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7. Ação e Reação


Fic: Descobrindo a Historia - Escrevendo capítulo 10


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ação e Reação.


 


Nos dias que sucederam a conversa com Arthur Weasley, Hermione teve que segurar o nervosismo e a ansiedade como nunca se lembrava já ter precisado até aquele momento. Como se não bastasse apenas os pensamentos de como seria sua conversa com Rony... Ainda havia Gina, era absurdamente difícil esconder dela o que descobrira, sobretudo porque estava, devido às circunstancias, agindo de forma diferente do habitual e a amiga sem dúvidas percebeu e fazia perguntas, das quais, sem muito convencer, conseguiu se livrar. Porém tudo acabaria hoje.


Os Weasley teriam a reunião de família – que ela acreditava ser a mais difícil e inesquecível para eles até o momento. Arthur e Molly reuniram todos os filhos que não sabiam da existência de Ronald e lhes contariam tudo o que esconderam durante anos.


Contudo ela também teria que falar com Rony. Estava receosa por não saber qual seria a reação do ruivo assim que lhe contasse o que sabia e, mais ainda, havia a preocupação em como começar a conversa. Não esquecera a atitude dele no hospital ao mencionar a família e os delírios, mesmo que desta vez as circunstâncias fossem outras. Contudo não tinha a menor disposição em recuar de seu intento, não se intimidaria por nada que ele viesse a dizer, não depois de saber que a família a qual ele pertencia e fora tirado quando criança era a mesma que ela tinha grande estima e - e agora ela sabia - sofrera tanto quanto ele pela separação.


De qualquer modo ela pensou em conversar com Harry antes, contaria a ele tudo e lhe pediria ajuda. Não sentia como se estivesse expondo a vida de Rony, afinal eles eram amigos e ela, apesar de se sentir amiga dele também, precisava da opinião de quem melhor o conhecesse e não havia pessoa melhor para isso que o moreno. Decidida a isso, ela saiu rumo o apartamento deles.


No prédio, enquanto se identificava ao porteiro, desejou ter essa conversa com Harry em seu apartamento ou no mínimo ter ligado antes para conferir se ele estaria em casa. Detestava agir impulsivamente, gostava mesmo era de se programar, mas assim que teve aquela idéia, simplesmente saiu. Ficou aliviada quando o porteiro disse que podia subir. Harry estava, só precisava agora ter a sorte de que Rony não estivesse ou teriam de ir a outro lugar.


Pensou que talvez a sorte não estivesse tão do seu lado quando Rony abriu a porta.


- Oi – Rony a cumprimentou com um sorriso.


- Oi- ela respondeu e ele notou que parecia desapontada. – Está tudo bem?


- Sim. O Harry está?


- Não. Deve ter saído com a Gina.


- Não, Gina foi pra casa dos pais. Reunião de família – ela falou automaticamente, não tinha a intenção de tocar neste assunto.


- Entra, estou cozinhando – ele disse rindo. - Almoça comigo?


Sem ter como negar, Hermione aceitou o convite.


Rony não falou muito durante o almoço, já que Hermione passou a maior parte do tempo brincando com a comida e respondendo as suas perguntas automaticamente, evitando olhar para ele. Entretanto fazia mais de uma hora que haviam comido e pelo menos vinte minutos que ela andava de um lado ao outro da sua sala, torcendo os dedos das mãos. Um gesto que ele já conhecia: indicava que estava nervosa. 


Apesar da apreensão, ela passou os últimos dias querendo falar com Rony, mas depois que pensou em falar primeiro com Harry todos os discursos que preparou cada vez que se imaginou conversando com ele se perderam. Ela não sabia o que dizer.  Não sabia como dizer.  


- Hermione, o que está acontecendo? Você parece preocupada. – Do sofá, Rony a olhava intrigado. 


- O quê? Nada, não está acontecendo nada. Será que o Harry vai demorar pra chegar?


- Se você estiver com algum problema eu posso te ajudar, se me disser o que é. Não precisa ficar desse jeito.


- Não... está tudo bem, eu só preciso falar com o Harry. Ele vai demorar? 


- Eu não sei – Rony foi mais rude do que pretendia. Não entendia o interesse dela em Harry. Ele namorava a amiga dela!


Mas Hermione não notou essa mudança de humor, estava muito preocupada.


Rony pretendia não perguntar mais nada, entretanto era difícil ignorar mais cinco minutos nos quais Hermione se sentava, tentando inutilmente se acalmar, e voltava a andar. 


- Hermione, quer fazer o favor de me dizer o que está acontecendo antes de fazer um furo no meu assoalho?


Cansada de esperar por Harry, ela decidiu por um fim na angústia. Virou-se na direção dele, soltou um suspiro e disse:


- Eu sei quem você é!


Ela esperava por qualquer atitude menos a que ele teve.


- Eu também – Rony respondeu, achando graça.


Ela rolou os olhos e disse:


- Não... Eu sei quem são seus pais!


- Como é? – O sorriso de Rony havia sumido e a voz dele estava baixa e furiosa


- Eu preciso que você tenha calma...


- Não enrola, Hermione! - Ele gritou, levantando-se e parando em frente a ela. Essa era uma das reações que ela esperava. Deu um passo para trás, afastando-se dele antes de continuar.


- ´Tá bem, mas não fique nervoso. – Rony ia dizer alguma coisa, porém ela não deixou. – Eu descobri coisas sobre você, Rony, sobre a sua vida...


- Descobriu? Como descobriu? – ele inquiriu, estava vermelho e nervoso. – Esteve investigando a minha vida? – Hermione corou, não podia negar isto.


- Rony, me escuta, me deixa explicar, por favor? Depois de me ouvir, pode ficar nervoso comigo, se quiser. 


Rony estava realmente nervoso, Hermione sabia muito bem que ele não gostava de tocar no assunto da sua família, mas mesmo assim havia vasculhado sobra ela. Contudo, mesmo que não viesse a admitir, ele queria saber o que ela descobrira. Embora não pretendesse fazer nada a respeito.    


- Eu estou nervoso com você, Hermione, mas vou te ouvir. Estou curioso pra saber até que ponto você costuma se intrometer na vida das pessoas.


- Eu não costumo fazer isso. Você não precisa me ofender...


- Você não tinha nada que se meter na minha vida.


- Eu não fiz por mal! Fiquei impressionada com você desde que te vi acordado no hospital. Quando Harry me falou sobre você não saber nada sobre seus pais ou como havia ido para naquele hospital antes de ir para o orfanato, eu fiquei intrigada, essa história não saía da minha cabeça...


- Uma mexeriqueira – Rony falou, eles haviam mudado as posturas: ele caminhava pela sala de um lado a outro e ela estava parada de pé ao lado do sofá e torcia as mãos nervosamente.


Não deu atenção ao que ele disse e continuou.


- Tinha a sensação de que te conhecia de algum lugar, você me era muito familiar. Pesquisei alguns jornais da época aproximada à data que você chegou ao orfanato. - Rony parou de andar e ficou ouvindo estoicamente enquanto ela falava. – Não encontrei nada e, quando cheguei em casa, Gina estava olhando umas fotos da família dela, peguei algumas pra olhar... – Hermione não era de se intimidar, e mesmo que o resultado do que fez fosse positivo, não podia negar que Rony tinha certa razão, ficou desconfortável com a forma que ele a olhava e sentou para evitá-lo. – Você é filho de Arthur e Molly Weasley. Você é irmão da Gina... - Hermione levantou e pegou a bolsa que tinha deixado sobre a poltrona quando chegou.


- Nunca pude imaginar que você fosse estúpida. Não é porque Gina e eu somos ruivos...


- Escuta aqui! Eu não vim até aqui pra ser insultada por você! Não vou mais admitir isso. – Ela estendeu na direção dele o papel que retirara da bolsa. - Trouxe a foto dele. 


- Não quero ver. – Ele empurrou o braço dela dispensando a foto.


Hermione deixou a foto virada para baixo sobre a mesa.


- Eu falei com ele, Rony. Com Arthur, ele me disse...


- Não quero saber!


Rony não segurou a explosão, já tinha aturado demais da conversa para alguém que passou anos evitado o assunto. Além do mais, quem Hermione pensava que era para ter se metido na vida dele?


- Escute o que ele disse, não julgue antes de saber a verdade. Todos nós gostaríamos que tudo tivesse sido diferente, infelizmente não foi, mas agora você pode fazer que seja menos complicado. – Ela caminhou na direção dele com a intenção de que ele se acalmasse. - É seu...


- Não seja absurda, Hermione! – Ele não deixou que terminasse a frase e nem que se aproximasse. Saiu de perto dela e parou atrás do sofá deixando-o entre eles. – Você não acha que já fez o suficiente? Querer saber o que eu gostaria ou não que tivesse acontecido na minha vida é demais até para você! Não seja burra...


- Pode parar ai, Rony! Eu não admito... – Ela deu um passo a frente e só não avançou mais porque teve o sofá a impedi-la. Contudo Rony sorriu irônico e a interrompeu outra vez.


- Não vai admitir o quê? Você não é nada minha e invadiu e investigou sobre mim! Meteu-se onde não era assunto seu. Me deu o direito de fazer o que quiser.


Hermione já esperava que ele reagisse mal sobre a revelação. No entanto, de uma forma estranhamente assustadora, ela estava mais magoada e ofendida pela reação e as duras palavras dele do que sequer pensou que pudesse ficar. 


- Pensei que fôssemos amigos. – Ela não pode impedir sua voz de sair embargada e denunciando sua tristeza.


- Mesmo isso não te daria o direito – ele falou, não parecendo ter notado a tristeza dela.


- Se é assim que você quer, está certo. Mas saiba, Rony, você não foi o único a ser tirado do convívio da família. No entanto é um dos poucos que tem a chance de descobrir o que aconteceu e tê-los de volta, mas se recusa. Quem está sendo absurdo aqui é você.


Rony preferiu não dizer mais nada quando percebeu que ela se preparava para ir embora. Seria melhor a deixar ir. Contudo antes que Hermione alcançasse a porta ela se abriu. E nada no mundo o havia preparado para o que aconteceu.


Quando Harry passou pela porta, Rony logo viu que a namorada do amigo estava com ele. E não teve tempo para fazer nada, a moça correu em sua direção e se jogou em seus braços. Ele ficou estagnado e levou alguns segundos para entender o que acontecia. Quando o cérebro voltou a funcionar normalmente, sem muita paciência e delicadeza, ele se soltou do abraço e saiu pela porta que Harry ainda não havia fechado.


- O que foi isso? – Quando perguntou, Harry ainda olhava para porta que Rony havia acabo de bater. Porém, como ninguém disse nada, ele virou-se para as mulheres que estavam na sala. – Será que alguém pode me dizer o que está acontecendo?


- Conte a ele, Gina. Eu vou pra casa. – Hermione, depois de ver a forma como Rony reagiu ao abraço da irmã, se sentiu ainda mais frustrada do que já estava. Sabia que seria muito difícil convencê-lo.


- Mione, espera! – Gina correu até a amiga e a abraçou. – Muito obrigada.


- Não precisa agradecer. – Hermione retribuiu o abraço, mas soltou-se rápido. – Em casa nós conversamos. Até mais Harry.


Quando Hermione saiu, Harry olhou para Gina esperando que ela dissesse alguma coisa. A namorada havia ligado para ele dizendo que precisava ir até sua casa, mas não tinha dito uma palavra desde que a encontrou.


- Vamos sentar, Harry. Tenho uma história triste pra te contar.


 


************************


 


A vida que vinha levando agora, em nada lembrava a que fora pouco tempo atrás. Cálculos, planilhas... Controle financeiro do crime! Foi o que tomou conta do tempo que antes era aproveitado com ela. Papéis com anotações de letras horríveis dispostas diante dele como um dia esteve o corpo quente e acolhedor dela. Que agora lhe estava negado!


Depois de uma vida em que sempre teve tudo o quis, que nunca teve que abrir mão de nada. A primeira vez que teve de fazer foi pela única coisa que lhe era verdadeiramente importante. E diferente do que o pai achava, não era por orgulho ferido que ele se frustrava. Não, pelo contrário, ele estava sofrendo. Ele a queria!


Irritado, passou o braço pela mesa, deslocando o computador e jogando os papéis no chão. Tudo lhe fora restringido, o cheiro, o gosto, o toque... a presença. Tudo proibido pelo pai. 


Ele a viu, não resistiu muito tempo. Três dias foi o tempo que agüentou antes de segui-la. E só foi pior, vê-la fez aumentar a vontade de estar com ela e ele viu a dor nos olhos dela. Muito mais forte do que ele pode notar na voz quando ela ligou durante a noite, dizendo que não acreditava nele. Nunca achou que fosse, por algum motivo, querer ser outra pessoa. Droga, por ela, ele queria!


Resignado, começou a recolher os papéis do chão e voltar ao trabalho. O pai o incumbiu de contabilizar os lucros, conferir se lhes foram repassado os valores certos e quando não, mandar ir atrás dos “inadimplentes”. 


O que o levou ao outro problema: Potter, o policial não ficou nada satisfeito com o destrato e disse que ele não estava livre do compromisso que assumira com Alastor Moody. Teria que dar um jeito de ajudar para que pegassem Tom Riddle ou seria ele o incriminado. E com todas as informações que ele passou e tendo admitido participação em algumas ações, teria, caso quisesse livrar a própria cara, que ajudar a policia. Um acordo simples, Potter o disse: “Um pelo outro, Malfoy, foi tudo o que conseguimos”.


Muito simples! Se o que ele estivesse fazendo agora ajudasse em alguma coisa...  Mas não. Estava com a parte burocrática, o pai ainda não voltara a confiar nele o suficiente para contar sobre o que poderia vir a ajudá-lo. Avaliando friamente, neste ponto, e apenas neste, o pai estava com razão.


Decidiu parar, pois não conseguiria mais trabalhar. Estava juntando os papéis quando a campainha tocou. Soltou um impropério e foi atender a porta. Quem poderia ser? Não estava esperando ninguém, e por que o estúpido do porteiro não anunciou? 


- ‘Tá fazendo o que aqui? – Draco precisou de muito esforço para se fazer parecer desdenhoso e desinteressado.


- Oi. Precisamos conversar.


- Não temos nada pra conversar e eu estou ocupado. – Ele se virou para fechar a porta, mas houve resistência.


- Ah, temos sim! – A porta foi empurrada e Draco desistiu de tentar fechá-la, na verdade ele não queria. – E vamos fazer isso agora!


- Vai perder seu tempo, Kristen. – Ele fez um gesto amplo indicando o interior do apartamento e permitindo a entrada de sua visitante e fechando a porta em seguida.


- Draco, você acha realmente que eu acreditei na desculpa que me deu? – ela perguntou ainda de costas para ele enquanto deixava a bolsa sobre um dos sofás.


- Eu não acho nada! Aliás, estou pouco preocupado...


- Deixa de ser ridículo! Você nem mesmo se convenceu do que está me dizendo. – Ela abriu os braços exasperada e caminhou na direção dele. 


Draco estava dividido entre a boa sensação de tê-la por perto, de poder ouvir a voz, mesmo que fosse para discutirem, e a de que estava tudo errado, ela não deveria estar ali. E tinha certeza de que ela havia percebido. Teria que se fazer mais convincente. 


- Escuta, Kristen, não é problema meu se você acredita ou não nos meus motivos. – Ele passou por trás do sofá fugindo da aproximação. – Eu disse que não quero ficar com você. E eu não quero mais. Simples assim.


- De uma hora pra outra! Ah, faça-me o favor... Nós nos amamos!


Esforçando-se para ignorar a verdade que fervilhava dentro dele e pensando se a única forma para que ela acreditasse nele era sendo rude, Draco se inclinou pondo as mãos no encosto do sofá.


- Ah, é? E quando foi que eu te disse isso?


Kristen respirou fundo, sabia o que ele estava fazendo, mas apesar disso não podia negar que ele nunca lhe dissera que a amava. Não com palavras.


- Você sempre pareceu bastante convincente.


- Ah, meu bem, nunca me pareceu que você fosse assim tão ingênua.


Perdendo de vez a paciência, Kristen caminhou até ele. Draco era esperto, mas ela era mais. E ele iria ver.


- Sendo assim, você me enganou e se aproveitou da minha ingenuidade...


- Você nunca reclamou... – Ele notou o olhar determinado dela enquanto chegava mais perto. Estava perdido!


- Não estou reclamando. Contudo, isso me dá o direito de fazer o mesmo com você.


Ela não deu tempo para ele dizer mais nada. Empurrando-o pelos ombros, fez com que se desencostasse do sofá e o beijou. Ele não resistiu. Como poderia? Precisava dela. E se ela estivesse achando que só o usaria, qual o problema? Depois ela iria embora e aceitaria a situação.


Prendeu uma mão nas costas dela e a outra a apertou na nuca aprofundando o beijo. Cambaleando com ela presa firme em seus braços, ele fez o trajeto que os levariam ao quarto. Porém não chegou ao destino. Ao sentir Kristen mordiscar o lóbulo de sua orelha após sussurrar que o amava, Draco perdeu o controle e esqueceu por completo o motivo pelo qual não a tinha há algum tempo. Ele focalizou o banco estofado que tinha no corredor que levava ao quarto. Sem pensar mais, seguiu na direção dele e se sentou a puxando para o seu colo. A saia dela foi para na cintura e o gemido de ambos pelo contado do fino tecido da calcinha dela com a excitação de Draco foi estrangulado pelo beijo.


Com ela acomodada em suas pernas, ele parou de acariciar-lhe as costas para terminar de despi-la da blusa. Ela também aproveitou para lhe tirar a camisa e passear as mãos pelo peito. Draco subiu uma das mãos pelo corpo dela e a pousou sobre o seio fazendo movimentos circulares no mamilo intumescido. Ela o segurou com certa força pelos cabelos e tomou-lhe a boca num beijo voraz que não durou muito.


Draco a manteve apoiada nas mãos e a inclinou para trás, desceu os lábios pelo pescoço dela até chegar ao seio sugando-o com volúpia como sabia que ela gostava. Os sussurros que ela soltava entravam em seus ouvidos o incentivando. Em meio a mãos, beijos e sussurros logo ele estava sem a calça, e Kristen levantou e livrou-se da calcinha. A saia continuava em um amontoado ao redor da cintura, mas não havia mais roupas os impedindo.


No momento que ela sentou sobre ele, o acolhendo no seu interior quente e úmido, ele só fez confirmar o que já sabia. Não poderia viver sem essas sensações que ela lhe causava. As mãos dela apertavam-lhe os ombros, as marcas das unhas estariam ali na manhã seguinte, como uma confirmação. Draco cadenciava os movimentos dela segurando-a nos quadris, fazendo ir mais rápido e mais rápido a cada gemido que ambos soltavam. Ávidos, não demoraram e receberam o êxtase como uma dádiva.


- Não podia ter perdido o controle. – Ele falou ao ouvido dela, depois de um curto silêncio. Os corpos ainda ligados, as respirações ofegantes.


A sensação de que não deveria ter feito aquilo começando a se fazer novamente em Draco, mas não forte o suficiente.    


- Teria sido bom se tivéssemos chegado ao quarto.


- Teria? – perguntou, afastando com a mão o cabelo dela e beijando lhe o pescoço, fazendo a suspirar. Era difícil resistir a ela.


- Foi bom, Draco... muito bom.


Ele riu satisfeito quando a fez perder a voz pela leve mordida em seu pescoço. E a segurou firme levantando com ela em seu colo. A consciência novamente o abandonando novamente.    


- E pode ser melhor, muito melhor.


Kristen prendeu as pernas em torno da cintura dele, passeando as mãos pelo peito do loiro fazendo-o ofegar, ela se sentiu poderosa, pois sabia que ele só se entregara daquela maneira porque a amava.


Draco abandonou os lábios dela e desceu a boca pelo pescoço até chegar ao vale entre os seios. Estava entregue e deliciado. Chegou a concordar e quase acrescentar mais quando Kristen falou ao seu ouvido que sabia que ele a queria. Contudo uma coisa o fez parar.


- Não atende – pediu a mulher sussurrando em seu ouvido.


Ele teve vontade de atender ao pedido, mas o toque do celular indicava que era sua mãe ligando, fazendo inevitavelmente lembra-se do pai. E isso o devolveu à realidade. Num movimento rápido, desvencilhou-se das pernas de Kristen e a colocou de pé no chão. Foi até a sala, onde a calça estava jogada, e pegou o celular.


Kristen entrou na sala ao mesmo tempo em que Draco desligava o celular. Ela parecia estar do mesmo jeito que ele a havia deixado, olhando-o com desejo e mágoa, os seios avermelhados, os cabelos bagunçados pelos dedos dele e a saia suspensa deixando o corpo a mostra. A imagem era absurdamente tentadora, mas ele havia recobrado o controle.  


- Eu preciso sair. Você tem que ir embora.


- Você está me dispensando agora? – ela perguntou caminhando para onde estava sua roupa.


O desejo que tinha nos olhos dela foi substituído pela raiva. Porém ele não se deixaria levar. Seria muito pior se não continuasse.  


- Não. Eu já te dispensei há uma semana. Agora, se me der licença. – Ele indicou a porta para ela. – Eu preciso me arrumar pra sair.


Se apoderando de toda dignidade que possuía, Kristen se vestiu, apanhou a bolsa no sofá e moveu-se para sair. Entretanto quando a caminho da porta passou por Draco que já estava vestido da calça, parou e falou bem perto do seu ouvido.


- Você me quer Draco, e está fazendo a coisa errada. – Sem espera resposta ela saiu e deixou a porta aberta.  


Mesmo se tivesse esperado, não teria resposta. Era verdade, ele a queria mais do que a qualquer outra coisa no mundo, pensou enquanto fechava a porta. Mas a queria viva. Viu que eram apenas nove horas da noite quando passou pelo relógio a caminho do banheiro. Seria uma noite longa e ele precisava de um banho frio.


Depois de duas horas e outro banho, a sensação das mãos dela em seu peito e do corpo quente que o acolhera ainda não o tinham abandonado. E mesmo se valendo de muito esforço, todas as suas tentativas de distração se fizeram vãs. Draco não conseguiu controlar o impulso de ir até ela.


Pela impaciência, apertava a campainha incessantemente. Ouviu a queixa dela sobre fazerem estardalhaço. Porem não deu tempo algum para ela falar quando a porta foi aberta, num rompante ele entrou e a puxou para si, prendendo-a contra a porta enquanto a trancava.


Sabia que não tinha mais jeito. Se ele não tivesse aparecido, ela poderia esquecê-lo e vir a ter uma vida boa com outra pessoa, ser feliz com outra pessoa. Entretanto, ele queria ser essa pessoa. E por que não poderia ser? A resposta queimava-o, contudo não tinha mais volta. Se fosse sincero, sempre soube que não conseguiria ficar longe. Ele pertencia a ela tanto quanto ela a ele.  


- Draco... – ela tentou falar quando ele desceu os lábios por seu pescoço.


- Você estava certa – ele disse entre os beijos. – Eu a quero. Mais do que jamais a quis antes. 


Kristen o segurou pela nuca e o fez olhar para ela. Precisava ver nos olhos dele. E também queria ouvir.


- Então me diz, Draco – ela pediu quando com a mão livre segurou a dele que tentava desfazer o laço do seu robe de seda preta. – Diz...


- Eu te amo.


Ela podia ser mais dura, exigir explicação ou repreendê-lo pelo tratamento de horas antes, mas tudo a levaria ao mesmo lugar: aos braços dele. O sorriso dela não poderia ser mais lindo. Tirou a mão de cima da dele permitindo que lhe despisse o robe. A peça caiu, suave, formando um amontoado no chão e a deixando apenas com a pequena camisola preta de rendas.


- Eu te amo – ele repetiu. – E estava certa quanto a isso, mas errada sobre a outra parte. – Ela apenas soltou um gemido.  – Eu estou fazendo a coisa errada agora. Mas não tem mais volta.


Sentindo que ela ficava tensa, ele a apertou contra si e lhe mordeu o lábio inferior, se forçou a pensar no quarto dela e no quanto queria mostrar-lhe que falava a verdade. Não era só desejo, agora. Ele a deitaria na cama e a tomaria para ele, faria com que ela jamais viesse a desejar outro homem e mostraria que ele mesmo não desejaria outra mulher a não ser ela. Não era por isso que estava se arriscado? Por não conseguir ficar longe dela? Ele não pretendia ir embora, não pretendia ficar longe. Cambaleante a conduziu em direção ao quarto. E dessa vez ele chegaria.


- Vamos. Vou amar você a noite toda.


- É o que eu espero.


Assim como os quadros no corredor da casa de Draco haviam sido testemunhas da entrega e do desejo desesperado, era chegada à vez dos que tinham no quarto dela, mas estes presenciariam as trocas de carinhos, caricias e amor do casal.       


Quando acordou no dia seguinte, Draco esperava encontrar Kristen deitada ao seu lado, contudo ela não estava. Ele se levantou, saiu pela casa em busca dela. No banheiro não a encontrou e nem na cozinha. Já estava começando a ficar apreensivo quando voltou ao quarto, mas ele notou um pedaço de papel amarelo sobre o travesseiro dela. Era um pequeno bilhete:


Bom dia meu amor!


Se eu não estiver quando você acordar, não se preocupe, fui comprar algumas coisas para o nosso café da manhã. Ainda é cedo, volte a dormir. Eu te acordo na volta. Não demoro.


Amor.


Sua Kristen.


O alivio que sentiu ao ler o bilhete se esvaiu no momento que se virou para pousar o papel sobre o criado-mudo ao lado da cama e viu que já passava das onze da manhã. Kristen já deveria ter voltado...


Rápido, ele correu até a calça que estava caída no chão do quarto e pegou o celular. A angustia aumentava em cada toque, e quando pensou que a ligação se perderia, o telefone foi atendido. Contudo não foi a voz de Kristen que ele ouviu.


 Você foi avisado – o homem disse e desligou.




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N/B : Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! AI, MEU DEUS!!! Primeiro, a Mione não agüentando e contando tudo pro Rony, que reagiu daquela maneira como se fosse um trasgo: ou seja, totalmente Rony! Depois, a cena “hot” entre Draco e Kristen pra, finalmente... OS BANDIDOS A PEGANDO! Kelly Maria! Me recuso a ficar com essa angústia por muito tempo! Quero mais! Quero muito mais dessa sua história deliciosa e cada vez mais bem contada! Sim, estou adorando ver você melhorando cada vez mais, irmã, e ainda de camarote! Portanto: trate de desempacar, pois quero capítulo novo!! Beijos muito especiais pra você! Amo!! Liv.


N.A: Não sei muito o que disser desse capitulo, não faço a menor idéia do que vcs vão pensar dele. Estou insegura. Uma conversa importante, uma NC – a primeira que eu escrevo – e um seqüestro. Coisas importantes, que eu não sei se vcs vão gostar. Espero que sim. E aguardem que grandes emoções estão por vir. Obrigada a quem tem comentado e caso tenha alguém lendo e que não comenta obrigada tbm.  Beijos


JOSY CHOCOLATE: Vou comentar sim, fiquei um pouco sem tempo ultimamente e estou atrasada em alguns capítulos, mas quando der eu passo lá de novo. E fica tranqüila, sem crise leia quando der. Beijos


Maira Daróz: Uma leitora nova!!!!!!!! Nem acredito. Hahahaha. Estou feliz de verdade em saber que gostou. Sim o Rony é o foco – Não resisto a esse ruivo – E é a Harry e Ginny vão ficar muito felizes. E aguarde a ruiva vai fazer toda a diferença... Beijo e espero que goste deste tbm.


Dani Gente Boa: Valeu Dani! Fica a vontade e lê quando der. Beijos


Priscila Louredo: Que feliz que vc gostou!!!!! Será que vc encontrou neste alguma semelhança com suas imaginações... Tomara que tenha chegado perto. Espero que vc goste desse tbm, que é um que me deixou muito insegura em todos os sentidos. Querida obrigada. E espero desencontros. (Eu não perco uma chance né hahaha).  


Clara: Querida, obrigada pelo comentário!! Eu tbm espero que o ladrão se arrependa. Fico muito feliz que vc tenha gostado, foi um capitulo que eu gostei de escrever e confesso que gostei de como ficou. Espero que vc goste desse tbm. *Medo*!!!! Me diga o que achou. Beijos...  


Bruna G. Weasley: Mana!!!!!!!!  Dá uma saudade né? Logo faz um ano que fomos lá. Gostou mesmo? Que feliz!!! Espero que goste deste tbm. Aguardo sua opinião.  Beijos. Te amo. Até sábado no filme!!!!!! 


Cybelle: Que bom que vc gostou!!! Fiquei muito feliz com seu comentário. Ta ai a conversa e a reação do Ron, será que ele vai resistir muito tempo? É vc tinha razão a Kristen é muito esperta e sabe bem provocar o Draco. Ele não resistiu. Agora é só torcer pra que ela fique bem... Desculpe não pude att com mais rapidez, espero poder ser mais rápida com o próximo. Mas confesso que ele exigira bastante atenção, ou eu posso sem querer errar a mão e o tiro sair pela culatra. Ou seja acertar o personagem errado. Beijos querida, espero pra saber o que vc achou.    


Tata Evans: Muito obrigada. Que bom que vc gostou. E esse tbm foi bom? Desculpe a demora, vou tentar não demorar tanto. Beijos.


Kelly


 


 

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