Capitulo 7
Ela não era uma virgem inocente. Gina gostava de considerar uma mulher sofisticada, experiente, mas até mesmo para ela, o modo como Harry a abordou fez ela parecer quase uma mocinha inocente. Ela foi incapaz de se negar ao toque dele, incapaz de reafirmar o bom senso e fugir como se o inferno a perseguisse.
Uma coisa era saber dos modos do mundo, e em alguns casos, os modos dos homens. Mas com Harry estava descobrindo tudo que aprendeu durante anos estava errado.
Harry não agia como outros homens. Ele não reagia como os outros homens, e com certeza ele fugiria depois que conseguisse o que queria como faziam todos os outros homens. Se ele tivesse se imposto, sido dominador, arrogante ou teimoso, ela teria fugido dele, disse a si mesma.
Mas ele olhou para ela com tanta fome. Uma fome que ele não tentou esconder ou afastar. Ela não era uma ameaça à sua independência. A forma como ele olhava para ela, ela era imperativo para a sua sobrevivência.
- Você é tão bonita. - ele sussurrou, quando parou na frente dela, quebrando seu coração quando a olhou com uma expressão maravilhada no olhar. - Eu olho para você às vezes, e eu tenho medo de tocar você. De te dar o poder de me destruir. A maioria das pessoas tem um pouco de medo de uma Raça, mas você me enfrenta, sabendo em seu interior, que eu nunca vou te fazer nenhum mal.
As costas dos seus dedos acariciaram sua face, enviando um formigamento curioso através de seu corpo.
- Eu morreria antes de machucar você, eu nunca quis vê-la machucada. Você sabe não é, Gina?
Ela podia sentia isso nele, via na sua expressão e nos olhos dele. Não era um mentiroso, nem um desesperado em convencê-la. Ele era um homem, um forte e poderoso homem, afirmando a sua intenção, nada mais. Sua voz não tinha o tom do fanatismo ou da ameaça. Foi uma declaração clara.
- Harry, você precisa de alguém.
- Não. - Seus dedos cobriram seus lábios, interrompendo as palavras. - Eu preciso do que você vai me dar, aqui e agora. Nada mais. Basta minhas mãos sobre você, Gina. Deixe-me tocar você.
Seu dedo polegar alisou seus lábios suaves quando ela apoiou sua cabeça contra a geladeira olhando para ele, desamparada, indecisa.
- Eu toquei seda três meses depois de nossa fuga dos laboratórios. - ele sussurrou, enquanto as pontas de seus dedos se moviam pelo queixo dela. –E u jurava que não existia nada mais suave no mundo, até que eu toquei sua mão.
Sua mão alisou seu braço, desceu e levantou seu pulso e trouxe a palma dela até a sua face.
- Suas mãos eram tão quentes e macias. Como suave como a própria inocência.
Os olhos dele fecharam e ele segurou a mão dela contra ele enquanto esfregava sua bochecha contra a mão dela. Ela deixou sua mão tocar o rosto dele, acariciou o rosto dele e a expressão Harry se transformou para uma expressão de pura felicidade.
- Eu não sou inocente. - ela falou, mas ela quis lembrar a ela mesma. Porque ele a fazia se sentir inocente. Ele a fazia se sentir nervosa, entusiasmada, incerta, mas sem os medos de virgindade. Ele a fez se sentir tanto uma mulher que era assustador.
- Mas você é inocente. - Ele pôs a sua face contra a dela, os lábios na sua orelha, enquanto ele empurrava seu roupão dos seus ombros. - Inocente de engano e corrupção. Quando cheiro o seu odor, cheiro o Verão. Sinto o calor. Todas as coisas que eu me perguntei se eu já sabia.
Gina tremeu com excitação ao ouvir a voz grossa dele, o rosnado abafado. Ele estava respirando muito forte e profundamente, que o tórax dele roçava seus mamilos cobertos pelo roupão dela e emitindo choques de prazer que se apertaram em volta deles.
- Harry, o que você está fazendo comigo? - A sua cabeça caiu ao lado, quando o queixo dele acariciou por cima do seu pescoço.
- Apenas luz do sol te tocando. - ele disse suavemente. - Calor e magia. Aqueça-me, Gina. Apenas por um minuto.
Nesta velocidade, ela ia esquecer todas as informações que ele deu sobre como seria fazer sexo com ele. Os potentes afrodisíacos hormonais, o calor de acasalamento, e as malditos ligações biológicas. Seu clitóris gritava exigindo silenciosamente o toque dele, e sua vagina se contraía, latejando de desejo de sexo.
E ele ainda não a tinha beijado. A sua face áspera e o queixo faziam nada mais que acariciar o seu pescoço, os seus ombros, enquanto suas mãos lentamente puxavam seu roupão.
O seu roupão.
Gina respirou quando o tecido caiu aos seus pés, deixando-a nua, com exceção do sutiã e da calcinha de algodão que ela usava.
- Shh. Tranquilamente, Gina. - ele sussurrou. - Estou tocando-a somente. Isto é tudo. Nenhum beijo. Nenhuma exigência. Ai Deus, somente tocar um pouco.
As suas mãos tocaram seus peitos.
- Harry. Isto é mais… - Ela sugou uma respiração difícil quando seus polegares acariciaram por cima dos seus mamilos. - Mais do que apenas tocar.
- Isto me aquece, Gina. - Ele apertou a sua testa no seu ombro, o cabelo preto dele caiu de lado, cobrindo os mamilos enrugados dos seus seios. Foi frio e intenso, outro golpe sensual contra a sua carne.
Repentinamente, nada mais importava, só que Harry se aquecesse. Ela sabia o inferno que ele tinha passado na vida, tinha triunfado lutando. Ela sabia que sua vida foi cheia de dor e sangue. Portanto ele matou o maldito que o tinha causado aquilo tudo, a sua mente ofuscada de desejo ponderou. Ela teria feito qualquer coisa menor? A sua vida foi cheia de alegria e amor, de aceitação. Coisas que Harry ainda lutava para ter. Coisas que ela tinha sonhado em dar para ele.
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Harry lutou para controlar o tremor do seu corpo, a necessidade para lamber e provar a carne dela quando ele a acariciou. Ele poderia cheirar o doce calor do sexo dela, como o atraía, fazendo a boca dele encher de saliva com vontade de provar o xarope rico que ele sabia que fluía dela.
As mãos dele estavam cheias com os peitos inchados dela, os mamilos cheios e duros dela cutucando contra os dedos polegares dele. Mas ele tinha prometido. Ele tinha prometido não deixar o hormônio afrodisíaco da boca dele tocá-la.
Estava destruindo ele. As glândulas estavam bombeando o fluido hormonal na sua boca, enchendo o sistema dele, o queimando vivo com a necessidade de foder ela. O membro dele estava tão duro, quanto o pulsando tão fortemente que ele teve que lutar para esconder seus rosnados dela.
Ele deixou a bochecha dele a tocar, a testa dele, pedindo a Deus que o suor da pele dele não tivesse o mesmo efeito afrodisíaco. Ele moveu o pescoço dela, os ombros dela, a fez se submeter, permitindo que a bochecha dele acariciasse o colo, junto dos montes dos seios dela, e então baixou até o mamilo duro de um peito.
A mão dele deslizou à cintura dela quando ele arquejou, os lábios dele a um centímetro do mamilo duro dela, os pequenos gemidos de prazer dela o fazendo apertar os dentes dele para se reter.
- Harry, você está nos matando assim. - Ela tremia nos braços dele. - Não faça isto.
- Você está me pedindo para parar, Gina? Por favor, Deus, não!
Ele não podia aquentar isto. Ele tinha que tocá-la, se ele não a tocasse, ele ia morrer.
- Harry. - o protesto suave arrancou um rosnado sem vontade dos lábios dele.
- Eu sonho em possuir você. - Ele correu sua face sobre o mamilo dela e abaixou.
Ele se ajoelhou lentamente, suas mãos dele e face apenas a tocando, acariciando uma pele tão macia que ele sabia que não podia ser real. Isto tem que ser um sonho. Deus foi misericordioso. De alguma maneira ele tinha morrido e Deus tinha lhe dado um anjo para amar. Tinha que ser isso. Porque ela era tão quente e macia, todas as coisas que ele tinha sonhado de nenhum cheiro de morte ao redor dela.
Quando ele chegou ao elástico e ao enfeite de renda de sua calçinha, ele sentiu que um jato forte de líquido pré-seminal saía com ímpeto do seu membro. Ele arfou de prazer ao sentir a pequena ejaculação, seus dedos apertam o elástico, enquanto se forçava a ir com alma.
- Posso sentir seu cheiro. - Ele suspirou contra o seu quadril. - Parece cheiro de um creme doce e quente. Já disse que eu tenho uma fraqueza por doce de creme e nata?
As mãos dela estavam sobre os seus ombros, os seus dedos os amassavam por baixo da camisa que ele usava, enquanto gemidos baixinhos fugiam de sua garganta. Ele puxou o elástico das suas calcinhas, fez deslizar lentamente dos seus quadris, ao longo das suas coxas arredondadas. A pequena inchação do ventre dela o atraiu. Ele quis lamber aquilo, desejou provar isto, mas em vez disso, ficou contente em apenas apertar seu rosto contra o ventre dela.
- Harry, creio que não posso suportar isto. - ela suspirou.
- Doce céu, somente mais alguns minutos, Gina. - Seus olhos se abriram, e ele se viu a frente da imagem mais bonita da sua vida. Os cachos ruivos do sexo dela estavam cobertos de pérolas do seu creme feminino. As pequenas gotinhas deliciosas se aderiam aos cachos suaves que protegiam seu sexo, que brilhava com excitação e calor.
- Oh Deus, Gina. - A sua mão tremia quando ele tocou uma única gotinha com um dedo, tirando-a do cacho antes de esfregá-la contra os seus lábios.
Seus olhos se fecharam, suas narinas se moveram, e o rosnado que explodiu do seu peito foi animalesco, faminto, violento.
Ele lambeu guloso o gosto dela do seu lábio, se afogando no desejo de provar mais e mesmo assim apreciando aquela pequena promessa de paixão.
- Eu sonhei em me afundar dentro de você. - Ele apertou os dentes desesperadamente, lutando para se controlar. Manter a paixão contida era difícil. - Sonhei em lamber sua carne, ver estes bonitos cachos molhados com seu desejo por mim. Raças não têm pêlo no corpo, você sabia?
- Eu sei. - A voz dela estava, arquejou quando ele separou as pernas dela.
- Nunca tomei uma mulher assim. - ele disse-lhe quietamente. - Somente com o toque das minhas mãos, somente tocando com meu rosto. - A sua mão deslizou pelas suas coxas, os seus dedos abriram as dobras suaves do sexo dela com um toque suave, doce e cheio de reverência. Deus que o ajudasse. Ela estava muito quente! Imediatamente o seu membro queimou ardentemente, o sêmem quente pronto para fugir do cogumelo potente. Outra pré-ejaculação forte empurrou a carne grossa, endurecendo ainda mais seu pênis dolorido, avisando-o, que para ele, o calor de acasalamento progredia muito rapidamente. Não foi somente uma pré-ejaculação. Foi uma pré-lubrificação do hormônio para aliviar a carne sensível da vagina, preparando-a para a sua penetração.
As Raças de Lobo eram muito bem dotadas. Normalmente a maior parte das mulheres, até mesmo as das raças femininas, se esforçavam em aceitar o membro potente, grosso e comprido. Mas quando uma Raça de lobo entra no calor de acasalamento com a sua companheira de vida, as respostas hormonais de uma Raça de Lobo masculina entram em ação preparando a fêmea. O fluido pré-seminal ajudava isto, mas isso só acontece no calor de acasalamento. Ele ajudava a relaxar os músculos sensíveis da vagina, aumentava a excitação, assegurava para que o ato sexual progredisse sem dor excessiva, e preparava a vagina da mulher para o que viria depois. A Mãe Natureza foi amarga. O Casamento com uma Raça era de certo modo estranho, e às vezes, para as mulheres, podia ser horripilante.
- Harry, você está deixando-me fraca. - Gina gemeu, ao vê-lo raspar seu dedo nos lábios vaginais inchados e recolher a sua umidade. Ele tinha de prová-la novamente.
Ele não podia lambê-la com seus lábios nela, mas, podia prová-la assim.
Ele levantou os olhos para ela, trouxe o caramelo doce em seu dedo até a boca. Quando seu dedo saiu, ele lambeu o dedo.
Ele gemeu ao sentiu o gosto rico. Ela gritou, seus dedos furaram seus ombros, enquanto seus quadris se moveram aos arrancos para frente, colando seu sexo com força contra o rosto dele, contra os lábios dele.
- Pare Gina. Tudo bem, querida.
- Maldito! - Ela gritou. - Isto está matando-me. - Era a expressão no rosto dele que a matava. Absorto, atento, tão cheio de prazer que a acendeu até as alturas. Seu rosto iluminado, ele parecia fresco, como se tivesse acabado ser lavado com água, os seus olhos que resplandecem com intensa cor marrom, de ouro, com fogo dentro das órbitas dos olhos escuros. Ele fitava o seu sexo como se dentro do pequeno orifício tivesse todos os segredos para dar prazer a ele. Os dedos dele escorregaram pelas pregas latejantes novamente, dividindo-as, aliviando o desejo ardente dentro dela. Mas para aliviar dentro dela, ela precisava de mais. Os seus quadris moveram-se aos arrancos, sua vagina palpitou em volta do único dedo que ele penetrou dentro do tecido sensível.
- Harry, por favor. Por favor. Preciso de mais. - Ela tremia, suava. Deus, ela nunca tinha suado antes, naquela altura do sexo, sem falar em apenas estímulos sexuais preliminares. Os seus músculos apertaram-se de prazer de ter o dedo grosso dentro dela, seu clitóris ardeu, inchou e ficou mais faminto.
- Tudo bem, minha menina. Toma o que tenho pra você. - Dois dedos grossos penetraram dentro da vagina dela, mas tomou cuidado para ficar só na entrada da vagina, sem ir muito fundo, enquanto o seu polegar escorregava contra seu clitóris, o rodeou, esfregou-o ao longo do seu tamanho, os nervos sensíveis foram docemente acariciados e enviou uma explosão de prazer. Violenta, branco quente, cobrindo-se de bolhas na sua intensidade, o orgasmo que se explodiu por ela a fez gritar o nome dele. Os seus dedos se cravaram com força nos ombros dele enquanto ela se levantava nas pontas dos pés, se apertando contra os dedos dele e remexendo os quadris com força e agitada, sentiu que seus cremes femininos encharcavam os dedos dele.
Ela sentiu que um braço rodeava os seus quadris, e seu rosto de afundou mais contra seu ventre, ela não estava segura, mas ela jurava que ouviu um rosnado de lobo animalesco. Nunca ela se sentiu tão bem.
Ela nunca tinha experimentado algo tão bom como o orgasmo, não tinha imaginado que seria assim.
Não tinha se preparado para algo tão perfeito, tão intenso, tão delicioso como foi aquela explosão.
Nada podia tê-la preparado para Harry.
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