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12. CAPÍTULO 12


Fic: No Abraço de Um Lobo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 12


 


Gina esfregou seus braços nus enquanto olhava Harry, uma irritante sensação de desejo corria por sua carne, e estava deixando-a louca. Ela precisava que ele a tocasse, não ficasse de pé, tentando explicar coisas que nenhum dos dois poderia mudar agora.


- Por isso, você está lamentando não ter me falado tudo isso antes? - Ela se recostou na cadeira e lambido os lábios, vendo como os olhos dele escureciam, o seu rosto de avermelhava, seus lábios mais cheios, a sua expressão mais escura com luxúria.


- Eu deveria ter falado tudo para você. - As narinas dele chamejaram quando ela ergueu a mão esfregou no próprio ombro. Cada centímetro do corpo dela estava formigando agora, implorando por ele.


- Considere contado. - ela declarou.


- O que? - Ele a encarava, quase aturdido agora, tirou as mãos lentamente dos bolsos das calças de couro pretas. Calças que não escondiam o tamanho da excitação que forçava o tecido. Ele estava duro e grosso. Ela estava molhada e selvagem e ela precisava dele agora.


- Olha, isso tudo é muito interessante, e tenho certeza que eu vou fazer mais perguntas. Você sabe, quando todos os efeitos do calor do acasalamento me envolvem? Só depois de ter sua bunda de Lobo aqui e me foder.


Seus olhos diminuíram quando suas mãos foram para a camisa preta que ele usava, seus dedos deslizaram os botões das casas e agora com o seu olhar queimavam de pura luxúria.


- Minha bunda de Lobo? - Ele perguntou-lhe com suavidade, a voz dele escuro, forte.


Gina deslizou sua calça curta de seu corpo, ficando apenas de calcinha, enquanto que a túnica era atirada ao chão. Ela tirou a camisa dele facilmente, enquanto ele se sentava e tirava as botas e meias.


Levantou-se a seus pés, e antes que pudesse se levantar do banquinho largo e acolchoado em que estava, ela estava na frente dele.


- Você está tão lento. - Ajoelhou-se diante dele, empurrando-o para trás, seus dedos foram até o zíper de metal das suas calças.


- Então eu estou. - Ele rosnou, seu abdômen se flexionou quando ela abriu sua calça afastando as bordas e revelou o enorme comprimento do membro excitado.


O piercing brilhou de encontro à carne escura do sexo.


- Porque o piercing? - Ela perguntou, abaixando a cabeça para deixar a sua língua revolver a pequena bola no fim do sexo.


As mãos dele escorregaram no seu cabelo, um gemido sufocado deixando a sua garganta.


- Uma lembrança. - ele arquejou.


- O que ele te faz lembrar? - Ela segurou o cabo duro, virou a cabeça e chupou o lado superior da crista entre os seus lábios para permitir à sua língua acariciar em volta da jóia com movimentos circulares.


- Liberdade. - ele arquejou. - Faz me lembrar da liberdade.


- Por quê? - Ele se tencionou mais, quando seus dentes agarraram a ponta.


- Não nos permitiram piercings ou tatuagens nos laboratórios. Nada que nos identificaria. Nada que nos faria indivíduos. Ele me faz lembrar... Sou livre.


O coração de Gina se apertou e sua alma sangrou pelo sofrimento que ressonou na voz dele. A liberdade dele se reduziu à escolha dele de ser perfurado a e marcado. A habilidade dele para ser um indivíduo.


Ela engoliu a ereção dele e o chupou profundamente dentro. Ela queria a lembrança daquele lugar gravada da mente dele. Ela queria substituir sua dor com desejo, com fome. Por ela.


Ele pertencia a ela.


Ele rosnou o nome dela enquanto se recostava na cadeira, relaxando contra o encosto estofado da cadeira. Os dedos dela acariciaram o cabo grosso enquanto as mãos dele apertavam o cabelo dela guiando os movimentos, mostrando a ela como lhe dar maior prazer.


Ele gostou de sentir os dentes dela escorregando suavemente ao longo da cabeça do membro. O modo como a língua morna acariciou o piercing na ponta do membro.


Enquanto ela chupava o pau dele, as mãos dela empurraram as calças dele, deslizando-as pelas coxas musculosas, até os pés.


Pronto, agora ela poderia explorar a carne que desejava tocar. Seu escroto era sedoso e suave, apenas uma leve camada de fios sedosos cobrindo-os. Ela os apertou suavemente em sua palma, em seguida, as unhas dela arranharam sobre o saco endurecido.


- Gina não. - o rugido dele era uma advertência. - Deixe controlar-me, meu amor. Não me pressione.


Ah, um desafio.


Ela abriu os seus olhos, e o encarou enquanto seus lábios deixavam de lamber a crista pulsante e começou a deslizar ao longo do cabo endurecido. Ele respirava muito agora, suas mãos agarraram os braços da cadeira em vez do seu cabelo.


- Que controle? - Ela sussurrou. - Não tenho nenhum, porque você deve ter?


Ela queria aquela perda total de controle. Ela queria aquele homem selvagem que ela vislumbrava nos olhos dele, o mau rapaz que ela sabia que ele era. Os seus lábios foram para baixo, lambendo a carne sedosa até que chupou o saco duro para dentro da boca.


- Caramba Gina. - ele xingou arquejando, mas ele se arqueou, permitindo que ela chupasse livremente seu saco enrijecido.


Foi quando ela viu uma pequena gotinha de fluído pré-seminal se derramando da fenda na cabeça do membro. Ele rosnou novamente, um som grosso que rugia de fome, que mostrava a excitação que corria pelo corpo enorme. Ela usou o fluido liso para aliviar as carícias da sua mão ao longo do membro, sentindo-o escorregar em seus dedos enquanto sua boca envolvia suas bolas e a sua língua alisava a carne sedosa e latejante.


- Você não sabe o que está fazendo. - Harry rosnou. - O que vai causar.


A outra mão desceu, até embaixo do saco escrotal, e lá embaixo achou o ponto sensível. Ela não podia ter previsto a reação dele.


Ela estava acariciando a carne entre as bolas dele e o ânus, mas ele imediatamente a empurrou e agarrou pelos ombros, se levantando da cadeira.


- Eu te avisei. - ele resmungou arfando, a voz dele estava tão forte e áspera, muito má com a ameaça na voz sensual. - Você quer jogar joguinhos, companheira. Deixe-me mostrar o que acontece quando você faz isso comigo.


De algum modo, ela libertou mais do que tinha contado. Em um segundo ela estava debruçada na cadeira e ele se pôs atrás dela, e antes que ela pudesse pará-lo, seus lábios e a língua entraram em sua pequenina fissura no seu traseiro.


Ela devia ter se amedrontado, assustado. Ela nunca foi tocada lá, recusando permissão de qualquer namorado de tomar aquele tipo de liberdade.


Mas Harry não pediu nada. Sua língua estava faminta, lambendo e acariciando, enquanto as suas mãos dividiram as curvas cheias do traseiro, e ele desceu mais.


- Harry! - Ela gritou o seu nome, tentando afastar-se da maldosa carícia, do golpe da sua língua por cima da entrada do ânus. Outro golpe, depois sentiu ele entrar, tão chocante que ela começou a tremer.


- Tenho morrido por isto. - ele gemeu atrás dela, sua mão acariciando seu traseiro enquanto ele se endireitava, seu membro se comprimiu contra a entrada.


- Isso não vai caber. - ela respirou fundo.


Ao mesmo tempo, ela sentiu o primeiro jato do fluido de pré-seminal escapar do membro dele e sentiu a penetração do pau no orifício apertado.


Gina tentou se rebelar embaixo dele, mas as mãos dele a seguraram firme no lugar, o membro dele dividia a carne dela como um marginal entrando em um local proibido.


Doce Deus, o que ele estava fazendo com ela? Que fluido sedoso era aquele, que lubrificaram e aliviaram a penetração que ela sabia que ele ia levar até o fim?


Com cada jato, ele pôde se enfiar mais profundamente dentro dela, enquanto abria a entrada muito pequena, seu membro a queimava com prazer e dor, a fizeram gritar embaixo dele.


- Eu adoro a sua bunda. - As mãos dele acariciaram possessivamente as curvas macias e cheias do traseiro dela. - Desde o primeiro dia que te vi, eu  sempre olhava quando você caminhava, meu membro ficava tão malditamente duro que eu pensava que ia morrer de tanto pensar nisso. Imaginando em ter você assim, me aceitando dentro de você. Se submetendo para mim.


Submeter-se.


Então era isso! Gina agora podia sentir no corpo dele. A dominação e o poder que ele manteve muito bem escondido dela. Ele até mesmo deixou que ela decidisse o futuro da relação deles, até agora. Mas neste momento, ele estava garantindo em alta voz sua posição de domínio total. Reforçando o fato que ele poderia renunciar a algumas coisas por ela, mas ele ainda controlava isto. Ele controlava a resposta dela. Ele controlava a sexualidade dela.


Ela arqueou para ele, sentindo outro jato quente de fluído que relaxou e facilitou, ao mesmo tempo intensificou suas sensações. Ela sentia dentro do ânus queimar, exigindo mais, exigindo o pau duro, submissão significava aceitar cada polegada do membro duro até o fim.


- Você é minha! - A declaração foi feita com uma exigência áspera. - Diga isso, Gina. Diga que é minha.


- Sua. - ela arquejou. Ela não ia argumentar. Não agora. Não quando ele podia parar e levar para longe dela aquelas incríveis sensações.


Ele estava grosso e duro, quente e exigente e com a ajuda dos jatos lisos, fortes de fluido ardente, ele estava entrando nela, abrindo e penetrando dentro dela até que o escroto pressionar a entrada úmida da vagina, finalmente ele estava completamente enfiado no traseiro dela.


Então ele se moveu. Ele não se interrompeu. Ele não esperou ela fazer sentido do prazer que misturou com a dor nem para que não esboçasse nenhuma resistência desesperada à necessidade ardente dele.


As suas mãos dele seguraram firmemente seus quadris, e ele começou foder ela com impulsos enérgicos e lentos. Cada vez que ele deslizou de volta outro jato de fluido quente sensibilizava por dentro da carne do traseiro. Cada impulso enérgico deslizava facilmente junto com cada rosnado desesperado de prazer dele.


Ele moveu uma mão do seu quadril, deslizando entre as suas coxas, seus dedos acariciaram seu clitóris, afagava e explorava, enquanto seus impulsos aumentavam. Ela sentia o roçar do piercing na cabeça da verga poderosa, uma sensação adicional que puxou uma respiração desesperada dos seus pulmões. As coxas dele escoraram as suas, suas bolas davam tapas contra sua vagina sensível, e em segundos Gina sentiu o orgasmo explodindo por ela.


Ela se revolveu embaixo dele ao sentir as explosões fortes que começaram a estremecer por ela. Prazer se tornou uma agonia de êxtase. Sensação se tornou ondas de desespero, o orgasmo que se aproximava, ela tinha certeza que nunca sobreviveria. Quando um retrocederia, o outro crescia. Enquanto o membro grosso enchia a bunda dela e os jatos do orgasmo dele começaram a queimar dentro dela, outro orgasmo a tomou, a levou, a envolveu e a fez tremer, e lutar para ter ar para gritar.


Ela se retorceu, movendo-se rápida embaixo dele, mantida presa pelo corpo dele enquanto ele continuava a se mover contra ela, ele beijou a marca em seu ombro, sua língua acariciando e os dentes mordendo e a prendendo firme no lugar. Ela estava perdida. Perdida nos orgasmos múltiplos que fluíam pelo corpo dela, e a submissão mental e física correndo por ela, a mantendo dócil sob ele. Ela pertencia a Harry, tanto quanto ele pertencia a ela. E saber isso não era muito assustador. Estava certo. Pela primeira vez na sua vida, pertencer a alguém era certo.


 


 

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