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6. Não apenas uma decisão


Fic: Hogwarts, um novo começo


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- CAPÍTULO VI -


“Não apenas uma decisão”


 


Nas últimas semanas, Elisa ajudou Lauren a se restabelecer no mundo bruxo, colocando-a a par dos acontecimentos, comprando roupas adequadas, relembrando os costumes e datas, enquanto Mablee encarregou-se dos registros. As duas haviam se encontrado diversas vezes, adquirindo por conseqüente uma amizade que embora recente já dispusesse de muita confiança.


Encontraram-se na saída do metrô no centro de Londres, onde Elisa já estava à espera de Lauren.


Caminharam em silêncio até a cabine telefônica. Elisa percebeu um nervosismo incomum em Lauren, mas optou pelo silêncio; não podia negar que também estava nervosa, embora não aparentasse. Era um dia importante para a sociedade bruxa; um dia decisivo na vida de Elisa: o inicio do julgamento de Severo Snape.


 


Dias depois da visita ao escritório de Mablee, Elisa voltou ao local para conversar com o advogado, contando sua versão de tudo que havia acontecido, acrescentando alguns fatos não ditos por Snape. Perguntou sobre o julgamento, todavia Mablee negou-se em dizer quaisquer coisas a respeito, tão pouco onde Snape estava.


Na semana que antecedeu o julgamento Lauren recebeu uma coruja e, algumas horas depois conversava com o advogado em sua sala. Após ter pedido que não contasse à Elisa sobre sua visita, Mablee contou-lhe uma série de acontecimentos e por fim fez-lhe uma proposta.


 


– Você está me dizendo que quer que eu assuma a...


– Exatamente, srta. McKinnon – falou interrompendo-a.


– Porque eu? Porque não Elisa ou qualquer outro?


– Ao que me consta, ele não salvou outra pessoa além da senhorita. Esta é uma decisão que só cabe a você. – observou-a – Mas não quero pressioná-la, você não é obrigada a aceitar.


– observou-a – Mas não quero pressioná-la, você não é obrigada a aceitar.


– E o que vai acontecer? Ele será mandado à Azkaban? Com aquelas “coisas” imundas?


– Os dementadores? Não, eles não são mais os guardiões de Azkaban, mas sim, ele será enviado para lá.


– E você quer que eu aceite? – ela respondeu ironicamente com um sorriso debochado – você acha que estou fora de meu juízo normal?


– Não eu não acho srta. McKinnon. – observando-a mexer-se desconfortavelmente no sofá – eu não posso lhe dar muitos detalhes, mas lhe garanto que poderá viver normalmente durante o período designado conforme as condições que já lhe falei.


– A ajuda dele a Harry Potter foi maior que a dos Malfoys. – Disse na tentativa de encontrar outro argumento.


– Os Malfoys não foram acusados de espionagem, tão poucos culpados pela morte de Dumbledore.


– Não posso lhe dar uma resposta agora, Sr. Mablee.


– Eu compreendo, tão pouco esperava tê-la hoje.


 


 


O julgamento de Snape seria no Tribunal Dez, e quando as duas chegaram a sala já estava praticamente cheia. Pontualmente às oito horas, o Wizengamot entrou acompanhado pelos promotores. Pela porta lateral oposta, Snape entrou acompanhado por dois aurores que permaneceram na porta desejando-lhe sorte. Quando sentou na cadeira Snape percebeu que as correntes que havia nela não se mexeram.


Kingsley apresentou o processo enquanto Percy Weasley anotava todos os dados. Snape foi o primeiro a ser interrogado. Contou a todo o acordo que fizera com Dumbledore – sem revelar o verdadeiro motivo – dezenove anos atrás, como o instruiu. Relatou tudo até chegar ao momento em que foi atacado por Nagini. Gilda Burton, a promotora de acusação, fez questão que ele contasse alguns detalhes, embora muitos tenham sido negados por objeções feitas por Mablee.


Apenas três testemunhas foram permitidas a cada promotor, assim Minerva McGonagall, Harry Potter e Elisa foram os escolhidos por Mablee, enquanto Narcisa Malfoy, Amico Carrow e Rabastan Lestrange.


 


O julgamento fora dividido em dois dias, de modo que no primeiro apenas três testemunhas foram apresentadas. Snape foi o primeiro a ser interrogado, já esperava por isso e estava pronto para enfrentar Gilda Burton, a primeira a fazer as perguntas. Embora pronto e avisado sobre a petulância de Burton, Snape surpreendeu-se pela falta de sutileza logo na primeira pergunta: “Senhor Snape, o senhor matou Alvo Dumbledore?”.


McGonagall ajudou muito a esclarecer pontos obscuros sobre a participação de Snape na Ordem da Fênix, no entanto, nada do que dizia poderia comprovar a lealdade dele para a Ordem.  Logo seu testemunho adiantou apenas para verificar o caráter do réu, sem comprovar, porém sua lealdade. Quando Narcisa Malfoy terminou seu depoimento algumas pessoas, podia-se ouvir, já acusavam Snape de traidor. O voto perpétuo que eles fizeram demonstrava de certo modo, sua preferência para as trevas.


            A terceira testemunha do dia fora Rabastan Lestrange. Há apenas algumas semanas ele havia travado um duelo com Snape, chamando-o de traidor. Hoje, estava disposto a acabar com a vida de Snape. Embora seu depoimento apenas complementasse o de Narcisa, incluindo detalhes quanto a vida de Snape entre os comensais, o público parecia já ter sua opinião formada quanto ao réu: traidor, assassino, torturador. Para a sorte de Snape, Rabastan não fazia parte de seu grupo e, logo não havia muitos detalhes do que era obrigado a fazer para contar ao Wizengamot.


 


 


Elisa tinha certeza de que o primeiro dia do julgamento não acabara a favor de Snape e que pior, poderia ser irreversível. Quando retornaram às ruas de Londres e saíram da área de edifícios comerciais, as duas escolheram um restaurante para almoçarem. Esperavam seus pedidos em silêncio.


– Está tudo bem mesmo, Lauren? –Elisa repetiu a pergunta, ao ver Lauren remexer novamente as mãos enquanto mordia o lábio.


– Não se preocupe. Está tudo bem, são apenas muitas mudanças – Lauren falou distraidamente observando o garçom que se aproximava.


 


Quando se separaram, Lauren seguiu para o parque perto de sua casa. Andava devagar pelas ruas, com passos incertos. Sentou-se em um dos bandos de ferro. Os cotovelos apoiados nos joelhos, enquanto a cabeça era apoiada sobre as mãos com punhos fechados. O pedido de Mablee latejava em sua mente. Somente ela. A única que se encaixava nos pré-requisitos da tal lei bruxa. Perguntou-se se Snape sabia desta hipótese, se ele concordava.


“É claro que ele concorda. Quem não concordaria em uma proposta dessas...” – sorriu ironicamente – “Ele teve sorte que encontrar um advogado tão bom quanto Mablee. Aliás, pela fama que o homem tem, duvido que precise de mim. Elisa mesmo falou que Mablee era superior a Gilda Burton”.


 


Ainda assim, Lauren pensara na hipótese, caso Mablee não tivesse sucesso em sua defesa. Obviamente ele era reconhecido por mandar comensais para Azkaban e não defendê-lo contra o cânone da população. Essa dúvida acompanhou Lauren até a hora de dormir e quando acordou na manhã do dia seguinte, já tinha tomado sua decisão.


 


 


 


Amico Carrow seria o primeiro depoimento do dia. Lauren e Elisa separaram-se quando chegaram ao tribunal. Elisa seguiu adiante no corredor, entrando em uma saleta, onde as testemunhas – em liberdade - aguardavam para serem chamadas – enquanto Lauren sentou-se no mesmo lugar do dia anterior.


Elisa percebeu a entrada de outra pessoa enquanto lia o exemplar do profeta diário da sala. Não precisava olhá-lo para saber quem acabava de chegar, uma vez que nela só poderiam entrar as testemunhas que ainda faltavam depor: ela mesma e Harry Potter. O garoto sentou-se na poltrona a sua frente. Passado alguns minutos ela escutou o estralar de dedos dele, juntamente com o barulho de seu movimento no estofamento de couro de dragão. Ignorou-o seguindo com sua leitura. Minutos mais tarde o rangido do couro preencheu a sala novamente. Harry pigarreou levemente chamando a atenção da garota que por sua vez, baixou o jornal apenas alguns centímetros para que pudesse vê-lo.


– Você é Elisa Sholkys?


“Não. Sou Celestina Warbeck¹ e vim cantar no final do julgamento. Francamente.” – pensou – Sim. – confirmou educadamente.


 – Prazer, sou Harry P...


– Potter. É eu sei.


Elisa aceitou a mão estendida de Harry enquanto seu sorriso levemente irônico divertia-se com a situação. Sabia exatamente o motivo de ele ter iniciado o assunto. Para todos os outros era fácil concluir que Potter estivera equivocado ao dizer que Snape havia morrido. Ali, porém, ambos conheciam a verdadeira história sem equívocos sobre o que acontecera de fato a Snape na casa dos gritos, embora Potter desconhecesse a verdadeira continuação, a parte não dita no dia anterior ao julgamento. Depois de cumprimentá-lo, Elisa recostou-se novamente na poltrona, voltando sua atenção ao jornal.


– Foi muito heróico o que você fez pelo Snape. – Harry chegou direto ao ponto


– Não tanto quanto o que você tem feito, não é mesmo? Muitos acreditam nele graças a você Sr. Potter.


– Harry, me chame de Harry. – disse na tentativa de quebrar a distância da verdade


– Háaarrry. – Ela repetiu prolongando o nome


–  Eu não tenho feito mais que a verdade. – disse frizando levemente a última palavra. – Sabe, eu fiquei surpreso quando a professora Mcgonagall nos avisou que Snape estava vivo. – ele continuou ao ver a falta de resposta à frase anterior. – Você deve ser muito habilidosa na medibruxaria.


– É eu sou. – ela respondeu altiva, alertando que não falaria nada daquilo que ele desejava saber.


– Oh sim, não tenho dúvidas quanto a isso, a final eu mesmo achei que Snape estivesse morto.


Harry tentou fazer com que a frase soasse descontraída, para que ele pudesse seguir sua investigação. A atitude da garota, porém fez com que qualquer esperança acabasse. Elisa olhou diretamente nos olhos de Harry, mantendo seu olhar fixo e  fechou calmamente o jornal, depositando-o sobre a mesinha, permanecendo em silencio. Harry decidiu ser franco com a garota.


– Você um dia pretende contar a ele? – Harry olhou a garota diretamente em seus olhos castanhos escuros – Digo você pretende dizer a ele que você o trouxe de volta?


– Na sei do que você está dizendo, Háaarrry.


– Não se faça de dissimulada. Não quando estamos apenas nós dois. Eu vi, Hermione viu, ele estava... Ele estava... Morto!


– Seu senso de observação é realmente eficiente. A população agradece você não ter escolhido a medibruxaria como profissão.


– Pare de fingir Elisa.


– Não lhe dei esta liberdade. – Elisa falou levemente irritada usando o mesmo tom de voz habitual


– Porque não admiti o que você fez?


– Porque eu não fiz nada além de cuidados comuns, Potter. Não é problema meu se você estava ansioso demais para ir salvar a Inglaterra de Voldemort que não foi capaz de perceber que ele ainda estava vivo.


– Eu senti o coração dele parar de bater! – Harry quase gritou


 


Elisa permaneceu em silêncio, compactuando com a afirmação de Harry. Não adiantaria discutir com ele ali. Seria pior se alguém os escutasse. Frente o consentimento dela, Harry sentou-se na poltrona, aturdido. Não teve tempo de formular outra pergunta, pois a porta se abriu e Elisa fora convocada a entrar.


- Não. – Foi a resposta dela – Eu não sei se o verei novamente depois de hoje então eu creio que ele nunca saberá. – Ela antecipou ao vê-lo confuso.


– Então você pretendia contar?


– Eu não disse isso, Sr. Potter.


Elisa adentrou o tribunal sem esperar resposta. Harry percebeu o único olhar desprovido de ironias que a garota lhe lançara. Fosse o que a garota tivesse feito, havia sido para deixar Snape vivo sem conseqüências e, embora Harry quisesse saber como a garota o fez, decidiu ignorar sua curiosidade. Havia algo mais, grandioso, diante da sinceridade daquele olhar.


 


 


 


¹ CELESTINA WARBECK é a cantora favorita de Molly Weasley. Durante o Natal Os Weasleys e seus convidados, entre eles Harry, Fleur e Remo escutam uma transmissão de Natal na RRB em que ela cantou várias Músicas tais como Um Caldeirão Cheio de Amor Quente e Forte Seu Feitiço Arrancou Meu Coração.


 


Eu não sei se eu consegui passar isso, mas eu escolhi o nome “Izzy Mablee” porque o nome lembra uma pessoa meio nerd, e que ninguém diz que ele é super capaz, ele consegue fazer coisas que até Merlin duvida. O gênio do direito da Magia, mas enfim ^^


 


Ahh, meses depois eu retorno à fic! Minhas aulas consumiram todo o meu tempo disponível. Sempre que  podia, porém eu escrevia em um caderninho e hoje, decidi que estava na hora de passar a limpo!


Gabriele Briant, Ártemis Carrow, Gustavo e as rikmaniacas do orkut, incentivaram a essa continuação! =D


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