O2
Luna ficara parada em cima do pedestal, Dolohov pegara um microfone, que produziu um som agudo, e cochichou no ouvido de Luna:
-Fique sorrindo a cada palavra que eu disser. –Luna dera um sorriso tremulo, suas mãos tremiam. –Olá, senhoras e senhores. Esta noite eu trago esta bela garota, olhem suas mãos, são tão macias, e acreditem, não é só isso que ela tem de macio. Chequei a mercadoria, e escolhi as roupas que ela está usando. –gritos alucinados dos homens invadiram os ouvidos de Luna, que dera ao receber um cutucão de Dolohov, sorriu.
-Irei fazer algumas perguntas para nossa amável garota. –ele cochichou algo no ouvido dela:-Tudo o que eu disser, você dirá SIM.
Dolohov ajeitou a gravata que vestia e perguntou:
-É verdade que seu pai lhe perdeu em uma aposta? –Luna sentia as lágrimas invadirem seus olhos, engoliu o choro.
-Sim. –ela falou com voz tremula.
-Você é virgem?
-Sim. –gritos alucinados dos homens, alguns erguiam notas de dinheiro e clamavam pela garota, Dolohov riu.
-Você está sem calcinha? –Luna ficou quieta por alguns instantes, os homens pareciam ansiosos aguardando uma resposta.
-Sim. –gritos cada vez mais fortes, alguns homens batiam nas mesas, um velho levantou-se e gritou:
-Creio que é mentira! – Dolohov gargalhou, esperava que alguém perguntasse isso, cochichou no ouvido de Luna: - Fique parada, não importa o que ele faça.
-Oh, senhor Filch. Você não acredita? Que tal vir aqui? –era um velho com os cabelos sebosos e escorridos, os braços finos, e os dentes em um tom amarelado e um tanto podres.
-Olá, que moça bonita. –ele dera uma batidinha leve no rosto de Luna, que abaixou a cabeça.
-Porque não levanta o vestido da nossa garotinha, Filch? –Dolohov pediu, levando a mão de Filch até a barra do vestido da garota, que estava mais do que constrangida, levando ao delírio dos homens.
Filch levantou a barra de seu vestido rapidamente, os homens gritavam de forma infernal, como se o mundo estivesse acabando.
-Agora acredita no que eu digo? Luna, dê vire de costas, sim? –pediu Dolohov, a garota virou-se, Dolohov disse a Filch: -Que tal agradarmos nossa platéia aqui? Dê um tapa, com toda sua força.
Luna fechou os olhos, e pode sentir a força da mão de Filch, havia ficado uma marca vermelha no local, para a alegria dos presentes, abaixou seu vestido e ficou com uma expressão vaga.
-Então, rapazes. Já comprovaram que nossa Luna é realmente uma garota bonita, e ela pode ser de vocês, vamos iniciar nosso leilão. Que tal iniciarmos com quinze mil?
-Dou vinte mil! –Dolohov riu.
-Por enquanto ela é do senhor Malfoy. Alguém dá mais?
-Cinquenta mil!
-Agora ela é do senhor Pettigrew!
- Trezentos mil, a vista! –gritara Filch, um longo silencio fez-se na sala, Luna pensava : “por favor, não.”
-Vendida para o senhor Filch! É isso rapazes, mas o show não acabou, ainda há nossas outras garotas, que por um preço barato lhes darão prazer.
Gritos de alegria ressoaram pela sala.
-Venha, Luna. Temos algumas coisas para fazer. –falou Dolohov puxando-a e fazendo um sinal para Filch segui-lo.
A sala fedia a cigarro, Luna começou a espirrar, sentou-se em uma poltrona de veludo vermelho, Filch tirou o dinheiro de uma maleta cinza, Dolohov arregalou os olhos:
-Este foi o maior preço que pagou por uma de minhas garotas, Filch. –Filch sorriu e caminhou na direção de Luna.
-Ela vale este preço. Querida, levante. –Luna levantou-se e Filch recostou-se na poltrona. –Pode sentar aqui em meu colo, agora.
Ela sentou-se, sentia-se desconfortável, Filch erguia um pouco seu vestido acariciando suas pernas.
-Então, como faremos tudo? Vai ser igual a ultima? –perguntou Dolohov anotando em um papel.
-Não, esta é diferente, não combinaria. –Luna engoliu em seco, queria saber o que era.
-Como você quer? Digo, a roupa.
-Acho que uma saia, iguais aquelas de uniforme, recorda-se? Me lembra meus tempos de escola. Isso! Quero, uma garotinha de escola, vista-a como uma. Deixe-a parecendo mais nova do que já é.
-Vejo que será divertido. –falou Dolohov anotando tudo em seu papel.
-Claro que vai, mal posso esperar. Luna, querida. Abra as pernas. –ela não obedeceu, Filch ficou vermelho, raiva.
Lhe deu um tapa com toda a força, a garota sentiu seu rosto arder, abriu as pernas.
-Continuando, Dolohov. –Luna podia sentir as mãos sujas do homem beliscarem com força sua vagina, sentia nojo e vontade de vomitar.
-Qual será o destino dessa? –perguntou Dolohov com curiosidade.
-O mesmo das outras. Mas amanhã irei desgastá-la. –Dolohov riu.
-Me ligue, quando esse bebê estiver disponível. –ele sorriu para Luna, esta não retribuiu.
-Tudo perfeito para amanhã, então? –Filch empurrou a garota que quase caiu.
-Tudo ótimo. Que horas? –perguntou Dolohov.
-O mais cedo possível, aproximadamente a uma da tarde virei aqui, para dar tempo de preparem tudo.
Filch saiu da sala após assinar um papel, Luna agora era dele.
FIM DO CAPITULO.