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11. Ataque dos Dementadores


Fic: Harry Potter e O Enviado da Luz


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10 – Ataque dos Dementadores

No dia seguinte, todos os alunos do 6º ano seguiam para a 1ª aula.
- E então Harry? – perguntou Isaias se aproximando de Harry
- E então o que? – perguntou Harry que levantou em silencioso aquele dia.
- Sobre ontem. O Malfoy.
- Pela 1ª vez estou com pena do Malfoy, apesar de não confiar nele.
- Ah é vocês vivem brigando. – riu Isaias
- Você nem sabe o quanto.
- Vou voltar a me encontrar com ele, se você quiser ir....
- É só chamar. Quero saber mais sobre o Malfoy.

**********************
Enquanto isso na mansão Riddle, comensais se encontravam espalhados no andar de baixo enquanto seu mestre, Lord Voldemort, gritava assustadoramente no anda de cima.
- Eu vou lá em cima. – disse Belatriz se levantando de uma poltrona e seguindo para as escadas.
- Não vai não. – disse Lucius Malfoy passando a sua frente
- E quem vai me impedir? Você? – desdenhou ela
- Ninguém irá subir. – disse Severus Snape que descia as escadas – Ele não quer ninguém lá em cima além do Rabicho e de mim.
- Mas porque? – perguntou alterada
- Porque só eu sei ministrar a poção dele e o Rabicho não questiona minhas ordens.
- Patético, não sei como o mestre pode voltar a confiar em você.
- Talvez por eu ter sido o único que continuo cumprindo as ordens do mestre mesmo após o sumiço dele. – disse Snape assustadoramente e olhando a todos ao seu redor.
- Severus, Bella. O mestre os chama. – disse Rabicho para ambos
Segundos depois um grito de tortura feminina foi ouvido ocultando as palavras do Lord.
“Isso é por você ter tentado matar o Potter! Se lembre que ele é meu!!!”.

**************
Quando os garotos chegaram na sala de DCAT tudo estava diferente de como era nos anos anteriores, ao invés de caveiras, espelhos e coisas parecidas, a sala estava apinhada de caixas pretas e as prateleiras estavam arrumadas de maneira desorganizada. Num canto da sala um casal conversava animadamente.
- Lupin, Tonks? – perguntou Harry surpreso ao entrar na sala e se depara com aquilo.
- Olá Harry. – disse Lupin sorrindo amistosamente
- Fala Harry! – exclamou Tonks enquanto ia falar com todos
- O que vocês estão fazendo aqui? – perguntou Rony
- Voltei a ser professor e a Tonks veio trabalhar aqui também. – respondeu Lupin
- Dois professores? - questionou
- Não Harry. – riu Tonks interrompendo-o
- Então o que? – perguntou Hermione
- Vamos sentem-se todos já já eu explico.
- Tá bem, tá bem. – disseram todos se sentados nas cadeiras da frente da sala
- Muito bem, em primeiro lugar queria pedir desculpas por vocês não terem tido aulas durante essa semana, mas como vocês sabem a lua cheia não permitiu que eu deixasse a sua Professora vir trabalhar.
- Professora? – perguntaram alguns alunos
- Professora Ninfandora Tonks, que prefere ser chamada de Professora Tonks. – disse Lupin se afastando de Tonks que o olhava ameaçadoramente. – Ela é sua professora de Defesa Contra as Artes das Trevas.
- E o que o Senhor está fazendo aqui então? – perguntou Malfoy
- Isso eu respondo Professor Lupin. – disse Tonks mudando a cor e o comprimento do cabelo – Segundo Dumbledore, só se pode lutar contra aquilo que se conhece. Por isso enquanto eu serei professora de Defesa Contra as Artes das Trevas o Professor Lupin será professor de Arte das Trevas.
- Artes das trevas? – perguntou Harry escandalizado
- Sei que muitos de vocês não concordam com isso, mas como o início da guerra está chegando, devemos conhecer as cartadas do nosso inimigo, que eu espero,..... seja o mesmo para todos nós. – disse Tonks séria – Agora vamos para a 1ª aula, o Professor Lupin esperará os senhores após minha aula na sala ao lado.
- Até mais pessoal. – disse Lupin saindo
- Creio que vocês tiveram uma boa idéia sobre DCAT tirando o ano passado logicamente. Este ano trabalharemos com treinos de diversos feitiços usados pelos aurores contra as maldições lançadas pelos comensais e seguidores das trevas e por fim trabalharemos com o psicológico d vocês para que vocês saibam enfrentar imprevistos.
O restante da aula foi muito cansativo, pois Tonks exigiu que todos fizessem uma demonstração dos feitiços aprendidos nos anos anteriores o que rendeu muita diversão e cansaço ao fim da aula quando todos seguiram para a aula de Artes das Trevas.
- Muito bem. – começou Lupin quando todos se sentaram – começaremos hoje com um pequeno enredo histórico sobre as Artes das Trevas. Que tal começarmos pela luta em que Dumbledore derrotou Grendwald?
- Eu já ouvi isso em algum lugar. – disse Rony quando Lupin foi atender a lareira
- Você deveria ter ouvido isso nas aulas de História da Magia, se você prestasse atenção nelas. – disse Hermione irritada – Além do que os sapos de chocolate contam essa história.
- Agente não pode fazer nada se o Lupin faz as batalhas parecerem muito mais emocionantes que o Binns.
- Obrigado pelo elogio Senhor Weasley, mas por favor preste atenção na aula OK? A Srta. também srta. Granger. – disse Lupin que ouviu a briguinha, deixando ambos com vergonha.
- Desculpe Professor. – disse Hermione abaixando a cabeça.
- Muito bem, eu quis começar com essa história para que vocês soubessem que as artes das trevas têm diversas faces, mas o principio delas é sempre o mesmo, causar o caos e o sofrimento. A personificação destas artes são os dementadores, que como deve ter sido explicado a vocês suga toda a felicidade deixando apenas lembranças ruins e causando o pânico...
As aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas e Artes das Trevas estavam praticamente iguais já que ambas tratavam do mesmo assunto com a diferença que as aulas de Defesa eram mais praticas e as de Artes eram mais técnicas e teóricas o que foi explicado por Dumbledore no almoço daquela manhã como a divisão de uma matéria complexa para melhor entendimento e avanço de todos.
Durante o resto da tarde Hermione foi para as aulas de Aritmancia com Isaias e de Runas com Juliana enquanto os outros ficavam no salão comunal conversando e fazendo alguns exercícios passados.
- E então pessoal? – perguntou Isaias ao chegar da aula de Aritmancia no inicio da noite – O que fizeram enquanto estava em aula?
- Nada de útil. – disse Rony que jogava xadrez bruxo pela nona vez com Gina
- Só fizemos alguns exercícios e mais nada
- Estes horários vagos estão me deixando entediado. – disse Harry olhando a lareira
- Se você usasse eles para algo útil como Quadribol Senhor Capitão. – disse Isaias rindo
- Ai meu Merlim. Esqueci de planejar os testes. – disse Harry pulando da poltrona e olhando a todos
- Ainda temos tempo Harry. – disse Rony – Pare de pensar naquilo e você vai conseguir.
- Eu to tentando Ron, eu to tentando.
- Hoje teremos mais um daqueles encontros OK Harry? – disse Isaias
- OK. – respondeu Harry sem tirar os olhos dos desenhos que ele fazia no pergaminho
parando em seguida e se levantando de súbito ao ouvirem uma explosão ao longe.
A lareira se apagou e todos os candelabros falharam além de uma onde de frio e medo que entrou pelas janelas afetando a todos.
- O que foi isso? – perguntou Gina
- Alguma coisa está atacando o vilarejo. – disse Neville enquanto Isaias corria para segurar Harry que caia quase desmaiado.
- Harry! Harry! – gritou Gina ao seu lado
- Clama gente. – disse Isaias tentando ouvir o que Harry dizia
- D-de-men-ta-do-res em grande quantidade, chamar Dumbledore. – disse com a voz falha Harry
- Algum Comensal? – perguntou Thiago
- Só uma, Belatriz. – disse Harry tentando levantar e desmaiando por completo
- Droga. – disse Isaias – Rápido chamem o Professor Dumbledore e o mandem para a enfermaria. – Rony me ajude aqui. Mobilicorpus!
Momentos depois, quando eles já estavam na enfermaria Dumbledore chegou com a Professora Mcgonagall em seu encalço, olhando Harry que estava sendo examinado naquele exato momento por Madame Pomfrey.
- O que ouve Lion? Porque nos chamou? – perguntou ela severamente
- O Harry desmaiou professora. – começou Rony
- Hogsmead está sendo atacada meus jovens, contem o que o Harry viu. – disse Dumbledore vendo a cicatriz de Harry que estava bem vermelha
- Desculpe Professor, mas é exatamente sobre isso que eu quero falar.
- Explique-se Isaías. – disse Dumbledore o olhando
- Quando aquela onda de frio e medo passou, o Harry começou a passar mal e do nada despencou. – começou Isaias
- Isso, mas o Isaias conseguiu pegar ele antes de bater a cabeça.
- Ele ainda não havia desmaiado e tentava me dizer algo. – disse Isaias vendo as chamas em Hogsmead
- O que ele tentava falar Lion? – perguntou a Professora Minerva
- Ele disse, dementadores em grande quantidade avise Dumbledore, Belatriz junto. Acho que ele quis dizer que Hogsmead estava sendo atacada por dementadores em grande quantidade guiados por Belatriz Lestrange.
- Isso explica a onda de medo. – disse Dumbledore cansado – Minerva, entre em contato com o ministério e avise sobre o ataque dizendo o que está atacando e a comando de quem,... exija a presença de um grupo de Aurores urgentemente aqui.
- Sim Alvo. – disse ela já saindo
- Professor, acredito que devamos proteger o castelo.
- Isto será providenciado senhor Lion, mandarei Professores ficarem nas torres e nas entradas da escola para impedir a aproximação dos dementadores. Agora vocês dois subam esperem no salão comunal e não permitam que nenhum aluno saia. Avise a Senhorita Granger Senhor Weasley. O Harry ficara bem aqui, agora vão.

***************************
Segundos depois Isaias e Rony corriam pelos corredores alertando as pessoas pelas quais passavam, até a Grifinória quando se encontram com Draco e Lyra discutindo enquanto Felix tentava segurá-la.
- Seu comensalzinho maldito! Como ousa me beijar! Quer me fazer sofrer de novo?– disse Lyra antes de dar um tabefe nele e correr para fora
- Viu o que você fez? – perguntou Felix indo pra cima de Malfoy
- Hey os dois de acalmem! – Não é hora pra brigas, Hogsmead esta sendo atacada e ninguém pode sair do castelo!
- Como é? – disse Draco se apavorando – Isaias,... digo Lion, a Lyra está lá fora.
- E por sua causa! – disse Felix correndo para fora
- Espere por mim! – disse Draco indo atrás dele
- E agora os dois vão salvar a pobre donzela em perigo. – disse Rony correndo atrás dos dois
- Rony corra avisando a todos. Vou ajudar esse bando de malucos.
- Eu também...
- Não senhor! Você vai avisar a algum professor que ainda há alunos do lado de fora. – disse Isaias saindo pelo portão
- Esta bem, mas tome cuidado e traz eles de volta.
- Está bem. – disse Isaias puxando a varinha e murmurando para o portão – Colloportus!
Com um baque a porta se fechou e os três correram na direção da floresta quando ouviram um grito próximo ao lago tendo então que desviar para lá.
- Ahhhhhhhhhh!!!!!!!!!!! – todos congelaram e seguiram até chegar lá. – Lyra! Cadê você? Lyra?
Segundos depois os garotos entenderam finalmente o porque do ataque em Hogsmead, o objetivo era atrair a atenção do ministério para lá enquanto os dementadores vinham atacar Hogwarts e como Lyra estava do lado de fora eles estavam atacando-na.
- Expecto Patrono! – dizia ela com a voz falha enquanto apenas um fiozinho prateado sai de sua varinha. – Socorro!!!
- Vamos ajudá-la! – disse Isaias correndo até ela puxando a varinha e dizendo – Expecto Patrono!!!
Um dragão prateado surgiu da ponta da varinha de Isaías e afugentou os dementadores que estavam ao redor de Lyra
- Zay, graças a Merlim. – disse Lyra se juntando a ele
- Calma Lyra, estamos bem eles vão voltar logo. – disse Isaias abraçando-a
- Lyra! – disseram Draco e Felix se olhando com raiva
- Já chega vocês dois! – disse Isaias se irritando – Vocês já viram o problema que estamos enfrentando?
- Cuidado! – disse Felix, pois um dementador se aproximava de Isaias e Lyra e eles não percebiam.
- Argh! – gemeram os dois ao sentir o toque frio do dementador e toda a sua felicidade se esvaindo enquanto os outros dementadores viam ao encontro dos dois que já estavam ajoelhados no chão.
- Zay! Lyra! – disse Felix lançando o seu patrono Cachorro contra o dementador que se juntava aos outros ao redor deles. – E agora? Os dois não podem nos ajudar, estão muito fracos e eles são muitos.
- Lyra, Zay. – falou Draco indo até eles e ajudando-os a deitar no chão
- Como ela está? – perguntou Isaias
- Desmaiada. – respondeu ele tremendo
- Draco. – falou Isaias – Não tenha medo, vá ajudar o Felix nós ficaremos bem. Lembre-se do sonho Draco e não se preocupe eu sou seu amigo.
- Obrigado, Zay. – disse Draco deixando lágrimas caírem ao chão enquanto o chão ao seu redor partisse num círculo e um vento forte o rodeasse. – Eu vou lembrar.
- Como eles estão? – perguntou Felix quando Draco chegou perto dele
- Estão bem. Só a Lyra que desmaiou. – disse Malfoy com a voz embargada.
- O que houve Malfoy? – perguntou de sombrancelha levantada
- Farias, desculpe por qualquer coisa que eu te fiz ou falei. – disse com a cabeça baixa
- Ahn?
- É isso mesmo que você escutou. Foi Mal. Por tudo. Não serei mais manipulado pelo meu pai.
- Depois nós discutimos nossa relação Malfoy. – falou Felix sorrindo – Agora o que nós vamos fazer?
- Fique perto dos dois, pode deixar que eu cuido deles. – disse Malfoy com uma aura vermelha ardente o rodeando
- Então você recebeu o seu poder. – falou baixo Felix levando o seu patrono para junto de Isaias e Lyra.
Draco seguiu até a frente do dementador que atacou Lyra e Isaias e apontou a varinha para ele, como se fosse capaz de matá-lo caso ele não fosse um espírito, e o dementador então puxou seu capuz para traz denunciando sua pele cinzenta e sarnenta que puxava o ar intensamente pelo vão onde seria a boca.
- Pode puxar minha felicidade a vontade. O que vai me fazer impedi-los é a amizade. – disse Draco seguro – Expecto Patrono!
Um feixe de luz prateada envolvida pela aura vermelha saiu da varinha de Malfoy formando uma gigantesca cobra que se contorceu até se enrolar ao redor de Draco esperando o seu comando.
- Ele não vai conseguir nada assim. – falou Felix pra Isaias. – Ele devia ter liberar o poder,... e não detê-lo em alguma coisa.
- Algumas pessoas devem aprender da maneira mais difícil Felix. – disse Isaias se sentando – Se ele precisar de ajuda não hesite em usar o seu poder. – disse Lyra se sentando
- Não se preocupe. – disse Felix atento.
- Você está bem? – perguntou Isaias
- Sim. – disse com lágrimas nos olhos – Desculpe, por causar tudo isso.
- Você não fez nada demais. – disse Felix – Só entrou em choque quando ele a beijou.
- É, mas eu acho que ele só queria se exibir. – murmurou com uma única lágrima escorrendo em seu rosto.
- E porque ele está nos ajudando então? – perguntou Isaias
- Sinto Lyra, mas acho que ele realmente mudou. – completou Felix – Ele até me pediu desculpas,...e os olhos dele não mentiam, ele pediu de coração.
- Ele realmente gosta de você. – disse Isaias olhando-o
-Talvez. – resumiu ela
A cobra que Draco comandava se esgueirou à frente dele protegendo-o quando o dementador veio na direção dele.
- Vocês não conseguiram passar por ele sozinhos. – disse Draco enquanto o patrono dava um bote no dementador se enrolando nele – Você foi o primeiro!
A cobra se enrolou fortemente ao dementador que gritava agonizante de maneira que os bruxos se assustaram ao vê-lo se desintegrar a sua frente e deixando apenas uma poeira preta no chão.
- Então é por isso que vocês odeiam os patronos? – perguntou Malfoy zombeteiro – Vocês são realmente patéticos.
Os outros dementadores ficaram tão furiosos com o comentário que retiraram os capuzes quase que instantaneamente revelando a sua boca asquerosa que puxava o ar com firmeza.
- De novo isso. Isso não vai...Argh! Droga! – resmungou baixinho Malfoy caindo de joelhos – Eles são fortes.
- Você provocou a ira dos dementadores... isso não é bom. – disse Felix – Seu patrono não Dara conta de todos eles.
- O que eu faço então? – disse vendo seu patrono desaparecer.
- Se concentre Malfoy. – disse Lyra se levantando – Feche os olhos e concentre-se em aumentar p seu poder, o que destruiu o dementador não foi o patrono e sim a sua aura que o envolvia.
- Falar é fácil eu quero ver é fazer.
- Se concentre apenas em expandir o seu cosmo. – disse Felix se aproximando – Feche os olhos e se concentre. Caso você consiga, eles não irão se aproximar de você.
- Esta bem eu vou tentar – disse Draco fechando os olhos.
Dois segundos depois que pareceram uma eternidade para o Malfoy a sua aura vermelho sangue se expandiu de maneira a envolver aos quatro bruxos e jogando os dementadores que se aproximavam para trás com tamanha força que os queimava ardentemente.
- Obrigado pela ajuda Lyra. – disse Malfoy com a voz tenebrosa – Adeus seus panacas!
Os olhos dele ficaram vermelhos assim como sua aura que se expandiu destruindo todos os dementadores que estavam ao seu redor e iluminando os outros que eram guiados pelo céu por uma bruxa que após dar algumas ordens desceu para verificar quem havia emanado aquele poder.
- Argh! – gemeu Malfoy antes de cair ao chão ajoelhado.
- Então você é o culpado por isso meu sobrinho? – perguntou ela azeda – Não foi muito educado da sua parte.
- Tia Bella? O que você faz aqui? – perguntou Draco surpreso e transpirando
- Ela organizou o ataque. – disse Isaias de pé – Como vai priminha?
- Ora, mas vejam só uma reunião em família. – disse ela rindo
- Como sempre espirituosa não Bella? – zombou Isaias
- Respeite a sua tia-prima Senhor Lion.
- Hunf! Minha família foi desligada dos Black Bella, não te devo obediência, no entanto você merece sofrer por ter feito o que fez com o Sirius.
- Ele se meteu onde não era chamado. – disse ela se irritando – Assim como você esta fazendo agora.
Neste instante raios prateados saíram das torres do castelo indo à direção dos dementadores que tentavam atacar Hogwarts.
- Mas como? – perguntou Belatriz
- Seu mestre estava tão irritado por você ter tido essa idéia patética, que o Harry ficou sabendo de tudo através das visões que ele tem às vezes.
- O Potter sempre estragando meus planos. – disse ela pousando – De qualquer modo o meu mestre vai gostar quando eu destruir esse castelinho.
- Ele não acha isso Bella. – disse uma voz masculina que sai da floresta.
- O que você faz aqui L...
- Calada! O mestre mandou um recado. – disse o homem levantando a varinha – Crucio.
- Protego. - resmungou ela - Você acha mesmo que vai me derrotar assim?
- Sua idiota! - bufou ele lançando outro Crucio
- Eu realmente nunca gostei de você, os Malfoy sempre foram o lixo dos Black.
- Sua vaca! - disse ele com extrema raiva - Crucio!
Um raio potente saiu da varinha do homem atingindo-a em cheio, ela gritou fortemente durante os vários minutos que a maldição durou, mas ninguém interferiu, não tinham porque ter pena dela, para muitos ela merecia a morte.
- M-mestre. – murmurou ela antes de cair ao chão desacordada.
- Idiota! – disse o homem jogando-a com um feitiço para o lago - Não vou te matar, nem isso você merece. Morra sabendo que eu sou o servo mais fiel e amado do Lord.
- Pai. – disse Draco raivoso
- Eu não sou mais seu pai Draco, você me traiu e por isso sua mãe sofrera as conseqüências. - disse estreitando os olhos
- Como você ? – começou Isaias pondo-se à frente de todos raivoso, mas sendo impedido por Dumbledore que chegava acompanhado de Filch.
- Essa não é a hora Isaias. – murmurou Dumbledore em seu ouvido – Vá embora Lucius. Os dementadores não farão nada contra os alunos desta escola.
- Hunf! Dumbledore, sempre defendendo os traidores.
- Estou avisando Lucius. – disse Dumbledore erguendo a varinha – Esta escola tem tantos segredos que nem eu conheço, mas ela não permitira a entrada de seres tão malignos como os dementadores.
De fato o que Dumbledore falou fazia sentido, pois naquele instante o chão começou a tremer seguindo para um ponto no jardim interno da escola, uma pilastra começou a se erguer até ficar acima da altura das torres com um escudo prateado e azul reluzente em sua ponta, que ao chegar lá em cima emanou uma luz brilhante aos céus e desceu em seguida cobrindo toda a escola e espantando os amedrontados dementadores.
- O Escudo de Ravenclaw. – disse Dumbledore encantado
- Você não poderá se esconder nesta escola para sempre Dumbledore – disse Lucius pegando a vassoura de Bella e fugindo com a sua dona.
- Professor, precisamos salvar minha mãe. Ele vai matá-la.
- Antes vocês iram me explicar esta história toda.
- Mas professor... – começou Isaias
- Ele antes terá que passar por Tom. Não se preocupem isso deve demorar um pouco. – disse Dumbledore firmemente – Entre todos e vão direto para a enfermaria acredito que a Madame Pomfrey só ira pedir que durmam essa noite por lá.
- Esta bem, professor. Mas tente mandar alguém da Ordem para a Mansão Malfoy. – disse Isaias cansado.
- Irei mandar assim que eu ver vocês descançando. – disse ele fazendo-os caminhar para dentro do castelo – Não quero mais nenhuma confusão por hoje, e ainda tenho que tomar algumas providências. Por favor não procurem mais problemas.
- Como se fosse nós que o procurássemos. – resmungou Draco
- Ah Draco. – riu Dumbledore – Você cada vez mais se parece com sua mãe.














N/A: Hmm, bem pessoas.. depois de muuuuito tempo estou aqui trazendo o cap 10... ele ia ter coisas realmente assustadoras mas depois eu resolvi deixa-lo assim. Agradeço a minha Beta q me deu um toque sobre a Bella e aos visitantes que só me pressionaram um pouquinho pra eu postar o novo capítulo.
Bem dona Beta vc escapou desça vez do Drake....mas n demore mais viu AI AI AI!!! Esse dragãozinho ta com uma fome... acho que vou leva-lo para a Jewel alimentar ele. Hehehe
Abraços aos brothers e bjs as sisters!!!
p.s: capítulo 11 em andamento!

N/B.: Bom pessoas, desculpem a demora (dessa vez a culpa realmente foi minha) mas o meu pc deu pau...enfim. Todo mundo já passou por isso então... Despeço-me. Mil bjos.

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