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4. Capítulo 3


Fic: Secundum of Nightfall - HHr - Capítulo 6 ON!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Secundum of Nightfall


...Capítulo 3...


 


Hermione olhou por alguns momentos a mão estendida na sua direção, e lentamente ergueu os olhos para o rosto do homem a sua frente. Um arrepio percorreu seu corpo. “Ele está sorrindo daquele jeito novamente.” Pensou.


A morena mordeu o lábio inferior e estendeu a mão. O sorriso dele aumentou e sem perder tempo a puxou para dentro da passagem e para mais perto dele.


As paredes, como todo o resto daquele andar, eram brancas. Havia uma luz de emergência ligada, e era por essa iluminação que os dois observavam o caminho. O corredor estreito acabava em uma escada de madeira bem conservada, mas nada podia ser visto depois do último degrau, não havia luz ali.


Hermione olhou indecisa para o moreno ao seu lado. Ele sorriu confiante, postou-se a sua frente e começou a subir as escadas.


Pararam no topo e esperaram até que seus olhos se acostumassem com a escuridão. Havia outro corredor ali, menor e com uma única porta. Harry respirou fundo, apertou mais a arma que carregava e segurou a mão da paramédica com força. Ele a olhou e ela assentiu com a cabeça, então os dois começaram a andar em direção a porta.


Harry sentiu a mulher tremer. Ela própria não sabia qual seria a causa certa daquele tremor. O medo, ou a intensidade das mãos de Harry às suas. No entanto, achou prudente, não pensar mais nisso.


Certo do que escolhera fora o ideal, o moreno, caminhava seguro. Seus instintos pareciam estar tranqüilos. Poderiam eles estar em segurança, talvez por isso estivesse tão “relaxado”.


Ao abrir a porta, o policial entrara primeiro, enquanto Hermione permanecia do lado de fora, sentindo falta do calor e da confiança das mãos do homem.


Quando Harry colocou os pés para dentro da saleta, a luz automaticamente se acendeu. Com a arma, apontada para frente, ele caminhou revistando o local. Não haveria onde algo se esconder. Não havia mais portas, que levasse a outros cômodos, nem janelas.


Tudo que havia na pequena sala arejada e limpa, era um armário grande, feito de metal e portas de vidro. Uma mesa relativamente grande, e algumas cadeiras sem estofado, e mais ao canto um sofá. E mais ao canto, uma planta ressecada, jazia em um vaso de cerâmica.


Harry dera mais uma olhada, para certificar-se de que ali estariam protegidos, e voltou-se para a porta, a fim de chamar sua acompanhante.


- Hermione? – chamou, e ela voltou-se para ele, assustada.


- Por Deus, você me assustou! – exclamou, levando a mão ao peito.


- Desculpe, mas achei que devesse entrar aqui, é seguro. – falou Harry, abrindo passagem a ela.


A morena sorriu, e passou por ele. Estava aliviada, por ter um minuto de paz. Qualquer que fosse, era ótimo para poder descansar e se recobrar dos sustos aos quais passara.


A sala em que entrou não era grande e espaçosa, quanto imaginou, mas era de muito bom calibre. Seus olhos passaram velozes por todos os cantos. Fitou a mesa com um computador no centro, e um sofá de couro mais afastado encostado na parede. Seus olhos brilharam ao avistar seu reduto merecido.


Harry dirigiu-se ao computador e Hermione ao sofá.


A paramédica, de olhos fechados, soltou um gemido de satisfação ao sentar-se no móvel, e Harry sorriu maroto encarando-a. Hermione nunca imaginara que sentar em um sofá seria tão prazeroso, apoiou a cabeça no encosto e soltou o ar. Suas costas doíam e sua cabeça ficou subitamente muito pesada. Arqueou as costas e massageou a nuca dolorida.


Harry soltou a arma em cima da mesa e sentou-se na cadeira em frente ao computador. Com dedos ágeis digitou, clicou, bateu, mas nada do que fez surtira efeito em ligar o computador.


Trincou os dentes, e olhou irritado para o aparelho em sua frente. Pegou uma pequena ferramenta de seu colete e dirigiu-se ao gabinete do computador. A chave de fenda parou no ar, quando Harry ouviu um gemido e sorriu, aquele tipo de gemido ele conhecia bem.


Virou a cabeça e vira a pequena figura feminina descansando no sofá, ela havia tirado a jaqueta volumosa dos paramédicos e o moreno aproveitou que ela estava com os olhos fechados para passear com os seus, bem abertos, em suas curvas.


Ele tentou, mas não conseguiu desviar o olhar, e um conhecido fogo passou pelo seu corpo quando a enxergou arquear as costas e massagear a nuca, lentamente. Mesmo quando a chave de fenda bateu no computador, fazendo barulho, seus olhos não desviaram dela, uma força muito maior que ele estava tomando conta da situação.


O barulho de metal fez Hermione abrir os olhos, mas se arrependeu do que fez logo que viu um par de olhos extremamente verdes olhando-a com muita atenção. Sentiu seu rosto esquentar violentamente, sabia o quão vermelha deveria estar. Sua reação desconcertou Harry que desviou o olhar e levantou-se rapidamente de costas para ela. A morena segurou o riso.


- Er... O computador não está funcionando. - Disse ainda de costas. - Vou ver se acho alguma coisa naquelas gavetas.


Hermione levantou e sorriu. Apostaria suas fichas que nesse momento Harry estaria encabulado. Ajeitou a blusa e foi em direção a outro armário.


O policial estava vermelho. E se odiava por isso. “Idiota. Porque não desviou os olhos antes?” Se recriminava em pensamento. “Teve que esperar até ela perceber que a encarava para desviar os olhos.” Bufou. “Mas também, ninguém em sã consciência desviaria o olhar daquele corp...”


- Droga! - Disse em voz alta.


- Algum problema? - Perguntou a morena espantada.


- Não, não é nada. - Afirmou sem encará-la.


“Não vai poder ficar nesse joguinho por muito tempo. Não vai conseguir ficar sem olhar para ela, você sabe.”


Ele fechou a primeira gaveta com estrondo e abriu a segunda.


“Não tem nada aí. A gaveta está vazia como a anterior. Vai ficar parado olhando para o nada de volta, quando tem uma coisa muito melhor e bem ao seu lado?”


Harry olhou de canto para Hermione, que como ele remexia em algumas gavetas.


- Cale a boca. - Sussurrou baixinho.

Quatro dos cinco armários já tinham sido vasculhados e nenhum dos dois achara algo importante. Só havia papéis intactos e carimbos. Alguns nomes e mais nada. Enquanto fechava com o pé uma gaveta, esticou a mão para segurar o puxador da outra, mas sua mão se fechou em uma coisa quente e macia.


- Acho que acabamos juntos. - Disse Hermione sorrindo ao ver a mão dele sobre a sua.


- Bem, essa é nossa última esperança de encontrar algo nesse lugar. - Falou Harry olhando para a sua mão que encobria a de Hermione.


Os dois puxaram a gaveta e sorriram. A sorte finalmente estava ao lado deles. Havia várias pastas dentro da gaveta e com os olhos brilhando Hermione pegou uma e abriu.


Harry franziu o cenho ao olhar para os papéis, depois olhou para a mulher ao seu lado e sorriu. Ao contrário dele, ela parecia estar bastante interessada e entendendo todo o conteúdo dos papéis. A seguiu até mesa, sentou em uma cadeira ao lado da dela, e mesmo sem nada entender se pôs a olhar o conteúdo das pastas.


- Por favor, quer me dizer o que está escrito aqui, para mim isso é japonês.


- Química cerebral, mas os números estão todos bagunçados, a serotonina e a norepinefrina estão muito abaixo do normal, e a dopamina está fora do gráfico. - refletiu Hermione, mais para si.


- Melhorou muito, de japonês, passou a ser grego. - retrucou ironicamente.


- São neurotransmissores, moléculas que levam impulsos nervosos entre um neurônio e outro. Parece-me que estão trabalhando com virologia.


Harry soltou o ar preso, que maravilha. Estava num laboratório cheio de criaturas infectadas por um vírus mortal. Ele caminhou, e buscou mais papéis, e mesmo tendo ciência de que não adiantaria tentar decifrar aquilo, pôs-se a ler.


- Mas que diabos... O que é isso? DH5a - MCR...? – indagou entregando a ela, uma pasta amarelada.


- É um mapa de descendência, este é o hospedeiro por criação genômica contendo citosina metilada ou resíduos de adenina. – murmurou ela, e Harry fizera uma careta.


- Traduzindo...


- É infecção viral.


Ela sentou-se mais ereta na cadeira, e espalhou mais as folhas que retirara da pasta sobre a superfície do móvel. Em silêncio lia cada parágrafo com muita atenção. O policial, já estava impaciente, mas achou melhor não atrapalha-la.


Após alguns minutos de silêncio, ela soltou uma exclamação, a qual não passara despercebida por Harry, que já estava ao seu lado, curioso, por saber o que a paramédica havia descoberto.


- O que foi? – ele perguntou, e Hermione o encarou.


- Houve um tipo de vazamento num laboratório desse lugar, aqui diz que em oito ou nove dias a pessoa que relatou isso se transformou numa dessas criaturas que encontramos. Em vinte e quatro horas ele ou ela, estava reclamando de coceira na pele, inchaço e bolhas, em quarenta e oito horas.


- Então esses são os sintomas? – quis saber, e ela assentiu. – Corremos risco de estarmos infectados?


- Não há nada específico sobre a aplicação e contágio, mas um vírus aerotransmissível com esse tipo de atividade e toxidade... Se ainda fosse viável, toda Warrigton, estaria infectada. Não tenho certeza, mas duvido que ainda seja contagioso pelo ar.


- Isso me tranqüiliza. – afirmou. – Aí não diz mais nada?


- Não muito, isso aqui é antigo. As experiências poderiam estar bem mais avançadas no ponto em que o vírus escapou. Essas informações servem como base, mas não são concretas. Seu amigo tinha razão, atirar na cabeça é uma boa alternativa. – falou ela, e Harry sentou-se, na beirada da mesa, esperando que Hermione prosseguisse. – A única coisa os mantém vivos são impulsos nervosos, então, se destruir o cérebro. Problema liquidado.


- Então Hollywood, não mentiu nos filmes macabros.


- A vida imita a arte, meu caro. – respondeu sorrindo marota.


- Mais alguma coisa que eu deva saber? – questionou, olhando-a nos olhos. Gesto que a fizera se atrapalhar um bocado.


- Er... – passou novamente a olhar para sua fonte de pesquisa. – O vírus parece destituir a pessoa infectada de razão, fato que comprovamos muito bem, ao sermos quase devorados. Mas o instinto natural não muda, eles precisam se alimentar. Isso é outra “fatalidade” causada pela infecção. Eles sentem fome...


- É, viram adeptos do canibalismo. – ela assentiu, engolindo em seco. – Puxa vida!


- Harry, como vamos sair daqui? – perguntou, aproximando-se dele.


Queria muito ter uma resposta a dar a ela, mas não a tinha. Pela primeira vez em todo aquele tempo que conhecera Hermione, vira realmente o medo estampado em seus belos olhos castanhos.


Impulsivamente, se aproximou dela, sentia algo a incitá-lo a fazer aquilo. Quando estivera perto da morena, sentira coisas inexplicáveis. Coisas que em seus 23 anos de vida não experimentara. Talvez esse sentimento se devesse a situação que vivia. Hermione era a única ao seu lado, a única pessoa que poderia lhe dar conforto. Conforto este que procurou nos lábios dela.


Sem mais pensar, a estreitou em seus braços, sentindo o mesmo tremelicar de antes quando encostou sua mão a dela; Hermione ainda tivera tempo de suspirar, antes que Harry tomasse sua boca. A surpresa não tirara todo o prazer daquele carinho inesperado. O gosto da boca dele era magnífico, - um sabor maravilhoso de hortelã, - assim como ela imaginara. Só que agora mil vezes melhor.


Um pouco acanhados começaram o beijo, mais ele se tornava mais e mais profundo. O que sentiam se refletia em seus atos. Afloravam-se naturalmente, e suas línguas se buscavam... se ansiavam, numa procura imensamente prazerosa.


Os braços musculosos se fecharam ainda mais em torno da cintura fina. Hermione mantinha uma das mãos nos cabelos negros e macios e a outra passeava pelas costas do moreno. Ela protestou quando seus lábios se afastaram, mas antes que pudesse abrir os olhos, sentiu os lábios dele em seu pescoço.


Harry segurou o cabelo cacheado e o puxou a fazendo inclinar a cabeça para trás dando a ele total acesso ao seu pescoço macio. Hermione arfou e o puxou. Harry gemeu quando a sentiu mordiscar seus lábios, ela seguia com beijos por seu queixo e quando chegou ao pescoço, ele tremeu apertando-a mais. Hermione sorriu. Subiu para sua orelha e mordiscou levemente ali.


O moreno gemeu mais forte, girou o corpo sentando na cadeira atrás de si e a puxou para seu colo. Hermione se assustou com a mudança repentina, mas quando sentiu novamente a boca dele sobre a sua deixou-se levar.


Beijavam-se com ânsia e luxúria, as mãos não conseguiam ficar paradas por muito tempo, os corpos tremiam a cada toque. Harry ergueu um pouco a blusa da morena e arfou ao sentir o contato de sua mão com a pele quente. Hermione tremeu e sem se dar conta já esta desabotoando o colete do agente. Ele a ajudou com o colete e antes desse ir ao chão, as mãos da paramédica já estavam acariciando o tórax de Harry.


Seu corpo esquentou quando sentiu umas das mãos de Hermione descendo até sua barriga, ele a apertou mais forte e quando ouviu o gemido rouco perto de sua orelha, uma de suas mãos copiou o gesto dela e seguiu até a barriga macia e plana da morena.


O mundo parou naquele instante. Não havia mais aquela sala, nem os corredores frios, aquelas coisas com seus gemidos e o arrastar dos pés não existiam mais, a mansão se perdera, o hospital, os doentes, a movimentação dos carros, as ambulâncias, as sirenes, Bruce, Gina, Trevor, nada importava agora. Nada a não ser eles dois, a não ser ele. O que sentia naquele momento era único. As mãos dele, o corpo dele, a boca... dele. Nunca sentira nada parecido, nada tão bom como... como Harry. Sim, o momento se resumia a ele agora e Hermione não queira deixar de senti-lo... Nunca deixar de senti-lo.


Uma das mãos grandes percorria com urgência sua cintura e barriga, a outra lhe apertava avidamente a coxa direita. Hermione deleitava-se com o corpo do agente e sem pudor algum, ela inseriu as duas mãos dentro de sua camiseta e o ouviu arfar quando lhe tocou a pele. Ela também arfou ao sentir a barriga definida e o tórax musculoso. Quando percorreu com as unhas o torso masculino, Harry gemeu e a trouxe para um beijo voraz que tentava aplacar a ânsia de ambos, mesmo sabendo que nunca seria o suficiente.


- Deus, Hermione. - Ele arfou. - Você é doce - Beijou o pescoço feminino. -, tão doce.


Hermione se contorceu diante do toque. - Mione. - Sussurrou em seu ouvido. - Me chame de Mione. - Mordiscou-lhe novamente a orelha.


Precisavam de mais. De muito mais. E eles queriam.


- Mione. - Sussurrou baixinho, enquanto subia mão pela coxa da morena. - Mione.


Comando1. Na escuta Comando1?”


- Harry. - Hermione chamou baixinho, vendo que ele não dera importância ao chamado. - Harry estão te cha…


- Esquece. - Disse antes de tornar a beijá-la.


- Mas... - Insistiu a morena.


- Quero você, Mione. - Segredou-lhe ao ouvido antes de mordiscá-lo.


- Não faça isso, Harry. - Pediu de olhos fechados.


E ele a beijou novamente, mais voraz do que antes. E Hermione agarrou-se a ele mais uma vez.


Potter? Está me ouvindo?”


Sim, ele estava. Mas não queria, cada célula de seu corpo, cada neurônio do seu cérebro dizia para deixar de lado quem o estava chamando e aproveitar o momento. Estar com Hermione era tão bom. Nunca havia sentido nada igual, nunca estivera com uma mulher que o deixasse tão quente como ela fazia. Nunca desejara tanto alguém, como desejava Hermione agora. E estar com ela era tudo o que queria.


“Que se exploda todo o resto.” Pensou.


Potter, que merda está acontecendo?”


Ele sentiu que ela ficava tensa e a apertou mais ainda em seus braços.


- Não. - Disse firme. - Ele está bem. - Beijou-lhe o canto da boca.


- Mas se uma daquelas coisas...


- Ele está bem, Mione. - Subiu mais a blusa dela. - Fique comigo. - Pediu, sem parar de beijá-la.


- Não me peça isso. - Ela falou com dificuldade. - Não desse jeito. - Ela subiu a camiseta dele e ele ajudou a tirar.


Os olhos de Hermione brilharam quando vira o tronco nu do homem a sua frente. Harry a segurava firmemente, não a deixando escapar de seus braços. Ele sorriu ao ver os olhos dela cintilar. Seu olhar passou pelo corpo da morena, ela estava sentada em seu colo, as pernas dela estavam abertas, uma de cada lado dele, sua mão esquerda a segurava firme na cintura por dentro da blusa, a direita estava agarrada a coxa esquerda dela, os quatro botõezinhos da blusa branca estavam totalmente abertos e ele podia ver o começo de seus seios, o pescoço estava arranhado - culpa de seus dentes e a barba por fazer - e os lábios cheios dela estavam inchados. Sorriu ainda mais ao vê-la daquele jeito. Sorriu e sentiu-se orgulhoso do jeito que Ele a tinha deixado.


- Você é linda. - Sussurrou olhando os olhos castanhos. “Olhos de gata.” Pensou.


Hermione sorriu e chegou mais perto inclinando o corpo, mas sem tocá-lo. Harry olhou para os quatro botõezinhos e não agüentou a tentação, rápido tentou beijá-la, mas ela se esquivou. O agente a olhou com o cenho franzido e antes de tentar alguma coisa já sentia os lábios da morena em seu pescoço, descendo devagar.


- Mione. - Ele advertiu, mas sua advertência saiu fraca e sem autoridade. A morena ergueu o rosto e sorriu.


Um gemido escapou de seus lábios quando ela beijou-lhe o tórax e subiu novamente ao pescoço, para depois fazer o caminho inverso. Tinha vontade de arrancar a blusa branca dela e todo o resto. Ela o deixava louco.


Maldição. Potter, onde você está? Está acontecendo alguma coisa por aqui. Eu sei que está aí. Você tem que estar aí.”


Hermione parou o beijo, mesmo em meio aos protestos do moreno. Ele ainda segurava seu lábio inferior com os dentes. Ela puxou a cabeça devagar e o olhou.


- Harry, fale com ele. Está acontecendo alguma coisa. Ele pode estar em perigo e eu não me perdoaria se alguma coisa acontecesse...


- Tudo bem. - Disse mal-humorado. - Eu vou falar com ele.


Hermione tentou sair de cima dele, mas o policial a impediu.


- Harry. - Protestou ela. - Temos que ir log..


Não terminou o protesto, Harry já exigia seus lábios novamente e a segurava com mais força ainda. Ela tentou resistir, mas logo cedeu ao beijo. Um resquício de sanidade cruzou a mente de Hermione e ela o empurrou.


- Não, Harry. - Pediu virando o rosto quando ele tentou beijá-la novamente.


Ele atacou o pescoço dela mais uma vez.


- Ele está bem, só está preocupado comigo. - Explicou para logo depois tornar a beijar o pescoço.


- Ele disse que alguma coisa estava acontecendo. Temos que sair daqui. — Ela levantou o rosto dele de seu pescoço e o olhou. - Por favor, não quero ficar aqui. Não... Não quero morrer aqui.


- Não vou deixar que nada de ruim aconteça com você. - Disse olhando-a nos olhos. - Vamos sair dessa. - Tranqüilizou. - Juntos Mione, vamos sair dessa juntos.


A paramédica sorriu e o abraçou mais forte.


- Vamos sair, então. - Sorriu.


Harry roubou-lhe mais um beijo, e colocou o rosto na curva do pescoço feminino.


- Vamos sim, só tenho que me recompor. - Ele sorriu maroto. - Me recompor pelo que você fez comigo. - Ela o encarou, vermelha. Ele riu.


Se você estiver brincando comigo. Vai levar uma surra que jamais vai esquecer, ouviu bem?”


- Acho melhor falar logo com ele. - Disse Hermione, pegando o colete de Harry do chão. O moreno assentiu, já pegando em um dos bolsos o pequeno fone e conectando no aparelho. Hermione o olhou com a sobrancelha erguida.


- Melhor você não ouvir a histeria dele. - Justificou.


- Er... É claro.


Hermione saiu do colo de Harry um pouco envergonhada. Virou de costas para arrumar a roupa e o cabelo, pegou algumas pastas de cima da mesa e foi sentar no sofá. Harry sorriu diante a timidez repentina da morena. E não tirou os olhos dela até que ela se sentasse no sofá e o olhasse daquele modo que ele achava tão provocador.


Quando a viu baixar os olhos em direção aos papéis, respirou fundo e colocou o fone no ouvido.


- Comando1 na escuta. Qual é o problema?


Até que enfim você me atendeu! O que estava fazendo?!” – perguntou.


- Você não vai querer saber... – respondeu, sorrindo torto e olhando na direção de Hermione. Esta fingia ainda encarar os papéis. – Mas o que quer?


O que eu quero? Aconteceu alguma coisa, alguém possivelmente ativou um sistema de segurança. Toda a mansão parece estar vedada.” – explicou Draco, impaciente.


- Mas que merda! Bem... Ainda está no primeiro andar?


Não mais, quando escutei as travas se fechando, eu desci. Estou no térreo.”


- Certo, estou indo pra aí. Permaneça onde está... Malfoy?


O que é?”


- Se vir algo que possa parecer irreal, atire na cabeça...


 


***********



N/A Mah:
Huhu... isso foi MARA!!
Aaaah, eu com um Harry desse... Meu Merlin. *-*


Mas então, alguns podem achar que foi... um pouco rápido tudo isso que aconteceu com eles, já que em um momentos eles mal se falam e no outro já estão nos amassos...


Mas pensem comigo. Eles estão numa mansão cheia de zumbis, e essa pode ser a única oportunidade deles ficarem realmente sozinhos sem ninguém atrapalhar e sem zumbis por perto.(Tudo bem que o Malfoy atrapalhou... ¬¬'. E atrapalhou na melhor parte. Argh, ódio.) E quem disse que eles vão conseguir sair da mansão?? Vai que essa é a única chance deles ficarem juntos. Mesmo sendo nessas circunstâncias... (Nossa, coitados. Olha o destino que eu estou traçando para eles... hehe.)
E outra o Harry é um espetáculo. Quem resiste a um homem desses??
Ah, vai dizer... Eles tem mais é que aproveitar.

Bem, esse realmente foi o capítulo deles. Então no próximo veremos alguns ruivos, um loiro e mais algumas pessoas... é claro que não pode faltar zumbis. Huhu.


Espero que tenham gostado desse capítulo. Não tem ação nem mortes nele, mas eu e a Jess ADORAMOS escrevê-lo!! \o/


Beijoneeeeeees ;)
Até a próxima!!



N/A Jessy:

Nossa, hoje estou com tanta falta de criatividade para notinhas, mas enfim, tenho que fazer minha parte. Dar o exemplo!

Haha! Eu disse que ia rolar mais do que flerte... E num é que acertei na mosca! KKKKKK. Meninos e meninas, que fogo esses dois tem não? Daki a pouco vão economizar balas e vão queimar os zumbis KKKKK. (essa foi ótima, não?). Vou aproveitar isso em alguma fala do Ron, já que ele é o humorista da fic...

Bem pessoinhas, eu não me lembro de muito desse capt, pois sabem, se não sabem eu digo: Minha memoria é falha. Ela só se liga nas coisas que não prestam neh? KKKKK. Eu só lembro do Harry e da salinha... (Não que ele não preste... mas entenderam onde quis chegar.... Isso não vai prestar.)

Besteira total essa minha notinha! (que vergonha!)

Prometo uma nota mais séria da próxima vez. Espero que tenham, curtido esse capt! E comentem muitooooooooooooooooooooooo...

Ah, e não posso deixar de agradecer aos lindos leitores que nos fazem felizes *-* Thanks pessoinhas maras, que comentam sempre, a tia Jessy ama vocês!

Agora é o fim!
Bye, hasta la vista... Tchau!
Beijinhos!


 

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