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19. Sacrifício.


Fic: ACERTANDO AS CONTAS


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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_ADAM.


Pansy sentou-se repentinamente na cama, sua testa brilhava de suor e a fina camisola que ela usava estava completamente empapada. A morena olhava para todos os lados, tentando recobrar a vista embaçada por tantas horas de pálpebras fechadas. Não conseguia distinguir as pessoas vestidas de branco que estavam cercando-a na cama.



_Adam. Eu quero o meu filho. – ela falou levantando-se, porém cambaleando, sendo segurada pela enfermeira que estava próxima – eu quero o Adam... Harry? HARRY! – ela gritou em desespero.

_Acalme-se Sra. – o velho medi-bruxo entrou no aposento e retirou Pansy das mãos da enfermeira, colocando-a sentada na cama – a Sra. não deve se exaltar.

_Harry? Cadê ele? Cadê? – ela perguntava enquanto grossas lágrimas rolavam pelo rosto, desembaçando sua vista.

_O Sr. Potter não está aqui agora. – o bruxo falava pacientemente – ele já foi e...

_Broken Hill... – ela comentou lembrando-se de ter ouvido o nome do lugar enquanto estava em coma* – onde fica?

_Há alguns quilômetros daqui. – o medi-bruxo informou preparando uma poção calmante para a morena.

_Eu quero o meu bebê AGORA! – ela gritou levantando-se bruscamente, fazendo com que o velho medi-bruxo cambaleasse para o lado sendo acudido pela enfermeira que antes tentava controlar Pansy, deixando a passagem até a porta livre.



Pansy desviou de algumas pessoas no corredor e conseguiu chegar até um ponto onde a aparatação era permitida. Juntou todas as forças que ainda tinha com dificuldade e aparatou para longe dali.



*************************



_Estamos perto, posso sentir isso. – Rony comentou soltando fumaça pela boca, sendo seguido por um loiro quase congelado.

_Que lugar frio, por Salazar! - Draco exclamou de repente – esta tal de Marshall só pode ser louca mesmo.

_Com certeza. Agora uma coisa me intriga – o ruivo falava enquanto avistada o casebre, aproximando-se. – como ela conseguiu transformar-se na minha sobrinha Natalie?

_Polissuco, talvez. – o loiro disse incerto contemplando a casa no meio do nada em que observavam. – Vamos descobrir. Chegamos. É hora da ação.



******************************


_Harry? O que está fazendo aqui? - Hermione perguntou baixo ao avistar o amigo na porta dos fundos da casa.

_Vim resgatar o meu filho. – ele falou simples enquanto passava por ela.

_Espera Harry. – Gina sussurrou urgentemente – ela pode estar armada.

_Não posso mais esperar – ele falou urgente – ele é meu filho. E tá chorando. – ele falou exasperado.

_Está bem, mas nós vamos com você. – Hermione falou e Gina concordou empunhando a varinha.

_Certo. Mione, tome cuidado – ele falou em passos largos fazendo menção de subir as escadas, quando um barulho chamou a atenção dos três. A porta da frente abriu-se.

_Por Merlin, vocês chegaram! – Gina exclamou puxando Draco para si, abraçando-o – porque demoraram?

_Uma idiota no ministério demorou para me dar autorização e a chave de portal. – Rony falou secamente. –estavam subindo as escadas, certo?

_Sim, Adam está lá em cima. – Hermione falou – vamos cercar aquela maluca com o Harry, não é Harry? – a castanha perguntou virando-se para onde segundos atrás estava Harry Potter.

_Onde está o Potter? – Draco perguntou alarmado.

_Oh, céus. – Gina passou a frente de todos, sendo seguida por eles escada acima.



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_Maldita camisola fina – Pansy reclamava enquanto andava nas ruas gélidas de Broken Hill. – vou congelar neste lugar.

_Pansy? – ela ouviu uma voz ao longe lhe chamar – Ei, Pansy! – escutou passadas rápidas até ela. Era Luna, que acabava de chegar com uma equipe de medi-bruxaria de emergência.

_Luna... – ela falou numa voz fraca – Adam? Eu quero o meu filho, Luna. – ela falou chorando no ombro da loira, que passava um grosso cobertor (N/A: daqueles de ambulância!) pelas costas da amiga.

_Você está muito fraca e pálida também, venha comigo – a Loira a segurava firme pelos ombros conduzindo-a até o carro de emergências – cuidem dela vocês dois. O restante venha comigo, ok.

_Luna. – Pansy chamou com a voz bem fraquinha, já sendo atendida pelos medi-bruxos que ficaram no carro – traz eles pra mim.

_Os dois. Pode ter certeza. – a loira disse vendo a morena fechando os olhos. – fica tranqüila, vamos conseguir. – ela falou andando em passos firmes pelas coordenadas que tinha conseguido no Ministério.




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_Me dá ele! – Harry gritava sem a mínima paciência. – antes que eu perca a paciência.

_Paciência? Ora, você deveria ter isso Potter. – ela falou ainda segurando o bebê fortemente – precisou de meses para pôr o meu marido na cadeia, não é?

_Ele era um criminoso, a cadeia era pouco para ele – Harry falou simples, encarando os olhos insanos da mulher.



Lizbeth ia retrucar quando a porta do quarto onde se encontravam foi escancarada num estrondo. Por ela entrava um grupo, no mínimo, curioso. Um ruivo ofegante, uma ruiva raivosa, um loiro aparentemente calmo e uma castanha com uma barriga enorme. A loira perdeu-se na barriga de Hermione e começou a chorar. Harry ficou atônito. “Ela é completamente insana, meu Merlin!”



_Está de quantos meses? – ela perguntou recuperando-se.

_E do que isso te interessa? – Hermione revidou impaciente.

_Meu bebê está com quase seis meses – ela falou olhando de Mione para Adam, que soluçava baixinho.

_Ele não é o seu filho! – Gina exclamou de repente.

_É sim. O Potter, tirou o meu filho de mim, agora eu tenho esse. – ela falou afastando-se com Adam até o parapeito da janela.

_O que você vai fazer? - Rony perguntou assustando-se.

_Vou fugir daqui. Você querem tomar o meu bebê de mim outra vez. – ela falou encarando Harry com os olhos insanos – mas não desta vez, Potter.

_Não vamos tirar seu bebê de você. – uma sexta voz falou vinda da porta, Luna finalmente chegara com a equipe medi-bruxa – vamos apenas cuidar dele e de você, querida. – disse ela numa voz calma.

_Não vocês estão com eles! – ela falou apontando debilmente para os demais – vão maltratar o meu pequeno Matt.

_Não vamos, eu te prometo. – ela falou aproximando-se de Lizbeth.

_NÃO! – ela falou aproximando-se ainda mais da janela – ele não vai com você.

_Nos dê licença. – um dos medi-bruxos falou para os cinco aurores – a situação está complicada.

_E vai ficar pior se eu sair daqui. – Harry falou firme – eu não saio daqui sem o meu filho.

_Ele é MEU filho, Potter! – Lizbeth gritou do outro lado do quarto.

_Não. Ele é meu. – Pansy falou da porta para a surpresa geral. (N/A: e para a minha também.) – vamos conversar Lizbeth.

_Pansy? Você está muito mal, não era pra ter saído do carro da emergência e... – Luna falava sem parar.

_Estou bem, Di lua. – ela limitou-se a responder. – saiam todos, quero ficar a sós com ela. – a morena falou encarando a loira que segurava o seu bebê tão próximo da janela.



Todos começaram a protestar. Ninguém queria sair daquele quarto e deixar uma Pansy debilitada com uma mulher completamente maluca.


_Eu não saio daqui. – Harry falou e Pansy virou-se para ele.

_Principalmente você, Harry. – ela falou com um olhar suplicante – pelo Adam.



Harry vacilou por um instante. Era sua amada ali, fraca, com vestes de hospital, recém saída de um coma emocional que o pedia para deixá-la com uma loira insana. “O que eu faço?” ele pensava enquanto era levado gentilmente por Gina para fora do aposento. Olhou para a porta se fechando na sua frente e a última cena que viu foi uma Pansy concentrada em fazer a mulher à sua frente devolver o pequeno Adam.



_Oh, merda. – ele falou cansado – o que foi que aconteceu com ela?

_Psicologia, Harry. – Luna falou calma – ela quer negociar.

_Psicologia? Negociação? Ela não vai conseguir. – ele flaou miseravelmente.

_Devia dar mais crédito à ela, Potter. – Draco falou fazendo o moreno encará-lo – Pansy é bem mais treinada nesta área que qualquer um de nós.



**********************************


_Então? Há quanto tempo você está mantendo Natalie Weasley em cativeiro? – Pansy perguntou mudando de assunto rapidamente.

_A Weasley? como você sabe? – Lizbeth perguntou sem entender.

_Você estava com a aparência dela.

_Esperta você, Parkinson. – a loira falou afastando-se mais – onde está querendo chegar com este papo afinal?

_Você não está louca. – a morena falou secamente – este plano foi muito bem arquitetado. Quem é o seu cúmplice?

_Cúmplice? Oh, não... eu chamaria de companheiro, não de cúmplice. – a loira caiu na armadilha.

_Então o Sr. Marshall está por trás disso não é? – a morena concluiu- onde ele está.

_Pergunte ao Potter. – ela rosnou – foi ele quem trancafiou o meu marido.

_Uma pergunta: seu marido é realmente trouxa?

_Não. Ele trabalha para trouxas, mas não é. Porque o interesse?

_Azkaban deveria ser o destino dele. – Pansy pensou mais para si mesma. – onde ele está? – ela perguntou de súbito.

_Olhe à sua volta, esta casa é antiga.

_O que quer dizer? Fale sem rodeios sua imunda! – Pansy disse raivosa.

_Ele está presente nela, sempre esteve. – ela falou olhando para um ponto acima do ombro de Pansy.

_Harry! – a morena gritou para a porta quando um feitiço a atingiu no peito.

_Vamos embora daqui, querida. – Alex falou caminhando até a mulher, que segurava o jovem Potter nos braços.

_Parem vocês dois. – Um loiro raivoso apontava a varinha diretamente no coração de Alex Marshall.

_Não se movam. – Gina falou claramente – solte o bebê. AGORA! – a ruiva apontava diretamente para o coração da loira Marshall.

_Com prazer, querida. – ela falou soltando o pequeno Adam pela janela.

_NÃO! –Harry gritou ao lado de Pansy, que estava novamente desacordada.




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_Vingardium Leviosa – um ruivo bradou apontando a varinha para o pequeno embrulho que caía da janela, fazendo-o flutuar.


Hermione precipitou-se até onde o marido levitava o sobrinho que tinha para do de gritar. O bebê estava semi consciente, devido ao frio em que tinha sido exposto por tantas horas.


_Calore. – Hermione falou apontando a varinha para Adam – um feitiço de aquecimento, ele precisa de cuidados Rony.

_Leve-o até o carro da emergência, Mione. – o ruivo falou afastando-se em direção à casa – entregue-o para Luna, ela sabe o que fazer. – ele falou adentrando na casa, sem não antes perceber a caminhada da esposa até o grupo de medi-bruxos.




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_VOCÊ MATOU ELE! – Harry levantou-se num pulo e avançou para cima de Marshall – EU MATO VOCÊ, SUA VADIA!



Draco já tinha conseguido imobilizar Alex Marshall e perdeu-o com cordas conjuradas. Gina travava uma batalha de olhares com Lizbeth. Pansy recobrava os sentidos lentamente. Harry avançou para cima da mulher com quem Gina estava intimidando, mas foi contido por um Draco controlado.


_Eu sei que tá difícil, mas controle-se Potter. – o loiro falou tentando conter um moreno raivoso.

_Hermione está com o bebê. – Gina falou olhando por cima do ombro de Lizbeth, através da janela, viu a cunhada entregando Adam para a equipe medi-bruxa – ele vai ficar bem, Harry.

_Acabe logo com ela Gina. – Draco falava com dificuldade em controlar um Potter, menos nervoso.

_ESTUPEFAÇA. – a ruiva bradou e a loira caiu inerte no chão.




Alguns segundos se passaram onde Rony chegou, com a notícia de que o bebê ficaria bem. Harry aliviou-se por um momento, sentou-se próximo à Pansy, que acordara, mas sentia-se fraca ainda. Gina movia o corpo inerte de Lizbeth para perto do marido, amarrado. Draco relaxou na guarda por um momento, grande erro. Sua varinha ficou ao alcance do homem amarrado. Com um esforço, Alex tomou a varinha do bolso de Draco, que conversava com Gina, distraidamente.



Um jato de luz vermelha aproximava-se de Harry, quando Pansy jogou-se na frente dele, com dificuldade. Harry ficou momentos sem entender o que acontecera, até que percebeu os movimentos rápidos de Draco e Gina para desarmar e estuporar Alex Marshall. O moreno moveu os olhos verdes lentamente na direção dos olhos quase negros da mulher em seus braços. Pansy deu um último sorriso antes de fechar os olhos.



_Qual o feitiço a atingiu? – Gina perguntou preocupada.

_Eu não sei. – Harry murmurou ainda encarando as pálpebras fechadas da mulher – Acorda, Pansy. – ele falava entrando em desespero – por favor acorda.





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N/A: *Dizem que pessoas em coma escutam tudo que acontece ao seu redor, mas as informações ficam retidas no subconsciente até que a pessoa necessite da tal informação. Vivika tb é cultura! Rsrs


Até onde uma mãe não é capaz de ir, não é?
...

O que acontecerá com a Pansy?
Será que ela morreu?
O Adam vai ficar órfão de mãe?

COMENTEM p/ saber, ok.
Bjus

Vivika

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