FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

67. Dúvidas e Certezas


Fic: Primavera em Flor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Maria e Jean Pierre se encontraram novamente na sala dos professores pouco antes do jantar.  De lá se dirigiram ao salão principal a fim de fazer a refeição para depois poderem deixar Hogwarts e seguir para a casa dos Gentili.


O haitiano nada lhe contou sobre a sensação estranha que tivera e sobre suas suspeitas de que um ataque fatal do monstro estaria prestes a acontecer.  Achou melhor omitir o fato pois ela não poderia deixar de ir ao julgamento de Vittorio.  Saber que o um novo ataque era iminente de nada serviria, a não ser para preocupá-la.


Terminado o jantar, ambos foram para o gabinete do diretor acompanhados por Minerva e Severus.  Enquantos as amigas se despediam, o haitiano aproximou-se do Mestre de Poções e lhe entregou um pedaço de pergaminho dobrado em quatro.  Severus abriu os lábios para perguntar do que se tratava, mas os fechou imediatamente quando seu interlocutor apontou discretamente na direção de Maria e lhe pediu para nada dizer.  Severus assentiu com a cabeça pois percebeu que se dissesse qualquer coisa, mesmo em voz muito baixa, ela facilmente o ouviria.  Então pegou o pergaminho que lhe fora entregue e o colocou rapidamente dentro de sua manga esquerda, certificando-se antes de que as duas mulheres não estavam olhando em sua direção.


Assim que terminou de despedir-se de Minerva, Maria pediu gentilmente à amiga e a Jean Pierre que lhe dessem um momento a sós com Severus.  Os dois obviamente assentiram sem retrucar e se retiraram da sala.  Ela então aproximou-se do noivo e acariciou o seu rosto com as pontas dos dedos.


“- Vou sentir muito a sua falta, meu querido.”


“- Também eu vou sentir a sua.  Não consigo mais imaginar minha vida sem a sua presença.  Venha cá, me dê um beijo.”, disse ele, pegando-a pela mão.


Os dois trocaram carinhos e longos abraços. 


“- Espero que esse julgamento não demore muito tempo para terminar.  Quero voltar logo para Hogwarts.”


“- Também eu tenho o mesmo pensamento.  Mas você deve fazer o seu papel o melhor possível.  Vittorio não pode sair impune do crime que cometeu contra você e sua família.  Preocupe-se apenas com isso.”


“- Vou tentar.”, prometeu ela com um sorriso triste nos lábios.


Severus a abraçou novamente.  Ainda com sua mão presa à dela, dirigiu-se à porta para informar a Jean Pierre de que já poderiam partir.


Maria e o haitiano então seguiram sem mais demoras em direção à lareira e usaram a rede de pó de Flu para fazer a rápida viagem que os levaria à Itália.


Assim que eles desapareceram em meio à fumaça verde, Severus pediu licença à diretora e dirigiu-se para as masmorras.  Precisava ler o bilhete que Jean Pierre havia lhe deixado.  Chegando ao laboratório de poções, certificou-se de que a porta estava bem trancada, retirou o pergaminho que havia colocado em sua manga e o abriu.  Nele estava escrita uma mensagem que deixou o Mestre de Poções extremamente preocupado:


“Senti a presença do monstro hoje à tarde quando estava na sala dos professores.  Um novo ataque acontecerá em breve e desta vez as conseqüências serão letais.  Maria não pode ficar sabendo disto por enquanto. Não há nada que ela possa fazer agora além de servir de testemunha de acusação no julgamento de Vittorio.  Conto com sua discrição e pronta ação.”


Severus pegou o pergaminho e o queimou.  Não queria alarmar a ninguém com aquela notícia.  Jean Pierre estava certo, era melhor esperar pelo desenrolar dos acontecimenots e estar preparado para agir quando fosse necessário.


----------------------------------------------------------------------------------------------------------


Maria mal saiu da lareira e foi efusivamente recepcionada por seus pais e seu irmão.


“- Ah figlia mia, como sentimos sua falta !”, exclamou o Dr. Gentili.


“- Eu também senti muito a falta de todos vocês.”, respondeu ela.  “- E onde estão Ancilla, Loumenise e as crianças.”, perguntou curiosa.


“- Chegam amanhã pela manhã.”, figlia mia.  “- E você, Gianino, como foi de viagem?”


“- Muito bem padrino.”


“- Maria, temos uma surpresa para você.”, falou Marco.


“- É uma surpresa boa ou ruim ?”


“- Depende de como você veja minha presença em sua casa.”, disse uma voz que ela imediatamente reconheceu.


“- Albus !  Você está aqui !  Por Merlin, que surpresa maravilhosa !”, exclamou Maria, indo até o ex-diretor de Hogwarts e o abraçando.


“- Fico feliz que alguém sinta a minha falta.”, respondeu o velho bruxo, correspondendo ao abraço que lhe era dado.


“- Ah Albus, você sabe muito bem que todos nós ficamos desolados com seu afastamento.  Mas não sabíamos que você estava aqui.  Por que você não nos informou?”


“- Infelizmente todas as correspondências que entram em Hogwarts e de lá saem estão sendo minuciosamente monitoradas pelo Conselho.  Não queria correr o risco de ter meu paradeiro identificado.”


“- E isto obviamente tem o dedo de Lucius Malfoy, não é ?”, perguntou Maria.


“- Ah, o prezado Sr. Malfoy parece não apreciar minha conduta como diretor.”, respondeu Dumbledore com um sorriso no rosto.  “- Mas isso não importa pois estou sempre muito bem informado sobre tudo o que acontece na escola.  Sei por exemplo que o Ministro da Magia lá esteve há pouco tempo a fim de amofinar nossa querida Minerva.  Fiquei desolado ao saber disso, mas infelizmente no momento nada posso fazer.”


“- Sim, Minerva ficou muito triste com isso.  O Ministro chamou a ela e a Severus para uma reunião e chegou até mesmo a duvidar de sua competência como diretora substituta.”


“- Eu soube.”, disse Dumbledore, balançando a cabeça para demonstrar sua reprovação.  “- Pobre Minerva, está apenas agindo da maneira como a pedi para proceder.  É mesmo uma pena que uma bruxa tão importante como ela tenha que suportar tamanho desrespeito.  Ainda mais tendo prestado inumeráveis serviços à nossa comunidade.”


“- É mesmo um absurdo isso !”, exclamou Jean Pierre.


“- Mas tenho grande esperança de que tudo terminará bem.  E confio na competência de Minerva e Severus para tocar as coisas durante minha ausência.”


“- Severus está às voltas com as constantes visitas de Lucius Malfoy ao colégio.  O homem parece decidido em fazê-lo diretor de Hogwarts.”, disse Maria.


“- Talvez eu devesse ter pedido a ele que assumisse o cargo.  Assim tiraria este fardo pesado dos ombros de Minerva.  Nosso Mestre de Poções está mais preparado do que qualquer outra pessoa para lidar com situações de extrema pressão.”


“- Meu futuro genro é mesmo um homem formidável.”, concordou Ângelo.  “- Minha figlia querida demorou mas acabou encontrando a pessoa certa para se casar !”


“- Papà, não comece !”, exclamou Maria.  “- Não me faça passar vergonha diante de Albus.”


“- Mas que vergonha !  Não vejo mal algum em elogiar seu noivo.  Mesmo porque não estou mentindo.  Ele é mesmo um homem de valor.”


“- Ângelo, meu amigo, concordo plenamente com você.”, assentiu Dumbledore.


“- Bene,” – dessa vez era Virgínia quem falava – “a conversa está muito boa, mas mia figlia precisa dormir.  O julgamento começará amanhã bem cedo e ela deve estar descansada para poder depor.”


“- É verdade, cara mia.”, concordou Ângelo, “- Vá Maria.  Suba para seu quarto e descanse.  O dia será muito longo para nós amanhã.”


“- Longo e enfadonho.”, emendou Marco.


“- E espero que não haja surpresas.  Sinceramente acredito que Vittorio não sairá ileso deste processo.  Mas para isso precisamos todos estar preparados para qualquer estratégia que ele ameace utilizar.”, concluiu Jean Pierre.


“- Você acha que ele tentará usar de artifícios a fim de se safar ?”, perguntou Marco.


“- Disso eu tenho absoluta certeza.  Vittorio apelará para o bom coração de Maria.  Ele a conhece.  Jurará que está sinceramente arrependido pois sabe bem que ela não consegue guardar mágoa e que provavelmente já o perdou.  Tentará usar isso a seu favor.”


“- Mas o arrependimento não significa que a pena não seja aplicada.  Se assim o fosse, a grande maioria dos criminosos não estaria presa apenas por alegar arrependimento sincerro.”, retrucou Virgínia.


“- Eu concordo madrina, mas de Vittorio nós temos que esperar qualquer coisa.  Maria, você não deve esmorecer diante dele.  Mesmo que Vittorio se debulhe em lágrimas, você precisa manter o firme propósito de vê-lo punido.  Do contrário, os jurados podem ver-se influenciados quando a ouvirem e acabar dando a ele uma pena mais branda.”


“- Isso jamais acontecerá.  Sei muito bem como agir.  Não se preocupem.”


“- É claro que sabe !  Você é inteligente demais para se deixar enganar novamente por aquele biltre.”, falou Virgínia.


“- Agradeço pela confiança que deposita em mim, mamma.”, disse Maria olhando para Jean Pierre com olhar triunfante.


“- Não estou duvidando de você.”, retrucou o haitiano.  “- Jamais desconfiaria de seu equilíbrio psicológico, mon chèrie.”


“- Não é o que parece.”, contestou Virgínia.  “E agora basta !  Minha figlia precisa de descanso e tranqüilidade.  Venha Maria, vou ajudá-la a desfazer a mala.”, emendou ela, encerrando o assunto.


As duas subiram as escadas, enquanto os homens apenas limitaram-se a acompanhá-las com os olhos.  Assim que percebeu que não poderia mais ser ouvido por elas, o Dr. Gentili falou: “- Gianino, você já deveria ter aprendido que nunca se deve argumentar com as mulheres.  Elas estão sempre certas, caro mio.  Conforme-se com isso e aceite a derrota com dignidade.”


“- Sábias palavras, meu caro Ângelo.”, concordou Dumbledore.


“- Sim, sábias palavras.”, assentiu Jean Pierre com uma gargalhada.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.