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5. Capítulo 5


Fic: Só Um Pouco De Magia


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eles tomaram banho juntos. O sexo de pé debaixo de uma cascata de água fervente era algo em que Mione achava que poderia se viciar. Harry a erguia tão facilmente, enquanto ela passava as pernas ao redor da cintura dele, e ele a preenchia com seu pênis enorme nunca errando uma estocada, até quando ela acidentalmente chutou a torneira com seu pé esquerdo e desligou a água quente.


Ao contrário da convicção da maioria, a água gelada não teve absolutamente nenhum efeito na libido de Harry. Claro, ele conseguiu ajustar a temperatura em um tempo recorde sem perder um golpe.


Ele acariciou suas coxas, agarrando suas nádegas redondas em ambas as mãos e a segurando bem junto a ele, a penetrando com golpes longos e lisos que a encheram de calor e fogo e desejo. Soluçando, ela se derreteu nos braços dele, seu clímax rasgando um pequeno pedaço do coração dela com cada contração pulsante.


Harry também gritou, um grito de triunfo, de puro prazer masculino. Ele passou firmemente os braços ao redor de Mione e lentamente a deslizou parede abaixo até que eles se sentaram juntos no chão do grande chuveiro, com a água quente jorrando em cima deles.


Ela ainda podia sentir ele dentro dela, ereto e a preenchendo mais completamente do que ela jamais foi preenchida.


Harry beijou sua orelha, e a sensível linha de seu queixo.


- Meu Deus, Mione. Eu sou um duende sortudo. Você é mágica... quem você é, o que você faz para mim. Eu senti isto na primeira vez que eu vi você, de pé lá na neve com um olhar de total incredulidade em seu rosto. - Ele riu. Mione sentiu seu estômago se movimentar. - Eu ouvi falar que podia acontecer assim, ouvi sobre sujeitos que acharam a pessoa certa, a pessoa que eles deveriam encontrar. Eu nunca sonhei que eu acharia você.


Ele a abraçou apertado, seus lábios enterrados nos cabelos molhados dela.


Mione beijou o pescoço de Harry enquanto a água fluía sobre suas costas e ombros, grata que água também disfarçaria suas lágrimas que corriam. Não houve nenhuma advertência, nenhum sinal de “acorde”, nenhum sinal que este Dia de Natal seria o mais agridoce de sua vida.


Ela simplesmente foi e se apaixonou por um homem com ilusões de ser Papai Noel, um homem que pensava que ele era um duende de Natal, que acreditava em renas mágicas voadoras e Papai Noel. Um homem que, apesar de suas peculiares convicções, era perfeito em todos os sentidos.


Harry ergueu o queixo dela e a beijou. Seu cabelo escuro estava pregado ao redor de seu rosto e seus olhos faiscavam com riso, como se eles houvessem compartilhado o mais fascinante segredo.


- Eu disse a você ultimamente o quão bonita você é? Quanto eu amo a forma como nós somos juntos? - Ele a beijou novamente, então fez uma trilha de pequenos beijos através de seu queixo. A língua dele tocou o lado de sua boca, então seguiu a trilha das lágrimas dela.


Suavemente, ele beijou o canto de seu olho, então sua têmpora.


- Lágrimas? Ou você está chorando, ou a água nesta cidade tem um percentual de sal muito grande.


- Não é nada. - Mione abaixou a cabeça, pouco disposta a olhar para ele. Como ela poderia dizer a ele que o problema era tudo? Ela se desenredou do abraço dele, levantou sem jeito e desligou a água. 


- Vamos. - Ela estendeu a mão e Harry a pegou. Olhar para seus dedos enlaçados fez ela querer chorar novamente. Ao invés disso, Mione respirou fundo e dirigiu Harry para o quarto.


 


A pálida luz do sol do inverno mal iluminava os cantos escuros do quarto de Mione. Ela estava deitada lá, nua, no meio dos lençóis em desordem, com o quarto repleto do doce e cáustico odor de sexo e suor. Harry dormia, um braço largado sobre sua cabeça, esticado em direção a cabeceira da cama. O outro estava enrolado perto de seu tórax. 


Mione o olhava fascinada, imaginando como ela podia deixar este homem partir. Ele queria que ela viesse com ele, ver a fábrica em Akron, encontrar os membros do Comitê de Noel, a diretoria de anciões.


Eles eram duendes, ele disse. Os duendes gostavam muito dele. Ele colocou o cabelo para trás e, apesar dela ter que admitir que as orelhas dele realmente eram pontudas, certamente isso não era o suficiente para convencê-la.


Ela pensava no trabalho dela, a rotina diária que ela verdadeiramente amava, o fato de que sua habilidade de organização fazia seu chefe ser pontual nas reuniões e ficar em boas graças tanto com a esposa quanto com a amante. Então ela comparou isto às últimas vinte e quatro horas que ela passou com um homem louco.


Não havia outra forma de descrevê-lo. Harry a fazia rir, a fazia esquecer seu mundo pragmático, organizado, e ele fazia amor com ela de forma doce e maravilhosa. Ele a levava a alturas que ela apenas imaginara que existiam. Ele a provava e tocava em lugares que ela mal sabia que existiam em seu próprio corpo.


Ele conseguiu colocar aquele pênis de plástico no chinelo, mas só até ele descobrir várias formas de usá-lo que a deixavam louca.


Também era um dos produtos da empresa dele, pelo menos foi o que ele disse.


E esse era o problema. Ela podia realmente confiar num homem que acreditava em Papai Noel? Um homem que disse que era um duende, que explicou como ele seguia conselhos de uma junta administrativa de duendes? Ela poderia amarrar seu futuro a um estranho que acreditava em mágica, que esperava que renas voadoras iriam voltar para resgatá-lo?


Aquilo fazia Mione querer chorar. Maldição! Como ela pôde ter se apaixonado por um maluco?


 


Mione despertou cedo na manhã após o Natal. O quarto estava recoberto em luz cinza escura, lavado pela pouca luz solar do início de uma manhã de inverno. Ela doía em lugares que ela dificilmente notaria antes e estava definitivamente ciente de uma sensação entre suas pernas que era definitivamente nova.


O lugar ao lado dela estava vazio, a marca no travesseiro era a única prova que alguém havia compartilhado sua cama. Ciente de um vazio profundo, com uma premonição de medo absoluto, Mione agarrou seu robe e dirigiu-se à cozinha.


Harry estava sentado na mesa da cozinha, tomando uma xícara de café. Ele vestia uma calça comprida escura e uma camisa de punho branca. Um casaco e uma gravata estavam visivelmente pendurados no encosto de uma de suas cadeiras da cozinha. Os cabelos pretos nas costas das mãos e a barba por fazer sombreando suas bochechas davam a ele uma aparência cruel, até mesmo vestido como ele estava.


Harry olhou para cima quando ela parou lá na porta. Seus olhos estavam escuros, escondidos em baixo de pestanas negras. Ele olhou solenemente para Mione por um longo momento, então suspirou.


- Você está certa que não virá comigo? Eu contatei a sede. Meu transporte vai estar aqui em aproximadamente quinze minutos.


- Qual transporte? Oito pequenas renas e um trenó coberto de sinos? - Ela não podia nem esconder a amargura em sua voz, nem tentou. Sem dar a Harry uma chance de responder sua pergunta sarcástica, ela exigiu - De onde as roupas vieram? Tudo que você tinha era a roupa de Papai Noel.


Harry piscou, como se de repente ciente, pela primeira vez, de que ele estava vestindo algo completamente diferente.


- Eu não posso vestir um traje de Noel hoje. O Natal está terminado. Reverteu.


- Reverteu? - Mione tragou de volta o pequeno grito que ameaçava escapar. - O que você quer dizer com reverteu?


- O terno vermelho é o terno de negócios de Noel. Este é meu. Estava vermelho aveludado quando eu precisava de vermelho aveludado. Agora eu preciso de um terno escuro, então é o que ele é. É só uma magia pequena, mas realmente útil. Você não pode esperar que eu volte para Akron vestido como Papai Noel. As pessoas pensariam que eu sou maluco. - Ele abriu suas mãos largas, como se sua explicação fizesse total sentido.


Mione sentiu as lágrimas ameaçando novamente.


- Eu não posso ir para Akron com você, Harry. Eu tenho uma vida aqui, um trabalho que eu preciso e que eu amo. - Eu não posso amarrar meu futuro a um louco. Ela cruzou as mãos sobre o peito o que ela sabia que era uma posição puramente defensiva. Seria tão fácil ir com ele, tão fácil jogar fora tudo que ela trabalhara para ter, apenas jogar fora tudo por amor.


Harry suspirou. Seus grandes ombros caíram. Ele juntou as mãos na mesa na frente dele, mas apesar de toda a vulnerabilidade na sua pose, a voz dele era pura intransigência masculina.


- Eu queria que você me dissesse por que. Por que você não pode acreditar? Nós podemos ter nos conhecido somente há poucos dias, mas nós temos algo tão especial que nós seríamos bobos em desperdiçar isso. Eu reconheci no momento que eu vi você. Você não pode negar que também sentiu! Mione, você me completa. Você me faz sentir como o homem que eu devia ser. Eu acordei esta manhã pensando o quão deprimido eu devia ter estado, sabendo que eu não consegui o cargo de Noel, e então eu olhei para você dormindo ao meu lado e percebi que eu não me importava nem um pouco sobre ser Noel. Eu estava aliviado que eu não teria essa preocupação, não teria que me preocupar em ter minha esposa aprovada pelo Comitê de Noel.


- O que? - Mione avançou, entrando na cozinha. Ela não estava certa qual declaração a afetava mais, o fato de que ele ainda estava falando sobre aquele Comitê de Noel idiota ou o fato que eles não teriam que aprovar sua esposa.


- O que você quer dizer, o comitê tem que aprovar sua esposa?


- Se eu tivesse sido selecionado como Noel, minha escolha para Sra. Potter teria que preencher certos requisitos. Ela teria que ser jovial e doce e amar assar biscoitos, ela teria que amar crianças e estar disposta a ajudar a tratar as renas e aceitar o fato que seu marido estaria fora em todos os Natais. Algumas mulheres simplesmente não se ajustariam ao trabalho.


- Oh. - O que mais ela podia dizer? Obviamente a ilusão era uma parte importante da existência de Harry. - Eu acho que não importa com quem você case, então, agora você não precisa se dar ao trabalho. Isso deve ser um alívio. - Mione mordeu seu lábio inferior, envergonhada com o sarcasmo em sua resposta. 


- Pra mim importa. - Harry levantou-se, de repente enchendo a pequena cozinha com emoção mal contida. - Eu mal conheço você, mas eu honestamente posso dizer que eu amo você, Mione. Eu quero que você venha para Akron como minha esposa, droga, mas eu posso ver que você está apenas se divertindo. Até que você possa acreditar que o que eu digo é verdade, não existe nenhuma chance para nós. Nenhuma chance mesmo.


De repente ele levantou sua cabeça.


- Meu transporte está aqui. - Ele jogou um cartão vermelho em cima da mesa. - Se você mudar de idéia, se você perceber que você pode aceitar a magia, que pode acreditar, me chame. - Ele olhou para baixo fitando o pequeno cartão, depois novamente para Mione. - Você, eu... nós somos mágicos. Você não pode ver isto? Me chame, Mione. Eu estarei esperando.


Ele agarrou seu casaco e gravata, atirou eles acima de seu braço e dirigiu-se à porta. Quando ele passou por Mione, Harry se debruçou e a beijou. Ela sabia que devia ser um beijo bravo de punição, mas seu coração praticamente se partiu com o amor que ela sentiu no toque de Harry.


Ainda assim, era muito cedo, era demais, era inacreditável.


Harry quebrou o beijo e retrocedeu. Ele fitou Mione por um longo momento cheio de tensão, então abriu a porta da frente e parou, praticamente desceu correndo os degraus dianteiros.


Uma longa limusine preta esperava na frente da casa de Mione. O vapor saia do escapamento embora ela não pudesse ouvir o ronco do motor. As janelas eram escuras, mas sinos minúsculos estavam pendurados na antena do rádio. A porta da frente se abriu e um pequeno homem vestido todo em verde desceu do carro. Ele se curvou profundamente para Harry, tirando seu chapéu da cabeça enquanto ele abria a porta para o assento traseiro.


Suas orelhas eram tão pontudas quanto seu chapéu. Mione, da sua porta de entrada, praticamente podia ver a centelha em seus olhos. Ele fechou a porta atrás de Harry, saltou no assento dianteiro e a limusine saiu silenciosamente pela rua coberta de neve. Enquanto Mione assistia, a parte de trás da limusine pareceu se iluminar como se estivesse se perdendo em uma tempestade de pó de fada.


Depois ela simplesmente desapareceu.


 


 


 


 


 

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