FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

2. Recomeços


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 2


Vários recomeços


 


 


Hermione acordou, mas não conseguiu levantar-se. Um corpo pesava sobre o seu.


 


- Vamos, Ron! Acorde!


 


- Ahn? Ah, Mione, deixe-me dormir um pouco mais,... – Virou para o outro lado e retomou seu sono.


 


- Nisso ele não muda. – Hermione disse baixo com um pequeno sorriso nos lábios. Levantou-se e foi para o banheiro. Tomou um banho relembrando a noite. Sentia-se leve pela decisão. De repente um barulho fez com que se assustasse e rapidamente enrolou-se com a toalha. A expressão de susto rapidamente transformou-se em raiva:


 


- RONALD! Estou tomando um banho! Endoideceu de vez???


 


- Ah, Gatinha. Não tem nada que eu não tenha visto... Preciso URGENTEMENTE usar o banheiro.


 


Hermione respirou fundo. Estava sentindo-se contrariada, mas ele tinha razão. Saiu definitivamente do banho tirando o excesso de água do corpo. Enquanto enxugava-se, não percebeu o olhar do ex-namorado que agora estava encostado na porta. “Sim, ele pensava, Hermione Granger era uma mulher linda. Quem poderia imaginar que aquela garota com cabelos desajeitados, magrela, algumas vezes irritante com comentários como “É Vigardiun Leviosa”, agora era esta bela mulher. Sim... Uma bela mulher onde, mesmo que ela não atentasse para o fato, diversos olhares dirigiam-se para ela.”.


 


Em determinado momento, Hermione percebeu que Ron a olhava de maneira um tanto quanto devoradora. Seu instinto era de azará-lo naquele instante. Como estava sem a varinha pensou que o melhor seria xingar. Então olhou nos olhos de Ron... Uma malícia amigável.


 


- Agora somos amigos, Ron. Esta história de ficar entrando no banheiro enquanto estou pelada não é uma boa...


 


- Deixa de ser tão certinha! O que tem demais? Somos amigos há quanto tempo? Praticamente, uma década...


 


- É, mas... Olhe,... Ahn,... É você, sabe... Eu aqui...


 


- Gaguejou perdeu a razão! Deixa disso, Hermione.


 


- Certo, mas não precisa ficar com este olhar de urubu rondando a carniça! – ela exclamou rindo.


 


- Ah, Mione... Você está uma delícia... Sou seu amigo, mas sou homem antes de tudo! 


 


A garota apenas balançou a cabeça sorrindo com o comentário.


 


****************************************************************


 


Assim que Ron desaparatou, a garota começou colocar sua casa ordem. Mesmo sendo bem organizada, sábado era o dia em que colocava em ordem as contas a pagar, fazia uma limpeza geral pela casa, etc. Foi neste momento que encontrou um pergaminho sobre um curso de poções especializadas e inovadoras na área da medi-bruxaria. Era um curso extenso, com duração de dois anos e no exterior.


 


Havia recebido a propaganda no ano anterior, mas o amor ao Rony e a vontade de permanecer ao seu lado fizeram com que Hermione jogasse fora o pergaminho. Apenas medi-bruxos indicados teriam a chance de se inscrever. Era a segunda vez que recebia a coruja e não queria perder esta oportunidade. As inscrições iam até dia 14 fevereiro. Era o último dia que poderia se inscrever. Foi até o jardim de casa e com um assobio chamou sua coruja, presente de Ron no início do namoro. Colocou o pergaminho confirmando sua presença. Tinha que avisar o hospital.


 


Trocou rapidamente de roupa e aparatou em seu local de trabalho. Encontrou seu chefe, que disse:


 


- Hoje não é seu plantão, é? Sei que adora trabalhar, mas até para você é exagero aparecer por aqui em um sábado...


 


- Muito engraçado, Mark... – respondeu ironicamente. Tinha um bom relacionamento com seu chefe e logo percebeu a brincadeira. – Queria te pedir um favor...


 


- Mais horas de trabalho?


 


- Não,... Já ouviu falar do curso de poções dado na...


 


- Você está falando daquele curso que somente medi-bruxos altamente recomendados são aceitos? – o homem perguntou.


 


- Sim,... Recebi o convite e havia até me esquecido dele quando o enc...


 


- O quê? Você recebeu uma proposta dessas e ainda não aceitou?


 


- Aceitei hoje. Sei que foi sem te consultar, imaginei que você aprovaria, mas o problema é a duração.


 


- Hermione... Eu sei a duração. Faz anos que ninguém da Inglaterra é convidado para este curso. Principalmente com os eventos ocorridos pela guerra contra Voldemort. Quando começa?


 


- Na próxima semana.


 


- Certo. Contratarei alguém para te substituir. Quando voltar vejo onde te encaixarei por aqui. Continuará recebendo seu salário e faço questão que o Hospital arque com todos os gastos que tiver por lá.


 


- Mark,... Não posso aceitar tudo isso.


 


- Não pense que suas saídas, jantares e tudo o mais esteja incluso. – Hermione enrubesceu-se com o comentário. – Claro... Aposto como Ronald dará um jeito de te vigiar por lá.


 


- Engraçadinho. Nós terminamos ontem, Mark.


 


- Hum. Caso você se sinta solitária... - ela riu da brincadeira e respondeu:


 


- Só você mesmo, Mark! Quem ouve até pensa que faria algo que pudesse magoar Margareth. – O chefe sorriu um tanto contrafeito com a verdade na fala de sua médica preferida. Desde que Hermione começou a trabalhar no Hospital, Mark Seinfeld nutriu um amor platônico pela moça. Sempre dava um jeito de ajudá-la a crescer lá dentro. Como Hermione era muito boa no que fazia ninguém jamais desconfiou. Amava sua mulher, mas no fundo sabia que se tivesse oportunidade poderia ter algo bom com aquela menina. Sim, Hermione era bem mais nova que ele. Porém, sorriu em saber que agora ela estava solteira. Amava sua mulher, mas era um amor já desgastado. Um amor acomodado. Hermione sempre pareceu amar muito Ron. Eram amigos desde Hogwarts. Não sabia muito mais do que isso.


 


- Darei esta semana de folga para que possa organizar suas coisas.


 


- Sério? Muito obrigada! – Hermione deu um beijo rápido no rosto de Mark e saiu afobada da sala do chefe sem notar o leve rubor que este ficou. 


 


****************************************************************


 


Uma moça de cabelos curtos e pretos acordou levemente tonta, ainda sob efeito do álcool da noite anterior. Saiu rapidamente da imensa cama e dirigiu-se ao banheiro. Estava tomando banho distraidamente quando se assustou com o grito que ouviu:


 


- O que você pensa que está fazendo?


 


- Lavando roupa? – respondeu irônica.


 


- Saia logo daí. Deixei bem claro para você minhas intenções.


 


- Certo. – Disse desligando o chuveiro. – Achei que poderia mudar de ideia depois da noite de ontem...


 


- Está louca, né? Saia logo daqui. Minha namorada daqui a pouco aparata e aí?


 


- Certo. – Secou-se rapidamente. Logo que se vestiu, sussurrou no ouvido do homem com quem acabara de passar a noite. – Sabe onde me encontrar.


 


Draco afastou-se irritado. Acordou mais uma vez mal-humorado. Como detestava que as mulheres com quem dormia permanecessem em seu quarto mais que o necessário. Regressaria para sua casa. Mais uns dias e retornaria a Londres.


 


Ótimo momento para terminar o namoro que começou apenas por começar. Após o término da guerra afastou-se da Inglaterra. Começou a fazer cursos e trabalhar em vários países. Para limpar seu nome e não ter mais nenhuma ligação com o Lorde das Trevas passava regularmente informações para o Ministério sobre Comensais foragidos. O único pedido que fez foi para que mantivessem sigilo sobre quem era o informante. Apenas o Ministro sabia sobre sua identidade. Seu nome seria limpo. Porém, não queria o olhar de piedade e aprovação vindo de seus ex-colegas.  


 


Já imaginava a cara de pena que a sangue-ruim faria se soubesse os verdadeiros motivos pelo qual se aliou à Voldemort. Sentia asco de pensar nos olhares de Potter e do pobretão do Weasley.


 


Voltaria para Inglaterra e continuaria sendo odiado por todos. Melhor. Não queria nenhum tipo de aproximação com nenhuma outra pessoa. A única coisa que manteria seria seus relacionamentos casuais. Iria embora da Bulgária, terminaria o namoro com Natasha e a partir daquele dia viveria sozinho. O nome Malfoy morreria com ele.


 


Não sentia mais amor por ninguém, não tinha nada que o impedisse de transar com quantas mulheres quisesse. Com algumas era sincero. Com outras mentia apenas para conseguir o que quer que fosse. Foi assim que se envolveu com Natasha. Percebeu que estava preso a um relacionamento enfadonho e, muitas vezes, resolveu que era hora de terminar. Porém, desistia assim que via a bela mulher surgir em seus aposentos. Draco não podia mais ouvir a voz aguda e arrastada da namorada. O jeito mimado o irritava mais ainda. Ela adorava futilidades e só não conseguia ser mais burra que seus antigos “amigos” Crabbe e Goyle. Porém, era linda. Seus cabelos eram de um tom mel e os olhos de um verde claro. Pouco mais baixa que Draco, curvas definidas.


Rapidamente afastou estes pensamentos da cabeça. Terminaria. Nunca teve tanta certeza e sua garantia era a carta que estava sobre o criado-mundo. Sempre quis voltar para Inglaterra. No entanto, a chance de ser encarcerado era grande. Só poderia retornar quando o Ministro permitisse.      


 


Regressaria na próxima semana. Iniciaria sua vida perto daqueles que o odiavam. Não sabia no que trabalharia. Não queria mais depender da bondade de ninguém e de forma muito educada recusou a vaga que o Ministro ofereceu em qualquer cargo que desejasse.


 


Entrou no chuveiro para tirar o cheiro da mulher com quem acabara de transar. Logo Natasha chegaria e era preciso por um fim em tudo para um novo recomeço.


 


 


****************************************************************


 


Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito


Exijo respeito, não sou mais um sonhador


Chego a mudar de calçada


Quando aparece uma flor


E dou risada do grande amor


Mentira


 


***************************************************************


 


Espero que a história continue agradando... Sei que retratei um Draco frio, mas a música “Samba do grande amor” de Chico Buarque dá uma pista do verdadeiro Draco Malfoy. Esse começo é uma apresentação, meio parado. Logo melhora e com capítulos mais longos....

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jess Slytherin em 04/02/2012

vc e mtoo boa! continue assim to amando

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Elisa Carvalho em 16/07/2011

Vc escreve muitíssimo bem!

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.