar pra delegacia e ficar de pernas pro ar. Não queria ter que matar mais nada, e nem queria ser jantado por alguns zumbis. Sim, já havia chegado à conclusão de que enfrentara mortos-vivos.


Fitou o corpo apodrecido e inerte a sua frente. A moça de longos cabelos negros deveria ter sido bonita em vida. “Cruzes!”, pensou, não era adepto da necrofília, mas não poderia deixar de imaginar como ela seria antes de ter sido exposta a tamanho terror, e de nenhum modo estava sentindo-se atraído por ela.


- É meu bem, com essas pernas eu teria saído com você. – falou, e riu. – Bem, quando você ainda possuía os dois membros... – emendou e ficou em silêncio. – Sério, eu estou ficando louco, estou falando com um cadáver.


Revirou os olhos, e passou pela moça estirada no solo. Não poderia ficar ali pra sempre, tinha que se mexer, sair daquele ponto “seguro”, mesmo que tivesse que se deparar com mais coisas. Pelo que pudera perceber alguns eram muito lentos, e poderia passar por eles sem nenhum arranhão, economizando assim sua munição.


Respirou fundo, e abriu a porta. Verificara não haver nenhuma “surpresa” do lado de fora e antes de sair, voltara-se para o cadáver.


- Até nunca mais, querida, creio que agora vá virar vegetariana no além. Deveria ter pensado bem, antes de tentar me morder. Agora eu tenho que ir, foi um prazer meter uma bala na sua testa...


Saiu deixando-a para trás. Ultrapassou rapidamente todo o corredor, e graças ao bom Deus, não se deparara com mais nenhum canibal faminto. Logo avistou a escada que o levaria para o andar inferior, e antes que pudesse pisar no primeiro degrau, ouvira o som de tiros ecoando.


Alarmou-se, e desceu velozmente. Tivera ele mesmo que disparar contra um zumbi que caíra a seus pés quando passava em frente a um armário de materiais. Fora inevitável esse não estava tão podre quanto os outros que havia encontrado.


Abaixou-se perto do morto, e notou que estava vestido com o uniforme da escola que ficava perto da delegacia. Suas feições quase infantis fizeram Rony supor que não deveria ter mais que quinze anos. Mas o que estaria fazendo ali?


A resposta ficaria a encargo do próprio policial, visto que o único que poderia lhe explicar tinha uma bala de beretta na cabeça. E não encontraria por suposto mais ninguém para esclarecer a presença do garoto ali.


Levantou-se, e continuou sua caminhada ligeira.


Passou então pelo primeiro andar, tivera sorte de não entrar num corredor que possivelmente o levaria para outra parte da extensa mansão, e não para o destino que almejava, este era o térreo.


Do alto da escada, vira Draco empunhando o rifle, e parecia que ele era o alvo. Aflito, o ruivo, ouvira o engatilhar da arma do colega, e desceu rapidamente, sinalizando com as mãos.


- Hei meu chapa, não atire, guarde suas balas pra quem realmente as mereça. – falou ele, em um tom alto, mas Draco não abaixou a arma.


Mais tenso ainda, Ron diminuiu o passo. Rendido, mostrava as mãos. O outro policial, o mandou desviar a tempo em que uma criatura cambaleante surgira atrás dele.


Ao som dos gritos de Gina, o zumbi caíra no chão, sujando as botas do ruivo de sangue.


- Mas que droga, achei que fosse atirar em mim. – resmungou seguindo até onde os outros dois estavam.


- Por mais que isso me seja tentador, vou certamente gastar minha munição com quem realmente as mereça. - replicou num tom sarcástico.


- Que ótimo, fico feliz. – sorriu forçadamente. – Você me deve umas botas novas.


- De nada, acho que me deve a sua vida patética.


- Bom te ver, Draco. – ele rira, e o loiro, escondera um sorrisinho. – Mas o que é isso? Que mulher horrenda! – exclamou ao bater os olhos azuis no avolumado corpo a sua esquerda. – É... você não dá sorte mesmo, sempre atrai as feiosas...


- Cale essa maldita boca, Weasley! – bradou, e Rony sorrira.


- Encontrou alguém pelo visto. – o outro falou, apontando com a cabeça para a moça igualmente ruiva.


- Reflexão inteligente. – disse Draco, suspirando fundo. – Eu a encontrei agora há pouco. E Harry? Conseguiu falar com ele?


- Sabe que não, o desgraçado desligou o rádio...


- Tive a mesma impressão, parece que ele não quer ser incomodado...


...


Harry esperou mais alguns instantes, seu corpo não queria relaxar. Ele não queria relaxar. Deuses... estava louco para tê-la novamente em seus braços.


Respirou fundo e levantou-se da cadeira. Abaixou à cabeça a procura de sua camiseta perdida, mas levantou-a rapidamente quando sentiu o olhar da morena sobre si. Ele sorriu provocador e ela tornou a ficar vermelha, desviando os olhos. Pegou a camiseta e a vestiu para logo em seguida colocar o colete por cima. Pegou a arma de cima da mesa e a guardou.


Encarou a mulher no sofá e seguiu até lá. Quando chegou perto dela sentiu-se envergonhado. A morena ainda não o olhava, e Harry agradecia por isso, se ela o olhasse naquele instante não teria forças para resistir.


- Er... Bem, eu falei com um dos meus agentes. – ela ergueu a cabeça e ele desviou os olhos. – Ele disse que o sistema de segurança foi ativado.


- Então estamos... Estamos presos? – Hermione perguntou assustada. Ele ainda não a olhava, mas sentiu o temor em sua voz, queria abraçá-la e sussurrar que estava tudo bem, que ele a protegeria. Mas isso ainda era uma incógnita para os dois.


- Pelo jeito sim. – o oficial se encaminhou até a mesa, observando as pastas. – Mas vamos dar um jeito. Nós vamos sair daqui, Mione.


Ele a olhou, a morena o encarava. “Deus, não me olhe desse jeito.” Pediu em pensamento. Pegou umas das pastas e começou a folhear, tinha que manter suas mãos ocupadas, se não as mantivesse sob controle sabia para onde elas teimariam em ir. E não podia tocá-la, não agora.


- Um dos meus agentes está no térreo. – segurou com força a borda da pasta quando voltou a olhá-la. – E nós vamos até lá.


Um tremor percorreu o corpo feminino, ele sabia que ela tinha medo de explorar a casa. Ele também sentia isso, mas sua mente e corpo estavam tomados por outro sentimento, um sentimento que tinha acabado de sentir enquanto a mantinha presa em seus braços.


Ela assentiu e levantou-se, colocou as pastas que tinha em mãos em cima da mesa e voltou ao sofá para pegar o casaco volumoso. Harry já estava na porta esperando-a. Vendo-a caminhar em sua direção, todo o seu corpo tremeu e ele segurou o ar quando ela passou ao seu lado.


- Será que vamos encontrar muitas daquelas coisas? – perguntou temerosa.


Ele se aproximou. E ela o olhou. O olhou daquele jeito.


- Deus, Mione. – ele não aguentou, não estava aguentando há muito tempo.


Agarrou a cintura feminina e a puxou para seu peito. Hermione gemeu e Harry se apoderou de sua boca delicada.


A moça estava zonza, ele a deixava zonza. Ofereceu seus lábios a ele, e seu corpo tremeu quando sentiu a língua de Harry invadir sua boca. O moreno deixou a arma cair no chão, num gesto rápido tirou o casaco de Hermione, e sem perder tempo a encostou à parede oposta.


A ergueu pela cintura e gemeu forte quando sentiu as pernas longas e bem feitas o rodearem. Ela estava entre ele e a parede, Harry sentia toda a extensão do corpo esguio, e sabia que ela podia sentir o quanto a desejava. Novamente seu colete foi ao chão, seguido por sua camiseta. Sim, ele adorava sentir as mãos dela em seu corpo.


Hermione parou o beijo, e o olhou. O corpo inteiro de Harry ardeu diante daquele olhar. Ela tirou lentamente as pernas que estavam presas à cintura masculina. O agente protestou empurrando-a mais forte contra a parede.


As mãos femininas pararam em seu tórax e o empurraram com força. O moreno se afastou encarando-a desconfiado e ela sorriu. O empurrou até a outra parede, e o surpreendeu com beijo selvagem. Harry gemeu e a segurou mais forte. Era ele quem estava contra a parede agora.


 Hermione começou a distribuir beijos de seu pescoço ao tórax, sabia que isso o deixava louco. Harry arfou e sem perder tempo começou a puxar a blusa branca da paramédica, que sem resistência o deixou tirar... Ele a afastou e ficou hipnotizado com o que viu.


 “Perfeita.” Pensou. “Absolutamente perfeita.”


Puxou-a novamente para si, e os girou. Fazendo-a voltar a ficar encostada na parede. Erguendo-a novamente em seus braços fez com que as pernas dela voltassem a rodear-lhe a cintura; sem perder tempo espalmou a mão na barriga lisa e distribuiu beijos do pescoço ao ombro da paramédica, ela suspirou e ele voltou para o pescoço, com mordidas leves subiu até a orelha. Ela arfou e agarrou-se mais a ele. Harry sorriu olhando-a. Abaixou o rosto e mordiscou a base do pescoço, logo em seguida com beijos leves começou a explorar, cada vez mais para baixo, o corpo da morena.


Hermione arranhou as costas largas do homem a sua frente e o puxou para mais perto com as pernas. O que estava acontecendo era loucura e sabia disso, afinal nunca fizera nada parecido antes. Que a perdoassem pelo seu descontrole, mas estava adorando cada caricia e não podia parar.


Harry descia cada vez mais seus beijos, ela se contorcia em seus braços, ele sabia que estava deixando-a louca e que ela lhe daria o troco mais tarde, sorriu diante tal pensamentos, imaginando qual seria o troco recebido ousou mais e sua mão direita agarrou com força uma das coxas da morena e a outra lentamente subiu pela barriga, apalpou a curva da cintura fina e subiu até o ponto cobiçado por ele: o seio da paramédica. Quando Harry tocou ali, Hermione tremeu e os dois gemeram em conjunto.


 A morena não esperava por isso, a fina camada do sutiã era a única coisa que evitava o contado direto da mão dele com sua pele. Ela se contorceu mais e Harry a prendeu mais forte em seus braços.


 - Você é tão quente, tão macia. – ele arfou ainda a acariciando. Ela gemeu manhosa. – Tão doce Mione.


- Harry! – ela quase gritou quando sentiu os beijos dele chegando perto de onde sua mão estava.


Então subitamente ela não mais sentiu o toque quente dos lábios de Harry. O encarou, e ele sorriu malicioso. Ela ofegava, prevendo as intenções do moreno. Num gesto sutil e único, o policial se desfaria daquilo que o impossibilitava de concluir seu maior e momentâneo desejo.


Porquanto, ao fechar os olhos, Hermione sentira a peça de renda, cair ao chão...




*****


N/A Jessy Well, pessoas... Depois de eras sem mostrar as caras por aqui, estamos de volta. Eu porque estava sem PC, e a Mah, porque estava viajando. KKK. Mas enfim, estamos aquii para presentea-los com capt. Novo!
Yeah!


Eu nem me lembro mais o que tem no capt (sim minha memória eh terrível). Mas espero que gostem do que escrevi... KKKK. E comentem, é claro... As ameaças dos zumbis ainda valem para todas as atualizações. Eu estou sem criatividade, FATO, mas não queria passar em branco na notinha... Então só tem coisa desnecessaria aqui, menos os meus agradecimentos.


Leitores lindos do meu coração (autora mto puxa-saco), eu adorooooo todos os comentarios, e agradeço a todos por deixarem seus recadinhos pra gente. Muito feliz isso. KKKKK.


Ai, então é isso, me despeço... Antes que se enjoem de mim, e das minhas frases repetidas...


Beijos, amados, até o próximo capitulo.




N/A Mah: Olááááááááááááá!!


Até que enfim atualizamos, né. Realmente fomos muito más com vocês!! Mas infelizmente nós não conseguimos postar antes.  :/


Espero que esse capítulo compense a demora, eu acho que esse segundo “encontro” do Harry e da Mione compensou, não é mesmo? E a parte do Draco matando os zumbis foi legal também!! Eu achei MARA!! Hehe.


Vocês notaram que vai ter troco pelo o que o Harry fez com a Mione... Huuum. Então quem sabe ainda possa vir a ter mais um “encontro” desse. O que posso dizer é que esse casal tem fogo!!


People, muuuuito obrigada pelos comentários, fiquei muito feliz quando vi vocês pedindo por atualização. Os comentários fazem com que a gente fique cada vez mais empolgadas em escrever!! Então, muito obrigada mesmo e continuem comentando!!


Beijones para todos e até a próxima atualização!! ;)


 


 


 


 

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