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16. Feriado de Natal


Fic: Só o Amor Salva


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 16 - Feriado de Natal


Finalmente o feriado de natal chegara. O banquete estava maravilhoso, o salão e todo o castelo estavam enfeitados. Florence, Regulus e Lily esperavam pelos rapazes na porta do salão.


- Onde estão esses imbecis? - perguntou Regulus.


- Nem me pergunte. - falou Florence, brava.


- O que há com você? - perguntou Lily.


- Nada.


- Não minta, você esteve o dia todo assim. - contrariou Regulus.


- Assim como?


- Desanimada e furiosa. É o Severus de novo? - perguntou Lily.


- Por que acha que poderia ser ele? - desdenhou Florence.


- E teria alguma outra razão para fazer com que Florence Dellacourt se entristecesse que não um vulto alto, de cabelos e olhos negros? - debochou Lily.


- Teimoso feito uma mula. - murmurou Regulus.


- Que ela ama, sabe Merlim por quê. – completou Lily.


- É... é ele, sim, o problema.


- O que ele fez? - perguntou a ruiva.


- Sumiu, de novo.


- Travers, Nott e Avery também. - continuou Regulus.


- Isso é ruim. - comentou Lupin, chegando.


- Oi, Remus. - cumprimentou Lily.


- Eu sei... mas não sei mais o que fazer. – disse Florence, triste.


- Acha que ele já...? – perguntou Lupin.


- Não, ainda não. Mas... eu acredito que ele não vá fazer isso.


- Eu também. Severus é meu amigo desde antes de Hogwarts, ele não tem preconceitos com gente que nem eu. – disse Lily.


- Não fale assim... "gente que nem eu", até parece que você tem 4 braços e 8 olhos. - falou Regulus.


- Você sabe o que eu quis dizer. Nascida trouxa. – disse Lily.


- Realmente, ele nunca demonstrou ter preconceito, mas temo que ele encontre outros motivos para fazer isso. – disse Florence.


- Para se tornar Comensal? - perguntou Lupin.


- É.


- Quem, o Snape? - perguntou Potter, chegando junto com Black, Pettigrew atrás deles.


- Não interessa. - cortou Florence. - Vamos entrar?


- Não vai esperar seu namorado, Florence?


- Não, Sirius. Ele sumiu.


- Mas isso é ótimo! – exclamou Sirius.


Florence ignorou o comentário.


E eles entraram no grande salão. Florence e Regulus sentaram junto aos amigos, na mesa da Grifinória. Dumbledore discursou sobre as escolhas de cada um, sabendo que na volta do natal, provavelmente, muitos alunos já estariam com a Marca Negra ou pelo menos com data certa para serem marcados.


O banquete começou e nada de Snape.


O banquete terminou e nada dele aparecer.


- Vai ver ele já foi para casa. – tentou Lupin.


- Não. Nós combinamos de ir juntos.


- Pode ir comigo, Florence. Fique lá em casa até ele aparecer. – disse Lily.


- Se não for incomodar.


- Não! Minha mãe te adora.


- Snape vai ficar louco da vida por você ter sumido. - comentou Regulus.


- Que se dane.


***


Florence enviou uma carta à madrinha, antes de sair de Hogwarts.


"Querida Eileen


Severus sumiu, de novo.


Não sei onde ele se meteu, mas temo não ser coisa boa (lembra do que te falei na última carta?).


Bem, estarei perto, Lily me convidou a dormir na casa dela.


Amanhã pela manhã eu apareço aí.


Não conte a ele onde eu estou.


Beijos,


Florence.


PS: Brigue com ele!"


***


Snape chegou no salão comunal da sonserina já eram mais de 22 hs, o banquete já começara há muito. Esperaria por Florence ali mesmo. Mas depois de duas horas de espera, Florence não aparecera.


- Hey, Cavendish! – ele chamou uma garota que saía dos dormitórios femininos.


- O que é, Snape?


- Florence ainda está arrumando as coisas dela?


- Não, Florence saiu faz tempo. – disse a garota.


Ela já fora. Sem ele. Sem nem avisá-lo.


"Maldição!"


Ele estava encrencado. De novo. Pegou sua mala e foi à lareira enfeitiçada para a saída dos alunos.


***


Rua da Fiação.


Snape chegou em casa. Tudo estava mergulhado em silêncio.


- Mãe?


- Severus! - Eileen saía da cozinha. - Que bom que chegaram! Onde está Florence?


- Ela... não está aqui?


- Não. Ela não veio com você? – perguntou Eileen, estranhando.


- Não... achei que ela já estivesse aqui. – mentiu ele.


- O que aconteceu?


- Nos desencontramos, aparentemente.


- Mas não estavam juntos no banquete? Não dormem na mesma Casa, não frequentam o mesmo Salão Comunal? – insistiu Eileen.


- Sim.


- Você não esteve no banquete, Severus? – acertou ela.


- Claro que estive!


- Não minta.


Ele bufou.


- Não, mãe, eu não estive. – rosnou ele.


- E onde o senhor estava? – inquiriu Eileen.


- Com uns amigos.


- Fazendo o quê, na hora do banquete de natal?


- Nada, mãe.


- Então, você não esteve no banquete de natal, ao lado da sua namorada, porque estava vagando pelo castelo com alguns amigos fazendo nada? - Snape não respondeu. - Onde está Florence, Severus? – insistiu Eileen.


- Eu não sei.


- Não sabe?


- Não. – ele engoliu em seco.


- E o que pretende fazer?


- Vou ir até a casa dos Evans, talvez Lily saiba onde Florence está, isso se ela não estiver lá.


E ele saiu.


***


Florence e Lily conversavam no quarto da ruiva.


- Vai ir amanhã para a casa de Eileen, Flor?


- Vou, pela manhã.


- E o que vai fazer quanto a Severus?


- Não sei. Eu amo ele, mas... não posso aceitar que ele se torne um Comensal. – disse Florence, triste.


- Já disse isso a ele?


- Sim. Muitas vezes.


- E ele?


- Não me deu certeza de que não, nem de que sim.


Bateram na porta do quarto.


- Lily, querida? – disse uma voz feminina do outro lado da porta.


- Fale, mãe. – respondeu Lily.


- Severus está aqui. – disse a Sra. Evans.


Lily olhou para Florence.


- O que vai fazer, Flor?


- Vou ir lá falar com ele.


Florence abriu a porta do quarto e desceu as escadas. Ele estava sentado na sala.


- Boa noite, Severus.


Snape levantou.


- Por que está aqui? – perguntou ele.


- Por que você não estava no banquete?


- Minha mãe me mandou vir buscá-la. - ele ignorou a pergunta dela.


- Sua mãe?


- Sim.


- Isso é estranho. Eu enviei uma carta para Eileen avisando que eu dormiria aqui hoje. – disse Florence.


- Você a avisou? – ele não entendeu.


- Sim.


- Então, houve um engano. Vou indo. Boa noite, Florence.


Ele já estava na porta quando ouviu.


- Seu grande imbecil... – ela murmurou, sentindo as lágrimas lhe tomarem os olhos.


Ele se virou.


- Bateu seu recorde, Severus. Duas vezes em menos de 24hs. – disse ela.


- Vamos pra casa, Flor. Temos que conversar. – pediu ele.


- Não... não hoje.


- Por favor.


Ela respirou fundo.


- Eu vou, mas não ouse falar comigo. Não quero ouvir nem um rosnado seu.


- Eu prometo que ficarei quieto.


***


O caminho até a casa de Eileen foi completamente silencioso. Snape olhava para Florence, que tentava disfarçar as lágrimas que desciam.


- Flor... – tentou ele.


- Cala a boca.


***


Entraram em casa. Eileen os esperava na cozinha, um bule de chá de camomila pronto sobre a mesa.


- Boa noite, madrinha. - Florence recebeu um beijo de Eileen.


- Tudo bem, querida?


- Tudo... - ela fungou.


- Não parece.


Snape entrou na cozinha, recebendo um olhar de reprovação da mãe.


- Eu a encontrei. – disse ele.


Eileen revirou os olhos.


- Madrinha, eu vou subir e me deitar.


- Faça isso, querida, eu levarei um chá pra você.


Florence saiu da cozinha, subindo as escadas.


- Quanto à você... Severus, por quê? – disse Eileen, brava.


- Eu... não pensei que... – começou ele, gaguejando.


- Exatamente, meu filho, você não pensou. Aliás, pelo que Florence tem me contado em cartas durante o semestre, você não tem pensado, absolutamente!


- Ela, com certeza, exagerou, mãe.


- Então, me conte, em que parte ela exagerou? Na em que teme que você se torne um Comensal da Morte? Ou na que teme ser obrigada a abandoná-lo caso você realmente faça tal imbecilidade?


Ele ficou quieto, não imaginava que sua mãe soubesse de seus planos.


- Florence não vai me abandonar. – afirmou ele.


- E o que te faz ter tanta certeza disso?


- Estamos ligados pelo Encantamento...


- Isso não significa que ela não se afastará de você, Severus. - cortou Eileen.


- Mas...?


- Vocês estarão para sempre ligados, sim. O amor entre vocês jamais morrerá, por mais longe que estejam, pelo tempo que for. Mas, se ela quiser, e tiver motivos para tanto, ela pode, e irá, se afastar de você. Florence tentará esquecer você nos braços de outro. E pretendentes não faltam, meu filho. Ela é linda, inteligente...


- Eu sei disso.


- Mas ela ama você. Por obra da mãe dela, que não cansava de dizer que nossos filhos ficariam juntos, vocês são abençoados pelo Encantamento... mas isso não será o suficiente para mantê-la ao seu lado se você se aliar àquele-que-não-deve-ser-nomeado.


Snape ficou quieto. O medo de perder Florence aliado à sua sede de poder e fortuna o confundia. Não podia perdê-la. Mas, já tinha tudo combinado, antes que terminasse Hogwarts...


- Eu vou me deitar, meu filho. Pense, por favor, no que eu te disse. Não jogue o amor de vocês pela janela, você vai se arrepender no futuro.


- Boa noite, mãe.


Eileen serviu uma xícara de chá, deu um beijo no filho e subiu para o quarto.


***


Snape subiu logo depois, ouvindo as vozes femininas no corredor, se aproximando do quarto da mãe para tentar ouví-las.


- ... eu morreria se ele fizesse isso. - Florence chorava no colo de Eileen.


- Eu sei... Flor, eu falei com ele...


- Não adianta, madrinha... eu já falei com ele mais de mil vezes! Aquela mula...


- Não chore mais, meu amor... olhe, correndo o risco de plagiar Dumbledore: o amor sempre vence, no final.


- Mas, e até o final, o que acontece?


- Não temos como saber... mas se ainda não está tudo bem, é porque ainda não chegou no final.


Florence riu.


- Gostaria de ter o seu otimismo...


- Converse com ele amanhã. – pediu Eileen.


- Não, madrinha... ele que venha se desculpar.


- Depois Severus é que é cabeça-dura?


- Foi ele quem me magoou... ele que sumiu!


- Você está certa. Provavelmente ele virá se desculpar... ele ama você. – Eileen suspirou. - Agora, vamos tentar dormir...


E Snape não ouviu mais nada. Foi, então, para seu quarto. Deitou após um banho. As palavras de sua mãe ecoando em seus ouvidos


"... se ela quiser, e tiver motivos para tanto, ela pode, e irá, se afastar de você."


"Tentará esquecê-lo nos braços de outro..."


"Com outro."


Um monstro rugiu em seu peito. Não admitiria que ela fosse de outro, Florence era dele, pertencia à ele.


"... vocês são abençoados pelo Encantamento... mas isso não será o suficiente para mantê-la ao seu lado se você se aliar àquele-que-não-deve-ser-nomeado."


E, com um aperto no peito, ele adormeceu, mergulhando num sono leve e agitado. Tendo sonhos em que ele andava com ela grávida, linda, sorrindo ao seu lado, pelo parque ali perto e de repente seu rosto não era mais seu, mas era Black, e, então, Lupin, quem segurava em suas mãos e beijava seus lábios, acariciando o ventre distendido.

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