"Nossos caminhos são feitos de incertezas, nossas almas padecem diante da morte, nossos corações são tomados pelo ódio da vida, do amor, das injustiças, do poder... Não passa de um jogo, onde o corpo e suas ações escondem a alma de um amador vencerdor ou de um profissional perderdor"
Frase de Bel Black
Vila de Hogsmead, 15h00mim
Harry aparatou em Hogsmead sua capa negra cobrindo todo o corpo enquanto entrava nos três vassouras, viu o castanho alto de olhos negros encostado no balcão e se aproximou.
- Olá Jonny – falou Harry rindo da cara que ele fez ao ouvir seu apelido – Charles mandou seus comprimentos.
- Olá amor – brincou o amigo fazendo Harry rir - Estamos em zona de perigo eminente com toda certeza – disse Jonathan – quando o mundo caiu na minha cabeça que eu não senti? – Harry riu com gosto e abraçou o amigo que conhecerá dois meses depois da morte de Sirius, quando voltava para a casa dos Dusley.
- Charles não é uma cobra venenosa, mas com certeza possui sua dose certa de tortura e suave veneno.
- Concordo! Resolveu voltar a seu posto, Eleito! – falou baixinho para ninguém escutar. Harry suspirou.
- Já saiu nos jornais?
- Com certeza, depois daquilo no ministério era impossível não sair, você não vai gostar de uma noticia que Melinda me mandou. – Harry se pôs atento. - Sabe a sua ex-amiga, a nascida trouxa, Hermione Granger?
- O que tem? – perguntou arqueando uma sobrancelha, sentindo a magoa o consumir, fazia muito tempo que não recebia nada sobre ela.
- Isso é importante Harry! Os pais dela foram assassinados e ela ficou sobre tortura conseguindo fugir, ninguém sabe do paradeiro dela há sete meses - Harry esfregou o rosto em choque, engasgando com a própria saliva.
- Seqüestrada e torturada, Merlin Jonh! Quando deixei você e Mel vigiando as coisas por aqui, não imaginava que algo assim aconteceria.
- Eu sei, quando soubemos do desaparecimento dela, reviramos os quatro cantos do mundo a sua procura.
- O que Dumbledore fez sobre isso? – pegou o copo de firewhisky do amigo e virou só de uma vez sentindo a ardência tão conhecida na boca.
- Dumbledore disse que achava que ela havia morrido junto com os pais, não imaginava que pudesse haver sobrevivente e desistiu das buscas. Mas Melinda pressentiu algo muito estranho e foi procurá-la, na verdade ainda está procurando, vamos torcer para que encontre.
- Isso me deixa frustrado Jonny, pensar que ela passou por tudo isso e... – hesitou antes de completar atordoado - Eu estava longe.
- Harry não foi você que estava brigado com ela? Que disse que queria esquecer ela para sempre?
- Passei um ano longe e parece que quanto mais tempo eu tentava esquecê-la mais eu lembrava dela, realmente quero deixar meu passado com ela para trás, mas diante dessas circunstancias é impossível não fazer nada e ser frio como sou com os outros. Apesar de tudo fomos amigos e amantes, só que ela me magoou bastante John– Jonny suspirou compreendendo.
- O amor é assim mesmo Harry, perdoa nem que seja o pior crime do mundo! Não vou julgá-la por alguma coisa, já que não sei o que ela fez, mas sei que deve ser algo realmente ruim.
- Ela sabia de algo que não quis me contar Jonathan, uma coisa importante, depois da morte de Sirius ela estava estranha e estressada, quase não falava comigo, eu fiquei angustiado, nosso namoro era escondido e quando eu perguntei o que tinha acontecido ela me disse que não era nada, logo depois encontrei ela na cama com outro. – suspirou sentindo um gosto amargo na boca - Droga! Não sei John ela pode estar escondendo qualquer coisa e agora com a morte dos pais dela e esse seqüestro, eu tenho certeza.
- Vocês nem sequer conversaram direito antes de você ir embora, Harry, ela estava abalada provavelmente e você também, deveriam ter se dado uma chance
- Foi repentino, depois que você falou de Charles eu não vi nenhuma outra opção e se o que ela esconde diz respeito a Voldemort a profecia?
- Ela sabe sobre a profecia?
- Não! Mas pode ter descoberto. Preciso saber!
- Antes você precisa achá-la – apontou o amigo.
- Melinda está conseguindo cuidar sozinha das coisas?
- A Mel?– sorriu – Fala sério Harry é bom você não duvidar dela. Vamos lá “Herói” tem outras coisa com o que se preocupar no momento.
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Algum lugar próximo à Alemanha, 15h00min
Melinda sorriu para a bonita castanha a sua frente.
- O que aconteceu com você Mione? – perguntou suavemente enquanto via a outra lançar mais um feitiço em um boneco – você não vai me contar?
- Não! – respondeu simplesmente lançando mais um feitiço.
- Hermione faz três meses que você está aqui nesse cativeiro, eu ia levar você de volta ao colégio e você não quis dizendo que estava em perigo lá e eu concordei em mantê-la em segredo aqui, mas porque Hermione? Eu preciso de respostas! Não poderá se trancafiar aqui para sempre! Volte para seus amigos, tente falar com Harry.
- Eu vou voltar, daqui a duas semanas! Não tenho amigos e não ouse tocar no nome de Harry na minha frente! – brigou com a morena enquanto se jogava no chão, exausta.
- Tudo bem! Pra quê tanto treinamento?
- Eu não voltarei para Hogwarts sem saber nada de duelos Mel! Você sabe duelar e Jonny também, eu também preciso saber me defender. – respondeu enxugando o rosto.
- Tudo bem, o que precisa saber?
- Você tem arco e flecha por aí. – Mel concordou sorrindo e se levantando da mesa onde estava sentada.
- Se quer aprender, vou lhe ensinar. Meu mestre só me ensinou uma coisa antes de começar meu preparo. – Olhou nos olhos da nova amiga - Vingança não leva a nada.
- Não quero vingança! Apesar de tudo não sou fria o suficiente para isso! – Mel sorriu.
- Eu sei querida, mas às vezes nas batalhas perdemos as consciências de nossos atos – “Já basta Harry querendo se vingar, não quero ver você assim também” pensou sem se atrever a dizer mais nada sobre o moreno. – vamos começar.
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Hogwarts, sala de Dumbledore, 15h00min
- Dumbledore você está exagerando, Harry não manda noticias, certo, mas isso não significa que o garoto está morto – falou pela enésima vez o Auror Alastor Moody, nunca vira Alvos tão estranho antes, ele parecia desesperado.
- Não estou, são meses sem dar noticias, eu pensei que com o assassinato dos pais da Srta. Granger e seu desaparecimento ele fosse ficar a par dos fatos e voltar. Além do que ela era sua melhor amiga e namorada.
- Namorada? Harry estava namorando Hermione? – perguntou Remus Lupin levantando-se assustado.
- Sim, escondidos por causa da ameaça de Voldemort, tentei separá-los por causa da profecia, Harry não pode se deslocar de seu futuro que é derrotar Voldemort e se Hermione estivesse envolvida nisso, ele iria sempre pensar no bem estar dela e não no dele.
- E o que foi que você fez a respeito disso? – perguntou Draco que estava do outro lado da sala escorado em uma estante – Você deu um jeito deles brigarem não foi? – todos se voltaram para o loiro - É por isso que no final do ano estavam tão estranhos um com outro – Dumbledore abaixou o olhar envergonhado.
- Fiz para proteger os dois.
- Creio que o Potter saiba se cuidar Professor, só que não foi uma mentirazinha foi uma bem grande. O que a Granger sabe e nós não sabemos? – Dumbledore respirou fundo olhando o loiro
- Existe uma possibilidade de trazer Sirius de volta – Remus deu um pulo.
- O que?! E você não nos conta isso? – perguntou indignado.
- São chances pequenas.
- Não importa o percentual, nós temos uma chance! – exclamou Tonks.
- ESPERE – berrou Draco – ele ainda não respondeu minha pergunta. O que você fez aos dois?
- Hermione me viu conversando com Minerva e pedi que ela não contasse nada ao Harry, ela disse que ele precisava saber de qualquer jeito e acabei por fazer um feitiço para não correr o risco dele saber a verdade, toda vez que Harry lhe perguntava algo ela tinha que mentir a respeito do assunto e aos poucos a confiança dos dois foi quebrada. Eu preparei algo para Hermione beber e pedi para um aluno da Corvinal me ajudar, para parecer como se ela estivesse traindo ele.
- E quando o Potter viu não acreditou nela! – Completou Draco – E você conseguiu mais um grande feito! – riu seco – separar duas pessoas que se amavam.
- Porque isso Draco? Você nem gosta dos dois. – disse Snape.
- Uma coisa é, eu não gostar dos dois – virou-se para o professor – outra é saber que um casal que se ama foi separado por uma mentira absurda, só porque o velho não queria que “O Eleito” se deslocasse de sua missão.
- Fiz isso para proteger aos dois – falou novamente Dumbledore.
- Não interessa, se fosse realmente isso bastaria explicar a situação a eles e não separá-los dessa maneira.
- O que você não entende Sr.Malfoy é que a Srta. Granger sabia demais e não podíamos correr esse risco, mas agora já não importa, ela já está desaparecida e possivelmente morta.
- Pensar nisso causa um alivio na sua cabeça não é? Mas quem disse que a sangue-ruim está morta? Pense nisso Dumbledore, vai ser mais um peso na sua consciência, por que o que você fez não o faz melhor que Voldemort – ele saiu batendo a porta sobre o olhar espantado de todos.
- Desculpe Alvos – falou Snape – mas terei que concordar com o garoto.
- Já falei e repito Severus, a Srta. Granger sabia de coisa que não deve ser tocadas, coisas do passado, a melhor coisa que aconteceu foi esse seqüestro, seja a mando de Voldemort ou de qualquer outra pessoa.
- Que outra pessoa? – perguntou Lupin curioso olhando de canto para Dumbledore – alguma pessoa como você?
- Posso ter separado os dois Remus, mas não seria capaz de matar os pais da Srta. Granger e depois seqüestrá-la e torturá-la, fiz por que precisava fazer aquilo para o bem do mundo bruxo, mas não sou um monstro.
- Sabe... Até eu começo a ter minhas dúvidas a seu respeito – Lupin lançou mais um olhar ao antigo professor e saiu da sala seguido de Tonks.
Dumbledore suspirou frustrado.
- O que vai fazer a respeito disso Dumbledore? – Perguntou Snape.
- Estão se voltando contra você – avisou Alastor.
- Que se voltem, a ordem não pode ficar desfalcada, mas o Sr. Malfoy é um ex-comensal, prenda-o no ministério por algum tempo, até que entenda que diante das atuais circunstancias, todo cuidado é pouco. – Alastor acenou.
- Saiba que farei isso, mas não concordo Alvos, o Malfoy mostrou que pode ser um aliado bastante sensato. – dizendo isso, Alastor saiu.
- E quanto a Srta. Granger, Alvos? Você sabe muito bem que ela não está morta. – disse Snape preocupado.
- Assim que ela pisar nesse colégio apague sua memória.
- Tudo? – Snape assustou-se.
- Sim – Dumbledore suspirou exasperado, sabia que estava fazendo uma coisa absurda, mas era pro bem do mundo bruxo - desde que conheceu Harry Potter.
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Vila de Hogsmead, casa dos gritos, 17h45min
Harry e Jonathan conversavam no único lugar seguro na vila, a casa dos gritos, quando o telefone de Jonathan toca, ele lê a mensagem por um tempo e depois abre a boca surpreso.
- O que foi? – Pergunta Harry alarmado.
- Draco Malfoy.
- O que tem a doninha Jonny?
- Ele foi preso pelo ministério por ser um agente duplo. – explicou atordoado.
- E o que eu tenho haver com isso? – pergunta Harry arqueando levemente a sobrancelha – eu o odeio, ele me odeia, nós nos odiamos e como bem disse sua mensagem ele é um agente duplo.
- Errado Harry, Draco é agente duplo, mas trabalha para nós, todas as informações que a ordem tem sobre Voldemort são deles, não entendo porque Dumbledore deixaria uma coisa dessas acontecer.
- Porque Dumbledore é incapaz de ajudar uma pessoa que já o ajudou, pelo menos a algum tempo ele vem sendo assim. Onde o Malfoy está?
- Em uma torre no ministério – Harry levantou-se bufando ajeitando a capa – Aonde você vai?
- Ajudar o panaca... Onde mais? Vamos me dê as coordenadas antes que eu desista, se ele está ajudando nosso lado contra o de Voldemort, eu posso fazer isso por ele, mas só dessa vez.
- Valeu Harry, Draco é gente fina, mudou muito esse ano, nem está mais no dormitório das cobras e sim dormindo em um só dele que Dumbledore programou.
- Ok! Já entendi que ele está mudado, não enche mais minha cabeça de baboseira, já não disse que vou ajudar? To arriscando minha vida por isso. – Jonathan passou as coordenadas para Harry e logo o moreno aparatou em frente ao ministério. Lugar maldito! Pensou.
Ele se transfigurou novamente na puma entrando devagar e com cuidado para não chamar muita atenção para si, apesar de ser um animal, não era uma animal pequeno.
A recepção estava vazia, exceto por um guarda que cochilava com a varinha na mão, sorriu internamente. Se o guarda dormia é porque todos já haviam saído do prédio.
Aproximou-se do guarda e voltou a forma humana.
- É cada incompetente nesse lugar – resmungou Harry mexendo nos arquivos e encontrando a pasta com as informações que queria – vários cofres nesse lugar, eles deixam a pasta na portaria – a pegou e saiu andando calmamente cantarolando, esperou até o elevador chegar. – Entrada, bem-vindo ao ministério da magia – imitou a voz da mulher irritante – ah vai te catar, to aqui a trabalho e não pra visitar maquina de quinta – apertou no andar do departamento de Aurors, pensar que da última vez que estivera naquele ministério foi pra ver seu padrinho sendo morto.
- Departamento de Aurors, tenha uma boa noite – ele saiu do elevador resmungando e aguçou os ouvido, não ouvindo nada correu em sua forma animaga até chegar a parte em que ficava a cadeia, voltou a forma humana. Quando se virou para ver se vinha alguém deu de cara com a sombra de alguns guardas, cobrindo sua cabeça com a capa avançou para eles.
Ao notarem sua presença os dois guardas estenderam a varinha assustados.
- Expelliarmus – Lançou Harry desarmando os guardas – Estupore! - um deles caiu inconsciente no chão.
- Estupore – gritou um dos guardas.
- Protego – uma cápsula transparente envolveu todo o corpo de Harry fazendo ele ficar imune a qualquer feitiço. Ele sorriu antes de levantar a varinha mais uma vez –Impedimenta – este repetiu a mesma trajetória do seu colega de trabalho e caiu inconsciente no chão.
Harry se aproximou do primeiro e murmurou:
- Obliviate – repetiu o mesmo com o segundo e se voltou de frente para grade que separava o resto do ministério da cadeia particular. – Alohomora – nada aconteceu – Obvio que não, o ministério é idiota mais não tanto, quero dizer... Acho! – Bombarda – pedaços da grade foram jogados longe, Harry olhou aquilo balançando a cabeça – É..., eles são idiotas, não me admiro de Voldemort entrar aqui com facilidade como se roubasse docinho de criança.
Draco estava na última cela segundo a pasta e foi andando calmamente até lá. Os prisioneiros gritavam querendo saber o que tinha acontecido. Quando finalmente chegou a cela que queria viu a cabeça com cabelos loiros platinados abaixada e Draco Malfoy estava escorado na parede.
- Olá Potter, quem diria que seria você a vim resgatar a donzela em perigo – Harry riu.
- Olá Malfoy, não se esqueça que a donzela aqui é você, e sim graças ao nosso amiginho Jonny não é mesmo? Ele é uma verdadeira peste – Draco levantou o rosto e sorriu de lado.
- Também acho. – disse enquanto Harry abria a porta com a chave que pegara na entrada. – Porque veio?
- Me disseram que mudou de lado, é verdade? – Harry parou e o olhou - Porque se não for volto agora mesmo para Hogsmead.
- Sim Potter, mas vou avisando que não estou do lado de Dumbledore, estou apenas contra Voldemort – Harry riu irônico.
- Não seja tolo, muito menos eu – Draco arqueou uma sobrancelha enquanto saia da cela.
- O que aconteceu ao antigo Harry Potter babaca que idolatrava Alvo Dumbledore?
- Você tem certeza que quer saber o que aconteceu com ele Draco? – o loiro concordou – ele morreu depois de notar sua própria babaquice e não apenas isso ele foi exorcizado também.
- E eu espero sinceramente que não volte mais – murmurou o loiro rindo – vamos logo sair daqui, e Potter – ele hesitou - valeu pela ajuda.
- Se você agradecer ou contar para alguém que eu fiz isso, eu mesmo deixo você em Azkaban – resmungou.
- Nunca pensei que fosse ver eu lhe agradecendo por algo e você me ameaçando por isso, estou realmente impressionado.
- Olha Malfoy, se quer ficar aqui me avisa, porque eu já vou! – começou a andar no que o loiro correu para alcançá-lo – ah o Lord resolveu me acompanhar? Que ótimo! – Draco observou enquanto Harry saia da cela, ele estava realmente mudado, mesmo com a capa preta por cima dava para ver que estava muito mais forte, e seu temperamento... Nossa! Parecia que tinha virado o Draco Malfoy de antigamente, só que pior e com uma ironia inabalável. Dumbledore não iria gostar nada disso o que deixava Draco rindo a toa. Mas e quanto a Granger, ele ainda pensava nela?
- Potter... – Draco chamou sua atenção para os dois guardas acordando e o portão derrubado.
– Reparo – Harry murmurou para o portão derrubado que se reconstituiu.
- E esses guardas?
- Já apaguei a memória deles, vamos antes que alguém note que há gente no prédio! – eles começaram a correr e já fora do ministério uma sirene começou a tocar – ótimo, vamos Malfoy, você tem uma varinha?
- Não, pegaram tudo meu – Harry balançou a cabeça compreendendo.
- Segure no meu braço – ele aparatou em Hogsmead novamente e logo viu Jonny correndo ao encontro deles.
- Cara, fiquei preocupado com vocês dois. – Harry rolou os olhos e ouviu seu telefone tocas.
- Frederic? – falou assim que atendeu – aconteceu alguma coisa?
- Harry teve pessoas procurando você aqui – Harry sorriu.
- Ótimo, eles fizeram algo com você ou alguma outra pessoa?
- Não, só me perguntaram e eu disse que você estava em Berlim como me pediu.
- Valeu Fred, te devo uma – desligou o telefone e viu a cara de Draco e Jonny curiosas – Os comensais foram me procurar e conseguimos despistar eles, estão indo para Berlim. Nos vemos depois galera.
- Aonde você vai?
- Fazer uma coisa que já deveria ter feito – aparatou deixando os outros dois assustados.
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N/A: Oi gente! Cap maior! Porque ninguém mais comentou? (buáááá) poxa, façam uma autora feliz, comentem nem que seja uma critica, valeu pra quem comentou :D
Bel Black