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21. Uma Grande Imbecilidade


Fic: Só o Amor Salva


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 21 - Uma Grande Imbecilidade


 


12 de Janeiro de1977


E a volta para Hogwarts seguiu normalmente.


&&&


O ano transcorria sem grandes acontecimentos. Snape ainda saía com Travers, Nott e, agora, Regulus Black, que passara a acompanhá-los e saíra do time de quadribol da Sonserina.


Portanto, para que Florence nunca desconfiasse, eles apenas sumiam quando havia treino ou jogo de quadribol. Assim, ela nunca soube, realmente, se Snape continuava a se encontrar com os amigos, nem que Regulus se aliara a eles.


&&&


A Sonserina ganhou a Taça das Casas e o Campeonato de Quadribol. O maior acontecimento do final do ano foi Sirius Black e James Potter, com a cabeça enfaixada pela terceira vez naquele ano, entrando no campo de quadribol com o uniforme da Sonserina, para entregarem a Taça ao time vencedor.


&&&


Junho 1977


E era véspera do baile de final de ano.


Na noite seguinte seria o grande dia.


O castelo fervilhava de casais se encontrando e combinando a que horas se encontrariam.


&&&


Florence foi até o salão comunal da Grifinória. Precisava falar com alguém. Precisava falar com Regulus, mas ele sumira. Junto com Snape e outros mais que ela preferia nem pensar. Parou em frente à Mulher Gorda.


- Hipogrifo Dourado. - ela disse e a pintura lhe lançou um olhar de incredulidade. - É, eu sei a senha. Poderia fazer o favor de abrir essa passagem?


A Mulher Gorda a olhou de cima a baixo e, depositando a taça de algo que parecia xerez barato sobre uma mesinha, resmungou ao abrir a passagem, lentamente. A garota entrou e sentiu a atmosfera do salão grifinório, tão diferente do salão da Sonserina. Ela viu Lily, Lupin e Potter sentado em frente à lareira. Ela deixou o corpo cair ao lado dos amigos, no sofá avermelhado.


- O que aconteceu? – perguntou Lupin.


- Ele sumiu. – Florence esfregou os olhos com as costas das mãos, fechando-os. Lily abraçou a amiga. - Gostaria de saber o que fazer quanto à isso tudo... - murmurou ela, lágrimas descendo.


Lupin e Potter observavam a amiga. Foram raras às vezes em que eles a viam daquela forma, confusa e derrotada, sem saber o que fazer. Simplesmente não era um comportamento típico de Florence Dellacourt. Seus olhos verdes perdidos em algum ponto das chamas da lareira, fitando, talvez, uma solução invisível para seu problema.


Lily respirou fundo. Gostaria de poder ajudá-la a resolver seus problemas com Snape e devolver o ar alegre e imbatível da amiga.


Florence levantou os olhos e viu os três amigos a encarando.


- Por Merlin! Será que vocês poderiam parar de me olhar com se alguém tivesse morrido?


Eles riram.


&&&


Era tarde quando Florence voltou para o salão comunal da Sonserina. Estava vazio.


- Florence. - um murmúrio rouco.


Ou talvez, nem tão vazio.


Ela não se virou, ódio subindo. Fechou os punhos ao lado do corpo, segurando-se para não socá-lo.


- Onde você estava? - perguntou Snape.


Agora ela se virou e o encarou, furiosa.


- Onde eu estava? EU? Onde é que VOCÊ estava? – gritou ela.


- Aqui, esperando por você.


- Cala a boca, Severus! - ela estava enfurecida. - Você sabe muito bem do que eu estou falando. Onde-você-esteve-durante-o-dia-inteiro? - rosnou entredentes.


- Com... uns amigos. - falou ele, respirando fundo.


- Era tudo o que eu precisava saber. - falou ela e continuou em direção às escadas dos dormitórios.


Snape não a impediu.


&&&


Florence chorava debaixo do chuveiro.


"Maldito Snape!"


Por que que ele não entendia? Por que ele não queria entender? Se ele tomasse a decisão errada ela seria obrigada a se separar dele! Seu pai jamais aceitaria que a filha se casasse com um mestiço, ele mataria Snape assim que os visse juntos.


- Maldito... - ela murmurou, um aceno da varinha e a água parou de cair.


Vestiu uma roupa de dormir e um robe por cima. Respirou fundo antes de abrir a porta do dormitório. De qualquer forma, amanhã era o baile, e ela iria com ele. Desceu para a sala do salão comunal. Ele não estava mais lá. Voltou às escadas e bateu na porta do dormitório masculino. Regulus foi quem apareceu na porta, a encarando, apavorado.


- Florence...


- Eu não vim aqui te falar nada, Regulus. Muito menos pedir explicações. - foi ríspida. - Só quero saber se Severus já dormiu.


- Ele... ele não está aqui, nem o vi mais... desde que chegamos. - respondeu ele, meio incerto.


- Certo.


"Aonde aquele infeliz se metera?"


&&&


Snape saiu pra dar uma volta. Sabia que a culpa era sua. Sabia que perderia Florence. Ela o avisara. Sua mãe o avisara. Seu coração o avisara. O senso óbvio o avisara.


"Mas que diabos Florence sabe? O que ela esconde?"


Ele ouviu passos na outra ponta do corredor. Se escondeu num nicho da parede.


- Quem está aí? - era uma voz feminina conhecida.


"Rosmerta?"


Snape se mostrou.


- Sou eu. – disse ele.


- Devo estar sonhando. Encontrar você num corredor escuro, à essa hora da noite, sozinho... - ela sorriu sensualmente, se aproximando.


- Apenas uma coincidência. Já estou voltando para meu salão comunal. - ele se virou e voltou pelo corredor.


- Não, não precisa ter pressa. - ela o alcançara e passou uma mão no ombro dele, empurrando-o na parede. - Temos a noite toda.


- Que tipo de vagabunda é você? - ele falou, ríspido.


Mas, ao contrário do que ele esperara, a garota sorriu e não se ofendeu.


- O tipo que você quiser, Severus... - e ela o beijou, pressionando-o na parede com seu próprio corpo.


&&&


Florence vagava pelos corredores escuros do castelo. Nenhum sinal dele. Ouviu um barulho. Se escondeu atrás de uma estátua. Lupin passou, o símbolo de monitor-chefe estampado no uniforme. Florence seguiu sua busca quando o amigo desapareceu no corredor. Ouviu vozes. Foi ver o que era. E encontrou muito mais do que procurava.


&&&


Rosmerta pressionava Snape na parede, beijando seu pescoço, lasciva.


- Severus? – Florence chamou, sem acreditar.


Eles se assustaram, Rosmerta saiu da frente dele.


- Não é nada do que... - Snape começou, desesperando-se ao ver as lágrimas contidas em verdes escuros e a raiva estampada em suas feições.


- ... não é o que eu estou pensando? - Florence riu, diabolicamente. - Que clichê, Sr. Snape! Eu esperava mais de um aluno tão inteligente. - ela balançou a cabeça em negativa e deu as costas, saindo dali antes que as lágrimas que enchiam seus olhos transbordassem.


- Maldição! - ele esmurrou a parede.


- Não diga que se arrependeu, Severus... - Rosmerta voltou a se aproximar. - Vamos aproveitar...


Snape a segurou pelos pulsos, com força


- Quem você pensa que é? - ele cuspiu nela. - Se acha melhor do que Florence? Se enxerga, Rosmerta! Você não passa de uma vagabunda de quinta! - e ele a largou e seguiu no corredor atrás da namorada.


&&&


- Hipogrifo Dourado. - Florence chorava.


A Mulher Gorda a olhou e, sem dizer nada, abriu a passagem.


Florence se atirou na poltrona macia. Lily e Potter estavam ali se agarrando num canto escuro e viram quando a amiga entrou aos prantos. Correram até ela.


- Mas o que aconteceu? - perguntou Lily, sentando-se ao lado de Florence.


- Severus...


- Que novidade que ele é o problema. - falou Potter.


- Eu o vi com a Rosmerta... - continuou Florence, em meios aos soluços.


- O QUÊ? - os dois grifinórios se espantaram.


- Florence, do que você está falando? - perguntou Potter.


- Ele sumiu o dia todo, como vocês sabem, e... quando eu cheguei no salão comunal, ele questionou onde EU estava!


- Que absurdo! - falou Lily.


- O mesmo babaca de sempre! - indignou-se Potter.


Florence riu com o comentário do amigo.


- Então, eu subi, tomei um banho e desci para conversarmos, mas ele não estava mais lá e não havia ido para o dormitório. Eu saí pelos corredores e o encontrei... - e as lágrimas não a permitiram continuar.


- Com a Rosmerta? Aquela vagabunda?


- É, James. - Florence confirmou.


- Que imbecil! – irritou-se o amigo.


- E depois, quando ele viu que você o viu, o que aconteceu? – perguntou a ruiva.


- Eu saí de lá correndo, Lily. Não sei. Acho que ele me seguiu.


Florence chorou até adormecer de cansaço, no colo da amiga.


&&&


- Eu vou ali fora. - falou Potter, depois de um tempo, se levantando do sofá em que estava.


- Fazer o quê, James? – perguntou Lily.


- Snape é teimoso, se ele realmente seguiu Florence ele ainda deve estar no corredor. - e saiu para corredor.


Como James previra, Snape estava sentado em frente ao quarto da Mulher Gorda.


- Severus.


- Potter. – cumprimentou Snape, em desagrado.


- O quê...? - James respirou fundo, se brigasse seria muito pior. - Tem alguma explicação pro seu momento de imbecilidade? - uma sobrancelha foi arqueada. Potter não se intimidou. - Cara, ela te ama... chora um monte por sua culpa e... você a trai? - Snape respirou fundo, levantando e indo até uma janela. - Diga alguma coisa!


- O que você quer que eu diga, Potter? - ele rosnou.


- A verdade!


- É simples, eu estava andando, a vagabunda da Rosmerta se atirou em cima de mim e me beijou.


Potter riu.


- Conta outra! Você podia ter impedido se não quisesse.


- É, eu podia. Mas Florence acabara de brigar comigo e... – disse Snape, rosnando, com raiva de si mesmo.


- Por culpa de quem ela brigou com você?


Snape bufou.


- Minha.


- Por que? – insistiu Potter.


- Porque eu sou estúpido o suficiente para perder uma mulher como Florence.


- Pela primeira vez, eu concordo com você, Snape.


Um silêncio curto se deu.


- Ela está aí dentro? - Snape indicou o quadro da Mulher Gorda.


- Sim. – confirmou Potter.


- E ela vai ficar?


- Aparentemente, sim. Ela já dormiu, cansada de tanto chorar. - Snape fechou os olhos como se Potter o tivesse atirado um balde de água fria. - Eu não entendo, cara... se você não suporta vê-la chorar, por que dá motivos para que ela chore?


- Talvez porque eu não a mereça. - ele falou baixo.


Potter se assustou com a sinceridade com que aquilo fora dito.


- Mas não há muito o que fazer, não é? ...vocês são abençoados pelo tal Encantamento, o que significa que ficarão juntos.


- Não, exatamente. Me disseram que, se Florence tiver motivos suficientes, ela pode se afastar de mim. - murmurou Snape.


- E é isso que você quer?


- Não! Foi um momento de imbecilidade, como você mesmo disse! – exasperou-se Snape.


- Acho que amanhã você vai ter que tentar se desculpar... e ainda tem o baile. – lembrou Potter.


- O maldito baile. - Snape rosnou.


- É, o maldito baile. Só que ela e Lily tem se preparado duas semanas para o maldito dia de amanhã.


- E eu estraguei tudo. - ele se apoiou na parede fria.


- Ainda não, Severus, pode ser que ela aceite suas desculpas.


- E pode ser que não. - terminou ele.


Snape andou pelo corredor até sentar exatamente onde Potter o vira pela primeira vez naquela noite.


- Vai ficar aí? No chão? – perguntou James.


- Vou.


- Ok... - Potter foi até o quadro. - Tá falando sério?


- Sim.


- Se você a ama tanto... o suficiente para passar uma noite dormindo no chão... cara, eu realmente não te entendo.


- Não tente entender.


Potter sacudiu a cabeça em negativa e entrou no salão comunal.


&&&


- Florence vai ter uma surpresa quando acordar amanhã, Lily. - falou James, assim que o quadro se fechou atrás dele.


- O que... ele ainda está ali fora? - perguntou ela, sussurrando para não acordar a amiga que dormia em seu colo.


- Não apenas está, como vai dormir ali. - disse ele, sentando no sofá ao lado da namorada.


- No corredor?


- No corredor. - assentiu ele.


- Nossa... você dormiria no corredor por minha causa, James?


Ele estancou, antes de responder:


- Mas é claro!


Lily lhe sorriu.


- Vai dormir aqui no sofá? - perguntou ele.


- Vou. Se eu sair, ela acorda... - Lily acarinhava os cachos da amiga que, mesmo dormindo, chorava.


- Então, vou te fazer companhia. - e passou braço sobre os ombros da namorada.


- Obrigada. - ela o beijou nos lábios, suavemente. - O que Severus te disse?


- Que a vagabunda se atirou nele e que não teve como impedir.


- Que mentira. Ninguém, nunca, pegaria ele desprevenido.


- Pois é.


- Ele realmente está deitado no corredor? – quis confirmar Lily.


- Não, ele está sentado. - respondeu Potter.


- Nossa, que romântico... se arrepender do que fez ao ponto de dormir no chão!


- Acha que Florence vai perdoá-lo?


- Não tenho tanta certeza disso, James. De qualquer forma, ela não poderá ignorá-lo para sempre. Amanhã tem a entrega das poções finais e eles formam uma dupla... eu e Remus estamos com tudo quase pronto.


- Eu... eu e Sirius estamos, também, com quase tudo pronto.


- Que mentira, James. - ela riu do namorado.


- Não estou mentindo.


- Então, por que razão Sirius está até agora no laboratório de vocês?


- Ahm... ele está lá? - ele se fez de desentendido.


Lily riu mais, deitando em seu ombro.


&&&


Florence acordou, não reconhecendo, de imediato, aonde estava.


- Bom dia, Flor. - cumprimentou Lily.


- Oi... - ela sentou no sofá. - Que horas são?


- Ainda é cedo. Mas você tem que ir se arrumar para podermos ir para o café.


- Verdade. Obrigada por terem me aturado... – agradeceu Florence.


- É pra isso que servem os amigos. - falou Potter.


Florence riu e saiu para o corredor. Paralisando com o que viu.


- Severus?


Ele acordou, se levantando rapidamente.


- Florence... bom dia.


- O que você está fazendo aqui? - falou ríspida, tentando controlar o coração que saltava à boca.


- Esperando você sair.


- Desde que horas? – perguntou ela.


- Desde ontem.


Florence o olhou, sem acreditar.


- Você está deitado aí no chão desde ontem à noite?


- Sim.


- Por que motivo?


- Para te pedir perdão. – disse ele, num murmúrio.


- Não, não desta vez, Severus. – e Florence caminhou pelo corredor, descendo as escadas.


Ele a seguiu.


- Eu não fiz nada, foi ela quem me agarrou!


- Claro. - ironizou Florence. - De qualquer forma... você ainda não me respondeu onde esteve ontem.


- Em Hogwarts, obviamente, eu não saí do castelo.


- Você continua se fazendo de desentendido! O que você, Nott, Travers e sei lá mais quem estavam fazendo ontem?


- Nós estávamos apenas conversando.


- Sobre?


- Você não vai gostar de saber. – ele foi sincero.


Florence se virou para encará-lo, parando de caminhar.


- Então, você já fez a sua escolha?


- Não.


- Me dê seu braço esquerdo, Severus.


Ele a olhou, espantado.


- Como você sabe?


- Sei de muitas coisas que você nem sonha. Seu braço.


- Não há nada nele.


- Mostre-me. - Snape esticou o braço, erguendo a manga. Estava branco. - Então, talvez, ainda haja uma chance de você sair ileso. - murmurou ela, antes de voltar a andar pelos corredores, em direção ao Salão Comunal da Sonserina.


- Eu já disse que meus interesses com esse tipo de gente são apenas no quanto eles podem pagar pelas minhas habilidades.


- Isso só mostra o quanto você sabe sobre eles... - ria ela, debochada.


Haviam chegado no corredor do salão comunal. Ele a segurou pelo braço, apertando-o, virando-a de frente para ele.


- Se você sabe de alguma coisa, me fale. - rosnou ele.


- Não sei de nada, Snape. - ela cuspiu o sobrenome dele. - Só sei que eu frequentei a casa dos Black e dos Malfoy por anos na minha vida e nunca pensei em ser como eles. - ela se virou para a parede de pedra, soltando seu braço do aperto dele. - Sangue-puro. - e a pedra se abriu.


- Isso é porque você não é pobre.


- Eu já disse que não me importo que você seja pobre!! - ela gritou com raiva.


- Mas eu me importo!


- Seu teimoso dos infernos! - gritou em resposta, subindo para o dormitório feminino.


Snape esperou por ela no salão comunal.


&&&


Foram para o grande salão. Em silêncio. Ela foi em direção à mesa da Grifinória, ele para a da Sonserina. Florence nem olhou pra trás ao sentí-lo se afastando para a outra mesa.


- Bom dia a todos. – falou ela, de mal humor.


- Ainda vai ao baile com ele? - perguntou Sirius.


- Não sei nem se vou ao maldito baile.- respondeu ela, murmurando.


- Poderia ir comigo.


- Não estou a fim de festa, Sirius. Mas obrigada pelo convite.


Há poucos lugares dali, na mesa da Corvinal, Rosmerta sorria, falando para uma amiga, alto o suficiente para que Florence ouvisse.


- Acho que Severus me convidará para o baile depois de ontem à noite. - muitas cabeças se viraram para ela e depois para Florence que continuava a tomar seu café como se nada tivesse sido dito. - Você que é tão amiga dele, Lily, Severus lhe comentou algo? - continuou Rosmerta, falando alto, cheia de si.


- Ah, sim. Ele me comentou sobre uma vagabunda que se atirou nele no corredor na noite passada. Mas ele a dispensou e foi dormir na porta do salão comunal da Grifinória.


- Ele dormiu no corredor do sétimo andar? - perguntou uma menina, Jenny, com quem Rosmerta sempre andava. – Por que?


- Porque Florence dormiu lá. – disse Lily, mais alto que a corvinal.


- Ual... Snape deve gostar muito dela... – comentou Jenny, recebendo um olhar torto da amiga.


Rosmerta inchou de raiva. Florence apenas a olhou, um sorrisinho debochado nos lábios.


&&&


Nota: quase nenhuma mudança por aqui.

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