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6. CAPITULO SEIS


Fic: Atração Ardente - Concluída


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO SEIS

- Harry, Mr. Lane está na linha novamente. - falou da porta a secretária de Harry, Jessie. - Ele insiste que precisa falar com você.
- Comigo? - Harry mostrou-se surpreso.
- Sim, você sabe, é sobre aquele caso importante que vai a julgamento no próximo mês. Ele já telefonou quatro vezes nesta manhã. Você está bem?
- Sim, estou bem.
- Você não retornou...? - a voz dela perdeu força, pois o rosto de Harry demonstrava claramente que ele não havia retornado as ligações.
Por estar distraído. Porque estivera pensando em algo mais que seu trabalho.
O que ele só poderia fazer ali, no escritório. Caso estivesse no tribunal, teria sido um pesadelo completo. Com certeza teria perdido o caso. Seu avô teria ficado desgostoso pelo modo como estaria desgraçando o nome da família. Harry chegava a ver o movimento altivo de cabeça de seu avô e escutar o desdém em sua voz.
- Igual ao seu pai. Cheio de promessas, mas sem corresponder às expectativas. Você se diz um Potter?
Se ele continuasse assim, jamais pertenceria ao Conselho de Advogados da Rainha.
Droga, droga, droga. Precisava se concentrar.
- Tem certeza de que está bem? - insistiu Jessie.
- Estou bem, obrigado.
- É que você parece um pouco distraído. - A mente dele continuava repetindo o beijo sem parar.
- Claro que não, vou ligar para ele agora.

Ai! Gina enfiou seu dedo indicador na boca e chupou. Quando fora a última vez que se espetara? E fazer isso quando estava no meio de um trabalho de restauração era ridículo. Seria muito mais fácil se não estivesse pensando em um par de olhos verdes. Verdes e sensuais. Que se escureciam com o desejo.
- Ai, ai, ai! - Dessa vez a agulha entrou bem fundo. Franzindo a testa, Gina largou o trabalho, sugou o dedo e saiu à procura de um curativo.
Pena que o estojo de primeiros socorros não contivesse algo que a fizesse esquecer um advogado crítico, porém sensual como o diabo.

Harry precisava de ar fresco. Pela primeira vez tiraria a folga do almoço. Vinte minutos de caminhada poderiam ajudá-lo a se concentrar novamente. Passava pela porta da sala das secretárias quando ouviu seu nome.
- Harry está estranho hoje.
Mesmo sabendo que, quando se escuta às escondidas, nunca se ouve nada de bom a respeito de si, ele não resistiu.
- Acha que ele está com alguma virose?
Ele reconheceu aquela voz. Era Stella, a recepcionista. A maior fofoqueira do prédio.
- Não, acho que é alguma mulher. - disse Jessie.
- E deve ser alguém bem especial para distrair o maior compulsivo por trabalho que já conheci.
Compulsivo por trabalho? Ele não era um compulsivo por trabalho. Ele apenas via o que devia ser feito e fazia. Em bem menos tempo do que os outros.
- Será que é alguém daqui? - Stella perguntou.
- Não sei. Clare é calada demais, não faz o tipo dele. Ele gosta de mulheres mais confiantes. Espertas. Aquelas que se vestem com mais elegância.
Jessie e Stella tentavam arranjar um caso entre e ele e Clare. Ele gostava da advogada recém-formada, mas definitivamente ela não o excitava.
- E quanto a Rebecca? - sugeriu Stella.
- Sim, pode ser.
Rebecca trabalhava no andar superior. De longe era a mulher mais estonteante do prédio. E inteligente e sofisticada também. Uma esposa em potencial para um pretendente ao Conselho de Advogados da Rainha. Aliás, ela mesma seria uma conselheira, no futuro. Acontece que Rebecca também era uma devoradora de homens. Não era absolutamente o tipo de Harry. Ele preferia mulheres mais suaves, delicadas, amorosas. Respirou fundo. Precisava dar um basta naquela fofoca antes que começassem a vinculá-lo com as mulheres casadas do escritório. A última coisa que precisava agora era de uma fofoca. Esse tipo de coisa poderia chegar aos ouvidos do diretor, de modo que ele começasse a duvidar que Harry poderia integrar o Conselho de Advogados da Rainha.
- No caso de alguém me procurar, estarei fora para a hora do almoço. - disse na porta da sala das secretárias.
- Hora do almoço?
Droga! A curiosidade nos olhos de Stella triplicou. Harry nunca tirava hora de almoço quando estava no escritório, sempre pedia um sanduíche e comia sem despregar os olhos do trabalho. Agora elas começariam a especular que ele estava mantendo um caso clandestino. Pegou-se dizendo:
- Li um artigo interessante no jornal, andar vinte minutos na hora do almoço faz melhorar a concentração. Vou fazer uma experiência hoje. Estarei de volta em meia hora. Ah, e vocês duas estão completamente por fora. Não estou saindo com ninguém.
E isso era verdade. Ele não estava saindo com Gina Weasley.
E tentou ignorar a palavrinha que se infiltrou em sua mente. Ainda.
No restante do dia, Harry conseguiu se concentrar. Mas, quando seu laptop tocou o alarme, que era o lembrete para ligar para Luna, ele parou por um momento. Tudo estava silencioso. Era evidente que todos já tinham deixado os escritórios. Talvez sua secretária estivesse certa. Ele era compulsivo por trabalho. Mas tinha muito serviço para dar conta. E, se quisesse ter sucesso, tinha de deixar tudo em dia.
Ele procurou seu celular. Por um segundo, quase ligou para Gina. Mas o bom senso prevaleceu e ligou para a sua irmã. Atendeu a secretária eletrônica.
- Oi, Luna. É Harry. Estou ligando para saber se está tudo bem com você.
Talvez Luna estivesse ocupada batendo papo com Gina.
Não, ele não pensaria em Gina. Não a perseguiria. Gina tinha seu número. Se quisesse vê-lo, ligaria.
- Dê um beijo em Daisy por mim. Ligo ainda essa semana. E pode me procurar se precisar de alguma coisa.
Luna nunca telefonava para conversar e o achava distante. Procurou afastar esses pensamentos. Ele era muito ocupado e ela o respeitava. Olhou o relógio e decidiu trabalhar mais uma hora.
Ele conseguiu resistir até a noite de quarta-feira. Outra vez estivera trabalhando até tão tarde que era novamente o último a sair do edifício.
E então ligou para Gina.
- Alô?
Ela parecia cautelosa.
- Alô, Gina. É Harry quem fala.
- Alguma coisa errada com Luna ou Daisy? - Pergunta óbvia. Por que outro motivo ele estaria telefonando?
- Não.
- Ah, bom.
Oh céus, Gina tinha uma voz adorável. Mas pensar na voz dela o levou a pensar em sua boca. Na mesma hora, desejou-a com toda força, imaginando...
- Você já jantou? - ele tentou manter a voz o mais casual possível.
- São oito horas, Harry.
Então ela já devia ter jantado. Não valia um convite para jantar naquela noite, então.
- Posso passar por aí no meu caminho para casa?
- Minha casa não fica no seu caminho.
- Fica sim, se eu tomar a estrada pitoresca.
Ela riu.
- Você tem uma resposta para tudo.
Ele também riu.
- Claro, é porque sou um advogado.
- E dos bons.
Se ele confirmasse, pareceria orgulhoso, mesmo que acreditar ser verdade. Ele não queria que ela o visse como um esnobe cheio de pompa. Mas, se ele dissesse não, estaria soando como falsa modéstia, o que era tão ruim quanto. Ele seguiu o caminho do meio
- Desempenho bem minhas funções. Estarei ai dentro de quarenta minutos, ok?
- Eu... - ouviu-se um leve suspiro. - Ok.
Quarenta minutos. Ele estaria ali em quarenta minutos. Fora uma péssima idéia. Todos os seus relacionamentos anteriores tinham sido um desastre. Todos terminaram com ela muito magoada. Especialmente o último.
E, ainda por cima, ela e Harry eram de mundos diferentes. Na melhor das hipóteses, Harry achava que ela era uma desmiolada, e na pior, uma criminosa. E ela já sabia, por experiência própria, que não tinha nada a ver com o mundo dos advogados. Então, quando ele chegasse, ela explicaria com muita educação que aquela era uma péssima idéia.
Quando o interfone tocou, o coração de Gina batia aceleradamente. Ela apertou o botão.
- Olá, Gina. É Harry.
- Suba. - E apertou o botão que abria a porta.
Ele estava novamente usando um terno. Mortalmente fabuloso... mas distante. Intocável. Como estivera na sexta-feira à noite. Mas, perto dela, ele era tão perigoso como quando estava de barba por fazer e roupas informais. Pelo menos não trouxera flores, o que a faria sentir-se menos culpada em mandá-lo embora. Ela respirou fundo, pronta para explicar que era uma má idéia. Mas a boca sequer ouvira o cérebro, porque as palavras que saíram foram completamente diferentes.
- Você já jantou?
A mesma pergunta que ele lhe fizera. Porque era óbvio que, quando ele lhe telefonara, ainda não havia jantado. Ele deu de ombros.
- Não estou mesmo com fome.
- Você precisa comer direito. Cuidar de si mesmo.
- Está me repreendendo? Este não deveria ser o meu papel?
Ela ruborizou.
- Mas eu faria qualquer coisa por um café.
- Está bem. Esteja em casa.
Maldição. Sua boca continuava desgarrada de seu cérebro. Eiii! Não era para dizer a ele que parassem com isso?
O apartamento dela parecia infinitamente menor com ele dentro. Ele deveria estar sentado educadamente no sofá, mas estava ali, recostado em seu balcão, na sua cozinha de navio, enquanto ela lhe preparava um café e um chá de frutas para si mesma.
- Na verdade, não há lugar suficiente para dois nessa cozinha. - esperando que ele engolisse a indireta.
Mas, ao invés disso, ele entendeu que ela se desculpava pelo fato de o lugar ser tão estreito.
- É uma cozinha encantadora. Clara e fresca.
- Obrigada.
- Por que está tão desconfortável, Gina?
- Não estou, não. - mentiu ela.
- Você está inquieta. E coloca uma grande distância entre nós. E se eu der um passo à frente? - ele barrou a passagem. Não completamente...
Ela respirou fundo.
- Vê? E se eu fizer isso... - tirou a caneca das mãos dela com suavidade.
Uh. Quando os dedos dele tocaram os dela, mesmo não sendo um toque sensual, ela se sentiu como se uma enorme descarga elétrica a tivesse perpassado.
- Seus olhos estão escurecendo e você está mordendo o lábio inferior.
Era mesmo? Ela nem se apercebera disso.
- Oh, Harry, não quero ter relacionamentos.
- Tudo bem, eu também não. - Dessa vez, ele estendeu a mão e tocou o rosto dela. Uma carícia suave, como se quisesse dar a certeza de que estava tudo bem.
- Também não quero ter casos.
- Eu também não. - Ela reparou que ele olhava fixamente para a sua boca.
Ele iria beijá-la.
Do mesmo modo como a havia beijado no domingo.
- Mas talvez nós dois devêssemos ter um caso impensado.
- Não faço nada impensado.
- Não?
Então a mão dele deslizou do rosto dela até o pescoço e ele a puxou para si.
- Acho - sussurrou ele - que está acontecendo com você o mesmo que está acontecendo comigo. - Beijou a ponta do nariz dela. - Algo que não esperávamos. - Outro beijo no cantinho da boca. - Algo que está confundindo sua cabeça. - E beijou o outro cantinho da boca. - Algo para o qual você não tem tempo... não quer na sua vida nesse momento. - Ele se afastou um pouco, de modo que ela pôde ver seu olhar sério. - Mas não há nada que possamos fazer. Está acontecendo. Não parei de pensar em você, Gina. Toda vez que eu respirava, sentia o seu perfume. Toda vez que abria a minha boca sentia o sabor dos seus lábios. Esqueci de retornar as ligações na segunda-feira. Nunca esqueci de nada.
- Eu espetei meu dedo com a agulha na segunda-feira. Duas vezes. Jamais tinha me espetado enquanto fazia trabalhos de restauração.
- Mas você não conseguia se concentrar. Estava pensando em mim?
- Sim. - disse ela suspirando.
- Qual mão?
- Não tem importância, já cicatrizou.
- Qual mão?
Ela levantou a mão esquerda.
Ainda olhando nos olhos dela, ele beijou sua mão.
- Vai passar.
O desejo percorreu a espinha de Gina. Deus do céu! Como não deveria ser aquela boca beijando seu pulso, a parte interna de seu braço, subindo até o seu ombro depois descendo novamente ao tirar o vestido dela. Beijando, sugando.
Como se estivesse lendo seus pensamentos, ele levou o dedo dela até a boca e chupou.
Os bicos de seus seios endureceram e ela pôde sentir a pulsação entre as suas pernas. Sentiu-se molhar. Desejando mais.
Ficou com a respiração suspensa ao lembrar do beijo de domingo. De lembrar como ele tinha os músculos rijos. Seria fácil para ele levantá-la até o balcão de trabalho e...
Ele sorriu.
- Janta comigo amanhã à noite?
Sim.
Mas não seria somente o jantar e os dois sabiam disso. Uma parte dela queria atirar ao vento as precauções. Mas, da última vez que fizera isso, sua vida tinha virado um monte de entulho. Ela não poderia arriscar novamente.
- Não posso.
- Não pode ou não quer?
- As duas coisas. - ela admitiu.
- Também não é fácil para mim.
Ele parecia sério, intenso. Uma beleza de destroçar a alma.
- Não é fácil para mim, de modo algum. Quero entrar para o Conselho de Advogados da Rainha. Quero fazer o que fez meu avô, ao se tornar um dos mais jovens membros desse Conselho. Por esse motivo, preciso me concentrar em meu trabalho. Ser o melhor no meu campo de atuação. Não tenho tempo para relacionamentos. Não posso dar a uma mulher a atenção que ela merece. A menos...
Ele passou o polegar levemente nos lábios dela.
- Você está na minha cabeça, Gina. Estou trabalhando num caso e, de repente, tudo o que consigo pensar é em você. Escuto sua voz, sinto seu perfume. Lembro nosso beijo. Isso está me deixando maluco. Espero que você não leia pensamentos, porque o que está se passando em minha mente agora é passível de uma bofetada.
- Precisamos ser sensatos. Fingir que isso não está acontecendo. - disse Gina.
- Precisamos? - E novamente deu-lhe um beijinho, muito leve, muito gentil.
E o que ela viu a seguir foi que as mãos dela acariciavam os cabelos dele, e ele a levantou, colocando-a sentada no balcão de modo a ficar entre as coxas dela. E se esfregou nela. As mãos dele a tocaram de leve e ela ardeu por um contato mais íntimo. Quis que elas deslizassem sob a bainha de seu vestido e acariciassem suas coxas. Que ele verificasse sob a sua calcinha, para ver como o estava desejando. Ela queria inclinar-se e se oferecer a ele.
Oh...
Se ele não a tocasse, ela faria algo bem idiota, como suplicar.
E, se ele a tocasse, ela faria algo bem idiota, como suplicar.
Como esse homem pôde virar sua vida de cabeça para baixo assim tão rápido?
- Percebe? - perguntou ele bem baixinho. - Um toque e estamos perdidos. Reagimos de modo que vai de encontro ao que pensam nossas cabeças. Está acontecendo.
Ela estava tonta. Não arriscava falar qualquer coisa. Não estava confiando em si mesma. Começou a contar de trás para frente, partindo de cem. E, então, não pôde evitar tocar o terno dele. Há séculos desejava tocar aquele tecido.
- Seda e lã, misturados. Que legal!
- Diga qual o percentual de cada um. - desafiou.
E ela o fez.
- Acertou no alvo. Muito bem.
Ele estava impressionado.
- Mas é isso o que eu faço: trabalho com tecidos.
- E como será seu toque na pele?
Era o que ela estava pensando. Desejando. Estremeceu.
- Harry, isso não é justo.
- Não consigo tirar você da minha mente. E corrija-me se eu estiver errado: acho que você está do mesmo jeito.
- Sim.
- Portanto, ou enlouquecemos ou fazemos algo a respeito.
Ele tinha alguma alternativa em mente?
- Você é um homem de palavras.
- E ação. -Ele olhou bem dentro dos olhos dela. Olhos verdes como esmeraldas, cheios de desejo.
E, oh céus, a boca. Que linda boca! Ela queria senti-la contra a sua pele, naquele momento mesmo. Por isso ela não disse nada. Não pediu que parasse, não o mandou embora.
Ele abriu o zíper do vestido. Fez a seda escorregar pelo ombro dela, e depois a tira do sutiã. Ele a beijou pelos ombros e pelo colo. Ela fechou os olhos, levando as mãos novamente aos cabelos dele.
Era loucura. Ela parou totalmente de pensar quando Harry abriu o colchete do sutiã e o retirou. Acariciou os seios, esfregando os mamilos com os polegares. O contato estava tão bom... Mas ela queria mais. Gina quase gozou quando ele colocou um seio na boca e sugou.
- Harry...
O nome dele saiu como um soluço, e ele imediatamente parou. Restaurou a ordem das roupas dela. Enlaçou os dedos dele nos dela e beijou-os.
- Sinto muito. Fui muito apressado. Não devia ter feito isso.
Mas ela não tinha dito isso a ele, tinha? Ao contrário, havia se reclinado para dar a ele melhor acesso aos seus seios. Ah, droga!
- Nós não devíamos. - corrigiu ela. Ele compreendeu na mesma hora.
- Você estava junto comigo o tempo todo, não é? - Sim. Ela se sentiu ruborizar.
- Isso não deveria acontecer, nós não somos...
- Ainda. - Harry a interrompeu. - Nessa noite você vai pensar em mim, como estou pensando em você.
Ele mordiscou o lábio inferior dela. Provocou-a até que ela abrisse a boca e a beijou. O ambiente parecia girar.
Depois parou.
Sorriu.
- Boa-noite, Gina. Sonhe comigo esta noite. Vou sonhar com você.


Agradecimentos especiais:

issis: fico feliz que tenha gostado do capitulo anterior, espero que tenha aproveitado esse também. Obrigado pelo agradecimento. Beijos.

laurenita: obrigado por ler a fic, espero que continue gostando. Beijos.

Ginny M. W. Potter: mais um capitulo postado. Beijos.

Bianca: Realmente os dois são figuras muito interessantes, principalmente quando estão juntos. Beijos.

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