CAPÍTULO 11
Harry se achou massageando suavemente o diafragma de Gina depois da explosão que a tomou. Ela tentava rir e ofegar ao mesmo tempo, o rosto corando com uma ponta de embaraço.
Ele ainda estava preso dentro dela, o membro dele ainda duro e pulsando com os jatos finais do orgasmo. O longo cabelo preto caiu em cima da face dele e escondeu o rosto dela, como um casulo escuro, os separando do mundo.
A ternura o envolveu, quando a viu olhando-o com os olhos cinzas suaves dela cheios de prazer. Suas mãos acariciaram os ombros dele suavemente, assim como sua palma massageava o diafragma dela, aliviando a tensão.
- Isso é tão embaraçoso. - ela sussurrou acariciando o cabelo dele e por fim afastando os fios para trás do rosto dele, enquanto ele continuava com os olhos presos no rosto dela.
Deus! Quanto ele a amava! A amava tanto que não podia pensar em mais nada que não fosse ela.
- Excitação demais. - ele sussurrou, e beijou o rosto dela ternamente, enquanto sentia seu membro finalmente, agradecidamente, aliviado de sua dureza. - E um pouco de medo, talvez?
Os lábios dela se abriram num sorriso provocante.
- Você tem alguns aspectos que são um pouco diferentes. - ela admitiu. - Mas não é totalmente sua falta. Às vezes, eu me apavoro um pouco.
Um pouco? O diafragma dela agora estava relaxado e a respiração ainda estava um pouco rápida, mas estava mais fácil.
- Isso acontece com freqüência desde que era criança? - Ele perguntou, enquanto continuava a massagem, estremecendo quando deslizou o membro para fora da vagina apertada.
- Oh. - Ela expirou fundo com seu movimento. - Isso é tão bom.
Suas mãos deslizaram pelos ombros largos dele e desceram acariciando o peito dele, enquanto ele se virava e se aproximou mais dela. Ela era um peso doce contra o seu peito agora, uma perna estendida entre as dele, depois ela empurrou os cabelos dele para trás das orelhas, mais uma vez.
- Isto não acontece muito. - ela finalmente respondeu-lhe. - Costumava acontecer sempre quando era criança. Novidades, quando ficava muito assustada ou muita excitação. Meu papai foi do exército. Cada vez que ouvimos de uma nova batalha perto da sua área, ou se ele esteve atrasado para voltar para casa na licença, talvez fosse só stress.
Ela deu ênfase ao “Talvez”. Harry pensou conforme a puxava para mais perto dele.
- Não aconteceu mais desde que fiz vinte anos. E desde então nunca mais tive uma grande excitação na minha vida. - ela riu, levantando a cabeça do peito dele para olhar para ele.
- Ou talvez tão assustada? - ele perguntou.
Ela encolheu os ombros, com um sorriso torto no rosto.
- Mas não aconteceu quando o vi na suíte de Albrecht. Ou quando você me raptou.
- Porque você confiou em mim. - Ele acariciou sua face, sentindo o peito apertar ao saber o quanto ela confiou nele mesmo sem saber por quê. - Você soube que eu não mataria sem razão, Gina. Eu penso que talvez você tenha pensado que Albrecht era tudo aquilo de que era acusado de ser.
Ela não virou o rosto, nem evitou o olhar dele.
- Eu soube. - ela sussurrou finalmente. - Dentro de mim. Mas ainda estava temerosa de você tirar minha vida.
- Mas não o bastante para roubar sua respiração. - ele a lembrou.
Um sorriso suave de prazer ao se lembrar, se formou nos lábios bem beijados, desta vez ela se apertou contra ele, e sua mão acariciou o braço musculoso.
- Não, é o seu toque que rouba a minha respiração, Harry. Talvez, se praticarmos muitas e muitas vezes, aprenderei como me controlar.
- Hmmm, talvez essa seja a resposta. - Ele se inclinou para baixo, seus lábios engoliram famintos os dela, sentiu a paixão e o desejo em sua aceitação em relação a ele.
Ele não tinha esperado esse presente. O preço para mantê-la ao seu lado, não era tão ruim assim, apesar de tudo. Não haveria mais assassinatos. Ele poderia viver com isso. Jonas poderia usá-lo na Agência de Segurança das Raças. Ele havia solicitado sua ajuda em tempo integral muitas vezes, e Harry sempre recusou. Talvez agora fosse o momento de conversar com o Senhor Diretor sobre isso, ver o que seria necessário.
Havia muito poucas Raças de Lobo na Agência. O líder do grupo, Gunnar Wolf, estava agora no Gabinete de Governo das Raças e muitas vezes se reunia com líderes humanos e felinos das comunidades das Raças. Os gêneros separados das Raças lentamente estavam se encaixando, adaptando e aprendendo a assegurar seu lugar no mundo. Harry poderia ajudar com isso. Gina também poderia ajudar com isso.
Ele a viu no hotel sub-gerenciando o pessoal. Ela era como uma gerente dirigindo todo o funcionamento do estabelecimento.
- Acho que estou faminta. - ela suspirou finalmente, levantando a cabeça. - Morrendo de fome, de verdade.
Harry tocou a sua face com o dorso dos seus dedos.
- Então é melhor alimentá-la. - ele disse. - Porque o calor de acasalamento vai retornar novamente, Gina. E logo.
Gina fitou-o surpresa, quando ele moveu-se da cama, depois a ajudou a levantar também. A surpresa rapidamente se transformou em admiração. Ele era forte da cabeça até o dedo do pé. Seu corpo era magro, mas poderosamente musculoso, seus músculos eram grandes e potentes, mas sem ser desajeitado. Ela agora entendia porque o seu ataque de pânico de infância tinha voltado. Sua dificuldade respiratória foi devido ao estresse, sobrecargas emocionais, como os doutores chamaram. Gina ficava também muito emocionada às vezes. Ela pôde lidar em ver seu amado matar um monstro, mas ela não podia lidar em saber que ele era fundamental para a sua felicidade.
Assim como seu pai foi. Assim como o conhecimento do perigo que ele enfrentou, provocou os ataques emocionais.
Ela pensava que tinha superado. Seu pai se aposentou do exército a poucos anos atrás, mas ela não teve nenhum ataque a mais de seis anos. Até Harry.
Como o amava.
Ela sacudiu a cabeça enquanto o seguia até o chuveiro. Eles se banharam depressa, fome de um tipo diferente os conduzia agora.
Tomar banho com Harry foi uma experiência sem igual, entretanto. Ele adorava a água e ele monopolizou o jato do chuveiro só para ele. Ela teve que empurrá-lo várias vezes para conseguir uma parte do jato de água para ela, e a partida de luta livre resultou na posse do fluxo de água. Ela perdeu claro, mas ele a apertou o traseiro dela contra ele a mantendo bem perto o suficiente para lavar a ambos, depois enxaguou de cabeça a dedo do pé.
Então ele garantiu-se que ela ficasse bem seca. Quando ele terminou de enxugá-la, Gina estava pronta para voltar para a cama em vez de ir para a cozinha.
- Comida primeiro. Eu preciso de muita energia. - Ele inalou lentamente, fechando os olhos com a sensualidade enchendo seu rosto. - Então nós iremos para cama. Talvez nós até mesmo consigamos dormir um pouco hoje à noite.
Ele a apoiou contra a parede de banheiro, esfregando o comprimento pesado do membro duro queimando contra a barriga dela, enquanto que os mamilos duros roçavam no tórax dele.
Gina correu as mãos pelos bíceps dele, então os ombros, depois puxou para baixo a cabeça dele, e ele lambeu a mancha pequena onde ele a mordeu mais cedo. Sensações de prazer correram pela pequena ferida, um prazer tão profundo e quente que ela se levantou na ponta do pé para prolongar aquilo.
Ele definitivamente era um menino mau. Tatuado, perfurado e arrogante como o inferno. Ela viu aquela arrogância mais de uma vez nas últimas semanas. Mas ele era suave com ela. Ele a tocava como que num sonho doce e ele a beijava como uma bola de fogo.
- Comida. - ele sussurrou pesaroso contra os lábios dela, enquanto se retirando e encarando sombrio para ela. - Você está certa que está bem?
- Eu estou bem. - Ela agora estava tão excitada que achava que derreteria numa poça aos pés dele.
Eles se vestiram no quarto e foram para a cozinha.
O refrigerador estava cheio com cortes de frios, legumes e água gelada que o caseiro tinha estocado antes da chegada dela. O congelador estava cheio de uma infinita variedade de bifes empacotados e outras guloseimas congeladas.
Ela pegou uma das carnes do refrigerador e um pé de alface e tomates. Pão grosso, fresco estava embrulhado e armazenado no armário. Ela retirou e pôs no balcão.
Harry olhava muito quieto enquanto ela se movimentava pela cozinha, a sala de estar, então de volta para a cozinha. A expressão dele era sombria, o modo como ele a olhava estava mexendo com os nervos dela.
- Há algum problema? - Ela pousou a faca de pão e o olhou de perto.
- Se você ainda estiver considerando em me matar, eu devo lembrar que é contra as regras, ou algo assim.
Ele sorriu e agitou a cabeça.
- Isso seria pior que suicídio.
- Então o que está perturbando você? - Pôs o pão em pratos e começou a por camadas de carne, queijo, e verduras.
- Somente pensava em algo. - Pôs as mãos nos bolsos da calça de couro enquanto a encarava. - O que você fazia na suíte de Albrecht?
- Ele deixou uma mensagem em minha secretária eletrônica exigindo minha presença. Pensei em ver qual era o problema antes de sair da cidade.
- Por que você voltou? - Ele estava com a testa franzida com curiosidade.
Gina subiu uma sobrancelha.
- Meu biquíni. Eu me esqueci dele. Era novo e eu queria usar enquanto eu estivesse de férias. Eu adoro nadar no lago. - A cara sombria num instante desapareceu, enquanto que os olhos dourados se iluminaram com excitação.
Gina riu silenciosamente ao ver seu olhar, quando ela apanhou os pratos e os levou à mesa da cozinha, antes de pegar duas garrafas de água do refrigerador.
- Um biquíni, huh? - Ele perguntou sentando-se na cadeira em frente a ela. - Que tipo de biquíni?
- Um pequeno biquíni preto. - Apertou as coxas, a ardência em seu clitóris estava se tornando irritante. Por Deus! Será que ela conseguiria comer a sua refeição sem atacá-lo?
- Gostaria de vê-lo. - ele murmurou, pegou seu sanduíche e mordeu com os dentes brancos e fortes. Os dentes que a tinham mordido. Podia sentir a marca em seu ombro latejando e irracionalmente desejou que ele lambesse a marca outra vez.
Ela comeu seu sanduíche com mais determinação do que com fome real agora. Depois que terminou, ela rapidamente lavou os pratos. Harry ainda estava tranqüilo.
Ele tinha saído da cozinha para a sala, onde ele ficou na frente da ampla janela panorâmica, fitando para fora, para o lago.
Ele parecia quase pesaroso.
Talvez Raças não gostassem de mulheres com uma fraqueza, ela pensava sombriamente, se lembrando de como a respiração dificultosa quase que a tinha sufocado.
Foi uma reação de stress, não que ela estivesse muito doente ou qualquer coisa. Na verdade, os orgasmos que ela teve a amedrontaram terrivelmente. Ela nunca teve um tão forte, nunca sentiu tal prazer que correu por ela. Não era de admirar que ela tivesse se apavorado um pouco, especialmente quando o membro dele tinha engrossado daquele jeito anormal, e ainda mais adiante quando sentiu ele se prender dentro dela e aquela quantidade de pré-ejaculações era uma coisa também anormal, se esparramando e a enviando em outra série mais forte de orgasmos.
- Os ataques de pânico não são uma grande coisa. - ela disse finalmente ao entrar na sala.
Ele se virou para fitá-la, seus olhos se estreitaram, olhando o movimento rápido dos seios dela. Seus mamilos empurravam contra o tecido leve de sua camisa azul escura, e ela apertava a vagina com desejo. Necessidade violenta.
Isso não fazia sentido. Antes, ela não tinha ficado dolorida como agora, não a ponto que ficar dolorida.
Certo. Isso ela sabia.
Ela passou os dedos pelo cabelo dela e o olhou furiosa.
- Então por que você está deprimido com isto como se fosse o fim do mundo? Eu fiz algo errado? - Talvez ela não tivesse satisfeito ele sexualmente. Um homem ficava um pouco mal-humorado quando uma mulher não consegue dar algo que ele estava querendo, mas era muito estúpido para pedir.
O queixo dele se tencionou quando inalou asperamente.
- Você não fez nada errado.
Ela se inclinou acentuadamente.
- Você sabe, eu compreendo que uma raça pode fazer a testosterona subir mais forte do que a maioria de homens normais. Mas eu não posso ler seus pensamentos assim como não posso ler dos outros homens. Se algo está errado, eu prefiro que você me fale abertamente, em vez de me fazer me sentir miserável com esse tratamento silencioso, me ignorando. Confie em fim, eu tenho vários irmãos, eu posso lidar com suas sensibilidades delicadas.
Sua testa se levantou, quando o divertimento iluminou num flash em seus olhos. Divertimento, excitação, e algo indefinido. Raiva, talvez.
- Minha sensibilidade masculina está funcionando muito bem. - ele assegurou a ela, o canto de seus lábios se curvando num sorriso.
Gina cruzou os braços sobre seus seios, ofegando ao sentir o tecido de sua camisa roçando sensualmente sobre os mamilos enrijecidos.
- Então qual é o seu problema?
- Você está com dor. - disse macia. - Não está?
Gina mudou de pé, desconfortável.
- Não de verdade.
- Eu queria esconder de você exatamente o que o acasalamento iria fazer com você. - ele finalmente falou - Há ainda muito que nós não sabemos sobre ele, ou seus efeitos. Eu devia ter esperado.
- Agora, você está começando a me assustar, Harry.
- Você sabe que apenas dois de nossos companheiros da Raça de Lobo conseguiram procriar, ter filhos? Em um desses, a genética de Lobo foi de tal modo recessiva que os cientistas teorizam que ela facilitava a concepção para sua companheira. A outra foi tão brutalmente experimentada que ela ainda têm pesadelos.
Gina ficou com medo de pensar em tanta dor.
- Os felinos parecem não ter qualquer tipo de problema.
- Mais do que você sabe. - ele suspirou. - É verdade, o grupo original inicialmente teve o maior sucesso em sua concepção, mas depois da concepção, o calor do acasalamento continuou durante o período de ovulação das companheiras, e não houve outros bebês concebidos. Faz dez anos. Scheme Tallant Reynolds, a mulher da Raça Felina Tanner Reynolds, Chefe das relações públicas, agora ela está grávida de gêmeos. Uma criança nasceu de Merinus e Callan, a um a Verônica Andrews, e uma para Sherra, a mulher de Kane Tyler, Sherra. Nasceu uma criança de Dash Sinclair e sua companheira Elizabeth, uma de Charity, mulher de Aiden. Pelo Clã da Raça de Lobo, a concepção revelou-se extremamente difícil, o calor de acasalamento extremamente grave.
Sua voz estava séria, a sua expressão sombria, cheio de remorsos.
- Tentei ser honesto com você, Gina. - Ele agitou a cabeça, apertando seus lábios com aquilo que ela já sabia que era raiva dele mesmo. - Mas eu estava com fome de você. - Uma careta fechou a sua sobrancelha, quando ele a encarou como se aquela fome ainda o confundisse. - Até mesmo agora, meu controle é menor do que deveria ser. - Sua careta se aprofundou. - Tentei dizer a mim mesmo que seria diferente entre nós, pois eu tinha uma vantagem.
O sexo dela se contraiu ardentemente derramando fluídos femininos entre suas coxas.
- Você acha que se me explicasse mais alguma coisa faria diferença? - Ela perguntou. - Eu não sou uma criança, e não sou uma completa ignorante. Depois que me disse o que você era, me lembrei das histórias dos jornais. Sabia que havia mais do que você estava me dizendo. Evidentemente, eu não me importei.
Sua cabeça inclinou enquanto ele a olhava confuso.
- Como pôde não se importar, Gina? Isto mudará sua vida para sempre. Colocar você em perigo. Restringir a sua vida e a transformará em um alvo para os cientistas do Conselho, que estão determinados a destruir-nos.
- E isso é o que mais incomoda você. - ela disse suavemente. - Esse perigo. Admita Harry. Você está assustado.
Seus lábios apertados.
- Eu vou te proteger.
- Não importa o quanto custe. - ela adivinhou. - Você está com medo que suas tentativas para me proteger vão me fazer te odiar.
Ele rosnou. Aquele som enviou rapidamente pequenas explosões de êxtase que explodiram dentro da vagina e no clitóris, ela apertou as coxas ainda mais.
- Isso não é tudo. - admitiu. - Eles querem nossas companheiras. - Ele a fitou, torturado, desesperado. - O calor do acasalamento provoca uma diminuição no envelhecimento. Os casais que estão envelhecendo acasaladas têm apenas um ano para cada cinco a dez anos. Você vai viver muito mais tempo do que você jamais imaginou Gina, e é por isso que os cientistas são desonestos e tão desesperados para porem as mãos sobre os casais casados, no calor do acasalamento.
Ok, isso agora era realmente chocante. Gina o olhou com a boca aberta de espanto.
- Por quanto tempo? - ela perguntou.
Ele engoliu em seco.
- Não estamos certos, mas há rumores de que a primeira Raça de Leão, Léo, criado há mais de um século ainda está vivo, ele e sua companheira ainda são jovens.
- Uau! - Ela suspirou e se sentou pesadamente na cadeira mais próxima. - Isso é definitivamente uma diminuição no envelhecimento. - A mão pressionava contra o estômago. - Será que era para após a concepção?
Ele agitou a cabeça fortemente.
- Não é o que temos visto. Conceber é tão difícil que os nossos médicos e os cientistas acreditam que essa é a maneira da natureza assegurar a sobrevivência da espécie. Até que os bebês cresçam e vamos ver como a idade os afetarão, não estamos certos de nada.
- Bem, isso definitivamente joga um pouco de luz nas coisas. - ela respirou bruscamente. - Você disse que Merinus e Callan tiveram apenas um filho? Os jornais noticiaram três. Lembro-me disso.
Ele agitou a cabeça.
- Há três crianças do Clã. A imprensa relatou erroneamente que as três crianças eram de Merinus e Callan, o Líder das Raças Felinas, e eles não se preocuparam em corrigir o erro. Eles mantêm suas companheiras muito bem guardadas enquanto estão grávidas, e longe do público. É a única forma de garantir a sua segurança.
- E as companheiras dos Lobos?
O queixo dele flexionou, batendo violentamente um músculo sob a pele.
- Ninguém sabe onde Dash Sinclair esconde a sua família. Aiden e Charity ficam no Complexo das Raças de Lobo, no Colorado e nunca o deixam. O filho deles nascerá de acordo com normas de segurança de nível máximo, exatamente como fomos criados.
- E se eu engravidar? - Ela sussurrou.
- Não teremos outra escolha a não ser retornar ao Colorado. Se isso acontecer.