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9. CAPÍTULO 9


Fic: No Abraço de Um Lobo


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CAPÍTULO 9

Gina encarou Harry em choque, enquanto as palavras escapuliam de seus lábios. Incrivelmente, ele não se zangou. Ele não levou a acusação a mal e aquilo não era o que ela queria dizer.
Embora, ela não tinha certeza de como quis dizer aquilo. Ela só quis dizer que ele era mal no sentido que ela tinha o visto matar. O pensamento disso a fez ficar mais sombria.
Os olhos dele se apertaram.
- Você gosta de homens maus. - ele a acusou. - Você me falou.
- Essa não é a questão. - ela xingou. - E pare de me deixar louca. Você está me enlouquecendo, sabe.
- Porque você me ama. - Havia tanta confiança na voz dele que ela trincou os dentes de raiva.
- Não me diga como eu me sinto, Harry. Eu não gosto. - Ela olhou para ele furiosa. - Você tem que ser o pior seqüestrador da história.
- Eu deveria te amarrar a sua cama? - Ele pensou, a expressão dele puxou, apesar da diversão nos olhos dele.
- Você gostaria muito disso. - ela suspirou finalmente antes de se virar e dar uns passos olhando o lago. - Você deixaria tudo? - Ela perguntou finalmente, se voltando para ele.
- Deixaria o quê? - Ele perguntou, mas ela viu em seus olhos que ele sabia do que ela estava falando.
- O que você faz. Assassinato. Derramamento de sangue. Perigo.
Ele passou os dedos pelo cabelo preto longo dele. No momento que ele soltou o cabelo, uma rajada de vento jogou tudo no rosto dele, aquilo o fez parecer um selvagem, uma aparição sombria de um guerreiro pronto para uma batalha sangrenta.
Ele inspirou profundamente, virou-se e fitou longamente o lago, então se voltou para ela.
- Por você. Enquanto nenhum perigo ameaçar você.
Ela estava tremendo, a esperança surgindo diante dela, ardendo em sua mente, enquanto ele a olhava com expressão severa.
- Você não vai me odiar por te pedir isto?
- Gina, droga, eu amo você. - ele rosnou. - Você pensa que eu não sei que as coisas têm que mudar se você me aceitar? Que o que é aceitável para um homem solteiro seria inaceitável sendo um homem casado? Pelo amor de Deus! - Ele disse severo para ela. - Você acha que eu nasci idiota?
Ela sacudiu a cabeça devagar, um sorriso tremendo em seus lábios.
- Não. Você não nasceu um idiota, Harry.
- E você? - Perguntou ele. - Poderia esquecer Albrecht? Poderá perdoar o que você viu para ter uma vida comigo?
Ela lambeu os lábios lentamente.
- Eu entendo por que você fez aquilo. Porque você achava que tinha que fazer. O que ele fez a você e aos outros nos Laboratórios, o que ele ainda podia fazer às Raças, você não tinha nenhuma escolha.
Mas ela não poderia enfrentar uma vida com ele, nunca sabendo o próximo que ele ia matar ou por que razão, ou viver com medo de que um dia ele cometesse um erro. Nenhum homem era perfeito. Tinha medo que ele matasse um inocente. E ela achava muito difícil de aceitar se isso acontecesse.
- Eu te prometo abandonar tudo. Mas isto não significa que não continuarei a lutar pelos direitos das Raças. Eu não vou me sentar e assistir tranquilamente a minha gente morrer sem o meu trabalho para ajudá-los.
- Eu entendo isso.
- O mínimo que posso fazer é ser um Enforcer, um agente executor do Gabinete de Governo das Raças.
- Eu posso aceitar isso. - Ela sabia sobre a Agência e o trabalho deles.
Ele acenou com a cabeça lentamente.
- Então venha aqui, companheira, me abrace.
Imediatamente, a expressão de Harry transformou de pura autoconfiança, para luxúria carnal. Os lábios dele ficaram mais cheios, seu olhar mais escuro, os cílios pretos grossos dele abaixando quando um forte rubor cobria as maçãs do rosto dele.
Toda a ardente sensualidade que ele tinha controlado com firmeza em seu interior estava finalmente livre. Seus olhos brilhavam, ficaram escuros, fogo dourado, enquanto ele a olhava, esperando ela chegar até ele, para ela aceitar sua reclamação.
Gina limpou a garganta.
- Tem um afrodisíaco na sua língua, não?
Seus lábios abriram com um sorriso decididamente de antecipação.
- Sexo quente, descontrolado? - Um resmungo estrondeou na garganta dele. - Bem, é mais para um centavo, que para uma libra. - Ela foi até ele, suas mãos deslizaram pelo tórax e foram até aos ombros dele, quando puxou a cabeça dele e os lábios dela tocaram os dele.
Não havia qualquer sabor de droga, apenas doce, um prazer quente. Os lábios dele se moveram lentamente sobre os lábios dela. Os dois estavam aprendendo a forma e textura um do outro, uma troca delicada de carinho, e apreciando esse primeiro contato.
Gina ergueu uma das mãos do ombro dele, levantando as pálpebras só um pouco, assim ela podia fitar a face dele com fascinação entre os cílios, enquanto ela tocava docemente o rosto dele.
Ele tinha uma má reputação. Era selvagem e corajoso. Ele era todas essas coisas. Mas agora, ali com ela, mesmo excitado com o calor do acasalamento, o olhar dele era delicado e suave, a mão dele era macia quando se entranhou nos cabelos dela e a outra mão agarrou o quadril dela.
- Como a luz do sol. - ele sussurrou contra seus lábios. - É esse o sabor que você tem, Gina. - Os lábios dela se abriram, aceitando a dele novamente, a língua dela se lançou para fora dos lábios para lamber nas curvas mais duras dos lábios dele. Ele empurrou o corpo dela e soltou-a, afastou-se rápido.
- Venha. - Ele agarrou seu pulso e começou a andar com passos largos rapidamente à cabana.
- Espere. - Ela tropeçou longo atrás dele. - O que aconteceu? O que você está fazendo?
- Recuso-me a ter você aqui fora. - ele rosnou, subindo os passos até a varanda. - Estamos indo para o quarto.
- Bem, você poderia ter me beijado direito, só uma vez. - ela argumentou um pouco nervosa. Ela tinha esperado tanto por aquele primeiro beijo.
- Quando eu entrar com a minha língua na sua boca nós dois estaremos perdidos. - Ele fechou a porta com força atrás deles, rapidamente ele programou o alarme de segurança nas portas e janelas, e continuou em direção ao quarto, arrastando Gina atrás dele.
Quando a porta do quarto bateu atrás dele, ele virou, embrulhou o braço dele ao redor os quadris dela e a puxou para ele.
- Agora. - ele gemeu. - Doce Deus no céu. Agora! - Os lábios dele desceram sobre os dela, os separando, abrindo caminho para dar lugar aos golpes da língua dele e o gosto de condimento doce, quente de luxúria.
Gina nunca imaginou que luxúria carnal tinha gosto, mas tinha. Era picante e quente, com uma ponta de sugestão de pimenta mexicana e gosto de uma brisa tropical. Era como uísque de boa qualidade adoçado com mel, era viciante.
Quando ela teve o primeiro gosto dele, ela soube por que ele tinha hesitado em beijá-la antes. Porque agora ela temia que nunca seria o bastante. Ela queria o beijo dele sempre dentro de sua boca.
Os lábios dela cercaram a língua dele, e travou uma pequena luta com a língua dele e depois a chupou com uma empolgação delirante, enquanto se arqueava nos braços dele. Ela gemeu nos lábios dele, sentia o gemido dele e as mãos dele. Mãos que puxaram as roupas do corpo dela. Mãos que guiaram as mãos dela até o zíper da calça dele.
Ela lutou para abrir o zíper de metal, soltando as bandas depressa, antes de deslizar a mão dela dentro para testar os contornos do traseiro musculoso e sensual dele.
- Você é gostoso. - ela gemeu, quando os lábios dele soltaram os seus, para começar a se encaminhar para a cama. - Eu quero mais.
- Você terá muito mais.
Ele sentou na cama, tirou as botas, então endireitou e removeu as calças de couro. Naturalmente, ele estava no comando. Não usava cueca. Ela desejou que ele estivesse usando roupa íntima, assim ela poderia estar mais preparada para ver o quanto ele era bem dotado, enorme.
O comprimento era impressionante, só que, além disso, ele era grosso, muito mais grosso do que ela tinha esperado. Mais grosso que qualquer outro homem ela já viu.
Fascinada, ela sentou na cama, enquanto tocava com um dedo a cabeça palpitante do pau dele. Claro que ele tremeu. Uma barra prateada perfurava a enorme ponta da cabeça da glande, no fim de cada bola tinha um pequenino piercing que brilhava a luz do sol que entrava pela janela. Correspondiam ao piercing no mamilo esquerdo e na orelha dele.
- Qual o significado para tudo isto? - Ela tocou a prata curvada ligeiramente. Então seu olhar foi para as duas tatuagens de letra rúnica dentro das coxas dele. Ela sabia desses. Força e sabedoria. Ele era os dois, forte e sábio.
- Depois. - ele rosnou. - Eu explicarei isto depois.
Sombras brilharam nos olhos dele e ela não quis ver as sombras nos seus olhos. Ela queria vê-los queimando fortemente de desejo. Ela queria toda a sua atenção nela.
Gina abaixou a sua cabeça, abriu os lábios, e deixou sua língua bater por cima da cabeça grossa e úmida, fazendo uma pausa para dedicar especial atenção ao piercing de prata. Ela rolou a sua língua por cima dele, agarrou a pequena bola com uma pequena mordida com seus dentes, e puxou-os suavemente. Harry gelou. Mas as sombras foram embora. A sua expressão era vigilante agora, escura com a sensualidade. Gina abriu mais seus lábios e lentamente baixou ainda engolindo a enorme cabeça do pau dele.
- Ai, merda! - O seu gemido foi seguido por um forte, potente aperto do seu ventre. Um segundo depois, foi a vez de Gina congelar.
Não foi apenas uma pré-ejaculação que jorrou na sua boca, e não era parecido com esperma. O gosto parecia-se muito com o beijo que ele deu nela, com gosto de canela, mel e açúcar mel queimado, um tempero doce de luxúria pura.
Ela olhou para ele, continuando a passar a chupar a ponta da cabeça grossa e o piercing, enquanto ela tentava analisá-lo.
Os rumores dos jornais, as acusações fanáticas de perversões sexuais e características animalescas corriam pela sua mente.
Talvez eles não fossem mentiras. Talvez nesses dez anos de acusações contra a sexualidade das Raças fossem mais verdadeiras do que apenas suposições fantasiosas dos jornais sensacionalistas. Se fosse, dava um significado inteiramente novo sobre a idéia de atos sexuais selvagens.
Ela foi para trás, os cílios se fechando, quando ele a olhou cuidadosamente.
- O que está próximo? - Ela tomou fôlego em cima da cabeça do sexo dele, enquanto olhava o rosto excitado dele, iluminado com pura luxúria carnal.
- É uma surpresa. - ele rosnou selvagem, com uma das mãos segurando o cabo grosso. - Se eu lhe falar, estragaria tudo. - Oh! Como ele era mau.
- Será que eu poderia convencê-lo a me dizer? - Ela baixou sua boca durante o esforço de novamente sugar profundamente o enorme cogumelo. Ela viu o rosto dele, ela sugava com força sua carne com a língua, com o leite morno em torno dele. Ela se apoderou do piercing de prata com seus lábios, com a língua, então afundou sua boca toda sobre a cabeça de seu pau novamente.
Seus cílios se fecharam, quando o corpo dele foi mais para a frente, forçando anda mais em sua boca. Um rugido áspero retumbou em seu peito. Ela adorava esse som. Ele se tornou mais quente, mais excitado, mais profundo.
Sabia o que ia acontecer, ela podia sentir. A mão dela tirou a dele fora, e acariciou a carne grossa lentamente. Ela sentiu a tensão no meio do comprimento pesado, uma pulsação forte de sangue, a carne mais quente.
Outro jato de pré-ejaculação encheu sua boca, enquanto ele gemia. O pau dele estremeceu, palpitando furiosamente o sangue pelas veias pesadas.
- Basta. - Ele se retirou, ignorando a tentativa frenética dela para segurá-lo em sua boca.
Ela sentia o fundo de sua garganta formigar, uma fome profunda crescia nela.
- Você esperará. - ele rosnou, enquanto empurrava-a para trás. - Você não acabará com meu controle desta vez.
- Você ainda está perdendo o controle? - Ela abraçou seus ombros, enquanto os lábios dele beijavam seu pescoço. - Eu não acho isso justo. O meu já foi embora há muito tempo.
Ela queimava de desejo. Um fogo percorreu seu corpo, queimando seus mamilos e o clitóris. Ela arqueou-se para Harry, esfregando as pontas ardentes dos seios contra o tórax dele, sentindo os pelos finos que eram quase invisíveis. Merda, entretanto era tão gostoso. Como seda áspera raspando de leve os bicos duros e sensíveis dela.
- Você está sentindo isso, Gina? - Ele sussurrou movendo seus os lábios para baixo, os caninos raspando a clavícula macia. - Você sente o desejo crescendo? Queimando dentro de você como se ardesse ansiando o meu corpo dentro do seu? - Ela sentia isto. Ela fechou os olhos em delírio, cheia de prazer.
As sensações eram quase dolorosas, a excitação cresceu tanto que até o fundo do útero se contorceu pulsando de desejo.
- Eu vou fazê-la queimar ainda mais. - A sua voz era áspera agora, rouca pela excitação na hora que a língua dele lambeu de leve o mamilo enrugado dela.
- Oh Deus, sim. Me chupe. - Ela arqueou, guiando a ponta dura e enrugada contra os seus lábios. - Chupe os meus seios, Harry.
Outro rosnado. Mas os seus lábios se abriram, e ele abocanhou toda a ponta sensível dos seios de Gina.
Fogo líquido úmido enrolou em volta do seu mamilo. Ele sugou-a profundamente, sua boca era cheia de fome, sua língua acariciando e seus dentes mordendo as pontas duras e deliciosas, enquanto as unhas dela se fincavam em seus ombros.
- Oh, isto é tão gostoso. - ela gemia baixinho, enquanto remexia os quadris, esfregando com força seu sexo em fogo contra a coxa dura e esbelta, enquanto ele se manteve acima dela. - Está tão bom, Harry. Amo a sua boca. Amo a sua língua.
Ele pegou a pontinha entre os dentes, a língua golpeando furiosa, fazendo-a se estorcer embaixo dele. Formigamento elétrico correu até no fundo da vagina latejando com fogo ardente, um calor brilhante no centro da vagina dela.
Ela se contorceu nos braços dele, arqueando-se, gritando o nome dele.
- Doce Gina. - sussurrou ele, beijando e sugando com força o mamilo inchado do seio dela reverentemente, e depois pressionou mais beijos entre os dois montes e desceu o corpo dele mais para baixo lentamente. - Eu estou sentindo o cheiro da sua concha. Cheira a sol quente, caramelo queimado e doce. Vou comer a minha comida agora. Eu vou lamber sua boceta adocicada bem devagar e profundamente.
- Oh sim. - ela gemeu, se retorcendo embaixo dele, abrindo mais suas pernas quando ele se aproximou da carne agonizante de desejo entre as suas coxas escancaradas. Seus quadris se levantaram, enquanto ela lambia os lábios secos de antecipação. A sua mão entrelaçou no seu cabelo, segurando-o quando ele sussurrou em cima dos pentelhos que cobriam sua vagina.
- Harry, por favor. - Os saltos dos sapatos dela afundaram na cama quando ergueu o ventre para ele. - Agora. Toque-me agora.
As mãos dele prenderam seus quadris no lugar. Encarando ela, a língua dele se estendeu, e deu uma longa e lenta lambida na fenda encharcada de especiaria doce e quente.
Um tremor percorreu o corpo dela. Um formigamento em chamas de fogo se transformando em pura eletricidade a arrepiou por toda sua espinha tirando o fôlego de Gina.
Prazer absoluto.
Puro êxtase.
Os olhos dela se fecharam e a cabeça dela tombou para trás enquanto soltava um grito de prazer.



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