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10. A vida de um Malfoy


Fic: Harry Potter e O Enviado da Luz


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Capítulo 9 – A vida de um Malfoy

- Já há algum tempo os Deuses vêm se comunicando comigo. – começou a dizer Galadriel para os jovens sentados à frente do espelho. – Eles me alertaram que os titãs estavam se manifestando cada vez mais na prisão onde se encontram.
- Mas porquê? – perguntou Harry
- Devido ao poder das trevas que esta emanando da terra nos dias atuais. – respondeu Galadriel. – Os dementadores que foram soltos por Voldemort apesar de não ser vistos pela maioria dos trouxas causam grande terror e medo para eles o que deixa os titãs mais fortes.
- Voldemort. – sussurrou Harry
- Sim. – disse balançando a cabeça afirmativamente Galadriel – Os Deuses acreditavam que existia uma ligação entre ambos, algo que foi provado recentemente, quando os seguidores de Voldemort procuravam a entrada da prisão dos titãs.
- O ataque a aquela cidade! – exclamou Rony
- Exato. O que me intriga é que eles mesmos estando à procura do portão e não o encontrando, aquela montanha escondia o último templo em homenagem a Cronos, muitos segredos das artes das trevas então foram revelados...e Voldemort por ter encontrado aquele templo deixou de ser um bruxo comum e se tornou O Enviado das Trevas que veio com a função de libertar os Titãs.
- Até ai era de se esperar. – falou Hermione pouco tempo depois.
- Hum, rum. Mas o que você não sabem é que naquele local Voldemort descobriu como usar esses poderes para controlar qualquer homem, animal ou coisa que seja ligado às trevas.
- Que tipo de animais das trevas? – perguntou Rony temeroso – Dementadores, Lobisomens?
- Pior, ele pode controlar não só esses animais que já são terríveis como também animais do submundo como os Baatezus.
- Baatezus? – perguntou Hermione
- Sim. Uma raça de demônios das trevas formados por Abishals Ammizus, Barbazus, Cornugons entre outros.
- Ammizus, acho que já ouvi falar deles... – disse Felix
- Sim, aula de História da Magia provavelmente. – disse Lyra se lembrando de algo – Acho que ouvi isso de um professor de Beauxbatons.
- Você lembrando de aula de história da magia? – zombou Felix
- Tudo bem eu sei que você é o especialista em história, mas deixa-me terminar. – riu Lyra – Ammizus são horríveis, são baixos, tem uma cabeça grande, dentes pontiagudos, braços e pernas pequenos e asas de couro. Eles normalmente subiam a superfície terrestre comandando exércitos de Erinys, que pelo que eu lembre controlava os seres humanos e os levava a 5ª Camada para servir de isca para as Tanar’ris durante A Guerra Sangrenta.
- Guerra Sangrenta? – questionou Hermione – Isso não era uma lenda?
- O tempo passa, as coisas acontecem, novas guerras, novos mundos e então as histórias virão lendas, é a evolução. – comentou Galadriel pensativa
- Vocês ainda não falaram da guerra. – falou Gina – E quem são os Tanar’ris?
- Uma coisa de cada vez Ginny. – falou Isaias
- A guerra sangrenta, - começou Galadriel – foi uma busca selvagem para a aniquilação dos demônios de Planos Baixos. As maiores forças da Guerra eram provenientes dos Tanar’ris (do Abismo) e dos Baatezus (de Baator). Os reais motivos para essa guerra são incertos, pois os Tanar’ris são criaturas caóticas que adoram o genocídios enquanto os baatezus são audaciosos e querem tomar o controle de tudo. Quando esta guerra tomou proporções grandes demais os deuses tivera, que interferir separarão os Tanar’ris e os Baatezus e os aprisionaram em dimensões diferentes.
- Então aquele vulcão? – perguntou Isaias
- Ela não era o portal dimensional, mas lá Voldemort descobriu como achá-lo e abri-lo assim como abrir o dos Tanar’ris.
- Ou seja estamos ferrados. – resumiu Harry o que a maioria pensava.
- Nossa como você está pessimista. – zombou Luna – Não vai ser esse bando de demoniozinhos que irão nos deter. Afinal somos os descendentes divinos!
- Não. – falou Galadriel sorrindo depois – Vocês são os Olímpicos!
Após todos rirem Galadriel voltou a falar.
- Vocês são os Olímpicos, aqueles que foram escolhidos pelos poderosos cosmos de Zeus, Hades, Poseidon, Hera, Deméter, Athena, Apollo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Ares e Dionísio para impedir a libertação dos titãs. E
- E? – perguntou Gina
- E vocês também receberão poder semelhante ao dos Deuses para detê-lo.
- Semelhante? – perguntou Isaías com a sombrancelha levantada.
- Exato, vocês são os escolhidos, portanto tem capacidade para desenvolver uma grande quantidade de poder além da ajuda dos Deuses. No entanto além de poder controlar os Baatezus Voldemort está recebendo ajuda dos titãs.
- Mas nós somos 13 ganharemos dele facilmente.... – disse Rony – Não eh?
- Não exatamente... cada um de vocês recebe o poder de 1 Deus a não ser o Enviado da Luz que recebe dos 12, o poder da Luz.
- Quem de nós é o Enviado? – perguntou Thiago após algum tempo
- Isso só vocês poderão descobrir. – respondeu sinceramente
- Pelo menos teremos uma chance. – respondeu Juliana
- Enquanto Voldemort não puder controlar totalmente os seus poderes nem mesmo os Baatezus irão obedecer a suas ordens. Mas não esperem um tempo de tréguas... eu previ ainda hoje um ataque organizado pelo mais fiel seguidor de Voldemort..nem mesmo o traidor sabe dele.
- E agora o que nós faremos? – perguntou Felix
- Vocês não conseguiram derrotar Voldemort sem antes aprender a controlar os poderes divinos que ainda não despertaram em todos. – disse ela enchendo uma jarra com a água da fonte rezando-a em direção aos céus e atravessando o espelho.
- Não sabia q o Espelho fazia isso...... – disse Isaias
- Ele não faz, isso foi apenas a vontade dos deuses de que eu concedesse a todos o controle de parte do poder que vocês receberão. – disse ela seguindo até o meio da sala e pondo a jarra em cima da mesa e despejando o liquido em 6 copos e entregando-os aos 2 trios. – Apenas Harry, Rony, Hermione, Isaias, Felix e Juliana irão beber desta água hoje..... os outros deverão esperar terem recebido os seus poderes.
- É estranho, ela resfriou todo o meu corpo. – disse Rony
- Eu me sinto capaz de solucionar qualquer problema. – disse Hermione tocando em si mesma
- Eu estou bem mais calmo. – disse Isaias voltando a postura de sempre
- Já eu to bem mais disposto. – disse Harry antes de sentir uma pontada na cicatriz no meio da testa.
- Ah como a natureza é bela. - disse Juliana indo olhar a janela
- Nossa lembrei de todos as coordenadas da s aulas de Astronomia. - disse Felix
- Como poderemos controlar a outra parte do poder? – perguntou Juliana
- Para isso vocês devem procurar ajuda dos Altos Elfos. Eles foram os únicos que conseguiram dominar a maior parte da magia do chakra.
- Entendo. – disse Harry – Mas como encontraremos esses elfos? Não podemos sair de Hogwarts.
- Tentarei entrar em contato com eles. – disse Galadriel antes de voltar pelo espelho para o seu bosque onde ela fez uma pena aparecer na sua mão e a jogou na fonte que após ser atingida por um jato de água desapareceu – Mas enquanto não consigo, acredito que vocês devam treinar aparatação, animagia e artes das trevas.
- Artes das Trevas? – exclamou Harry
- Claro. – interferiu Luna com seu ar aloucado – Para se montar a melhor defesa deve-se observar o melhor do inimigo.
- Luna e seus provérbios. – zombou Lyra
- Ela esta certa. Para se defender contra as trevas deve-se conhecê-las – falou Isaias
- Ah, você também Zay? – zombou novamente Lyra
- Ok OK. – disse Isaias
- Quando conseguir falar com algum deles irei avisá-los pelo espelho. – disse ela olhando para o céu – Acho melhor vocês irem agora, já está tarde. Aconselho vocês a usarem esta Sala, enquanto não podem sair de Hogwarts, para treinarem. Até breve Olímpicos.
- Até. – responderam todos enquanto se levantavam.
- E então Harry? – perguntou Rony ao seu amigo pensativo demonstrando a mesma preocupação dos outros
- Não sei Ron, não consigo raciocinar mais nada hoje, tenho que absorver todas essas informações.
- Não esquece de limpar a mente antes de dormir Harry, você sabe quando você se cansa demais você fica vulnerável. – disse Hermione tambe preocupada
- Não se preocupe Mione irei me certificar que o Sr. ai esvazie toda a cabecinha dele. – zombou fraco Rony
- Estamos muito cansados mesmo, vamos todos dormir e tentar absorver as informações que recebemos, e não é necessário pedir que mantenham sigilo né?
- Pode deixar chefinho. – disse Felix antes de dizer a senha e sair correndo pelo o retrato d Helga Hufflepuff que ria junto com os outros enquanto Harry se levantava.
Quando todos os outros saíram só ficando os grifinórios Thiago pegou o Mapa do Maroto das mãos de Harry e o observou para verificar se não havia ninguém no salão comunal.
- O caminho ta livre, só o Malfoy além de nós está acordado, andando de um lado para o outro na sala precisa.
- Hmm, interessante. Achei que ia durar mais. – falou baixinho Isaias
- O que ia demorar mais? – perguntou Harry segurando-o enquanto os outros passavam pelas passagens
- O Draco.
- Ahn?
- Eu falei com ele que quando ele quisesse conversar era só ir para a sala precisa que eu iria vê-lo. Ele deve estar passando por uma barra muito pesada para ter ido tão cedo.
- Será?
- Você ainda não confia nele não é? – perguntou rindo Isaias
- É difícil acreditar no filho de um comensal que vem me enchendo desde que eu entrei em Hogwarts...
- ... além dele odiar bruxos nascidos trouxas. – completou Isaias – Olha se você não percebeu ele tá mudado, ele passou várias vezes hoje pela gente e não falou nada nenhuma vez. Mas como eu sei que você não vai acreditar nisso facilmente eu tenho uma proposta.
- Proposta?
- Eu proponho que você venha bisbilhotar minha conversa com o Draco na Sala precisa.
- Como se eu fosse deixar você ir sozinho. – disse Harry na ponta da escada. Vou pegar minha capa de invisibilidade. Finalmente verei como ele é, além de te proteger caso ele fique exaltado. Hehehe
- Do que vocês estão rindo? – perguntou Juliana que já estava no topo da escada
- Não se preocupe Ju. Podem ir dormir nós vamos fazer algo voltamos já. – disse Isaias puxando Harry pelo braço enquanto ele tentava por a capa. – Não se preocupe Ron eu irei obrigá-lo a limpar a mente.

**********************************
- Não sei se isso foi uma boa idéia... – resmungou Harry enquanto Isaias abria a porta da sala
- Agora é tarde. – disse ele sorrindo. – Como vai Draco... Desculpe pela demora estive ocupado.
- Já estava quase desistindo de te esperar. – disse sentando-se em uma poltrona. – Você continua tão lento quanto um verme-cego.
- E você como sempre extremamente espirituoso. – zombou Isaias
- Ora deixe de lenga-lenga e me diga porque me chamou. – resmungou Malfoy
- Que eu me lembre foi VOCÊ que veio aqui para conversar. – disse Isaias assustando-o
- É bem é verdade. – começou desconcertado
- Que tal começar pelo nosso problema. – falou Isaias pondo a mão no queixo
-- Boa idéia, digo, é.- disse antes de respirar fundo e falar. – Olha, eu to muito confuso a ultima vez que nos vimos.
- Foi no enterro do meu pai. – disse Isaias
- Exato. – disse se sentindo incomodado Malfoy – Nós tivemos um certo desentendimento que acabou com a nossa amizade.
- Hum, rum. – confirmou Isaias com as mãos no queixo. – E você lembra o motivo do desentendimento?
- Bem, é que... – disse Malfoy muito nervoso. – Eu acho que...
- Sou eu que devo achar alguma coisa. – respondeu sério Isaias – Acho que devo te pedir desculpas. Naquele dia não quis te escutar e já fui te acusando sem ter provas.
- É, eu gostaria de ter podido te explicar. – disse Malfoy mais calmo. – Mas mesmo você sabendo que poderia ter sido meu pai você não nos denunciou para os Aurores. O-o-ob
- Não foi nada. Eu fiz isso não por seu pai, mas por você e por sua mãe. Não poderia destruir sua vida.
- Não como eu fiz com a sua não é? – disse Malfoy rapidamente irritado – Pois saiba que perder você e a Lyra doeu mais em mim do que qualquer surra que vocês tivessem me dado.
- Eu sei.
- Tenho algo a te dizer. – disse Draco olhando o lago pela Janela – Eu fui, bem um espião da sua família e de seus amigos.
- Isso eu já suspeitava. – respondeu Isaias seriamente afinal achar isso é diferente de ouvir da boca da pessoa que considerava como irmão. – Agora me diga o motivo.
- Bem, o porque,... o motivo,...
- Estou esperando.
- O principal motivo foi minha mãe. – disse fechando os olhos como se lembrasse de algo ruim
- Tia Narcisa? – perguntou Harry com a sombrancelha arqueada
- Você ainda a chama assim? – perguntou sorrindo de leve
- Não enrola. Continua logo. – disse Isaias exigindo a continuação
- Bem, a vida dela foi o motivo de eu trair vocês. – disse Malfoy voltando e se sentando na frente de Isaias – Você se lembra da noite do aniversário da Lyra?
- A noite que você passou do horário que seu pai chegava?
- Exatamente. Nesta noite meu pai espirituosamente exigiu que eu espionasse vocês e continuou me obrigando a treinar artes das trevas. – disse Malfoy olhando os pés e chorando – Minha mãe tentou convencê-lo de que não havia necessidade, afinal aquele cara-de-cobra já havia morrido a anos e não havia o porque de fazer isso.
Isaias levantou e andou até o lado de Draco colocando a mão em seu ombro como se estivesse dando apoio.
- Ela era adepta a Voldemort? – perguntou Isaias quando Draco já havia se controlado.
- Não! Jamais. – disse ele rapidamente – Quer dizer, ela o seguia , mas só porque era casada com meu pai que ameaçava me matar caso ela não o obedecesse.
- Certo. Pode continuar.
- Depois que minha mãe falou aquilo, a briga ficou feia e ao contrário das outras brigas eles não me mandaram para o quarto, estavam tão furiosos que nem ligaram para a minha presença ali. Preferia que tivessem mandado. – terminou engolindo em seco
- O que houve? – se preocupou Isaias
- Hunf! Você conhece meu pai, quando ele não ganha o outro lado também não ganha. – disse sarcasticamente – Ele só mandou um cruciozinho nela.
- O que? – exaltou-se Isaias – Esse cara é maluco?
- Só um pouquinho. E pra completar ele jurou fazer o mesmo comigo e muito mais com ela se eu não te espionasse. – disse Malfoy sarcasticamente – Pronto. Pode me chamar de fraco ou até mesmo me matar, sei que mereço, só quero que você prometa salvar minha mãe.
- Você não é fraco é só idiota, e ama demais sua mãe. Quanto a te matar, não tenho porque fazer isso, você já teve sofrimento o suficiente. – falou olhando o crepitar do fogo na lareira. – Além do mais você já foi perdoado.
- Você me perdoou? – perguntou Malfoy estranhando
- Perdoei. Você assim como eu e nossas mães fomos apenas vítimas de Lucius. – disse sério
- Vítima do meu próprio pai. – disse Malfoy baixando a cabeça. – Vem cá, será que um dia nós poderemos voltar a ser amigos?
- Talvez. Se você fez o que fez por amor a sua mãe e com medo de algo ruim acontecer, não vejo motivos para sermos inimigos, além do mais quem matou meu pai foi o Lucius.
- Que bom. – disse Malfoy sem graça – Vem cá demorou muito pra você me perdoar?
- Hum, esqueci de te avisar que você deve agradecer a Lyra, ela foi a responsável por isso. – disse Isaias
- A Byrnison? – perguntou sorridente
- Sim. A seis anos atrás eu e Lyra nos encontramos por coincidência quando fomos convocados a estudar em Crystal. Foi ótimo reencontrá-la, nos divertimos muito relembrando os bons tempos. Mas sempre que chegávamos a falar de você eu fugia da conversa. Ainda no primeiro ano durante o baile de estátuas nós tivemos uma briga feia porque ela continuava te defendendo. A Vogel praticamente me obrigou a ouvi-la, foi então que percebi a burrada que tinha feito. Não foi você que matou meu pai. Foi Lucius Malfoy.
- Entendo. Mas não vou poder agradecê-la em público, meu pai tem muitos espiões aqui e eu temo pela vida de minha mãe.
- Não se preocupe, acho melhor você continuar obedecendo as ordens do seu pai e bancando o Malvadão. – disse se erguendo – Acho melhor irmos.
- Você tem razão. Vamos logo. – disse Malfoy seguindo até a porta onde parou olhando a maçaneta – Podemos voltar a nos encontrar?
- Sempre que você precisar conversar.
- Isso significa que voltamos a ser amigos? – perguntou sarcástico ao chegar numa bifurcação.
- Isso significa que podemos voltar a ser amigos. – disse andando para um lado enquanto Malfoy ficava parado olhando-o – Mas estou te avisando, quando eu encontrar seu pai ele não ficará impune.
- Faça o que achar certo. Até outro dia Zay.
- Até mais Draco. – Respondeu da ponta da escada.









N/A: Olá pessoas. Olha o Zay devolta!!!!! Nossa vocês não tem noção de como estava com saudades de vocês meus leitores.... fui obrigado a viajar pra um buraco onde a única lan que existia não tinha nem Internet..... vocês não sabem como eu sofri sem o meu PC. Mas pelo menos agora tenho novas idéias para expor na fic. Ai ai... este capítulo é dedicado a Jewel e Kawa Potter, a Grazi e a _Kika_ além de todas as fãs do Draco principalmente a Nath Malfoy,... que eu espero que não tenham chorado com o sofrimento dele.....(Como se eu conseguisse fazer alguém chorar com essas besteiras que escrevo T.T). Bom... Hoje não tem N/B porque minha Beta tirou férias sem me avisar......foi pra um lugar ai curtir e quando eu voltei não conseguir encontrá-la....... só isso mermu
Te mais pessoal e até o capítulo 10!

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