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3. O Plano I


Fic: Algema da Paixão JL CAP.4 ON HIATUS... motivos pessoais e por tempo indeterminado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Narrado pela Lene


 


- Não, não e não – eu disse me levantando bruscamente e derrubando a cadeira.


 


- Por que Lene? Qual é o problema? - Lily perguntou de forma calma.


 


- O problema? Todos Lily. Eu não vou fazer isso porque... porque – que droga por que todo porque tem que ter um porque? – PORQUE NÃO!


 


Todo mundo deu um pulo por causa do meu grito.


 


- Nossa Lene, você está muito nervosa – Joly falou desviando a atenção da lista de barracas de comidas, bebidas e brincadeiras que nós preparamos – olha, come essa maçã do amor pra acalmar.


 


- NÃO!


 


- Eu hein, só conhece essa palavra? Tudo bem, se você não quer, eu quero.


 


- Essa já é a quarta que você come – Juli comentou arregalando os olhos – Isso não te faz mal?


 


- Tenho uma saúde de ferro. Glicemia sempre normal, sem caries, além do mais isso aqui – disse apontando pra maçã – é uma ótima arma. Taquei uma dessas na cabeça do Pettigrew quando ele tentou roubar meu trabalho de francês.


 


- Ele tem a marca até hoje – James falou saindo do meio das estantes com um livro nas mãos – mas então já resolveram os grupos?


 


- NÃO – eu respondi sobrepondo todos os SIM.


 


- Na boa gente, por mim está resolvido – Sirius se levantou chamando a atenção de todos – Se a Lene não quer ficar no meu grupo, tranqüilo. Tenho certeza de que a Vick não se importa de trocar com ela. Não é Nick?!


 


Todos olharam pra Nick esperando uma resposta, mas ela parecia não estar prestando atenção. Estava com o olhar fixo na mesa, imaginei que estivesse perdida em algum pensamento bem frustrante pela expressão dela.


 


- Nick – Raísa chamou passando a mão na frente do rosto da amiga – Nick – ela continuou vidrada – DOMINICK.


 


- AH? O QUE? CADÊ O INCÊNDIO?


 


- Que incêndio amiga? O Sirius tá perguntando se você se importa de trocar de grupo com a Lene.


 


- Ah, não, claro que não. Por mim tudo bem – ela respondeu e voltou a olhar para a mesa.


 


- Melhor assim? – Sirius perguntou se colocando na minha frente.


 


- Perfeito.


 


Ele se aproximou mais.


 


- Escuta bem Lene – Ai meu Deus ele tá muito perto, e essa voz tão firme, tão decidida, tão... tão... TÃO NA MARLENE MCKINNON – Eu nunca, nunca vou te obrigar a fazer na que você não queira.


 


Oh, oh


Cadê a biblioteca cheia de doido? As vozes? Cadê o mundo? Por que eu não vejo mais ninguém? CADÊ TODO MUNDO?


 


- ALELUIA SENHOR...


 


Ah, achei ¬¬’


Quem é o ser que acabou com esse momento “O Diário da Princesa”?


Olhei em volta e todos estavam olhando em direção de Cecí que estava ajoelhada no chão, com as mãos juntas como se estivesse rezando.


 


- Obrigada papai, finalmente chegamos a um acordo.


 


Remo se ajoelhou ao seu lado e disse:


- Amém.


 


Ficamos encarando os dois, que agora tinham fechado os olhos fingindo estarem emocionados, até que o silêncio foi quebrado por aquela frase.


 


- Ai que fofo. – Todos, até mesmo Ceci e Remo se voltaram pra Joly – Ele também é religioso. *-*


 


Remo ficou vermelho, se levantou pegando um caderno em cima da mesa e começou a falar tentando não olhar para os outros.


 


- Bom, é... então fica... fica o seguinte – parece que ele não é muito bom em disfarçar – James e Lily ficam na organização das barracas. Juli, Raísa e Lene ficam com a decoração. Eu e... – ele olhou para a Joly que abriu um sorriso de orelha a orelha – eu e a Joly arranjamos a comida e a bebida


 


- Legal, vocês vão arranjar umas batidas de maracujá? Cara, batida é muito bom. Que tal amarula e...


 


- Cala a boca Potter. Você é que vai levar uma batida daqui a pouco.


 


- Lily, tapa de amor não dói.


 


Lily bufou, mas ignorou a frase horrível de pedreiro.


 


- Não podemos ter bebidas alcoólicas na escola. O diretor expulsa a gente.


 


- Ele não precisa saber – Sirius interpôs, mas Lily não se deixou convencer:


 


- É por isso que ele colocou a Jhessi pra acompanhar a organização. Porque ela é uma pessoa sensata que não concordaria em embebedar alunos menores de idade dentro de uma instituição de ensino considerada séria, com valores e bons costumes. Instituição essa reconhecida entre pais e educadores das melhores famílias e escolhida, entre tantas outras, para cuidar não somente do ensino, mas também da segurança de seus amados filhos. Eles confiam em nós, portanto não os decepcionaremos.


Todos ficamos de boca aberta com esse “pequeno discurso” (menos a Nick que ainda estava muito entretida com a mesa).


Essa não era minha amiga Lílian Evans, era um ET disfarçado que estava tentando dominar a Terra começando por Hogwarts.


 


- Não é mesmo Jhessi? – Lily perguntou.


 


Quando demos conta a Jhessi estava em cima da mesa fazendo uma dança super estranha.


 


- Smirnoff *-* Vinho com leite condensado *-* Tubão, yes *-* - ela parou e virou os olhos pra cima como se estivesse pensando – hmm, por mim a cerveja tanto faz não gosto mesmo – fez uma careta e voltou a dançar – minha prima disse que vodka com red bull deixa pirado, será? *-* (N/A: Genteee isso é só uma fic, eu não sou bêbada ok?!) – na verdade ela estava falando sozinha e não com o pessoal.


 


- UHUUUUUUUU É FESTA.


 


Dessa vez quem gritou foi a Lily. Oba, minha amiga está de volta.


Nós começamos a pular e dançar que nem a Jhessi até o Remo dar uns berros e fazer todo mundo ficar quieto.


 


- Eu ainda não terminei. Podem deixar que da bebida eu e a Joly cuidamos.


 


- Eu e Remo, Remo e eu –Joly falou baixinho, mas todos ouviram.


 


Remo engasgou e voltou a olhar o caderno.


 


- Músicas e a diversão ficam por conta do Sirius com a Ceci, Joanne e a Nick. É isso.


 


É impressão minha ou faltou alguém?


 


- Espera – Juliana falou – e a Jhessi? Ela não está em nenhum grupo?


 


Rá, eu sabia. Eu sou demais *-*


 


- Ela é da supervisão geral.


 


- E o que a supervisão geral faz? – perguntei curiosa.


 


- Supervisiona – Sirius respondeu se achando a última Coca-Cola do deserto.


 


- Não diga Sherlock ¬¬’. Eu quero saber o que exatamente a tarefa de supervisão inclui.


 


- É simples – Jhessi respondeu – enquanto vocês fazem as coisas eu fico olhando, xingando e dizendo que está tudo errado.


 


- Você ta brincando né?! o.O


 


- To – Ufa – Eu não vou xingar ninguém.


 


- Por que ela é a supervisora? – James perguntou irritado.


 


- Será que é porque é a sobrinha do diretor?! – Lily falou.


 


- Na verdade eu acho que a autora gosta mais de mim, mas pra manter a história sensata deixemos por isso mesmo.


 


- Uma história com Sirius Black não pode ser sensata – olhei em volta e notei que faltava alguém no meio daquela bagunça – Gente cadê a Jô?


 


- AQUI – Joanne chegou tomando fôlego, com uma gaiola na mão.


 


- Jô, o que é isso? – Remo perguntou apontando pra coruja dentro da gaiola.


 


- É uma coruja.


 


Não diga ¬¬


 


- Mas o que você está fazendo com ela aqui? – ele esclareceu tentando manter a calma.


 


- É que eu tive uma idéia incrível – ela colocou a gaiola na mesa e sentou já começando a contar sua idéia – Toda festa do dia dos namorados tem que ter um pombo correio certo? – Ok estou começando a ficar com medo do que vem pela frente – Então eu pensei de ao invés de nós usarmos pessoas pra levar os recados, talvez, poderíamos usar um pombo, mas eu pensei melhor e achei algo... Comum demais – Claro, é suuuper comum usarmos pombos pra mandar recados. Pelo menos não hoje em dia – então pensei em coruja correio. Não vai ser demais?


 


Todos trocamos olhares duvidosos.


Então foi inevitável, todos caíram na gargalhada.


 


- Joanne, meu amor – James falou colocando os braços nos ombros da garota – Isso foi uma viagem total. Onde já se viu? Uma coruja correio?


 


- Realmente, tenho que concordar com o Jay – Lily falou tentando parar de rir – Isso não daria certo nem em livros de ficção Jô.


 


Joanne pareceu magoada então nós paramos de rir. Poxa acho que pegamos pesado. Ela só tem uma imaginação fértil, estranha, mas fértil. Joanne pegou sua gaiola e saiu da biblioteca, nos encaramos novamente, mas agora em silêncio, quando ela voltou e disse:


- Vocês vão ver. Um dia minhas idéias vão fazer muito sucesso, e vocês vão se arrepender de rirem delas.


E saiu novamente.


 


- Ai gente, coitada – Joly comentou.


 


Ficamos todos com cara de tacho MENOS A VITÓRIA QUE CONTINUAVA ENCARANDO A MESA.


 


- OH GOD GAROTA O QUE TÁ ACONTECENDO DENTRO DESSA SUA CABECINHA LOIRA?


 


- O QUE EU FIZ AGORA? – Joly gritou se levantando.


 


- Não é você Joly, eu estou falando com a Nick. – Ela não olhou, aliás, ela nem pareceu ter ouvido.


 


- Deixa comigo – Cecília sussurrou, se levantou e foi até a porta.


 


- MEU PAI AMADO. OS CARAS DO TOKIO HOTEL ESTÃO FAZENDO UM STRIP-TEASE NO CORREDOR.


 


Na mesma hora Nick levantou derrubando cadeira, papéis, canetas, enfim, o que estava por perto.


 


- AAAAAAAAH CADÊ? ONDE? NÃO TO VENDO.


 


 Raísa se levantou logo atrás e disparou porta a fora gritando:


 


- TOM KAULITZ É MEU E NINGUÉM TASCA!


 


- ESPERA RAÍSA. VOLTA AQUI. – Ceci a chamou – VOCÊ NÃO ENTENDEU. É MENTIRA.


 


- Você mentiu pra mim Ceci? – Nick falou com cara de choro e pela primeira vez eu percebi que talvez ela não fosse como essas “sinhas” com quem o cachorro do Sirius anda. Eu precisava ajudar.


 


- A gente estava tentando te tirar desse transe. – expliquei – Você não parece muito bem, ficamos preocupados – isso é verdade.


 


- Ah tá – ela voltou pra mesa – É que a Jhessi disse que o Chris vai vir na festa e eu fiquei pensando se era só pela festa ou... – ela baixou os olhos – ou outra coisa.


 


- Ah, era isso? – Jhessi sentou ao lado dela – Na verdade eu perguntei isso pra ele. O Chris falou que a garota de quem ele está afim vai vir também – Nick parecia estar a ponto de chorar.


 


- Se você quiser eu posso fingir que sou seu namorado na frente dele – Sirius sugeriu, aquele cachorro, sem-vergonha, cara de pau – Eu não me importo de te beijar quando ele estiver perto.


 


ELE O QUE? O.O


 


Nick não deu atenção, ela parecia mal mesmo.


 


- Olha, as palavras exatas dele foram: - Jhessi continuou – Eu estou completamente apaixonado por essa loirinha. Nessa festa ela vai...


 


- EU NÃO QUERO SABER. SEU IRMÃO É UM CACHORRO SAFADO – ela está falando do Chris ou do Sirius? – EU O ODEIO.


 


Ela saiu correndo da biblioteca com a Ceci no seu encalço e a Jhessi logo atrás gritando:


- ESPERA AMIGA. EU NÃO TERMINEI DE FALAR!


 


Tudo ficou em silêncio e só então eu reparei que eu ainda não tinha tirado os olhos de Sirius. Percebi que estava quase chorando também. Droga. Minha cabeça ainda estava naquilo que ele disse. Que ódio.


 


- Lene tudo bem? – era a voz da Lily.


 


Sirius também estava me olhando de forma estranha.


 


- Morena da minha vida você não vai chorar também? Vai?


 


- TE ODEIO SIRIUS BLACK.


 


Assim como a Nick saí correndo dali antes de começar a chorar. Droga. Droga. Droga. Porque eu me importava com as coisas que ele dizia? Sirius não é nada meu. O que ele faz ou deixa de fazer não me interessa.


Eu tinha acabado de virar em um corredor quando ouvi o latido, digo, a voz dele vindo atrás de mim. Entrei em uma sala qualquer pra me esconder, mas ele entrou logo depois.


 


- Não adianta tentar fugir, eu sempre te encontro.


 


- Eu sei. Cachorros são bons farejadores.


 


- Lene o que aconteceu agora a pouco? Por que você está assim?


 


- Não é da sua conta. Sai daqui.


 


- Marlene conversa comigo, por favor.


 


 “Oh God. Meu nome fica tão diferente na voz dele” 


Diferente o que Lene? Teu nome é o mesmo em qualquer boca.


 “Aaai, mas a boca dele é, puxa vida, a boca de Sirius Black é A boca”.


E você vai fraquejar por causa da boca de um cachorro pulguento?


 “Hmm, talvez” 


Talvez nada. Pára de olhar pra boca dele e reaja sua fraca.


 “Tem razão” 


 


- Eu já disse que não quero conversar com você – eu não vou me render, não vou.


 


- Tudo bem. Então fique conversando com essa barata aí.


 


- Tudo bem – idiota, pensa que eu caio nessa.


 


Virei-me de costas pra ele. Então vi aquele monstro subindo no meu pé e depois tudo ficou preto e eu não vi mais nada.


 


Narrado por James


 


Quando percebi que estava apaixonado pela Evans eu achei que teria sérios problemas, mas acompanhando essa “linda história de amor” do Sirius com a Lene cheguei a conclusão de que eu tenho sorte, pelo menos mais que ele. A Lily ainda aceitou fazer a organização da festa comigo. Já é um passo e depois quem sabe podemos fazer oooutras coisas juntos. Já conversamos sobre essa possibilidade e ela disse que iria pensar, mas provavelmente aceitaria minha proposta, se ela disser sim vai acontecer dia 21, uma semana depois do dia dos namorados. Que bom que vai cair num fim de semana. A Lene vai pirar com a festa surpresa que nós planejamos para o aniversário dela. Pensou besteira né?!


 


- Será que ele já encontrou a Lene? – Juli perguntou com cara de tédio.


 


- Será que ela já o jogou pela janela? – Todos olharam para Joly – Que foi? Pela cara que ela saiu daqui. Quer dizer, se fosse eu, seria muito bem possível.


 


Remo arregalou os olhos no que ela se apressou a explicar.


 


- Claro que, se tratando de você, eu jamais faria isso Reminho.


 


- Eu não teria tanta certeza, Ai – falei levando um pedala da Lily.


 


- Será que você pode ficar de bico fechado por um minuto James?


 


- Foi só um comentário.


 


- Gente é sério – Juli falou me salvando de mais um ataque da Lily – e se aconteceu alguma coisa?


 


- Aconteceu nada – respondi tranqüilo – Vai ver eles até se entenderam – Tá legal, nessa eu exagerei, mas em anos que nos conhecemos nenhum dos dois tentou realmente matar o outro. A menos que considere a vez que a Lene jogou um vaso de flor na cabeça dele, mas ela não sabia que o Sirius estava passando lá embaixo da janela do quarto dela, pelo menos foi o que ela disse.


 


- Acho que esses dois não têm jeito – disse Remo.


 


- Será? – Lily perguntou.


 


- Acho difícil. Esses aí nem que ficassem presos sendo obrigados a respirar o mesmo ar.


 


Presos. Cara, é isso.


Meu amigo Remo Lupin acaba de me dar uma grande idéia e pela cara da Lily ela está pensando na mesma coisa. Ela me olhou com os olhos brilhando.


 


- Lily, você está pensando o mesmo que eu?


 


- Bom, se você está pensando o que eu estou pensando então, certamente, eu estou pensando o que você está pensando.


 


- Sirius e Lene presos...


 


- Sendo obrigados a respirar o mesmo ar...


 


- Eu to com medo de perguntar, mas vamos lá. – Remo falou balançando a cabeça – O que vocês estão querendo aprontar agora?


 


- Nós acabamos de ter uma idéia incrível – respondi no que Lily completou.


 


- No dia da festa vamos prender os dois em uma das salas do colégio e vamos deixá-los presos até eles se entenderem.


 


- Isso é... – Remo gaguejou tentando achar as palavras certas pra nos dizer. Eu escolheria “genial”, mas ele não parecia estar pensando em nada próximo a ela – Agora é oficial: vocês estão loucos – por que ele pensa isso?


 


- Eu gostei – Joly declarou batendo palmas que nem uma foca pedindo peixe.


 


- Pelos poucos dias que eu estou aqui aposto que vocês não conseguem – Juli falou.


 


- Eu aposto que conseguem – Joly nos apoiou.


 


- Aposto três Halls que eles conseguem.


 


Olhamos na direção que vinha essa nova voz e vimos uma garota de cabelos castanhos claros e olhos azuis (ou são verdes? Bom, são claros, disso eu tenho certeza) que saiu do meio das estantes de livros.


 


- Ops – ela ficou vermelha quando viu que todos olhavam pra ela – foi mal é que eu tenho um pequeno problema com apostas e acho que me empolguei um pouco.


 


- Sem problemas – afirmei com meu sorriso que é irresistível pra qualquer garota (claro que a Lily parece imune a ele, mas isso é questão de tempo) – e quem é a gatinha?


 


- Er... é e-eu sou a Amanda.


 


- Ei – Joly se aproximou – você não faz parte das animadoras de torcida?


 


- Hmm, é, faço.


 


- E por acaso está aqui pra espionar a gente pra sua amiguinha Mandy? Porque se for eu juro que...


 


- Oh Sierra – Eu tinha que ser um cavalheiro e ajudar a dama que estava em perigo e, reconheça, Amanda estava em perigo – pára de ser paranóica e deixa a garota se explicar antes de mandar ela pro hospital.


 


- Pro hospital? – Amanda arregalou os olhos – Por quê? Eu nem fiz nada. Espera – a garota olhou Joly mais atenciosamente e, de repente pulou pra trás de mim. Cara, eu amo a minha vida – Tô reconhecendo você. É a garota deu uma surra na Mandy na festa dos Black.


 


- Ela podia ter ficado sem essa se não tivesse derrubado aquela bebida em mim.


 


- Mas ela disse que foi sem querer.


 


Joly deu um passo pra frente no que Amanda me puxou pra mais junto dela e isso tá ficando cada vez melhor.


 


- ELA JOGOU NA MINHA CABEÇA QUANDO EU ESTAVA EM PÉ.


 


- Aaaai, olha eu juro que não tenho nada a ver com a Mandy além das animadoras.


 


- E o que você estava fazendo escondida?


 


- Eu não estava escondida, estava fazendo meu trabalho de artes. Ouvi vocês chegarem, mas não quis atrapalhar. Eu juro que foi só isso.


 


- Prove.


 


Amanda passou correndo por Joly, em direção as mesas no fundo da biblioteca, de onde ela devia ter saído minutos antes. Logo voltou trazendo um... um...


 


- O que é isso? – perguntei intrigado.


 


- Era pra ser um vaso – ela respondeu, olhando meio decepcionada para o vaso.


 


- Ele tem um rosto – Joly observou.


 


- Na verdade três – Amanda corrigiu virando os três lados do vaso pra todos verem [N/A: http://i389.photobucket.com/albums/oo336/jeh258/Semttulo1.jpg  eu só consegui pegar a foto de dois lados, faltou o “triste”].


 


- Que coisa estranha.


 


- Ei, não fala assim do Junior, você magoou os sentimentos dele, está vendo – ela falou virando o vaso pra um dos rostos “triste”.


 


- Você deu um nome pra ele?


 


- Claro. Qual o problema?


 


- Ok. Dessa vez passa.


 


Joly baixou a guarda e voltou para seu lugar enquanto Juli tentava descontrair.


 


- Mas então que negócio é esse de três Halls Amanda?


 


Amanda foi um pouco para o lado, mas não confiou se “desproteger” totalmente então continuou me segurando. Por mim tudo bem.


 


- É que eu tenho um péssimo costume de apostar Halls pra tudo e quando ouvi vocês falarem a palavra “aposto” não consegui aguentar. Foi mais forte que eu – ela terminou com um suspiro – mas e aí? Vocês aceitam? Três Halls.


 


- Três Halls? – Ao ouvir a voz da Joly, Amanda se escondeu de novo – eu quero, no mínimo, cinco, ou melhor, dez já que só a Juli está apostando contra.


 


- Não por isso – Remo falou surpreendendo a todos. Nããão, Remo Lupin apostando? Onde é que esse mundo vai parar – Eu aposto que eles não conseguem.


 


- Ok. Eu aceito – Juli falou.


 


- Hmm – Amanda foi pegando segurança e saindo de perto de mim aos poucos. Droga – Eu também. Sabe de uma coisa? Talvez vocês devessem ajudar outros “casais” – ela fez aspas com as mãos na última palavra.


 


- Você quer dizer tentar juntar todos os casais como a Lene e o Sirius? – Lily perguntou.


 


- É, assim vocês vão ajudar várias pessoas, não só seus amigos.


 


- Grande idéia – Lily concordou pulando e batendo palma feito foca que nem a Joly tinha feito. Sabe aquela história de que o homem veio do macaco? Mentira. Acabo de descobrir que foi da foca, as mulheres pelo menos. – Espera, porque você teve essa idéia? Quer dizer: o que você ganharia com isso? Imagino que pra gente que vai organizar tudo isso vai ser muito maneiro, mas e você? Por acaso quer que a gente ajude você em algo do tipo?


 


- Que? E-eu? Não, quer dizer. I-isso não tem nada a ver. Acho que é só o espírito da data comemorativa que fez efeito em mim.


 


- Tem certeza? Não quer ajudar nenhum amigo ou coisa assim?


 


- Er... que bobeira. C-claro que não – Amanda bateu com a mão na própria testa – Nossa. Acabei de lembrar. É que o papagaio da mãe da prima do cunhado da tia do enteado da madrinha da minha irmã mais nova está doente e eu fiquei de passar lá pra ajudar nesse momento tão difícil.


 


Fiquei penalizado com o fato.


 


- Espero que o papagaio da mãe da prima do cunhado da tia do enteado da madrinha da sua irmã mais nova fique bom logo – desejei.


 


- Obrigada. Vou indo. Vejo vocês na festa, digo, se o que o papagaio melhorar. Tchau gente. Diz tchau Junior.


 


Nos despedimos da Amanda e do Junior e entramos na questão crucial do nosso novo plano: Como iríamos trancar tanta gente nas salas de Hogwarts no dia da festa?


 


- Antes de qualquer coisa - começou Lily – nós precisamos fazer cópias da chave mestra das salas que fica na sala do diretor.


 


- E quem é que vai invadir a sala do Diretor Rudolf?


 


- Tchau miga. – Jhessi estava voltando para a biblioteca acenando para o corredor enquanto entrava – Genteeee acabei de encontrar minha amiga Amandita ali no corredor. Caracóles, faz dias que a gente não se fala – ela vinha toda animada e adivinha como? Batendo palma ¬¬’


 


O sorriso de Jhessi foi diminuindo à medida que ela percebeu todos os olhares direcionados para ela.


 


- O que eu fiz agora?


 


N/A: Seguinte galera, é uma e vinte cinco da manhã e eu to caiiindo de sono. Fiquei aqui até agora pra finalmente poder terminar essa capítulo que ficou empacado um tempão. Então antes de ir só que dizer que, apesar da demora, vocês estão sempre no meu coraçãozinho de batata doce, então sejam legal com a miga Jhessi e comentem ok? Vick miga minha, sorry, prometo que você ainda vai ser bem felizoca.


Beijinho, beijinho gente.


E agora é com você minha miguxa e beta Ceci, beijuu te amo.


 


N/B: OIE GENTEM! Que saudade de betar essa Fic! *-* Ficou D-I-V-I-N-O o capítulo! Digno dessa fic que é foda! Mas voltando... amei tudo! A Vicky com o cachorrinho dela, ainda vão ficar juntos! Eu só quero ver agora... quem vai ser MEU par!!!! Estou morta de curiosidade, e de quem essa Amanda está afim? Eita, será que ela vai aprontar com o pessoal ou ela é amiga de verdade? O.O’ SUPER curiosa eu aqui, está muuuuuuito bom o capítulo, muito bom mesmo! E o que deve ter acontecido com a Lene e o Sirius? Eita... quero saber!! Posta logoooo!! Beijões, Ceci! ;***

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