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16. Raiva


Fic: Sangue & Veneno


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“And how can I stand here with you
and not be moved by you?”

Lifehouse – Everything

                                                                           


Eu estava convicto de que venceríamos a partida. Pelo menos contra a Corvinal. O capitão William Beck planejava jogadas espetaculares, o que era uma das vantagens do time, mas os jogadores não chegavam a ter os mesmos níveis de habilidade que qualquer outro jogador da Sonserina. Até onde eu os conhecia. Tentei, com esse pensamento, ignorar o fato de que ninguém, além de mim, acreditava que a partida prevaleceria ao time da cobra. Mas quando decidi conversar com o pessoal no vestiário, antes da primeira partida, descobri que a incapacidade que alguns jogadores tinham de se relacionarem com seus companheiros era o motivo para tanto pessimismo. Alvo não sabia daquilo, pelo visto, para me elogiar.

– Você está viajando – riu Olivier sarcástico, sentado num banquinho longe dos outros jogadores, que apenas observavam a discussão. Eu estava olhando com tanto desprezo para aquele time desanimado que de repente comecei a me sentir enjoado. – O time está uma porcaria.

– Isso porque você nunca conseguiu fazer uma jogada boa nos treinos – retrucou David, zangado. – Que grande batedor você é, hein, cara?


– Cala a boca.

– Chega – eu rosnei, mas eles agiram como se minha voz fosse o barulho de uma mosca, e continuaram a discutir.

Olivier se levantou quando David xingou a mãe dele. Eu apartei a briga antes que alguém semachucasse.

– Seus desprezíveis – eu gritei. – Será que não tem miolos na cabeça oca de vocês? Será que não pensam que aqueles jogadores mesquinhos estão rindo de nós, cientes de que vão ganhar? Vocês, como sonserinos, deixariam esses idiotas acreditarem que são melhores do que a gente? Me poupem.

Só assim eles entendiam. Eu precisava mostrar a eles que o time adversário não prestava, e o quanto eles próprios estavam sendo ridículos.

– Sejam homens – eu sibilei olhando diretamente para David. Não pude deixar de me decepcionar. Ele me ensinara muita coisa ao longo dos últimos treinos, agora estava se rebaixando a um tal nível que fiquei zangado. Dizer era fácil muitas vezes, e quem disse que seria simples realizar o que próprio dizia? – E mulheres... – acrescentei para Drina e Jenny, elas sorriram. – Preparados?

– Não – disseram todos.

– Então apenas rezem – peguei a vassoura, com raiva. – Ou apenas... esperem pela humilhação.

Segundos depois já estávamos espalhados pelo campo.

Sempre que isso acontecia, os aplausos, os berros, e outros barulhos que envolviam o campo de Quadribol, desapareciam. Eu contemplava os torcedores nas arquibancadas, agitados, mas para mim não passavam de criaturas mudas que pulavam sem omitir som algum, pois quando eu pegava vôo e alcançava uma altura limitada minha mente mergulhava num silêncio onde só era possível escutar a pulsação das minhas veias. Nada era capaz de me concentrar, além disso. Nada. Eu só tinha os olhos e a atenção no objeto brilhante de ouro, o famoso pomo-de-ouro, quando entrava em campo. Pois aquele era meu objetivo. Pegá-lo.

Goles e balaços passavam em minha direção, eu desviava. Numa velocidade calma, mas atenta, também tentava avistar o pomo-de-ouro em algum caminho.

Um vulto passou rapidamente ao meu lado e foi então que, para mim, o jogo começou.

O apanhador da Corvinal era desconhecido, tinha uma velocidade incrível. Uma sensação esmagadora pisou minha mente e eu sentia que não esperara por novidades.

O pomo-de-ouro aumentava sua velocidade ou sumia para uma outra direção quando eu o alcançava. Aquele objeto minúsculo zombava comigo de uma maneira que me deixava irritado. E não ajudou em nada quando o apanhador da Corvinal ficou ao meu lado, na mesma velocidade, e olhando para mim constantemente como se fosse me intimidar. Eu não tinha pena alguma, por isso fiquei satisfeito quando o tirei do meu caminho com violência.

De repente toda a minha concentração dissolveu bruscamente. Alguém gritou: – CUIDADO!

Eu desviei da gole que ia me acertar. Sorte, diria. Mas não tanta sorte quanto eu achava. Estávamos perdendo no placar, e o apanhador da Corvinal não desistia.

Assim, sentia-me obrigatoriamente pressionado para então ter idéia de que a partida dependia de mim. Dependia apenas do apanhador. Pois bem, decepcionar meu time era a última coisa que eu gostaria de ter feito. Mas, logo depois que desviei daquela gole, um apito soou. Gritos de felicidade.

Mas não para a Sonserina.

Meu sangue ferveu quando vi o pomo-de-ouro se acalmando suavemente nas mãos daquele rapaz.

Olhei ao redor. Olivier estava xingando, assim como David, Bernard, Eliot e os outros. Assim como também Alvo Severo e qualquer outro torcedor da Sonserina. Eu já podia até imaginar. Eu não tinha nem dado calor para o apanhador da Corvinal, apenas um empurrão... um empurrão tosco que não derrubaria nem um ursinho de pelúcia da vassoura.

Fiquei parado, oscilando no ar e olhando para o gramado lá embaixo, incapaz de acreditar que já acabara. Tão rápido. Tão humilhante.

Desde que entrei em Hogwarts a Corvinal nunca venceu uma partida contra a Sonserina. Motivos, é claro, para mais humilhação a minha volta.

Eu sentia minha mandíbula se contrair enquanto eu descia da vassoura. Observava de relance os olhares. Risadas grotescas para todos os lados.

Eu ignorei isso.

Na porta do vestiário um grupo de torcedores da Sonserina aglomerava a passagem. Avistei Beaumont e Zabini ao entrar lá dentro. Eles escolheram o momento perfeito para aumentar minha raiva, minha irritação, e diminuir drasticamente minha paciência, minha dignidade e toda a minha tolerância.

– Ora, Malfoy! – Beaumont estava zangado. Não ria sarcasticamente, e nem caçoava. – Se eu soubesse que duraria só isso nem teria acordado cedo para assistir a partida. Mas vo-

Percebi logo depois que tentavam apartar a briga. Eu fechei o punho, e com toda a força do meu espírito, acertei aquele rosto que tanto me dera desgosto nos últimos anos. Beaumont cambaleou para trás, empurrando os outros ao redor.

Alvo Severo agarrou meu braço e me afastou de Beaumont e Zabini. Mas agora que eu havia começado não terminaria tão cedo. Empurrei Alvo também e empurrei Beaumont contra Zabini, que revidou tentando socar meu rosto.

Invejosos, eu pensei. Invejosos, eu quis gritar. Mas não queria gastar saliva com nenhuma daquelas criaturas, já havia perdido meu tempo socando a pele deles. Eu não estava de bom humor. Agarrei a vassoura que tinha caído da minha mão, e sem coragem para encarar aqueles que não mereciam ver a briga, me afastei para fora do castelo. A solução sempre era fugir numa hora dessas, para não descontar a minha raiva naqueles que não precisavam ouvir reclamação.

Entrei na floresta proibida que não é mais proibida. Caminhei com passos pesados, esforçando-me inteiramente para não me sentir envergonhado. Na realidade, depois daquele soco em Beaumont achava que minha alma estava um pouco mais relaxada. Um pouco. Mas ainda suficientemente perigosa para que, caso Rose estivesse do meu lado, eu poderia magoá-la com as minhas palavras que queriam sair da boca.

Por sorte eu estava sozinho. Eu não entendia essa raiva que eu estava sentido. Mas simplesmente estava me sentindo melhor quando joguei com força a Nimbus 2200 contra a árvore que avistei na minha frente. Ela não quebrou, felizmente, mas no momento eu queria que quebrasse.

Em que diabos Alvo estava pensando para me nomear capitão? Eu nem sei perder.

Eu senti alguém se aproximar. Rose estava com seus braços ao redor do próprio corpo, como se estivesse se abraçando, enquanto me observava com aflição. Ao vê-la eu fechei os olhos e pedi, claramente:

– Vá embora. Para o nosso bem.

Ela só soltou os braços.

– Você tem essa mania de achar que ficar sozinho vai adiantar alguma coisa – disse como se me repreendesse. Ela caminhou em minha direção, passando por mim até ficar ao lado da vassoura caída no chão.

Rose a segurou e a examinou por um segundo.

– Rose, por favor. – Eu não ficava confortável com aquele sentimento, com aquela vontade de mandá-la embora. Mas eu precisava antes que começasse a ofendê-la.

– Me ensine? – ela perguntou displicente, roçando os dedos na madeira da Nimbus e preferindo não me encarar naquele momento.

Rose era esperta.

– Ensinar o quê? – minha voz já estava ficando ríspida. Ela ignorou isso com paciência.

– A voar. Não deve ser tão difícil como tenho imaginado.

– Você vai se machucar.

Ela sorriu para mim.

– Não se você estiver aqui. Vamos – a voz dela soou docemente tentadora –, por mim. Eu adoro aprender.

– Você está de brincadeira.

– OK... – ela montou na vassoura. – Já que você não quer me ensinar... – ela disse com firmeza – eu aprendo sozinha. Se você sabe voar nisso daqui, eu também sou capaz. Não é impossível. Olha só – ela oscilou dois centímetros do chão, onde as pontas dos pés ainda o tocavam. – Fácil!

Ela percebeu que a tentativa de me animar não tinha funcionado, então ficou séria novamente, e desajeitada, desceu da vassoura para se aproximar de mim.

– Foi só um jogo, Scorpius – falou inconformada. – O primeiro jogo como capitão não parece ser fácil mesmo. Então não se culpe... – Eu ia objetar, mas ela atrapalhou: – Eu sei que está se sentindo culpado sim. Olho para você, só o que vejo nessa sua expressão agora é culpa.

Eu sabia daquilo. Mas não era só por causa do jogo, era por causa de todo mundo. Esfreguei as mãos no rosto completamente cansado. Eu parecia uma criança. Quando será que aquilo ia acabar? Senti uma infantilidade na minha preocupação, queria sair de lá. Rose não ia me reconhecer. Ela não conhecia aquela fragilidade inútil e terrível que me condenava naquele momento.

Eu ia dar as costas para ela, mas Rose me virou bruscamente para encará-la.

– Me ensine a voar, eu prometo que você esquecerá tudo isso assim que disser um sim com aquele seu sorriso que me faz derreter que nem uma idiota.

Aquilo, para a minha surpresa, me fez rir. Um riso desanimado, mas que deixou Rose satisfeita.

– Ah, lá! Está vendo, você pode sorrir diante das suas preocupações.

– É claro que eu posso sorrir quando estou com você.

– Então faça.

Sorri com esforço. Ela torceu o nariz.

– Tente de novo.

– Rose...

Então ela desistiu de insistir. Mas entregou a vassoura para mim, e sentou no chão na mesma posição rígida que ficava quando assistia às aulas importantes.

– Ok, estou pronta para aprender.

Eu só fiquei olhando para ela, e dei um longo suspiro.

– A primeira coisa que você deve saber é que eu não sou um bom professor.

– E daí?

– E daí – eu respondi – que eu vou me estressar com você.

Rose sorriu, achando divertido. Mas eu, da maneira como estava, não vi graça alguma.

– Segundo, você não pode me questionar. Nada. Eu sou chato.

Ela bufou e abaixou a cabeça, como que lamentando. Senti pena dela e mais raiva de mim. Eu estava tornando algo simples numa dificuldade para ela. Suspirei de novo, aproximei-me calmamente e em fim estendi minha mão. Ela a pegou e eu a ajudei a se levantar.

– Suba aqui – eu lhe dei um espaço na vassoura. Ela me obedeceu, sentando-me a minha frente. Logo que saímos do chão Rose apertou com força a madeira para se segurar. O seu cabelo estava mais cheiroso do que nunca, era o misture do perfume que emanava de sua pele, uma mistura tão excessiva que foi capaz de me acalmar como ninguém nunca conseguiu. – Você tem medo de altura? – perguntei baixinho. Ela estremeceu, por isso demorou a responder.

– Não sou muito fã.

– Confia em mim?

– Sim.

– Eu não vou soltá-la – garanti, segurando sua cintura com a mão direita, e a outra mão estava segurando as mãos dela que envolviam a madeira da vassoura. Estávamos tão colados um no outro que acho que deixei Rose um pouco sem ar. – Está bem assim ou quer que eu...

– Não – ela protestou só por eu ter perguntado –, nem pense em se afastar.

Pela primeira vez naquela manhã eu sorri de verdade, mas ela não viu, estava absurdamente concentrada no caminho a sua frente.

– O que eu tenho que fazer? – ela perguntou enquanto oscilávamos baixinho e devagar ao redor daquela extensão na floresta.

– Feche... os olhos.

– Por quê?

– Feche-os, não questione.

Eu acreditei que ela os fechara.

Aproveitei o silêncio em que só ouvia sua respiração para elevar a altura.

– Não vamos nos colidir com uma árvore, vamos? – ela perguntou. – Nós não vamos...

Ela parou de falar incondicionalmente quando eu tirei minhas mãos de sua cintura.

– Calma – eu sussurrei no ouvido dela, tirando o cabelo que atrapalhava a visão da pele de seu pescoço. – Eu não vou deixar você cair. Confie em mim, pelo menos agora.

– Scorpius... – ela meio que ofegou quando comecei a roçar os lábios na sua pele ali. – Eu vou cair.

– Não vai – prometi. – Você está completamente segura... – eu beijei fracamente o pescoço dela – quem foi que pediu para aprender a voar? Você está voando dos dois jeitos agora.

– Isso não é voar. É... ser provocada...

– Agora... – eu voltei em seu ouvido, sorrindo novamente – agora é só você se equilibrar. Quando aparecer alguma árvore vire calmamente seu corpo com a vassoura, para mudar de direção.

Então ela o fez. Exatamente como eu mandei, exatamente como deveria ter feito. Rose sempre fora uma aluna aplicada, tão paciente quanto qualquer outro aluno perante qualquer professor, independente se eles eram chatos, mandões, estranhos e severos, Rose sempre esteve disposta a aprender algo novo.

Naquela manhã, eu só precisava disso, de um pouco de paz. E agora eu não podia imaginar outra pessoa que conseguiria acalmar a minha alma daquela maneira a não ser Rose.

Por fim, então, poderia afirmar que eu aprendera a conhecer a calma e a paciência em meio à raiva e vergonha através da forma tranqüila que Rose reagia diante das minhas preocupações, dos meus erros. Geralmente, o que me preocupava a deixava preocupada. Então me vi diante de uma ironia, assim que dei conta que eu não conseguia deixar Rose irritada como antes, nem com minhas atitudes nem com as minhas palavras. Ela se via obrigada a me corrigir quando eu estava errado, ela se via responsável pelos meus sentimentos. “Você faz parte da minha vida”, seu argumento era esse. Mas tudo isso, eu sabia, era por causa do desejo impetuoso que Rose tinha de me ver sorrindo, e de não ter a tristeza que tinha no olhar quando me encontrava revoltado, agindo friamente, como aconteceu naquela manhã.

Assim que voltei e entrei na sala comunal, percebi que eu não era o único que estava zangado com a derrota do time. David baixou o olhar quando me viu entrando.

– Pois podem me culpar, se tiverem coragem. Façam o que desejam, digam que querem outro capitão, se tiverem palavras que me convençam – dizia olhando para eles – ou argumentos que justifiquem suas escolhas. Mas saibam que agora eu não vou desistir até concertar esse time.

– Isso é bom – disse Alvo. – O ódio que você tem de perder um jogo talvez transforme sua vontade de vencer tão maior quanto seu medo de perder a Rose.

Alvo pareceu estar brincando ao comparar com aquilo.

Mas como naquele exato momento eu podia imaginar que, de uma mera brincadeira, aquilo se tornara um perigo que eu não estava planejando sentir no meu futuro?


***


Respostas aos comentários:

Pollita:
Eu vou te dizer uma coisa: quando eu vi o seu comentário eu assustei com o tamanho. ahauhaiuah Certo, agora eu quero agradecer por você ter lido tudo e tentado comentar esses 15 capítulos no mesmo dia, algo que jurava ser humanamente possível! Juro que, se não fosse o amor que eu sinto por Scorpius Malfoy e Rose Weasley acho que nunca chegaria a tanto, e não sei como posso idolatrar tanto duas criaturas que só foram descritas em um ou dois parágrafos pela tia Jô. E não é só você que tem esse amor por Ronald Weasley, pode acreditar *-* Agora, sobre o Scorpius, não tem explicação, sei lá. O mais engraçado de escrever sob o ponto do Scorpius é que, quanto mais ele idolatra a Rose, mais apaixonada eu fico por ele [2] Só o que tenho para dizer é que eu concordo *-* Pode parecer louco, mas eu entendo o que você quis dizer... E sei exatamente como é. Muito obrigada pelos elogios, espero que continue acompanhando essa fic =D Bjs!

Leeh: Ahh, como seria bom se as pessoas se enlouquecessem assim. Fico tão feliz quando vc comenta HSAUHSAU Obrigada mais uma vez!

Larissa: Ui, ui hein/ ASHUSAHUSA Realmente, tem mto o que aprender para ser um capitão, por isso escrevi esse capítulo assim, para indicar que não vai ser tão fácil e sim estressante ><’ AHH, obrigada por comentar! E cuidado com os cabelos, menina o_o HSIAUHAU

Em geral, um abraço ;**
Até a próxima,
Belac.

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Comentários: 2

Páginas:[1]
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Enviado por Mariana Berlese Rodrigues em 06/02/2013

SIMPLISMENTE P-E-R-F-E-I-T-O ESSE CAP. A-M-E-I *.*

#MORRI 
A-M-E-I <3 <3 <3 
MUITOOOOOOOOOO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA *.*
CHOREI AQUI :)

ESSE CAP. MOSTRA Q ELES PRECISAM MTO UM DO OUTRO :))))))) 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 16/02/2012

Lindo ele ensinando ela a voar *--------------------------* Ameiiii!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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