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64. Sexy


Fic: Depois da meia noite Rony x Hermione- by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 64


 


 


 


Sexy


 


 


 


 


O relógio ao lado da cama mostrava a hora em seu visor digital. era um adorno tipicamente trouxa, para um quarto tipicamente trouxa. Hermione gostava das coisas trouxas, no entanto não imaginava Rony vivendo sem magia a sua volta, sem um relógio bruxo. Sem armários se abrindo sozinhos e louças se lavando magicamente.


Mary era filha de trouxas e isso explicava sua preferência pela vida trouxa, mas impor isso a Rony e as filhas era um absurdo!  Mas tudo bem, para Hermione, tudo que Mary fazia era errado!


Ouvindo passos no corredor, ela conteve a respiração. Alguém mexia no trinco da porta do seu quarto, e ela sorriu na escuridão.  Virando-se na cama, ela jogou o lençol para longe, sentindo-se quente. Vestia a camisola curta, branca e rendada nas bainhas, com alças muito finas, e abraçou o travesseiro, ouvindo um resmungo baixo quando insistiu no trinco mais uma vez.


Então, Rony pensava que seria tão fácil? É claro que sabia que faria isso! mas tinha seu orgulho próprio e se recusava a ter sua primeira vez no quarto de hóspedes de Mary! Muito menos queria ser expulsa dali a gritos e socos se fossem pegos no flagra.


Decidida a não ceder, levantou-se da cama, ouvindo seus passos no corredor e então na escada. Deveria ser forte e deixá-lo sozinho essa noite.


Sua força de vontade durou apenas alguns segundos. Afinal, fazia dois dias completos que não ficavam juntos! Nada de beijos, ou abraços! Nada de conversas ao pé do ouvido, ou promessas maliciosas!  Apenas a solidão e a saudade.


Com o coração acelerado, destrancou a porta e saiu, parando em frente a porta de Mary, ela ergueu a varinha, sentindo-se a maior cretina do mundo.  Entreabriu a porta e não entrou, ficou no batente da porta observando Mary dormir. A sem vergonha era bonita e isso era inegável.


Não adiantava se martirizar, pensou. Não quando Rony preferia ficar na sala a ficar com ela!


Não sentiria culpa, pensou. Mary adorava controlar as pessoas, então, que provasse de seu veneno! Com pericia balbuciou o antigo feitiço que aprendera em Hogwarts, e fechou a porta do quarto com a certeza que aquela uma dormiria toda a noite! E boa parte da manhã também!


Feitiços de sono não fazem mal para a saúde, disse a si, mesma. Mas nesse caso faria para o ego! Mary morreria de desgosto se descobrisse que enquanto dormia como um bebê, Hermione e Rony estavam na sala de sua casa, no maior amasso!


A televisão estar acessa e Rony estava deitado no sofá, um dos braços sobre o rosto, adormecido. Pobrezinho, estava cansado.


Seu trabalho de auror era puxado, e as aulas de auror consumiam seu pouco tempo livre. E ainda havia, claro, o fardo de dar conta de duas mulheres apaixonadas por ele!  Dormindo assim, parecia tão inocente quanto um menino de cinco anos, sem saber nada da maldade humana.


Mas Rony não era mais um menino de cinco anos, pensou. Muito menos um rapaz de dezesseis. Era um homem feito.


E muito bem feito, diga-se de passagem!


Vestia a calça folgada de algodão do pijama e os pés descalços. Não vestia a porte de cima e Hermione admirou os músculos bem feitos, lembrando do quanto fora delicioso ter seu corpo sobre o dela em uma cama.


Desinibida, Hermione aproximou-se passo a passo cuidadosa para não acordá-lo. Tirou os chinelos, e deixou-os no chão. Silenciosamente andou até o sofá e com habilidade, subiu sobre ele.


Rony acordou no exato momento em que sentiu um corpo morno sobvre ele. E no instante seguinte estava sendo beijado. Poderia ter se afastado para checar se era um beijo que desejava ou não, mas no instante em que abraçou aquele corpo, soube que era  o corpo certo.


Hermione estava montada sobre seu quadril, devorando seus lábios num beijo que deixava pouco a imaginação.  Seu corpo curvilíneo roçava no seu, tirando seu sossego, e as línguas se encontravam em um beijo caloroso e molhado.


Agarrando seus cabelos, que longos e soltos, caindo sobre ele, Rony segurou-a firme contra ele, para explorar sua boca como desejava. Um beijo sem ar, ou sem fuga, forte e exigente.


Hermione moeu o quadril contra o dele sentindo a ereção que despontava, e cutucava suas coxas. Sem saber de onde tirara tanta ousadia, raspou mais a cima, deixando a protuberância rosar sobre o forro de sua calcinha fina.


Imediatamente ouviu o gemido masculino e as mãos graúdas largaram seu rosto, para agarrarem seu quadril, movendo-a como desejava.


Seus lábios se afastaram e uma das mãos dele, desceu do quadril para suas nadegas, apertando a pele com dedos de ferro. Hermione soltou o ar com força, tendo certeza que esse aperto deixaria marcas em sua pele clara, quando amanhecesse. A outra mão subiu do quadril, e puxou a alça da camisola para baixo,e Hermione tentou segurar, mas ele já estava chupando seu seio antes que pudesse cobrir-se.


-Oh...  –ela fechou os olhos, deixando-o amamentar seu seio direito, enquanto a fazia cavalgar sobre ele.


O mover insistente dos seus corpos, achou uma marcha ideal, e ela sentiu o mundo se encher de sensações deliciosas. Sentia um orgasmo se aproximando, como no passado quando eles se tocavam ousadamente em noites escuras, depois de esperarem por horas até Harry dormir!


Com as mãos tremulas, Hermione puxou o pijama de Rony para baixo, liberando sua ereção para seu toque e o afastamento a deixou carente daquela sensação, mas queria dar-lhe prazer, o mesmo que sentia com seus carinhos.


Sentindo o mesmo que ela, Rony sentou-se a levando com ele, ainda sentada em seu quadril, com as pernas em cada lado, ele agarrou seu sexo feminino num toque profundo que pedia que se entregasse. Com os dedos habilidosos, ficou acariciando sobre a seda fina e Hermione mordeu seu pescoço quando a sensação voltou mais forte, e tentou manter suas próprias mãos tocando-o daquela forma intima, com seu penis ereto pulsando entre seus dedos inexperientes. Dedos que souberam agradar ao menino que Rony fora um dia, mas que não sabia o que fazer para agradar ao homem que se transformara.


Rony, bem pelo contrario, sabia muito bem o que fazia! Seus dedos eram experientes, e sabiam onde tocá-la para garantir que não pensasse em nada.


Entregue, ela apenas gemeu alto quando ele arrancou a calcinha delicada e puxou-a para mais perto, fazendo um canto direito entre os dois. Hermione conteve o ar, sentindo a pele inchada e quente  roçando em sua umidade.


Ele estava de pé, e Rony a balançava contra isso, deixando-a louca por mais, louca por senti-lo dentro dela, quente e firme, tomando-a e preenchendo o vazio de seu corpo e da sua alma. Sua vontade estava em seus olhos e em sua boca, ao puxar a cabeça dele de seus seios e beijá-lo com rudeza.


Um contato rítmico e profundo, e Hermione segurou em seus ombros, decidida a acabar com aquela tortura de uma vez! Não podia mais esperar e não conseguia mais pensar em uma boa razão para esperarem!  Usando seus ombros de apoio, ela subiu e segurou-o com uma das mãos tremulas, posicionando-o onde mais desejava.


Rony quebrou o beijo e olhou para ela para testar sua decisão, mas ela tinha os olhos fechados, e escondidos dele e isso o incomodou.  Com um mobimrnyo preciso, ao contrario de possuí-la, ele a deitou no sofá.


-Rony... – ela lamentou, achando que seria assim, e esperou, mas ele não veio.


Rony ficou entre suas pernas, e baixou a camisola votando a devorar seus seios, beijando e lambendo, oras mordendo e chupando seus mamilos até arrancar dela gemidos e suaves gritos de prazer.


Minutos de tortura, e ele segurou firme seu quadril, descendo os lábios e afastando totalmente sua camisola até sua cintura. Aquele vale especial merecia toda sua atenção, e não deixaria sua amante frustrada. Por nada nesse mundo deixaria Hermione insatisfeita!


Antes que ela pudesse se recuperar do ataque aos seios sensíveis, sentiu seu beijo intimo e jogou a cabeça para trás, as emoções fortes demais.


Rony lambia sua parte mais sensível, abrando-a com os dedos e chupando-a como se desse um delicioso beijo de língua. Sentindo o corpo pegando fogo, Hermione moveu o quadril de encontro aos seus movimentos e espiou o que ele fazia.


Durante todo o tempo, ele olhava para ela e seu prazer. Olhava sua reação e Hermione deveria sentir vergonha, mas apenas conseguiu fechar os olhos novamente e gemer. Forte e alto suficiente para acordar uma manada de hipogrifos na Floresta Proibida de Hogwarts.


E quando o orgasmo foi construídos novamente em seu ventre e explodiu sob os lábios e a língua de Rony, o corpo pequeno tremeu e convulsionou sobre o estofado e Hermione apertou os cabelos de Rony , quase arrancando os fios lustrosos, mantendo sua boca ativa durante todo o tempo em que gozava.


Nunca fora tão forte, pensou, em meio a uma nuvem de prazer. Foi se aquietando aos poucos e sentiu o hálito quente de Rony em seu rosto, e abriu os olhos, se perdendo naquele azul intenso e apaixonado que a fitava com tanto amor, que Hermione quis chorar.


-Eu te amo – ela sussurrou, talvez para não quebrar o clima, ou para não chorar, tanto fazia.


-Você é linda de se olhar  -ele informou, o corpo pesado sobre o dela, e Hermione deixou as pernas abertas ao seu redor, enlaçando sua cintura masculina.


-Quero ser sua – informou passando os braços em suas costas fortes – quero que me possua agora –pediu simplesmente oferecendo a ele tudo que tinha. Seu amor e seu corpo.


Assistiu Rony fechar os olhos, buscando toda sua força para negar com a cabeça.


-Ainda não – ele disse baixo, beijando seus lábios com carinho – ainda não é o momento e nem o lugar.


-É o momento e não me importo com o lugar – disse se esfregando nele e querendo reconstruir o tesão de antes, por sobre a sensação de sacies que sentia.


-Não – ele disse firme, afastando seus braços e tentando fugir do aperto de suas pernas. Como não conseguiu ele segurou seus braços.


Hermione riu baixo da situação dele. Preso entre suas pernas, excitado e tendo quer dizer não.


-Tudo que mais quero é ter você, mas não aqui – ele insistiu, acariciando suas pernas e suas coxas, depois de soltar seus braços. Ele olhava para seus seios e para sua intimidade como um homem faminto.  – Se eu pudesse parar o mundo, eu faria. Mas não assim, Hermione. Não roubado. Não fugido e não no sofá que as minhas filhas brincam.


Hermione poderia ter se incomodado se não entendesse exatamente ao que ele se referia. Não era errado o relacionamento deles, era errado a forma apressada que agiam. Serem amantes, poderiam ser. Mas não dentro daquela casa.


-Perdeu sua oportunidade  -ela disse maliciosa e ele riu, com humor e alivio ao entender que ela era capaz de compreende-lo.


Hermione soltou o aperto em seu quadril e quando ele sentou-se no sofá, ela passou a perna direita sobre a perna dele, mas não sentou em seu colo, ficou sentada no sofá, deixando-o abraçá-la e beijá-la profundo e delicioso, como eram seus beijos.


A quietude de seu corpo havia ido embora, e Hermione correu a mão pelo peito dele, agarrando seu pênis e recebendo um gemido surpreso.


-Você é meu – ela sussurrou em seu ouvido, mordendo o lóbulo e beijando sua orelha e pescoço.


Rony gemeu incapaz de responder, pois seu corpo estava no limite do desejo. A um passo do abismo que aquelas mãos delicadas o levavam rapidamente.  Não era um amante egoísta, e deslizou uma das mãos por sua perna, subido pela coxa e pela parte interna, até afundar os dedos em seu sexo molhado.


Ela era toda suavidade e umidade, preparada para ele, com um único toque, preparada para encontrar seu corpo e recebê-lo tão intimamente e perfeitamente que seriam um só para toda a vida. Mas isso não aconteceria agora.


Um dedo tocou gentilmente sobre seu clitóris e a respiração ficou mais funda contra seu pescoço.  O corpo pequeno ondulou contra sua mãe e Rony esqueceu de tudo, sentindo aqueles dedos de ferro manipularem sua ereção com precisão, a mesma precisão com que ela maneava sua varinha em seus treinos de auror. A lembrança do seu tom autoritário nas aulas, em duelos e a imagem dela nua a sua frente, gemendo para ele, foi o bastante para quebrá-lo e levá-lo acima do limite.


O gozo bateu-o com o impacto de um furacão. Não queria descontar nela, mas ouviu seu gemido quando ele afundou o dedo nela. Sentiu aquela macies toda apertá-lo e ouviu-a gemer em prazer novamente.


Aproveitando o prazer dos dois, ele a beijou.se não poderia dividir com ela aquele momento, carnalmente, ao menos dividiria seu beijo.


Um beijo intenso, que foi se acalmando e acabando naturalmente, pois os corpos estavam finalmente satisfeitos.


-Te machuquei? – perguntou afastando a mão e olhando-a em seus olhos castanhos sonolentos e letárgicos.


-Me deu um susto – ela cochichou sorrindo maliciosamente feliz – Mas não me machucou.


-Ainda bem, não quero que nada estrague meu momento desbravador  -ele fez graça, beijando seu pescoço e cheirado seus cabelos.


-Debochado  -ela reclamou, nem um pouquinho incomodada.


Os dois ficaram alguns minutos namorando, até Rony franzir as sobrancelhas e se afastar olhando para as escadas.


-Ela está dormindo – Hermione garantiu e pelo seu sorriso perigoso, ele soube que era sua culpa um sono tão pesado.


-Não abriu a porta do quarto para mim – acusou em tom de questionamento – achei que estivesse me afastando.- suas mãos alisavam seus braços num carinho relaxante.


-Tive esperança de resistir e te torturar um pouco – ela admitiu colocando a cabeça em seu ombro e deixando-se ser abraçada.


Havia arrumado a camisola no lugar e ele o pijama e estavam os dois deitados no sofá agora, conversando.


-Me senti um lixo – ele confessou e ela sorriu, fazendo carinhos em seu peito.


-Rony? – chamou temerosa de tocar num assunto que lhe trazia tanto ciúme.


-Fala...


-Teve muitas mulheres, não foi? – sua voz era suave.


-Algumas – ele acariciava seus cabelos, pensativa – Durante quatro anos minha vida foi procurá-los. Era só o que pensava e não tive a menor consciência de que o tempo  tinha passado e muito menos pensar em namoros. Naquela noite, quando decidi pelo bem da minha família desistir, bebi e acordei na cama com Mary eu percebi que o mundo era pior do que eu pensava. Que as pessoas se aproveitavam uma das outras para ter aquilo que desejam, e confesso fiquei um pouco perdido.  Ia muito a bares, mas nunca ficava com ninguém.  Foi aí que Mary procurou meu pai e contou da gravidez. Eu aceitei o casamento mas não aceitei que ela tivesse o que queria tão facilmente. Confesso que  nos  meses anteriores ao casamento, eu sai com muitas mulheres. Dormi com várias. Eu olhava para elas e lembrava que não teria você ao meu lado, e que passaria os anos da minha vida ao lado de uma aproveitaria que achava que eu fosse famoso!


-Foram muitas? – doeu pensar nisso.


-Várias – ele confirmou e ela levantou a cabeça para olhar em seus olhos, com uma muda pergunta que ele entendeu – mas não amei nenhuma delas. Sequer lembro seus rostos.


-E Mary?  -ela tinha que perguntar.


-No começo tinha raiva dela. Estava grávida e não pude pôr para fora como desejava e isso foi o pior. E quando as meninas nasceram, tive que esquecer a raiva e passar a conviver com ela sem magoas. Mas não é fácil.  Sempre há palavras ásperas e atitudes para magoá-la. Quanto mais boazinha Mary é, mais sinto vontade de largá-la. E a culpa veio com tempo, Hermione. A culpa por não gostar dela, não desejá-la.


-Mas vocês tinham intimidade, não tinham?


-No começo, não. – ele contou pensativo – Ela estava grávida e isso foi uma desculpa ate as meninas completarem seis meses, depois disso, eu cedi. Sou homem, Hermione. Sei que é antiquado, mas  preciso de sexo.  E não pretendia trair Mary. Não com minha filha entre nós.  Criar um lar baseado em mentiras só por sexo? Não, isso não era para mim.  E ainda não é. Se não fosse amor, eu não estaria aqui, assim, com você. Juro, Hermione, eu não trairia se não fosse amor.


-Eu sei disso – ela beijou sua bochecha – Se não te conhecesse e não soubesse disso, não me envolveria com você.


-Então, você me ama – ele disse se fingindo de sério, mas com um sorriso arrogante no rosto.


-Como você é bobo!  -ela reclamou, voltando a se acomodar em seu peito.


-Quanto tempo ainda temos? – ele perguntou sonolento.


-Pouco. Assim que o dia amanhecer o feitiço acaba – alertou, sem querer se afastar – Rony...daqui para frente, tente ficar o mínimo possível em casa, sim? Preciso estar só com Mary para enfurecê-la. Na sua presença, ela se esconde e se fecha. Veste mascaras para não te perder.


Hermione sentou-se no sofá, fugindo dos seus braços que tentavam mantê-la junto dele.


-Vou subir – afirmou, roubando-lhe um último beijo doce.


Sorrindo ela fugiu para a escada e Rony ficou olhando para a tela acesa da televisão, sem ver as imagens, sorrindo como um bobo apaixonado, cheio de esperanças de uma vida mais feliz...


 


 


 


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Autora: estou me curando bem rápido! Amanhã tiro a tala de vez e já posso começar a flexionar o dedo. Não foi nada muito sério, mas já quebrei essa mão (o punho e dois ossinhos que ficam no meio da mão) quando era bebê (Mem lembro disso!), mas o médico achou melhor não facilitar.


Como minha beta é um amor, ela está terminando de digitar a ADI5 entao, amanhã vai ter atualização!!!!


Tive um colapso de criatividade, agora que não perco tempo escrevendo, só gravando minha própria voz e escrevi uma baby fic: Apenas momentos.


Já está postada, é só olhar na lista.


Beijos!!!!!

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