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8. CAPÍTULO VIII


Fic: Amando o Homem Errado - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Elaine Martins Vaz: bom saber q está gostando... tah ae...

Renata Agra: Vlw... o q importa é a intenção... ashashhsahaasshasha...

Bjus a tdas...

penúltimo capítulo tah ae...

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— Estamos perto, agora.


Hermione fora contra a idéia de uma lua-de-mel, mas Harry insistira, justificando que seria estranho não viajarem.


Antes não tivesse concordado, ela pensou arrependida, quando ele disse para onde seria a viagem.


— Itália! — ela protestara. — A Itália não, por favor. Me faz lembrar sua amiga japonesa, aquela com quem você passou uma noite.


Harry replicara, dizendo:


— A única mulher com quem passei uma noite naquele hotel foi você.


— Houve uma noite em que você não voltou para o quarto — Hermione acusara.


— Sim, mas não porque estivesse com alguém. Se quer saber, passei a noite toda trabalhando.


— Mesmo assim, eu não gostaria de voltar à Itália — Hermione afirmara.


— Não temos muita escolha. Minha mãe insistiu em nos oferecer a villa como presente de casamento. Recusar seria uma grosseria.


Hermione sabia que Harry tinha razão. Desde que o pai dele morrera, a mãe nunca mais usara a villa. Preferia guardar intactas as lembranças das férias felizes que haviam passado lá.


Agora, achava que já era tempo de deixá-la para outros membros da família. Como Harry sempre estivera em contato com suas origens italianas, mais do que Rony, ela decidira que a villa devia ser dele e de Hermione.


Hermione estivera lá uma vez, quando criança. Lembrava-se de como se encantara com o interior da Toscana, suas cores e seu povo vibrante.


A villa não era muito grande. Ficava um pouco isolada e, originalmente, já fora presente de casamento do pai para a mãe de Harry.


— Harry gostava muito de lá — a mãe dele dissera. — Talvez porque se identificasse mais com a origem italiana do que Rony. Você o ama, não é, Hermione? Eu sei o quanto ele sempre a amou.


Hermione simplesmente abaixara a cabeça. Embora Harry tivesse a capacidade de mentir descaradamente até para a mãe, ela não tinha coragem de fazer o mesmo. Para sua sorte, a tia entendera que as lágrimas em seus olhos eram um sinal de seu amor por Harry. Como o assunto morrera, ficara o dito pelo não dito.


A cidadezinha, a alguns quilômetros da villa, era exatamente como Hermione se lembrava. Duas crianças de olhos negros os observaram de uma porta semi-aberta, quando eles passaram. Hermione emocionou-se. Devido à gravidez, sua sensibilidade estava à flor da pele, nas últimas semanas.


— O que foi, o que há de errado? — Harry perguntou.


Mergulhada num mar de indagações, Hermione não se sentiu em condições de explicar. Todas as mulheres grávidas ficavam como ela? Tinham a mesma vontade de proteger e acariciar seus bebês? Ela e Harry podiam não se amar, mas uma coisa era certa: seu bebê tinha, desde já, todo seu amor.


Harry também o amava, ela admitiu, olhando para ele. Nesse momento, o carro trepidou. Acabavam de sair da estrada principal e entravam no acesso que levava diretamente à villa.


O clima e o sol da Toscana tinham alterado a cor do revestimento de cerâmica terracota da construção. A cor amarronzada ganhara um tom mais claro, desbotado. As venezianas, fechadas, refletindo o sol da tarde, eram pintadas de branco. O homem a quem a mãe de Harry pagava para fazer a manutenção da propriedade pintara a casa recentemente. Tudo parecia impecável.


Harry parou o carro e desceu. Hermione acompanhou-o.


— Paolo deve ter comprado mantimentos para nós — ele comentou, referindo-se ao caseiro. — Caso contrário, terei que voltar ao vilarejo e fazer compras. Deseja alguma coisa em particular?


— Só água — Hermione respondeu.


Sentia-se com a boca seca e o corpo áspero, com o suor grudado na pele.


— Acho bom você sair do sol — Harry aconselhou com ar preocupado.


— Não precisa fingir — ela retrucou, irritada. — Sei que não dá a menor importância ao que acontece a mim. Se eu não estivesse grávida...


— Gostaria que eu me preocupasse com você?


Hermione empertigou-se, tomando as palavras dele como um desafio.


— Ambos sabemos o que está incomodando você, Hermione. Não é meu suposto fingimento. Eu sei que não sou Rony, mas e quanto a você? Quando vai crescer e se dar conta da realidade?


Harry fez uma pausa, massageando o pescoço com a mão.


— Vamos entrar — ordenou, encaminhando-se para a porta da frente.


Em silêncio, Hermione seguiu-o, mantendo distância deliberadamente, enquanto ele introduzia a chave na fechadura.


Dentro da casa, a temperatura estava mais fresca e agradável. Enquanto Harry abria as venezianas, Hermione foi para a cozinha. Paolo fizera compras, obviamente. Havia sobre a mesa uma caixa com mercadorias diversas. Hermione revirou o conteúdo da caixa e aspirou com prazer o cheiro de presunto defumado, que lhe despertou a fome.


Então, olhando para um lindo pão fresco, ficou com a boca cheia de saliva.


— Ah, gosta disso, não é? — brincou, como se falasse com o bebê. — Você vai ser igual ao papai? Vai puxar o lado italiano?


Para Hermione, comunicar-se com seu bebê era uma experiência nova, que lhe dava muito prazer.


— Bem, não espere que eu seja uma típica mãe italiana, que vai estragar você de mimos. Não sou – ela avisou, rindo.


Então, corando, percebeu que Harry observara tudo, encostado no batente da porta.


— Qualquer livro especializado diz que é importante comunicar-se com a criança mesmo antes de ela nascer — justificou-se. — É para que saiba que está segura e é amada.


— E você ama o bebê, Hermione? Seja “ele” ou “ela”?


— Seja como for, o bebê é meu. Como poderia não amá-lo?


— Seu bebê também é meu — Harry lembrou-a. — Se está pensando em considerar que o pai de meu filho é meu irmão...


— Parece que Paolo não trouxe leite — ela mudou rapidamente de assunto.


— Hermione! — Harry insistiu.


— Não, claro que não. Isso é ridículo — ela respondeu.


Os dois se olharam francamente por um momento.


— Harry, como vamos agüentar nossa situação? Nós não nos amamos. Nem sequer gostamos um do outro!


— Teremos de agüentar, pelo bem do bebê — ele declarou, antes de pegar as chaves do carro que jogara em cima da mesa. — Agora, vou levar as malas para cima e depois sair para comprar água mineral. Você pode ficar com a suíte principal. Eu vou dormir no outro quarto.


A casa tinha somente dois quartos, ambos bem espaçosos. Banheiro, só havia um, e pertencia ao quarto maior. Quem quisesse usá-lo forçosamente teria de passar pelo quarto principal. A mãe de Harry sempre falava da necessidade de outro banheiro, que nunca foi construído.


Sem esperar mais nada, Harry saiu da cozinha.


Hermione suspirou. O que ela faria, para suportar duas semanas de convívio com ele? Se agüentar duas semanas parecia difícil, o que dizer dos anos todos que tinham pela frente? Exausta, subiu para o quarto.


A esposa de Paolo, por instrução de Harry, tinha arrumado as camas. Como ele explicara o fato de um casal em lua-de-mel precisar de dois quartos? Hermione divagava, tirando as roupas para um relaxante banho de chuveiro. Mais tarde, já de camisola, praticamente engatinhou para baixo do lençol de linho com cheiro de lavanda.


Hermione sorriu satisfeita consigo mesma, vestindo um confortável vestido de algodão. O dia amanhecera lindo. O céu, perfeitamente azul, prenunciava um outro dia ensolarado.


No momento em que o vestido apertou-lhe levemente a cintura, ela sentiu na barriga um suave movimento. Se quisesse descrever a sensação com fidelidade, diria que fora como uma pétala de rosa, roçando levemente em sua pele. Movida pelo instinto, sem pensar, ela chamou Harry.


— Harry! Rápido!


— O que foi? — ele perguntou, abrindo a porta de seu quarto.


Isolada com Harry naquele lugar distante, Hermione pretendia esclarecer muitas coisas. Pensava em provar a inutilidade de seu relacionamento e mostrar as razões pelas quais não deveriam ter se casado. Entretanto, para seu espanto, os dias passavam rápidos demais.


Cansada, talvez pelos problemas que antecederam o casamento, Hermione desejava apenas relaxar e aproveitar o calor do sol. Seu objetivo principal, agora, era proteger a vida que estava se desenvolvendo dentro dela.


Não pensava tanto em Rony. A imagem dele, guardada com carinho durante muitos anos, parecia ter perdido o poder de socorrê-la nas horas difíceis.


— O que foi? — Harry repetiu. — Por que me chamou?


Quando prestou atenção, Hermione notou que ele estava muito atraente, de short e camiseta, deixando à mostra as pernas queimadas de sol. Os braços, surpreendentemente fortes, eram musculosos demais para quem passava a maior parte do tempo atrás de uma mesa de escritório.


De repente, era como se ela o estivesse vendo de uma nova maneira, de um ângulo até então não percebido. O coração bateu mais forte, e Hermione sentiu o familiar calor aquecer-lhe o rosto.


— Não está se sentindo bem? — Harry quis saber.


Desde os primeiros dias, ele insistira para que Hermione ficasse na cama pela manhã, e gentilmente levava-lhe uma xícara de chá e bolachas.


No começo, ela achava aquilo uma bajulação irritante, porque sabia que era só por causa do bebê. Nos últimos dias, entretanto, estava adorando ser mimada. Era uma sensação que não experimentava havia muito tempo.


— Estou bem. Não foi nada — ela respondeu, não dizendo o motivo por que o chamara. — Só queria saber se pretende ir à cidade, mais tarde.


— Pretendo, sim. Preciso comprar algumas coisas e pôr combustível... — Ele interrompeu-se, quando ela correu para perto dele sorrindo, entusiasmada. — Hermione, o que aconteceu?


— O bebê está se mexendo — ela explicou baixinho, com expressão radiante.


Num gesto impulsivo, pegou a mão dele e guiou-a para sua barriga. Percebendo que Harry parecia indiferente, imediatamente fez menção de afastar-se, com os olhos cheios de lágrimas.


Ele, porém, não permitiu e segurou-a, abraçando-a. De repente, no círculo dos braços fortes, Hermione experimentou uma sensação de segurança e conforto.


O bebê também devia estar sentindo a mesma coisa, pensou, pois começou a mexer-se mais vigorosamente, causando-lhe uma espécie de cócega que a fez rir.


Retomou a mão de Harry e colocou-a no lugar onde sentia o movimento. No olhar incrédulo dele, viu um ar de humildade e emoção, que a tocou profundamente.


— Dá para adivinhar que ela vai herdar o talento da mãe para impor sua presença — foi o comentário de Harry.


Embora sua voz fosse firme, Hermione notou que ele ficara seriamente impressionado com a experiência.


— “Ela”? — Hermione repetiu. — Então, prefere que seja uma menina?


— Prefiro — ele confirmou, a voz retomando o conhecido tom de ironia. — Pelo menos, assim...


Fez um gesto negativo de cabeça, sem terminar a frase. Para Hermione, foi uma surpresa que ele preferisse uma filha.


Imaginava que pessoas como Harry só davam valor a filhos homens. Embora fossem primos, era óbvio que ela não o conhecia tão bem quanto julgara.


Mas estava aprendendo a conhecer, concluiu mais tarde, descansando no jardim, enquanto esperava Harry retornar da cidade.


E estava aprendendo a conhecer a si própria também. Agora, até a lembrança de Rony estava ficando distante. Quando se lembrava dele, era apenas como seu primo, não o grande amor de muitos anos.


Seria a gravidez a responsável por sua frieza sentimental em relação a Rony? Desejara Harry fisicamente, poucas horas atrás, e desejava que ele estivesse com ela naquele momento.


Mudou de posição na espreguiçadeira, mas o calor que esquentava-lhe o rosto não vinha do sol quente do verão toscano. Acabara de fazer uma descoberta chocante. Seria possível que estivesse amando Harry?


Agora, sentia-se uma mulher amadurecida. Não era mais a jovenzinha sonhadora. Sabia perfeitamente bem o que era o verdadeiro desejo sexual, sabia quando estava excitada. Não havia como confundir emoções tão especiais com fantasias.


Olhou instintivamente para a entrada da villa. Esperava ansiosa pelo retorno de Harry. Sentia-se insegura, na ausência dele, alienada de seu passado e apreensiva quanto ao futuro.


Devia ser o bebê o responsável por sua insegurança, ela justificou-se, teimando em negar o que parecia tão evidente.


— Vamos ter de nos mexer, se quisermos comer alguma coisa mais tarde — Harry avisou Hermione, olhando-a da cadeira de jardim onde se sentara.


Ela estava sem vontade de entrar em casa. Não queria perder o pôr-do-sol. Desde que Harry voltara, ficara observando-o, tentando entender a necessidade que sentia de estar junto dele.


Por que razão os mais naturais atributos de um homem repentinamente chamavam-lhe tanto a atenção? O jeito de andar, o brilho da pele, e até a curva do pescoço de Harry, de súbito haviam se tornado sensuais e excitantes. Por que motivo, mesmo estando longe, a simples idéia de ser tocada por ele despertava anseios de prazer?


Não havia resposta para suas perguntas, Hermione pensou.


— Vou me trocar — ela anunciou um pouco mais tarde, e levantou-se da espreguiçadeira.


O sol tornara a pele de Hermione igual à de um pêssego levemente dourado. Sua aparência, bonita e saudável, devia ser efeito da gravidez, ela refletiu, olhando-se no espelho do quarto.


O bebê ainda não causara mais do que um pequeno inchaço em sua barriga, mas ela já estava começando a dar preferência por roupas folgadas. Agora, estava agradecida a Luna por tê-la convencido a comprar algumas roupas mais largas, próprias para o verão na Itália.


O vestido cor de gelo e creme, que Luna escolhera, não era um modelo de sua preferência, mas caía-lhe bem. Nunca imaginara ser capaz de usar um vestido de musselina que, de tão fina, era quase transparente. Além disso, as cavas altas mostravam seus braços bronzeados, e o decote audacioso deixava à mostra as curvas dos seios.


— Deve ser bem fresquinho — Luna comentara na loja. — Experimente este também.


Trazia na mão um vestido de algodão listrado, com uma extensa carreira de botões na frente.


— Não sei... — Hermione hesitara.


— Ora, vamos! — Luna animara-a. — Harry vai gostar. Os homens adoram botões.


Hermione decidira não levar o vestido, mas a amiga dera um jeito de incluí-lo nas compras. Hermione só descobrira ao chegar em casa e desfazer os pacotes.


Agora, estava usando o vestido listrado. Olhando-se no espelho, imaginou se Harry gostaria mesmo, como Luna dissera. Fechou os olhos e visualizou Harry soltando botão por botão, expondo-lhe o corpo pouco a pouco. Um gemido atormentado escapou-lhe da garganta.


— Hermione...


Ela abriu os olhos, e o rubor invadiu-lhe as faces. Harry devia tê-la ouvido gemer.


— O que foi Hermione? Está sentindo alguma dor?


Ele se aproximou. Estava nu da cintura para cima. A calça de linho que estava usando, justa no corpo, revelava a rija musculatura de suas coxas.


— Harry...


Hermione ficou petrificada, observando cada movimento dele.


Estava próximo o suficiente para ser tocado. Ela apoiou a mão em seu braço e fixou-o com os olhos brilhantes de desejo.


— Eu quero você — declarou nervosamente. – Desejo você, Harry. Eu...


— Hermione... — ele começou.


— Não, Harry, não diga nada — ela interrompeu-o. — Eu só quero... Harry, não entendo o que está havendo comigo... Eu não devia...


Percebeu que ele ficara ligeiramente tenso. Por uma fração de segundo, sentiu medo. Mas temia afastar-se, porque ele era à única coisa concreta e familiar, num mundo que, de repente, tornara-se estranho e fora de controle.


Quando Harry se inclinou para ela, Hermione roçou levemente os lábios em sua pele. O desejo atingiu um nível intenso, como se uma fogueira ardesse dentro dela. Murmurando o nome dele, começou a beijá-lo desesperadamente, no peito, no pescoço, totalmente descontrolada com o cheiro de sua pele, e a maneira como ele suspirava de prazer.


O coração de Harry batia acelerado. Segurando Hermione pela nuca, ele guiava suavemente os movimentos dela, enquanto pronunciava palavras sem sentido.


De repente, era ele quem estava cobrindo-a de beijos, no rosto, no pescoço, na boca. Hermione, sentindo o corpo vibrar por inteiro, abriu a boca para um beijo profundo, numa reação apaixonada. Apertando-se contra ele o mais possível, sentiu o vigor de sua excitação e odiou as roupas que impediam um contato mais íntimo.


— Meu vestido, Harry...


Ela murmurou as palavras, abrindo os olhos e fitando-o. Percebeu que Harry olhou para seu corpo, para seu vestido, como se não entendesse, parecendo confuso.


— Tire meu vestido — ela murmurou. — Quero sentir você perto de mim, Harry... quero tudo...


Guiou as mãos dele para os botões do vestido. Sem olhar para ela, Harry começou a soltá-los. Quando chegou aos botões próximos aos seios, Hermione começou a tremer. Não estava usando nada por baixo.


— O que você quer de mim, Hermione? — Harry perguntou antes de terminar o que estava fazendo, e esperou a resposta.


— Você sabe o que eu quero — ela respondeu quase num gemido.


— Mostre — ele ordenou.


Ousadamente, Hermione obedeceu, colocando a mão dele sobre seu seio. O contato da mão dele, o toque experiente dos dedos em seu mamilo já intumescido, fez com que ela tremesse de prazer.


— O que você quer, Hermione? — ele perguntou novamente, beijando o pescoço dela de cima a baixo. — É isto? Isto?


— É, sim, Harry — Hermione respondeu, quando ele tomou um dos mamilos na boca, massageando-o com a língua.


Ela tentou mostrar sem palavras o que realmente queria, e abraçou-o pelo pescoço, arqueando-se para trás. Sem poder conter os espasmos que agitavam seu corpo, ela gritou que não agüentava mais, que estava com medo da intensidade do prazer que ele estava lhe dando.


Harry parecia não ouvi-la. Continuava acariciando-a e beijando cada centímetro de seu corpo nu, enquanto soltava o restante dos botões. Ao chegar à barriga, ele parou. Com a mão pousada no lugar onde o bebê devia estar, levantou a cabeça e olhou para Hermione.


Então, sem dizer uma palavra, tirou-lhe o vestido, deixando-o deslizar para o chão. Tomou-a nos braços e levou-a para a cama.


Por um longo momento, simplesmente olhou-a. Hermione, em toda a sua vida, nunca pensara ficar assim, nua e em total abandono, sob o olhar de um homem. Foi chocante a descoberta de que, com Harry, não se incomodava. Pelo contrário, sentia-se orgulhosa de saber que estava sendo admirada, que ele se excitava com o que via.


Nunca imaginara como seria sentir-se tão poderosa sexualmente e, ao mesmo tempo, vulnerável e carente.


— Harry... Tire a roupa. Eu... eu quero vê-lo.


Por um momento, ela pensou que ele ia se recusar, mas Harry começou a tirar a calça. Hermione observava-o, sem perder nenhum detalhe. Sentiu uma nova e incomparável sensação de orgulho, ao ver-lhe a potente ereção e reconhecer mais uma vez seu poder de excitá-lo. Estendeu a mão, tentando alcançá-la, mas ele se curvara para beijar suavemente sua barriga.


A sensação da língua passeando em volta de seu umbigo foi uma experiência tão erótica que Hermione retorceu-se de prazer. Ela tremeu, quando Harry tirou-lhe a calcinha. Fechou os olhos, extasiada, quando ele se ajeitou sobre ela, penetrando-a com movimentos gentis e ao mesmo tempo poderosos.


Seu corpo registrou uma crescente sensação de prazer, que explodiu num espasmo de gozo total, em sincronia perfeita com o êxtase de Harry.


Pela primeira vez, os dois dormiram abraçados.


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Continua...

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