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6. sinônimo de desastre .


Fic: amigos com benefícios, HHr.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Lá estava ele. Daquele jeito sexy-inocente. O cabelo bagunçado. Os olhos verdes intensos. O sorriso cínico nas horas certas. Isso afez suspirar. Deu outro suspiro sem perceber.


A ruiva estava o observando já fazia algum tempo, tentando reunir alguma coragem para puxar algum assunto, qualquer assunto, com o moreno.


Ele lhe fazia sentir um turbilhão de emoções ao mesmo tempo.


Merda.


Respirou fundo, buscando alguma garantia de dignidade.


- Ei. – Dissera ao moreno, ele apenas lhe sorriu ternamente.


Não que estivesse surpreso com a aproximação da garota.


Por uma ação quase inocente, beijara o rosto da mesma, antes de murmurar de forma baixa:


- Cuidado com essa saia, Haha. – Referira-se olhando discretamente para as pernas de Gina.


A ruiva corara sob o comentário do garoto.


- E você Potter, cuidado comigo. – Respondera. – Aliás, eu queria conversar sobre o que houve outro dia... – Pausara, desviando o olhar. – Eu não quis dizer aquelas coisas e, falando sério, eu tô disposta a seguir em frente.


O moreno lhe olhara com interrogação.


- Sério?


- A-hã.


- Fico feliz que isso esteja acontecendo. Você merece alguém melhor, além do quê, eu ainda considero tanto você como os Weasleys partes de mim. Não queria que as coisas ficassem estranhas entre nós. – Falara sinceramente.


Ela apenas lhe sorrira.


- A gente se vê por aí.


- Até mais, Weasley.


O moreno se deu conta de que já podia ir até os aposentos de monitores-chefes buscar a Srta. atraso em pessoa.


Os corredores passavam por si sempre desertos.


Nada passava pela sua mente. Nem mesmo a mudança de Gina. Ou o passeio que viria. As coisas só estavam determinantemente certas. Só certas.


Mal notou que do outro lado, na direção contrária vinha uma garota.


Dã, uma garota.


Quem se importa?


Eu (a narradora), não, pelo menos.


Não até a estranha esbarrar propositalmente no moreno, tirando-o de sua distração.


- Hã... Foi mal, Harry. – Murmurara a loira, com os amendoados aparentando derretimento. – Eu... Queria saber... Quer dizer, você ‘prometeu’ me levar a Hogsmeade, lembra? Não sei se... Hm, você já tem uma acompanhante, mas eu... se você quiser, é claro... Poderia... Er...


- Bom, não que eu tenha uma acompanhante, mas prometi fazer companhia a Hermione nesse passeio.


Ela pareceu deprimida.


- Okay, eu... entendo. – Concordou, a voz sumindo aos poucos.


- Sinto muito. – Foi a única coisa que lhe passou pela cabeça dizer.


- Ela é só uma amiga, não? – Arqueou.


- É claro!


- Já que não podemos ir a Hogsmeade, se importaria de me beijar?


OOOOW. Cada dia mais o nível de criatividade afetiva dessas garotas impressiona até o mais pegador dos garotos.


O moreno lhe ofereceu um sorriso sedutor, e lhe respondeu no toque entre seus lábios.


O beijo durou muito tempo.


Não o fazia sentir nada. Era indiferente. Apenas por beijar. Apenas por mais uma em sua lista.


Estranho... O simples selinho em Hermione o fazia sentir mil vezes mais que a luxúria transbordante da garota que ficava.


Droga, esta simples afirmação desencadeou uma série de questionamentos, cenas e coisas de triplo sentido.


Ah, dane-se. Ele só precisava ignorar os alertas idiotas dados por seu subconsciente dotado de alguma capacidade de raciocínio.


Que se dane.


Separaram-se em busca de ar. A garota nas nuvens e o Potter no mesmo lugar em que estivera.


E próxima dali, parada com uma expressão indecifrável, estava a garota que realmente importava.


Quer saber uma coisa, garoto? Hermione não parecia NADA feliz depois de ter presenciado tal cena.


 


Acabara de se arrumar. Quer dizer, não necessariamente se arrumar. Afinal, não tinha grandes preocupações com a aparência.


Olhou a si mesma no espelho. Era inegável que se sentia FELIZ por estar indo com Harry. Seria perfeito.


Abriu a porta de seu quarto e a mesma fechou sozinha, graças aos sistemas de privacidade pertencente a Hogwarts.


E bem na porta dos aposentos dos monitores-chefes, estava o garoto. O garoto... Errado.


Chuck a esperava com o corpo apoiado na parede, um sorriso divertido estampado nos lábios.


- Hã, o que faz aqui Bass? – Perguntou da melhor forma que pôde.


- É que eu queria conversar com você.


- Pode falar. – Dissera, tranqüila.


- Você e o Potter estão saindo? – Perguntou.


- Não.


Chuck lhe olhara de forma compreensiva.


Tão inocente, hehe (6’.


- Eu sei que não é da minha conta Hermione, mas acho que você precisa saber com quem está lidando.


- Quê?


- Ele só quer usá-la como faz com basicamente todo mundo...


-  ¬¬


- Só me escuta... Eu sei que você o considera porque são amigos há muito tempo, mas o Potter mudou, Hermione. No fundo, você vai se tornar só outra vítima, a garota que esteve disponível em todas as horas pro ego dele.


- Escuta aqui Bass, eu...


Ela a interrompera novamente.


- Você vai ver, Granger. Você vai ver como o seu querido Potter não se importa. Só espero que isso não demore a acontecer, porque talvez eu já não esteja aqui te esperando.


- 1. Eu e o Harry não temos nada, 2. o que você tem haver com tudo isso, afinal? Bom passeio Bass, aprecio a sua preocupação, mas acho que sei em quem confiar.


- Acha mesmo que ontem, anteontem ou nesse exato momento ele não tá com outras? Já parou pr apensar que... Vocês estão juntos quando ele cansa do resto das garotas...


- EU. E. O. HARRY. NÃO. ESTAMOS. JUNTOS! – Sibilou, deixando o garoto pra trás.


Grrr,


Odiava coisas assim.


Se pudesse... Provaria que todos estavam errados.


Ela confiava no moreno.


Ele não seria tão idiota para...


A castanha paralisara totalmente.


Era como se sua voz estivesse engatada, junto da sua capacidade de locomoção.


Suas pernas não se moviam, embora tremessem.


Nojento. Esta parecia a palavra de definição do encontro ao vivo e a cores, da boca de Harry com a da vadia de cabelo loiro.


Eles se beijavam como se o mundo não existisse.


Como se nada fizesse diferença.


PORRA.


Uma onda de um sentimento familiar lhe percorreu o corpo, causando-lhe uma dor difusa.


Queria chorar, queria desaparecer, queria explicações, ou queria apenas não querer mais nada. Deitar em seu quarto e permitir que a vontade sufocante de chorar viesse a tona.


Seu melhor amigo se separou da tal garota e empalideceu ao notar que a castanha VIRA tudo.


Tudo o que passava na mente da garota era: “Chuck estava certo”.


Nada daquilo era por Harry e pela garota.


Era por que JUSTO NAQUELE DIA, NAQUELA HORA, pouco depois de terem ficado juntos e pouco antes do momento em que ficariam de novo, ele estivesse COM OUTRA.


“A garota que esteve disponível em todas as horas pro ego dele”. Esta definição lhe cabia, além dos adjetivos de idiota, burra ou sabe-se lá mais o quê.


Viu o moreno caminhar em sua direção com uma cara de “espera, eu posso explicar”.


Não era como se fossem um casal e aquilo merecesse algum motivo.


Parecia o clichê dos clichês vê-lo fazendo essa merda.


As lágrimas se formavam na merda do canto dos seus olhos, em velocidade oposta a das suas pernas, que a mantinham imóveis, tornando toda a cena mais humilhante ainda.


Não se deu conta realmente que já estava em seu quarto de novo, quando Chuck surgiu ali, abraçou-a com delicadeza e a guiou pra bem longe do maldito Potter.


 


Ele precisava se explicar.


Ser sincero, apenas.


Ou sei lá.


Mas precisava fazer alguma coisa para consertar o estrago.


Hermione quase chorara.


CHORARA!


Isto o fizera sentir-se o maior imbecil da face da terra.


tudo bem que ficasse com outras garotas, sua amiga aceitava, mas ficar com as mesmas SEGUNDOS ANTES DE ENCONTRÁ-LA e na FRENTE DELA, seria pedir demais.


Pra completar o FILHO DA PUTA do Bass aparecera na porra da hora, Hermione se jogara em seus braços, cansada de ficar ali.


O Bass o fitara com um sorriso irônico-vencedor no rosto, dando uma piscadela a loira.


MERDA! Como ele não percebera isso antes?  É óbvio que Chuck tramara tudo aquilo! O momento certo, a decepção por Hermione, a chance de consolá-la!


Sentia-se enfurecido, mas tão enfurecido que seria capaz de quebrar tudo o que visse pela frente.


 


 


Uma garota frágil.


Exatamente como ele gostava.


 - Tudo bem, Hermione? – Perguntou, desta vez realmente preocupado.


Não sabia que ver um simples beijo envolvendo o testa rachada a deixaria desse jeito.


“Se soubesse teria feito isso antes” Pensara.


Não é que não gostasse da garota. Ela exercia uma grande fascinação sobre si, é claro.


Ela respirou fundo.


- Já tive dias melhores. Obrigada por ter me tirado de lá.


- Não foi nada.


Ela arriscou um sorriso.


- Se importa de me deixar sozinha?


- Okay. Vê se cuida. – Dissera, tocando os lábios dela em um selinho. – Até mais. – E saíra.


Não se surpreendeu ao encontrar um Potter furioso lá fora.


O moreno avançou no outro com violência, fora de si.


- Acho que agora ela sabe quem é Harry Potter, tsc. – Ironizara Bass.


- E acho que agora você também vai saber. – Respondera Harry, socando-o com toda a força possível.


O outro moreno batera com o corpo na parede, ciente de que muito sangue saia de seu nariz.


Precipitou-se na direção de Harry, atingindo-o também com um soco certeiro.


- POTTER! BASS! MENOS 40 PONTOS PRA GRIFINÓRIA! – Falara Draco Malfoy em pessoa, surgido sabe-se-lá de onde, na frente de seu próprio quarto, que ficava em frente ao da castanha.


Murmurou um feitiço inaudível que fez ambos separarem-se.


- Se querem se matar, façam esse favor ao mundo bem longe da porta do meu quarto, tsc. – Comentara com sarcasmo e desprezo.


- Vai a merda, Malfoy. – Resmungara o moreno, indiferente.


- Ele não precisa ir, ele o é. – Desafiara Bass.


O outro limitou-se a revirar os olhos.


Bass olhou-os com desdém e segui seu caminho fora do corredor.


- Que é, Potter? Vai acampar aqui na porta agora?


- Imbecil. – Fora a resposta sensata do garoto.

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 11/05/2014

Draquinho! Pega a Mione vai! Torcendo por isso!!!

Nota: 5

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