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3. Capitulo Três.


Fic: Leiloada


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O3


-Acorde, já são onze e meia da manhã! –gritara Dolohov enquanto abria a porta, Luna parecia não ter dormido, havia pegado no sono eram aproximadamente seis da manhã, bocejou, ainda estava com a roupa do dia anterior, Dolohov invadiu o quarto com sacolas.


-Levante-se. –ordenou ele, a garota um tanto sonolenta levantou.


-Tire a roupa, tenho novidades. –Luna demorou alguns longos minutos para ficar completamente nua, Dolohov lhe deu uma calcinha vermelha, fio dental , transparente, e é claro. Minúscula.


Ela vestiu a calcinha estava apertada, em seguida colocou um sutiã vermelho, igualmente apertado, dando o aspecto que seus seios fossem saltar.


-Como você está linda, se eu pudesse... Enfim, vista essa saia e essa blusa.


Vestiu, Dolohov chegou bruscamente perto da garota, deixando-a assustada. Ele cuidadosamente desabotoou dois botões de sua blusa, sorriu.


-Assim fica melhor. Ah, se Filch soubesse o quanto eu queria estar no lugar dele, ter essa garota tão bela, só para mim. –ele passou a mão na perna esquerda da garota, que encolheu-se.


Dolohov arrumou o cabelo da garota, duas tranças, deixando a garota com um aspecto angelical, a maquiagem leve, parecia ter treze anos, e não quinze.


Vestiu meias compridas e brancas, que iam até o joelho, em seguida colocou uma sapatilha preta, estava pronta. Tremia dos pés a cabeça.


-Por favor, Dolohov. Não me deixe ir com ele. –implorou a garota jogando-se aos pés do homem, que a puxou pelo braço e segurou seu queixo.


-Não chore, culpe seu pai por isso, a dois anos esperava que ele a perdesse, mas esse dia chegou, Luna. Você já foi um mero prêmio, que logo irei aproveitar, agora me escute. Você fará tudo o que o senhor Filch mandar, caso não obedecer, irá pagar. –ele falou ameaçando a garota, em seguida puxando suas tranças como se fosse uma espécie de animal desceu as escadas. –O senhor Filch já lhe aguarda lá embaixo. –Luna gritava de dor, Dolohov puxava seu cabelo machucando-a, desceu as escadas. Filch estava lá.


-Uma da tarde em ponto, como prometido. –falou Dolohov apresentando a garota para Filch.


-Como está linda minha Luna. –falou Filch sorrindo deixando a mostra os dentes apodrecidos.


-O quarto é seu. –ele disse entregando uma chave. –Até a uma da tarde de amanhã, após esse tempo pode leva-la aonde quiser. –Luna estremeceu, não sabia onde Filch a levaria, não sabia o que ele faria com ela, estava com medo.


-Ótimo. –disse Filch pegando a chave. –Vamos minha criancinha. –ele agarrou sua mão com força, levando-a a um quarto.


Era um quarto grande, com um grande telão de frente para a cama, e um espelho no teto, lençóis de cetim vermelho e um banheiro luxuoso faziam parte do ambiente, Filch levou delicadamente a garota até o quarto e trancou a porta com a chave.


-Então meu bebezinho, me deixe observar seu rosto lindo. –falou Filch praticamente com o rosto colado no da garota, ele levou a mão a sua nuca e a beijou, Luna pode sentir seu hálito podre e um gosto ruim invadindo sua boca, enquanto a língua de Filch percorria sua boca sem nenhum pudor, não pensou duas vezes, deu um tapa forte no homem, que cambaleou para trás.


Filch esfregou o rosto e a fitou com fúria, Luna começou a bater na porta, tentando fugir, clamava por socorro, mas, Filch pareceu ter uma força sobre humana agora, agarrou a loira pela cintura e a pos em seu colo, com as costas viradas para ele, sentando-se na cama levantou sua saia e dera um tapa forte em seu traseiro:


-Isso... –dizia Filch devagar, enquanto Luna gritava, sentia o corpo arder.


-Pare, por favor.


-É para você... –um novo tapa, só que desta vez mais forte, a garota urrou de dor.


-NÃO! –gritava a loira em desespero.


-Nunca mais me desrespeitar! –um novo tapa, seu traseiro estava vermelho, com as marcas da mão pesada de Filch, ele sorriu e esfregou o bumbum da garota sorrindo, em seguida colocou-a de pé, e disse com um certo tom infantil:


-Agora, você fará tudo o que eu mandar, ou irá precisar de uma nova lição. Venha aqui, deixe-me ver sua roupinha. Sente-se no meu colo. –Luna obedeceu, como se fosse um cachorrinho, Filch acariciou seus seios e beijou sua boca novamente, ele riu e disse que seus lábios tinham gosto de morango; -Deite na cama.


Luna ficou quieta.


-Deite! –ordenou Filch, a garota deitou-se, Filch pulou sobre ela, e começou a desabotoar sua camisa, revelando o sutiã apertado.


-Por favor, não faça nada comigo. –ela implorou, ele riu.


-Seus seios são perfeitos, darão um bom lucro para mim. –ele falou tirando o sutiã da garota, sem seguida começou a lamber sua barriga, enquanto as mãos apertavam os seios com força, machucando-a.


-Nunca lhe vi inteiramente nua, vamos tirar essa saia. –falou ele em tom doentio tirando a saia da garota. –Oh, que calcinha apertada, ela não lhe machuca? Vamos tira-la. –ele arrancou a calcinha com os dentes, fazendo a garota gritar, Luna estava apavorada. Em seguida Filch passou as mãos ágeis por sua vagina, fazendo uma espécie de massagem, em seguida tirou as calças.


-Isso vai doer, mas só para você meu bem. –ele falou. –Abra as pernas. –Luna tremia, Filch penetrou, ela sentia o pênis rugoso do homem dentro de seu corpo, Filch gemia prazeroso, as lágrimas inundavam o rosto de Luna, ele dava tapinhas em seu rosto, e puxava seus cabelos, ria com escárnio.


-Oh, como é você me dá prazer Luna. –falou ele levantando-se, e indo em direção a uma caixa que ali havia, Luna encolheu-se no canto da cama, suspirando, havia acabado.


-Já cansou? Temos um dia inteiro, isto só me revigorou, docinho. Ele tirou um pote transparente, ali havia mel. –Deite-se, e abra as pernas, Luna. Filch passava o mel por sua vagina, com certa delicadeza, comparado ao que ele havia feito há alguns minutos atrás.


-Esta é minha parte favorita. –Filch passava sua língua pelas partes do corpo da garota, lambendo todo o mel, Luna soluçava, pedia para Filch parar, mas a cada reclamação, era um tapa, uma agressão.


-Boa menina, agora fique de quatro. –Luna obedeceu, os cabelos estavam embaraçados, e a pele cheia de suor, o nojo a contagiava, ver aquele homem feio, estúpido fazendo o que bem queria com ela, era tão horrível, sentiu o pênis de Filch em seu corpo novamente, ele batia em seu traseiro novamente, aquilo machucava demais, ela gritava de dor e horror.


Luna sentiu seu corpo amolecer, estava prestes a desmaiar, mas um tapa realmente forte de Filch a fez despertar, ele pegou-a pelo braço e pediu que ela se ajoelhasse.


Filch pressionava a cabeça da loira em direção ao seu pênis, um liquido ácido invadiu sua boca, preparou-se para cuspir aquilo, mas Filch ordenou: -Engole, cadela.


Nunca sentiu-se tão humilhada em toda sua vida, eram aproximadamente oito da noite, Luna estava com marcas avermelhadas por todo o corpo, Filch lhe maltratava, queria que aquela sessão de horror acabasse logo.


-Uau, acho que bati meu recorde, venha. –ele pegou a garota no colo, que estava com as pernas bambas, levou-a até o banheiro, ligou o chuveiro e esperou a água esquentar.


-Estou tão cansado, dê banho em mim. –ele pediu, Luna com a face cansada pegara uma esponja e esfregava delicadamente as partes do corpo de Filch, ele sorria, com outra esponja fazia o mesmo com a garota.


Dez horas da noite, Filch e Luna rumaram até a cama, deitando-se, Luna deitou com o rosto quase colado ao de Filch, ele ligou a televisão, e colocou um filme pornô, com um mão acariciava os cabelos dela, e com a outra a vagina e o traseiro da garota.


-Ah, agora estou um tanto cansado, mas minha vontade era de repetir tudo novamente, vamos conversar um pouco, sobre o quer conversar?


-Para onde eu irei? –ela perguntou quase automaticamente, Filch sorriu e a beijou.


-Eu tenho um casa grande, mas muito grande mesmo. Lá há vários quartos, cada quarto com uma de minhas garotas, você será uma delas.


-Você tem várias mulheres? –Luna perguntou, Filch apertou sua vagina com força agora, agüentou-se para não gemer de dor.


-Como você é inocente, você será uma prostituta, Luna. Mas não como aquelas que você vê na televisão, é diferente. –Luna começou a soluçar. –Será assim, para começarmos, tiraremos algumas fotos, aí os homens lhe escolherão pelas fotos, você não poderá sair do quarto, suas roupas serão diferentes, terá de seguir algumas regras, não chore, vire-se para o outro lado,vamos dormir. –Luna obedeceu, virou-se de costas, sentiu os braços finos de Filch envolvendo-a, não conseguia dormir, por mais que quisesse, mas os pensamentos de que sentia-se pútrida, suja, invadiam sua mente.


Ainda estava acordada, quando ouviu as batidas de Dolohov na porta do quarto:


-Filch, já são onze e meia. –Filch espreguiçou-se, tirando pela primeira vez as mãos dos seios de Luna, que pode mexer-se com mais conforto, tirou as cobertas de cetim vermelho, e fitou o corpo nu da garota:


-Meu bebê. –ele dera um tapa forte no traseiro da garota e lhe deu um roupão.


-Vista isso. –era um roupão preto, felpudo, vestiu, era confortável. Filch vestiu seu terno e passou a mão pela cintura da garota, vamos descer.


Desceram as escadas, encontraram com Dolohov, que cumprimentou Filch:


-Como foi à noite?


-Acredite, foi a melhor que tive até agora. Minha Luna relutou um pouco no inicio, mas lhe dei umas palmadas e ficou tudo bem, tomamos banho, dormimos. Uma verdadeira boneca. –ele falou acariciando o queixo da garota, que corou, acabara de ter sua intimidade exposta perante Dolohov.


-Quando ela estará disponível? Vários homens deixaram o telefone, ainda estão interessados. –falou Dolohov entregando uma listinha para Filch, que guardou-a no bolso.


-Hoje a noite mesmo, só farei alguns preparativos. –Dolohov sorriu.


-Sou o primeiro da lista.


-Com certeza é, lhe devo essa. Me ligue, lá pelas cinco da tarde, combinaremos tudo.


-Ligarei.


-Vamos, Luna. –falou Filch levando a garota até o carro. Ele colocou-a no banco de trás. –Temos um dia cheio, hoje. Já está ficando popular hein? A viagem é longa, acomode-se. – em poucos segundos, Luna dormiu. E por algumas horas esquecera-se de tudo que havia passado na noite anterior.

FIM DO CAPITULO.

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