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9. Desculpe


Fic: Somente um Segredo - Ritual


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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      Gina jantou muito bem naquela noite, estava feliz por ter colocado as coisa em pratos limpos com Hermione, ela era a amiga com quem não conseguia brigar, sabia que nada as separariam.


      A garota terminou seu jantar rápido mais ficou mais de uma hora conversando com Luna sobre trabalhos que tinham de fazer, então estavam organizando seus horários e colocando o papo em dia, a ruiva percebia que Luna tentava de alguma maneira fazer a conversar tomar um rumo que as fizessem falar de Neville.


      - Por que você não simplesmente fala com ele Luna?


      - Quem?


      - Neville!


      - Por que eu falaria com ele? – perguntou a loira baixando a cabeça para as anotações que fazia.


      - Por que você não esconde! – A ruiva examinou o SP agora bem mais vazio, para seu azar Neville não estava mais ali. – Sorte sua que ele não está aqui.


      -Gina não tem graça. – disse Luna séria. – Bem acho que acabamos, amanha a gente termina o resto.


      - Calma eu não falei serio, to brincando.


      - Não teve graça – Mesmo assim Luna recolheu seu material e se levantou.


      - Luna espera, eu não sabia que ia te machucar.


      - Mas machucou, não quero falar disso, não escolhi isso


      - Mas o que tem de mal? Você gosta dele, e se não duvidar ele também!


      - De uma aluna da Corvinal, um ano mais nova que ele? Ele nem ia olhar na minha cara.


      - Eu sou um ano mais nova que ele, e fui pro baile com ele.


      - Sorte a sua.


      - Luna. – a loira se levantou e começou a andar. - Não falei por mal, e só pra você ver que ele não vai desvalorizar você por isso! Caramba. - a loira parou e olhou para a amiga com um meio sorriso


      - Tudo bem, mas esquece isso, quando tiver pronta eu falo com ele, pode ter certeza que falo.


      - Essa é a amiga que eu conheço – disse Gina abrindo um sorriso e pegando seus materiais de cima da mesa seguindo a amiga para fora do Salão. As duas seguiram rindo e contando piadas, como o Salão Comunal da Corvinal era o mais próximo, Gina sempre deixava Luna na porta e seguia para o seu SC sozinha, e tudo aconteceu como sempre acontecia depois das noites de estudos, Gina deixou Luna na porta do SC da loirinha, e ela seguiu sozinha para o SC da Grifinória.


      Entrando ai e dando uma rápida analisada no local, ela viu que Rony estava sozinho em um canto, fazendo uma suposta atividade, ele ate levantou a cabeça para olhar ela, mas logo voltou sua atenção ao pergaminho.


    “Onde estão Harry e Hermione?” Gina pensou, ate considerou perguntar pela amiga a Rony, mas ela poderia já ter subido para o dormitório, então foi para lá que ela seguiu.


      -----------------


     Madame Pince arregalou os olhos ao ver o corpo da aluna jogado no chão, ela correu ao alcance da menina desmaiada provavelmente pela pancada na cabeça, a mulher puxou a varinha e conjurou um patrono, um corpo prateado de uma libélula que saiu em disparada pelos corredores entre as estantes, ali a mulher se abaixou e viu só a garota tinha vários ferimento,  ela tinha um corte encima da testa próximo a orelha que sangrava e cortes nos braços felizmente não pareciam cortes profundos, ela olhou para a parede e ali tinha sangue, a mulher presumiu que a garota havia sido atirada contra a parede e batido a cabeça, agora por quem e como era algo que ela não compreendia, pois só a garota estava naquela parte da biblioteca, as ultimas pessoas tinham acabado de sair quando tudo aconteceu... Pouco depois desses pensamentos um Snape apressado apareceu e ao deparar a cena da garota com a testa sangrando, uma parede suja de sangue e uma bibliotecária sem saber exatamente o que fazer.


        O professor se abaixou junto à mulher e puxou a varinha murmurou alguns feitiços que fizeram os sangramentos pararem, depois conjurou um pequeno vidro que continha um líquido alaranjado e pós na boca da garota, depois de alguns segundos a garota tossiu e levantou a costa da mão para limpar a boca.


      - Avise Madame Pomfrey, a levo em um minuto.


      -----------------


        Hermione em um segundo ainda deslumbrava um olhar quase que assassino na mulher desconhecida, antes de sentir seu corpo inteiro bater com força contra a parede, um estalo na sua cabeça a faze-la sentir algo quente perto da orelha, depois de apagar totalmente. Voltou a si, com um gosto amargo na boca, tentou limpar o resto do líquido que sentia próximo dos lábios até ouvir uma voz que a principio ela não reconheceu.


      - Granger pode me ouvir?- a garota acenou que sim – ótimo, consegue andar? – a garota ainda sem reconhecer quem falava com ela estendeu os braços para se levantar, agora sua cabeça pesava, e suas pernas estavam fracas, mas o que lhe perturbava era não reconhecer a voz, a garota se forçou a levantar os olhos e viu Snape a ajudando a levantar, e Madame Pince deixando os dois ali sozinhos, por um segundo garota se desesperou tantas pessoas para lhe socorrer e quem apareceu? Snape, ela queria voltar a perder os sentidos, mas estava mais acordada que nunca, ela sentiu ser levantada, e lembrou-se de tentar andar, com muita dificuldade ela conseguiu, sentias se extremamente fraca. Fraca demais, ela escorregou, mas o professor a segurou. – Já chega, você não consegue andar – com um único aceno de varinha, Hermione não sentiu mais o peso do seu corpo, ela levitava, o professor começou a conduzir para fora da biblioteca, ate que ela viu de relance um livro de capa amarela, do outro lado próximo a parede.


     - O livro. – murmurou ela


     - Livro? – ela apontou o livro e com mais um aceno de varinha o livro voou para as mãos de Snape que levou a garota para fora.


      -----------------


     Os dois seguiram em um silêncio perturbador até a enfermaria. Mione deu graças a Merlin por não encontra ninguém pelo caminho, e sabia que o homem também, ao entrarem na enfermaria, Hermione se sentiu ser puxada de uma só vez, e ser atirada em uma cama macia demais a mulher a analisou brevemente e logo começou a enfaixar sua cabeça, a garota sentiu uma enorme pontada na cabeça enquanto isso. Ao terminar ela se afastou para conversar com a bibliotecária em um espaço mais afastado da garota. Esta tossiu e sentiu a luz do ambiente atrapalhar sua vista, depois de poucos segundos em que se acostumava com a iluminação do local ela ouviu palavras sento trocadas entre a bibliotecária e a enfermeira, Snape estava calado olhando o livro em suas mãos.


     - Isso é meu! – disse ela com voz falha juntando a pouca força que tinha. Logo Madame Pomfrey largou a conversa para analisar a enferma.


     - Shiiii, você não deveria se alterar, pelo que Prince me diz você levou um tombo feio na biblioteca.


     - Tombo? – repetiram Hermione e Snape juntos.


     - Sim, se queria um livro em alguma estante mais alta deveria pedir não se arriscar subindo em escadas antigas, algumas coisas nesse castelo têm mais de 1000 anos. Agora espere alguns minutos enquanto busco uma essência de XXXX é ótimo para recuperar forças – a mulher saiu deixando os três ali. Os dois se viraram para Madame Prince que disse:


     - Eu sei o que estou fazendo, o que vocês queriam que dissesse? Que a garota foi atacada na biblioteca? comentou Prince


     - O livro continua sendo meu e não dá o direito para ele ler, e não fui atacada! – respondeu a garota sem muita paciência para detalhes, se ninguém ia dizer a verdade era melhor até para ela, não teria perguntas para responder.


     - O livro não tem nenhuma palavra escrita – disse Snape que parecia que iria entregar o livro, mas ele simplesmente com a varinha murmurou feitiços que a garota conhecia muito bem, já havia usado para descobrir textos escritos em tinta invisível, e sabia que ele funcionava, mas foi ai que lhe veio na mente:


      “Por que o livro e eu temos uma ligação, e eu não posso sair daqui, não poderia dar respostas a quem procura do lado de lá”


      A garota sorriu por dentro ao ver que os esforços do professor se tornavam inútil a cada feitiço, ate que ele parou.


     - Terminou? Poderia devolver o que é meu?


     - Poderia, mas como isto foi encontrado no local onde algo muito estranho aconteceu... Ele fica comigo até eu achar que devo devolver, e irei devolver. – ele colocou o pequeno livro amarelo dentro das vestes no momento em que a enfermeira havia voltado.


     - Tome deve ajudar – disse ela lhe entregando um pequeno cálice com um liquido de cor alaranjada. Snape riu.


     - O que a menina precisa e de um prato de comida reforçada, ela esta sem forças, acho que alguém deve avisar a Minerva que uma de suas alunas sofreu um acidente – disse ele para a surpresa de todos, e deixando o local.


     - Bem ele tem razão sobre alguém avisar Minerva, mas podem deixar que eu me encarrego disso.


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           Hermione não pode deixar de ficar simplesmente nervosa. E se Snape voltasse a biblioteca e encontrasse a porta? E se conseguisse abrir o livro? O ler e conseguir todas as respostas com a mulher? Por falar em mulher não sabia nem ao menos seu nome! A garota virava o cálice com a poção enquanto refletia os últimos bizarros acontecimentos... “Mais coisas se pé nem cabeça... mais perguntas sem respostas claras... e a única coisa que eu tenho certeza é de que algo está acontecendo, e se eu não fizer nada para deter eu morro... eu havia sido escolhida o que era uma ironia e tanto porque em geral o escolhido ou eleito era Harry... escolhida para mediar um ritual... talvez a morte nãos seja a minha... exatamente quatro pessoas... uma ligação entre elas...” Foi ai que Hermione arregalou os olhos, entre seus dedos o cálice escorregou e caiu fazendo barulho metálico no chão é a garota quase se engasgou pela milésima vez naquela noite por falta de ar “Harry, Lillyth, Gina e Draco... um laço entre eles? Vamos lá Hermione pense... não ah nada em com entre os 4, talvez entre Harry,  Lillyth e Gina com essa confusão toda, ou talvez só Gina e Draco, mas não os quatro... OS SONHOS! Tem que haver algo em comum entre eles...


     - O que houve aqui? Ouvi o barulho lá de dentro da minha sala – Madame Pomfrey que depois de meia hora de adulação saiu de perto da garota para conversar com Minerva que viu a garota e ficou mais uma meia hora conversando ali com a enfermeira, dando a ela finalmente o silêncio necessário para pensar, tinha voltado, e era de se esperar depois do barulho de copo caindo.


       - Ah não foi nada eu, eu não sei, meus dedos estavam fracos, eu em distrai e derrubei o copo.


      - Hum... ok muito bem, mas se você ainda está fraca a poção não está fazendo o menor efeito. – Agora uma lâmpada acendeu na cabeça de Hermione, se ela não melhorasse logo iria demorar mais e mais para sair dali, e poder tirar toda aquela confusão a limpo.


      - Não eu não to fraca, só me distrai, quando eu fico muito tempo assim deitada sem fazer nada fico muito distraída, vai ver não é nada.


      - Hunf... Seja lá o que for mocinha você vai passar a noite aqui já conversei com Minerva – disse a mulher que com um aceno de varinha limpou o chão e fez o cálice desaparecer.


     - A noite? Por que tanto tempo? Me sinto ótima, acho que até posso voltar para o SC.


     - Sem discussão mocinhas ou você fica ai ou faço você ficar 2 dias de cama.


     - Eu só levei um tombo! – disse ela enquanto inconscientemente passava levemente seus dedos na atadura acima da orelha


       A mulher ergueu as sobrancelhas, e Hermione se deu por vencida, teria de passar a noite ali. Ela se enfiou nas almofadas e começou a imaginar que nem seria tão ruim ficar a noite ali. Assim que madame Pomfrey foi fechar a porta ao sair, a porta fugiu de seus dedos e se abriu deixando a pobre de braços esticados para onde estava a porta, ela sorriu ao ver a morena encarar a cena.


      - Viu... coisas com mais de mil anos são meio estranhas – disse ela com um meio sorriso.


    Ignorando totalmente ‘a porta viva’ ela continuou seu raciocínio falando consigo mesma baixo suficiente para ninguém do lado de fora a ouvir, alto o suficiente para colocar todas as informações para fora e analisá-las ‘do lado de fora’ então ela continuou falando consigo mesma


      “Por que, além disso, ninguém sabia que ela estava ali. Rony e Harry dariam por sua falta, e o primeiro lugar que iriam procurar era a biblioteca, talvez madame Pince contaria a eles que ela estava ali. Depois lhe veio a mente coisas mais importantes. Primeiro o sonho de Draco... Quanta confusão! A primeira parte já se realizou, nós conversando na biblioteca, e pelo que ele disse foi exatamente com o que ele viu, agora uma porta... Porta? Fala sério como descobrir algo vendo uma porta, existem milhares de portas aqui, isso não me leva a nada... Depois e possivelmente o mais interessante ele e Gina juntos e felizes. Dezenas de perguntas e nenhuma resposta... A única coisa que eu tenho uma quase certeza é de que se uma parte do sonho de Draco se realizou as outras irão se realizar, assim como os sonhos de Gina, Harry e Lillyth...” A batida do coração da garota acelerou.


      “Isso significa, que Harry vai ser pego por comensais e participar de ritual que EU devo mediar? Significa que Lillyth vai atacar Gina e a levar para a tal clareira. Significa que a pessoa que todos viram morrer não vai ser eu, mas Gina! Estranho... aliás estranho nada se Harry me disse que foi o sangue dele que usaram pode significar uma coisa, ele vive me dizendo que Dumbledore fala a ele que o amor que o mantém vivo, se Gina o ama e ela a ama, seria possível o matar se não tivesse mais amor entre eles! Merlin... espera falta mais coisas. Gina disse que Draco a deixou para salvar alguém que ele amava de cometer um assassinato, ai a coisa fica mais estranha, lembra das palavras deles Mione? ‘Que o destino de nós seis já está escrito, pelo menos até o natal’, nós seis! Se Gina é o amor de Harry, sobra Lillyth e... Eu. Eu não posso ser o amor de Malfoy, muito menos machucar Gina e matar ela junto a Harry, então quer dizer que ama a Lilly? Mas... Na bendita aula de poções, eles conversaram, Lillyth vai ter de me explicar tudo. Mais alguma coisa?


       Ahh sim, por que Harry viu Malfoy em uma sala estranha, de janela grande? Eu posso não conhecer todas as salas em Hogwarts, mas sei que as janelas têm tamanhos padronizados, fora a do SP, mas não entra na conta, se fosse SP Harry reconheceria na hora... Que sala poderia ter uma janela maior que as demais? As vezes eu me acho tão burra, deve ser a sala precisa, ela tem vista para uma parte da floresta, e se desejarem ela também pode ter uma boa janela... Mas isso também não me leva a nada saber que Draco está indo a sala precisa. Próximo fato, Gina disse que se viu machucada, provavelmente vai Sr quando Lilly a atacar, mas espere um momento, por que Lilly atacaria Gina? Seria bem mais fácil o contrário... É claro, o sonho era de Gina então ela se projetou no sonho, não vai ser Lillyth que vai atacar Gina, e sim o contrário, logo e Harry que vai tentar impedir Gina de fazer qualquer loucura, então mudando de vitima Lillyth esta visada a morrer... Mas por quê? Por quem? Novamente eu tenho a resposta, Harry deve ter me visto no sonho, mas não vai ser eu e sim Gina, ela que vai pegar seu sangue e matar Lilly, e depois se voltar contra ele, matar também acaba com o amor da pessoa... Matar... Mas quem falou em morte? Gina apenas viu Harry como um comensal, também poderia ser uma projeção, da época em que ela pensava em Harry, significa quem vai fazer Gina atacar é Draco, ele é um comensal, ele sabe o que vai acontecer, ele armou tudo, ele desencadeou tudo isso, ele me deu o livro para que eu lesse e entendesse, sou a mediadora, os mediadores sempre sabem o que deve acontecer, ele sabia que eu acharia todas as peças do quebra-cabeça, ele disse que sabia o que fazer com os sonhos, sabia de nós 6, e se eu estiver certa e novamente mostra que Malfoy gosta de Lillyth, mas se ele gosta por que ele a deixaria morrer em um ritual? Ou ele não vai deixar, Gina nos viu todos vivos... Mas Harry viu um corpo... Significa que...


     ... Que não significa NADA! Agora eu entendo, a mulher disse que era um relato, e exatamente como um texto, o que tenho são apenas relatos, que não significam nada! Que tudo pode mudar, só depende de mim. Eu tenho de impedir isso. Agora eu entendo ‘Eu estou no caminho das pessoas erradas’ quando ela disse isso foi para me proteger por que eu estou no caminho de todos eles! ‘Se você conseguir acabar com isso’ ela deve estar se referindo ao ritual, ao feitiço, será que se ninguém morrer o feitiço acaba... Para sempre?”


      O raciocínio da morena estava a mil, não acreditava nas palavras que ela mesma dizia.


“Eu tenho de impedir Malfoy... custe o que custar”.


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“Pena que vai ser com sua vida” – disse Draco em pensamentos.


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       “Uma grande pena Granger. Sim eu sabia que você descobriria tudo, e obrigado por esclarecer as coisas para mim, agora fica mais fácil de traçar meus planos. Não devo negar que você chegou as respostas mais rápido do que imaginei, ou seja você vai ter que perder alguns lances do jogo” – pensou Malfoy – “ Ela deduziu tudo que eu imaginei, e o que planejaram – Draco odiava pensar em algumas parte do plano que incluíam matar Lillyth... mas ele não tinha nenhuma solução para a salvar- "Mas tinha de haver saída, ela mesma acabou de dizer que devemos sobreviver... Loucura ou talvez não...


      Assim que a garota pegou no sono, Draco silenciosamente foi até a porta, lançou um feitiço para silenciar seu barulho e saiu da enfermaria. Alguns minutos e metros de distância dali perto do SC da Sonserina o loiro puxou a varinha do bolso da sua veste e com ela deu um leve toque na própria cabeça, ele até pode sentir seu corpo esfriar pelo vento frio que bateu nele assim que o feitiço da desilusão lhe foi retirado. Ele olhou novamente para os dois lados não é pelo fato de ser um monitor que ele se deixaria ser pego passeando plena 10 da noite...


       Draco entrou no SC e deu uma rápida avaliação em seu ambiente ele nem se admirou na beleza do lugar que só os sonserinos tinham a honra de conhecer, era uma sala três vezes maior do que as utilizadas para aula, uma imensa lareira no fundo da sala, separava as escadas em espirais se cruzavam como duas serpentes e levavam para os dois distintos dormitórios, havia ainda poltronas elegantes dispostas por todo o salão e um sofá de couro verde escuro próximo a lareira, quadros adornavam a parede do recinto, figuras de pessoas com queixo erguido além de três versões diferentes do brasão da casa. Como ele muito suspeitava àquela hora já não havia mais ninguém ali, ele não subiu as escadas, antes foi lentamente ate a lareira e ao lado havia uma destas poltronas, Draco empurrou a poltrona para o lado sem dificuldade e ali estava a sua mochila, exatamente como haviam deixado algumas horas atrás, eles a pegou e colocou-a encima da poltrona, tirou um pouco da sujeira de cima, e abriu o zíper, dentro havia cadernos de com capas de couro com iniciais D. M. em delicada prata, alguns livros, mas não era seu material escolar que Draco procurava bem embaixo dos livros havia uma pequena caixa de madeira.


      Draco a puxou com todo cuidado, quando haviam lhe entregado ele não cogitou realmente que a usaria, mas agora ele teve de admitir que ele tinha de aprender a ser prevenido, considerar cada lance do seu adversário, e estar preparado para todos eles. A caixa que ele carregava sempre consigo para cima e para baixo nos últimos três meses tinha uma fechadura de bronze  em forma de argolas que se cruzavam, mas nada complicado de se abrir, o garoto abriu a caixa e ali por toda área interna da caixa era revestida de um grosso veludo vermelho e incrustada ali quase como um “gigante diamante azul” estava encaixado um livro com um liquido azul marinho lindo de se ver. O garoto forçou a memória para as palavras ditas por sua mãe...


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ FLASH BACK


     - Talvez eu tenha de te lembrar que antes de comensal sou sua mãe – ele dizia aos sussurros, apesar de Lucio não estar ali e nenhum servente teria a audácia de ouvir a conversa da patroa com seu filho. Draco e Narcisa acabavam de entrar na biblioteca da casa, ele trajava um suéter de linho branco impecável, com uma calça jeans tipo AD (além do mais ele antes de bruxo era adolescente, eu acho), e sua mãe vestido do tipo “de um passeio no litoral a um pequeno jantar de ultimo minuto a família que meu marido pode fechar um milionário negócio” – era sim um vestido de grife trouxa, Narcisa podia não ser sua maior entusiasta, mas dava o braço a torcer, como o filho, para suas roupas top de linha, era um tomara que caia bem decente de seda que iam ate logo após seus joelhos, a barra bem desenhada e solta em babados, com a cintura bem delineada, para não parecer vulgar, a parte superior era toda preenchida por uma renda vermelha marcante com delicadas manguinhas ate uns poucos dedos depois do ombro. Ela foi a primeira a entrar seguida do filho, ela própria fechou a porta de carvalho sem passar a chave, não iria demorar, o loiro pôs as mãos nos bolso, qualquer coisa que se guardasse em uma biblioteca seria para ele irritantemente chata, mas mesmo assim não deveria subestimar sua mãe, ela caminhou ate uma estante bem destacada por estar na direção da janela que mesmo coberta por uma leve cortinha branca, deixava raios de sol iluminar o local. Ela olhou diretamente para sua frente e puxou o livro do meio, ela o abriu e Draco que esperava que ela lhe mostrasse algum feitiço, ou seja, lá o que, ficou surpreso ao ver que o livro era falso, este continha um vidro que cintilava um liquido sedutoramente azul, ela se virou com um sorrisinho no canto dos lábios e disse.


      - Aprendi a ser boa em poções com Severo, em um tarde de divertimento, ele me deu a receita desta. A poção do sono mais poderosa que já vi.


     - Poção dos mortos vivos?- disse Draco, sua mãe riu.


     - Não, poções de sono como esta são fáceis de serem descobertas, qualquer bruxo que conheça o mínimo em poções saberia que uma pessoa ingeriu uma poção do sono, já esta... Esta e segura, simula um coma perfeito, ou um sono profundo se já for de conhecimento que a pessoa esta bem. Agora – ela o encarou nos olhos – não há antídoto, mas a o efeito e passageiro, três gotas para cada dia, não exagere na dose pode causar danos na pessoa e você pode não querer isso, no máximo 20 gotas em uma dose, e o mais seguro para você. Use se precisar de tempo mantenha isso sempre com você, ou uma pequena dose pode ser muito útil, mas lembrasse se você chegar a usar e sinal de que algo esta fora do tempo previsto, ou seja, se usar acelere o processo, não confie inteiramente na poção, uma hora alguém vai descobrir e você deve estar mais que pronto para isso. – a mulher estendeu o vidro com o liquido. Draco tinha ouvido tudo com atenção.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ FIM DE FLASH BACK


      - Está na hora de iniciar a ação... - ele fechou os dedos contra o vidro e sentiu quão era frio, um frio suportável, ele deixou a mochila ali, seria o primeiro a levantar, e elfos não se atreveriam a mexer nas suas, subiu para o dormitório, tinha de dormir, acordar o mais cedo possível e acelerar todo o processo, ele estava nervoso, sabia dos riscos, de todos eles, e ele se incluía neles, ele sabia que qualquer deles poderia rodar, e agora acelerar os planos podia fazer algo sair errado. Draco forçou tirar sua atenção de coisas negativas, ele tinha de dormir muito bem, chegou ao dormitório no maior silencio, caminhou ate sua cama, tirou a capa de escola e a jogou sobre o frasquinho no chão, ele puxou seu despertador e o programou para as 5 horas, alguns minutos inquieto ele pegou no sono.


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       Rony esfregava os olhos na medida em que escrevia, havia melhorado bastante nas suas atividades, pois sempre as fazia com Hermione e logo pegou o jeito para terminá-las rápido, mas naquela noite ele não chegou nem na metade, ela não estava ali, nem Harry. Era um saco ver todos subindo para dormir, e cada vez que o retrato se abria ele levantava a cabeça esperando ver um deles entrar, mas, nada, nem Harry nem Mione, ele tentou se concentrar novamente porque ele deveria esperar eu um maremoto atingisse sua vida daqui a uns 5 dias...


       - Essa velha não sabe o que diz, vai ver é por que eu não durmo mais direito, como é que alguém que não dorme bem pode ter uma vida calma? – resmungou ele fechando os livros, e os colocando dentro da mochila, ele estava sem paciência alguma para atividades de adivinhação, ele colocou os pés no sofá e ficou ali, cumprimentando volta e meia alguém que passava por ali, próximo as dez, Harry finalmente entrou pelo retrato.


      - Finalmente alguém.


      - Como assim?- perguntou ele assustado


      - Hermione, ainda deve estar na biblioteca.


      - Rony a biblioteca fechou era umas 9:10 eu vi um garoto do 3 ano falando que havia passado por lá e não tinha ninguém mais, nem madame Pince, acho que alguma coisa aconteceu para fecharem cedo.


      - Mas, ela me disse que ia para lá.


      - Ela deve ter ido pesquisar algo em outro lugar, ela sabe se cuidar. – Rony apesar de ter todas más intuições sobre aquilo concordou que Hermione não poderia ter saído do castelo e logo voltaria, eles ficaram ali conversando sobre o que Dumbledore havia passado a Harry hoje. Era quase 11 quando eles concordaram que alguma cosia tinha acontecido.


      - Tem certeza que ela não entrou aqui e você não a viu? – perguntou Harry que olhava pela janela os jardins abaixo.


      - Se ela tivesse passado por aquele retrato nesta noite eu teria visto.


      - Lillyth...


      - Lillyth? O que ela pode ter a ver com?


      - O quarto de Lilly, elas vivem conversando, Hermione pode ter ficado por lá, e perdido totalmente a noção da hora.


     - Então vamos até lá.


     - Tem certeza que não quer esperar? Ela pode estar vindo. Harry começou a dizer, mas sem chances, Rony já estava saindo do SC. Harry realmente não queria ter de ir onde Lillyth. - e ele não quer esperar, meio contragosto o garoto seguiu o amigo


       Eles andaram apressados para fugir de qualquer pessoa que ainda pudesse estar por ali naquela hora, alguns atalhos depois estavam diante da porta do quarto de Lilly, Rony deu três batidas, e só ouve silencio.


      - Acha que ela não ta ai? – perguntou Rony. – Harry bateu com mais força na porta, ate que eles ouviram um barulho vindo de dentro, e uma Lillyth sonolenta os encarou ao abrir a porta.


     - O que houve?


     - Hermione está com você?


     - Hermione? Não a vejo desde o jantar- a expressão de sono sumiu do rosto da garota- por que ela não foi para o SC?


     - Não.


     - Tem certeza que ela não está na biblioteca ou com algum professor... sei lá vai ver.


     - A biblioteca fechou 9:10 e já são 11 da noite, professores se revezam em rodar a essa hora, nenhum, mas extremamente nenhum aluno tem permissão de estar fora das suas cama a essa hora.


     - Vocês devem ser a exceção, mas entrem, melhor não ficar aqui no corredor, vai que alguém aparece. – os garotos entraram no quarto enquanto ela fechava a porta os dois se deram conta de que nunca havia realmente entrado ali, era um belo lugar, simples e perfeitamente aconchegante, nada parecido como uma sala de um castelo.


     - Pensamos que ela poderia ter vindo para cá e perdido a noção do tempo.


     - Absolutamente não, eu até vim cedo para terminar minhas atividades – e ela apontou alguns livros e pergaminhos que ainda estavam em cima da mesa – mas me cansei e fui dormir. Não acham que algo aconteceu a ela não?


     - Eu queria acreditar que não – Harry murmurou.


     - Ela não está com Gina? – perguntou Lilly de olhando para o lado oposto dos garotos.


     - Eu vi Gina subi para o dormitório e não desceu mais – disse Rony.


     - Me desculpem, mas eu não imagino o que possa ter acontecido, aliás, por que vocês não procuram McGonagall? Ela deve ter uma resposta


     - Pode ser... Então é o que vou fazer, ver McGonagall – Rony já estava quase fora do quarto ao dizer aquilo, Harry nem se mexeu.


     - Você não vai? – perguntou Lilly.


     - Ah sim, é claro... – disse ele meio perdido sem sabe aonde exatamente ele ia, - bom até amanha, espero que a achem, mas provavelmente ela se esqueceu do tempo estudando – comentou Lilly com um sorrisinho.


     - Claro, ate amanha – murmurou Harry que estava dividido entre o sumiço de Hermione e um tempo a sós com Lillyth, mas a voz de Rony que beirada o desespero fez Harry decidir que a conversa com Lilly podia esperar.


     - Te damos noticias pela manha, thau – disse Rony


     Os garotos pegaram o caminho mais curto para a sala da subdiretora, quase não se preocupavam por estarem fora da cama, eles não estavam fugindo nem fazendo nada de errado, nada os proibia de ir ate a diretora da sua casa quando estavam preocupados.


     Cinco minutos depois eles só haviam tombado com alguns fantasmas, estavam parados na frente da porta de McGonagall quando Rony estendeu o punho para bater na porta, quando a porta se abriu, e os dois se depararam com a figura de Snape do lado de dentro da sala, Harry já simplesmente sem ação ficou mais imóvel ainda por ver Snape, era uma coisa mais de susto do que outra coisa, já Rony estava incrivelmente super ativo, ele revirou os olhos ao ver o seu insuportável Mestre de Poções e entrou na sala da diretora sem convidado, e ele muito menos iria esperar para entrar foi lago jogando as cartas.


     -Onde está McGonagall?


     Snape com toda a cara de “Eu-já-tive-muito-de-grifinórios-por-hoje” respondeu indo pelo caminho mais curto para sua paz.


    - Enfermaria.


    - Enfermaria?


    - Se não sabe o que uma enfermaria Weasley, eu posso lhe apresentar uma livro chamado dicionário – controlando todos os instintos de não voar no pescoço daquele homem Rony respondeu com raiva contida na voz.


    - Por qual motivo ela está na enfermaria? – por um minuto a raiva tomou maior parte do raciocínio do ruivo depois ele se tocou o motivo de estar ali e o choque o pegou de surpresa, mas parecia que havia passado pela pele de Harry antes que murmurou a resposta mais obvia daquela noite.


     - Hermione.


     - Muito bem eu daria pontos à dupla dinâmica, mas não é de meu costume dar pontos a alunos impertinentes plenas 11hrs da noite, o que me leva a tirar 10 pontos da Grifinória, pelos dois alunos fora de seus dormitórios. – Rony se corroia por dentro para não chutar o traseiro de Snape, e ao invés disso ele saiu tão disparado como entrou e puxou Harry.


     - Anda... Eu vou ver ela.


     - Onde os dois pensam que vão – perguntou Severo dando devida ênfase a palavra “pensam”.


     - Se Hermione está na enfermaria eu vou vê-la, saber como esta.


     - A está hora ela deve estar dormindo. Voltem para seus dormitórios, ela deve estar acordada pela manha, ate lá ela deve precisar de repouso.


     - Escuta aqui eu não ouvir de você sobre o que eu devo ou não fazer, e neste momento eu vou ver a minha namorada, não importa o que digam.


     - Se vocês dois não seguirem como patinho para o SC da Grifinória eu vou acionar minha autoridade como professor pondo os dois em detenções e retirando 100 pontos da Grifinória.


     - Rony relaxa, sem estresse, vemos Hermione pela manha, se algo aconteceu, ela não deve estar acordada a essa ora, amanha bem cedo vemos ela, não podemos dar alegria a esse ai. – Harry sussurrou para Rony para que ele pensasse sair chutando o balde de cabeça quente era a pior coisa a se fazer naquele momento. Rony pareceu avaliar a situação e aceitar a proposta do amigo.


     - Só me diga o que aconteceu, por que ela está na enfermaria, ela só devia está estudando na biblioteca...


     - A sabe-tudo finalmente levou uma rasteira dos livros, ela tentou pegar um livro em uma estante mais alta e caiu da escada, acharam melhor para ela passar a noite lá – Snape terminou a frase com um tom quase de zombaria, e sem mais convites para conversa ele fechou a porta na cara dos dois.


     - Vai Harry, me deixa terminar de deformar o nariz dele... – comentou Rony irritado.


     - Outro dia, hoje não, se vamos ver Hermione pela manhã vamos realmente madrugar, e não tendo dormido nada eu quero mesmo ir dormir... Relaxa você sabe que ela está bem, se não estivesse McGonagall nós chamaria, ele sempre chama, lembra do 2° ano? O basilisco.


     - Mas era diferente, era um mostro solto por Hogwarts e ela corria risco de vida.


     - Exato, se Hermione corresse qualquer risco que seja nós saberíamos, agora vamos rápido, não to a fim de cumprir nenhuma detenção.


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      5 horas da manhã, um despertador irritante tocava no dormitório masculino da Sonserina, mas sem muito efeito nós alunos por ali, todos menos um. Draco acordou no primeiro toque de despertador, nunca tinha sido preguiçoso, sempre pontual, ele apenas sentia seus olhos formigarem antes dele se dirigir silenciosamente ao banheiro, lavou o rosto, e logo viu que estava grogue de sono, abriu o chuveiro e esticou seus dedos permitindo que eles entrassem em contato com a água morna, logo seus aquela temperatura se tornou deliciosamente convidativa e o garoto mergulhou o corpo inteiro embaixo da água, sentiu seus músculos relaxarem, com os olhos fechados eles sentiu a água lavar do primeiro fio loiro ate a sua alma, ele precisava ter muito sangue-frio daquele dia em diante. O garoto quase riu pensando em “sangue-frio”, sentido se preparado e atrasado para o que deveria fazer Draco, puxou uma toalha incrivelmente branca e macia, elas as melhores toalhas que ele já havia usado tinha de admitir, as toalhas de Hogwarts tinham potencial.


    O garoto saiu do banheiro totalmente vestido, e viu que mais ninguém ali se importou se alguém estava levantando cedo, daqui a pouco cada um deles acordaria. Draco puxou apenas o tênis debaixo da cama e o calçou depois ele viu sua capa jogada no chão, ele a puxou e dela rolou o vidro de liquido azul, Draco o pegou segurando com demasiada força, ele era frio, o vidro e seu conteúdo, mais que o normal, o garoto não pensou mais, nem queria pensar, era ruim demais, mesmo para uma sangue-ruim, mesmo para Hermione, a algumas semanas Draco havia perdido toda a coragem...


“It's complicated and stupid
Got my ass squeezed by sexy cupid
Guess he wants to play, wants to play
...”

      Ele suspirou, ele se odiava mais do que podia odiar o que estava fazendo, ele tinha de fazer, e depois, agüentar a dor em seu coração para sempre. “Se a Granger puder ao menos resolver isso... Ninguém vai morrer... Nunca pedira nada a Merlin... Mas tudo tinha sua primeira vez”.

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     Draco desviou seus pensamentos de olhos azuis, e enfiou o frasquinho tão azuis como os olhos que ele imaginava, na sua capa, desceu silenciosamente, e não encontrou ninguém em seu caminho, fez a rota mais rápida para a enfermaria, corredores desertos, mas o menor ruído fazia os cabelos loiros do loiro ficar em pé, perto da enfermaria Draco puxou a varinha do bolso interno de sua capa, e murmurou o feitiço da desilusão, de imediato seu corpo foi atingido por uma onde fria, ele sentiu todo o calor que a água do banho lhe dera descer para o pé ao laçar o feitiço, mas era a única forma de entrar  por a poção e sair sem ser visto, agradeceu por conseguir realizar feitiço tão complexo com tanta facilidade e tão perfeitamente bem, ele apresou os passos, o barulho não incomodava sabia que ninguém viria, o feitiço era simples precaução, ao entrar na porta ele puxou a pesada maçaneta de ferro e ela se deslocou facilmente para dentro deixando o garoto entrar ali sem dificuldade alguma, ele voltou seus olhos de imediato a cama onde Hermione repousava com um braço estendido pelo corpo e o outro lhe tocava o rosto delicadamente, ele sabia que não podia esperar então ele tirou o frasquinho azul das vestes ele abriu o frasco lacrado pela primeira vez e o cheiro era simplesmente incrível, era... Chocolate!


O cheiro dava água na boca, mas o garoto se concentrou, rodeou a cama ate ficar de frente para o rosto da castanha, na tampa do frasco havia um conta-gotas “Perfeito” pensou, ele esquentou os dedos um pouco nas vestes, não sabia o quão frio sua pele estava devido o feitiço então tomou cuidado ao tocar o rosto da morena, com muito cuidado ele conseguiu fazer a cabeça virar o suficiente para pingar exatas 6 gotas na boa de Hermione, a garota murmurou algo, e virou para o outro lado, ficando absolutamente imóvel.


- Desculpe...


A respiração do loiro aumentou ele levantou rapidamente e saiu dali, andou pelos corredores meio que sem saber exatamente o que fazer agora, em determinado corredor ele se forçou a parar, encostar na parede e por as idéias em ordem. Agora Hermione iria passar 2 dias “dormindo” o que era de fato uma merda, hoje é 19 de dezembro, quinta feira, e ela precisava ficar assim ate o dia 21 quando começaria o inverno, e a poção que ele tinha aplicado só garantiam 2 dias talvez um pouco mais ou menos... “Agora vamos ao motivo por eu estar aqui nesta enrascada” comentou Draco em pensamentos, “Vou precisar da ajuda de alguém... Gina...”. Ele sabia que seria fácil fazer a ruiva o obedecer, mas antes ele teria de pegar uns materiais.


------------- Continua -------------


ainda to editando esse cap ...

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