Cap. 18 - Feliz Natal
O jantar foi fantástico. Tiffany preparara tudo, sem dar o mínimo trabalho para Eileen.
Desfrutaram de uma sobremesa maravilhosa e, agora, estavam os três em frente à lareira, Florence e Snape no mesmo sofá, abraçados. Eileen na poltrona, sorrindo para eles.
- Fico muito feliz em vê-los assim... – comentou Eileen.
- Nós também, madrinha. Mas você já sabe do mais novo casal do bairro? – disse Florence.
- Quem?
- Lily e James. – respondeu Florence.
- O menino dos Potter e a querida Lily Evans? Eu sempre soube!
- Vimos eles se agarrando na nossa árvore no parque. – disse Snape.
- Mas que natal...! – riu Eileen.
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1h.
Eileen já estava no décimo sono.
Snape também já havia dormido.
Florence, por ter acordado tarde, estava sem sono, ficara lendo na biblioteca. Adormecera na poltrona.
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Snape levantou no meio da noite.
Florence não estava no quarto de sua mãe. Ele foi à biblioteca e a viu. Florence dormia atirada numa poltrona, a camisola curta aparecendo por debaixo do robe aberto.
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Quando acordou, Florence estava nos braços do namorado, sendo carregada pelo corredor.
- O que houve, Sev?
- Apenas estou te levando para o meu quarto, para que você possa dormir numa cama confortável e não toda torta numa poltrona.
Ela acordou rapidamente.
- Está me levando pro seu quarto?
- Sim. Você vai dormir na minha cama.
- Com você?
- Sim, comigo. - era natal, afinal de contas! Por que não acordar ao lado daquela que possuía seus pensamentos?
E ela lhe sorriu, maliciosa.
- Eu disse dormir, Florence!
Entraram no quarto dele e Snape a colocou na cama.
Florence retirou e lhe alcançou o robe.
Snape não pode evitar olhar para o corpo dela, coberto apenas pela camisola. Ele a beijou suavemente nos lábios e foi ao banheiro. Florence ficou observando ele se afastar da cama. O cheiro dele estava por todo o quarto. Inebriando todos os seus sentidos.
"Na cama, sozinhos... isso não vai dar certo. Dormir vai ser a última coisa que eu vou conseguir fazer... "
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No banheiro, Snape tentava controlar sua excitação e lembrar aonde havia deixado sua sanidade! Acabara de trazer Florence para seu quarto, para dormir na sua cama! Agora ela estava ali... aquele corpo delicioso, naquela camisola mínima, estava ali, tudo ao seu alcance. Dormir seria muito difícil.
Ele vestiu uma cueca preta apertada, na esperança de conter seu membro, e uma calça de pijama. Respirou fundo e foi para a cama.
Florence não se moveu quando ele deitou.
- Flor, você está acordada? - seu tom era quase um sussurro.
- Sim, Sev. - ela se virou de frente para ele.
Muito próximos. Ela tremeu de desejo.
- Está com frio? – ele perguntou, sabendo que era uma pergunta boba.
- Não... - ela se aproximou mais dele, encostando seus corpos.
O poder veela o atingiu, de leve.
Snape a envolveu com os braços, puxando-a mais pra perto, colando seus corpos, afastou os cachos, beijando-a no pescoço. Uma mão na cintura dela. As pernas se enroscando.
Florence tentava, em vão, resistir ao toque quente, podia sentir a excitação dele em sua barriga. Eles estavam ali, seminus, entre quatro paredes, sem nenhuma possibilidade de serem interrompidos. Florence deixou seu desejo por ele falar mais alto e o poder veela fluir, atingindo e envolvendo-o. A mão dele escorregou até suas coxas, elevando a camisola.
- Sev... – gemeu ela.
Florence guiou a mão dele até seu seio, sobre a camisola, onde ele pode perceber que ela não estava de sutiã e passou a massageá-la suavemente, apertando o mamilo. Mas ele não suportou por muito tempo e afastou a camisola, vendo o seios fartos, acariciando a pele quente e macia dela por completo.
- Flor, me faça parar agora. - ele ronronou em seu ouvido, a mão sob a camisola acariciando-a, sentindo os seios fartos em sua mão, os mamilos rígidos... passou os dedos sobre eles, levemente, no início, apertando-os em seguida. Ela gemeu e encostou-se mais nele.
- Severus... - ela estava completamente molhada, uma mão desceu até seu centro, e ela abriu as pernas, mostrando a ele que se acariciava.
- Florence, por favor... ahm. - ele gemeu quando a viu por a mão sob a calcinha, se tocando, o ar sendo impregnado pelo cheiro doce do sexo dela.
Florence parou de se acariciar e se deitou ao lado dele, novamente, sem mais tocá-lo ou se tocar. Snape a encarava, desejo refletido em seus olhos pesados.
Florence desceu os olhos, encontrando o tórax largo e nu... percorreu os olhos ainda mais pra baixo e pode ver o contorno do membro dele completamente enrijecido sob a calça do pijama.
- Eu não sou de ferro, Severus Snape. - ela murmurou, num gemido.
E sob o olhar confuso dele, ela se ajoelhou na cama, segurou as pontas da sua camisola e a retirou, completamente.
Paralisado. Severus Snape estava paralisado pela visão a sua frente.
Ninguém poderia dizer que ele não tentou impedir que as coisas chegassem a esse ponto. Ela tomou a iniciativa. Ele estava no limite.
"Não a toque! Não a toque!" - era tudo o que sua mente conseguia articular.
Florence passou a se acariciar, desceu as mãos aos seios, jogando a cabeça para trás.
Snape a observou, sentindo a cueca ficar impossivelmente apertada.
Florence levou um dedo aos lábios, chupando-o sensualmente, antes de descê-lo pelo corpo, indo para dentro da calcinha.
- Pare, Florence... por Merlin, pare ou eu... - a voz rouca de desejo.
- Você...? O que você vai fazer, Sevvie? - ela gemeu, o dedo ainda brincando em sua intimidade. - Não suporto mais sentir apenas suas mãos sobre meu corpo... eu preciso sentir você, inteiro... - ela se inclinou sobre ele, tocando seu membro sobre a calça. - ... dentro de mim.
- Florence, por Merlin, eu não posso me controlar se você não se controla! - seu tom saiu exasperado ao sentí-la sentando sobre si.
- Eu não estou pedindo pra você se controlar, Sev. - ela sussurrou no ouvido dele, se abaixando para roçar os seios no peito dele, gemendo, a língua o lambendo os lábios.
- Flor... - mas ele não conseguia mais raciocinar, apenas gemer e responder à língua que o atiçava mais.
Ela, sentada no quadril dele, sentia a pressão do membro rígido sobre seu clitóris e começou a rebolar, suavemente. Florence deslizou as mãos pelo peito dele, arranhando-o, e distribuiu beijos e mordidas por todo seu tórax, subindo ao pescoço, onde a cada mordida que dava, ouvia um gemido rouco saindo da garganta dele e o sentia elevar o quadril contra ela, procurando mais contato.
- Severus, me faça sua... – ela gemeu. – Eu não agüento mais essa tortura...
Snape subiu uma mão até o rosto dela, puxando-a para um beijo profundo, possessivo, sendo correspondido prontamente. Empurrou seu corpo para o lado, fazendo-a deitar na cama, e se pôs sobre ela, percorrendo o corpo curvilíneo com as mãos, apertando e massageando-a os seios e aquelas coxas e bunda que o tiravam do sério. Tudo o que seus ouvidos captavam eram os gemidos deliciados dela.
Snape desceu beijos pelo pescoço dela, mordiscando sua orelha. Florence alcançou seu membro, acariciando-o sobre a calça, atiçando-o ainda mais. Ele gemeu rouco em seu ouvido, e desceu a mão dos seios em direção ao meio das pernas dela, sentindo a calcinha completamente encharcada, passou seus dedos levemente por cima, fazendo-a vibrar sob si. Ele interrompeu os beijos, não conseguindo conter um gemido alto, quando a sentiu pôr a mão dentro de sua cueca para acariciá-lo, libertando seu membro do aperto que a cueca lhe causava... ela o masturbou, deliciosamente. Ele colocou a mão sobre a dela, ajudando-a nos movimentos... mas não demorou muito para que ele a fizesse parar, segurando suas mãos acima da sua cabeça, arfando.
Snape abriu mais as pernas dela, seu membro friccionado contra o sexo dela, apenas a calcinha fina os separava. Florence gemeu alto. Ele desceu o rosto até os seios e os chupou... cada um a seu tempo... revezando em lambê-los e apertá-los entre os lábios, os mamilos túrgidos rosados. Sua boca ainda dava atenção aos mamilos, enquanto sua mão descia até a calcinha molhada, percorrendo-a pelas laterais. Snape sorriu em satisfação; fazendo um caminho de beijos e mordidas contra a pele quente dela, até alcançar o pé do ouvido:
- Foi você quem provocou,... aguente a tortura. - ela vibrou sob o corpo dele.
Ele continuou lambendo e mordendo cada pedaço dela com uma fome de muito tempo.
Enquanto o sentia escorregar para a região do ventre, Florence não sabia mais o que era raciocinar. Ela agarrou os cabelos negros, a sensação dele beijando-a na região da virilha, um dedo acariciando seu clitóris lhe despertava um prazer indescritível. A respiração dela era descompassada, seus gemidos eram altos, incontroláveis, e toda sua lubrificação natural demonstrava o quanto ela estava pronta e desejosa para acolhê-lo.
Snape retirou-lhe a calcinha, mantendo os beijos na virilha, levando um dedo à entrada encharcada, tocando-a tentativamente, recebendo seu nome num gemido de prazer. Ele voltou à boca, trazendo seu membro próximo à entrada do sexo dela. Os batimentos cardíacos dos dois estavam em seus ouvidos, tão altos que os vizinhos poderiam ouvir. Negros em verdes escuros. E Snape começou a penetrá-la de forma suave, ouve uma resistência, que ele logo venceu.
- Está doendo? - ele sussurrou, rouco.
- Não... - ela gemeu.
E ele se colocou por completo dentro dela, tomando seus lábios, iniciando um ritmo lento, aumentando-o gradativamente, à medida que ela lhe acompanhava ou lhe implorava para que fosse mais rápido. Seus corpos suados eram um só. Ela gemia e implorava que ele fosse mais fundo, mais rápido, ele ouvia seu nome repetido como um mantra, Florence jogou a cabeça para trás, suas pernas o trancaram, e Snape atacou seu pescoço e seios, abocanhando um mamilo, sugando-o, lambendo-o, um sentimento maravilhoso de posse ao vê-la enlouquecida em seus braços, ele enfiando-se entre as suas pernas, possuindo-a.
E Florence o orgasmo tomar conta de seu corpo, gemeu alto, arranhando-o as costas, o beijando, sofregamente, e Snape não parou de estocá-la.
_ Você é muito gostosa... – gemeu ele, rouco, arfando. – Goza...
E ela gemeu alto de novo, quando ele voltou a dar atenção aos seus seios, metendo-se mais e mais fundo. Ela sentiu o orgasmo a varrer novamente. Snape sentiu ela apertando-o mais dentro de si e não mais teve forças para continuar, despejou-se dentro dela, grunhindo rouco.
Assim que a consciência foi retornando, Snape a beijou delicadamente pelo pescoço, chegando aos lábios, murmurando:
- Eu amo você, Flor.
- Você também ouviu? – ela perguntou suave.
- Nossos corações? Sim.
- E também sentiu como se...?
- Como se eu tivesse morrido de prazer e agora renascido em teus olhos.
- Romântico, Severus? - ela sorriu.
- É culpa sua. – ele riu e se deitou ao lado dela, puxando-a para seus braços. Dormiram nus, os corpos enroscados.
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Nota da autora:
Se toda primeira vez fosse assim... rs.
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