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1. Prólogo


Fic: Secundum of Nightfall - HHr - Capítulo 6 ON!


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Secundum of Nightfall
...Prólogo...


O sol surgia por entre as árvores, os pássaros cantavam e os cavalos corriam soltos. O campo é realmente uma maravilha, o ar puro, o céu azul a sensação de bem estar é tão reconfortante. E ninguém merecia estar em um lugar tão bonito quanto ela.

A brisa balançava os cabelos castanhos enquanto andava pela relva macia, sorria abertamente olhando ao redor, ouvindo o som do vento, os animais, o barulho da água ao longe, o “despertador” tocando insistentemente...


O despertador?
Hermione acordou assustada, levantando-se da cama rapidamente.

- 08h15min? Não, não, não. — Resmungou a morena olhando para o despertador.

Em certos momentos tinha vontade de jogá-lo contra a parede, ele – o maldito rádio relógio de som estridente – sempre tinha o “prazer” de desperta-la de seus melhores sonhos, como o da manhã passada, e conseguinte o desta também.

Desligou-o, assim que seus nervos se recompuseram. E caminhou rapidamente, tropeçando em algo bastante sólido.

- Maldição! – Exclamou jogando para longe os seus sapatos. Odiava ser acordada bruscamente daquela maneira, e nunca... Nunca se permitira atrasos.

Estava tudo errado naquela manhã...

O Hospital Geral de Warrington, onde trabalhava, ficava no centro da cidade, e parecia em especial estar há alguns bons quilômetros de onde morava. Ironicamente o tempo brincava consigo.

O hospital já passara por várias reformas, mas conservavam a fachada antiga. No mais em seu interior era tudo muito moderno.

“Uma vaguinha, só uma, apenas hoje”.

O estacionamento era amplo, mas vivia sempre cheio, no entanto naquela manhã estava insuportável. Considerando ser um dia atípico.

- Todo mundo tem que ficar doente hoje? Bem quando estou atrasada. – Bufou.

Hermione dirigia vagarosamente a procura de uma vaga no estacionamento. Pessoas corriam, carros se enfileiravam, ambulâncias chegavam e ninguém saía.

- Meu Deus, eu não mereço isso. – Choramingou a paramédica.

Quando dava a terceira volta, vira um carro preto saindo de sua vaga, e sem prestar atenção no espaço vazio, estacionou o carro, pegou a pasta, casaco e saiu correndo em direção as portas de vidro.

- Olá Mary, Judith, Lizzy. – Cumprimentou rapidamente, as atendentes.
- Mione, o estacionamento. A vaga n...
- Oh sim, está um inferno. – Cortou-a. – Achei que não conseguiria uma vaga. Parece que tudo está dando errado hoje. – Ela olhou para o relógio de parede. – Olhe a hora, preciso ir garotas. Até mais tarde.

Hermione não sabia ao certo o porquê de todos estarem naquela correria sem fim – claro estava num hospital, cada segundo contava para um final feliz ou não – e ainda não sabia qual o propósito de ela própria estar dessa maneira; agia sempre com tranquilidade, mas algo a fazia querer ser rápida. A se adaptar a todos ao seu redor. De todo, não deveria ter aceitado o convite de Trevor na noite anterior, a causa de tudo isso era possivelmente dele.

O seu atraso se devia a ele...

Revirou os olhos castanhos, e dera mais uma olhada em seu relógio de pulso. Estava terrivelmente atrasada. Só esperava que Bruce, seu chefe, estivesse de bom humor, somente assim se safaria de uma boa bronca.

Atravessou o corredor branco, e finalmente, encontrava-se a porta do vestiário, onde havia os armários, tantos dos enfermeiros quanto dos paramédicos. Girando a maçaneta, Hermione, imaginava o quanto melhor seria quando se formasse e não mais tivesse que trabalhar sempre naquela agitação constante. Quando fosse médica, teria o conforto do hospital, e pessoas para bajulá-la.

- Está atrasada. – Disse uma mulher ruiva, aproximando-se, quando finalmente entrou no vestiário.

Hermione respirou fundo ao ver quem era. Controlando-se para não cair no joguinho dela.

- Pois é... – limitou-se a responder.
- É a segunda vez, só nessa semana.
- Eu sei, Gina.
- Bruce disse que queria todos aqui, às 09h00min. São 09h20min, Hermione. Todos estão atrasados por sua culpa. Deveria comprar um relógio novo, ou não ir dormir muito tarde. – provocou ela.

A morena revirou os olhos e não disse nada.

- Não sei como você ainda trabalha aqui. Se eu fosse a chefe você já estaria na rua faz temp...
- Mas não é. Você não manda em nada por aqui! E ao contrário de você, eu estou nesta equipe porque sou boa no que faço. Não precisei da ajudinha do papai para entrar. – Alfinetou a morena.

Gina aproximou-se, com o rosto vermelho de raiva, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Bruce apareceu.

- Hermione, Gina. — Chamou ele. — Ah, estão aí. Vamos, garotas. Tenho um comunicado importantíssimo.

O “comunicado importantíssimo” era um acidente na avenida principal, um idoso e uma criança. Pelo visto o dia começara com emoções fortes. Nunca vira aquela cidade tão pacata, se agitar daquela maneira. A loucura parecia estar solta no ar, e seu contágio bem rápido.

Logo depois que atenderam as vítimas, retornaram ao hospital. Felizmente, ambos os envolvidos não sofreram lesões graves, no mais tardar do outro dia poderiam voltar para casa.

Já era tarde quando Hermione pudera enfim respirar, e descansar. Nem tempo de almoçar ela tivera, engolindo rapidamente um sanduíche frio da cantina. Largou-se no sofá na salinha que lhes era destinada, e por minutos fechara os olhos.

“Mas que dia infernal!”, pensou, suspirando longamente.

Esperava fervorosamente pelo término dele, para assim poder ir direto para o conforto de sua cama, e nem o sorriso atraente de Trevor faria com que mudasse de ideia.

...

O sol se punha tímido, dando lugar às estrelas; pelo visto tirara um cochilo inesperado e nem vira o tempo passar.

- Mione, Mione. Vamos acorde! - Alguém a sacudia pelos ombros. – Vamos sua dorminhoca, acorde.
- Já acordei. — Balbuciou ela, virando de lado para uma melhor posição.
- Hermione Granger, não tente me enganar, se não acordar agora vou carregá-la até a sala do Bruce. — Esbravejou o rapaz. Ela abriu os olhos amendoados e com a visão ainda embaçada, encarou o homem loiro a sua frente.
- Jack, alguém já disse que você é um estraga prazeres? — Falou a morena espreguiçando-se.
Ele sorriu.
- Desculpe “Bela Adormecida”, mas Bruce está com os nervos à flor da pele. Alguma coisa séria aconteceu. Quer todos na sala da diretoria agora.
Hermione soltou um gemido de dor quando saiu do sofá.
- Acho que levei uma surra e não lembro. — Massageou a nunca. — Estou quebrada.
- Então trate de colar seus pedaços, porque a reunião não vai ser nada fácil.

Seguiram um longo caminho pelos corredores brancos, passando por quartos, salas de cirurgia, pelo café e salas de espera, estas ficavam ainda mais cheias quando a noite chegava.

O período noturno era sempre o pior. Acidentes e mais acidentes, que nunca terminariam e Hermione faria o seu melhor para ajudar a todas essas pessoas.

Bateram na porta antes de entrar, a sala grande estava cheia de paramédicos. Bruce estava na ponta de mesa, com papeis nas mãos. Ergueu-se da cadeira quando eles chegaram.

- Bem, já que todos estão aqui, vamos dar início a nossa reunião. – falou um tanto sério. – Convoquei-os aqui, pois recebemos há alguns minutos uma chamada bastante peculiar.

Todos o olharam mais concentrados que antes. O que poderia ser agora? Já tiveram um dia cheio, poderia a noite ser mais tumultuada?

Hermione fitou ao colega, e ele a encara de volta. Bruce quase não fazia reuniões, apenas era direto e objetivo na hora de lhes dar uma tarefa. Mas agora, o assunto deveria ser de suma importância. Pois senão, não haveria motivos para tanta burocracia.

- Que chamada foi essa? Eu preciso do meu sono de beleza... – Gina comentou, e a morena do outro lado, revirara os olhos, entediada.
- O que ouvimos não fora nada específico, alguns ruídos atrapalharam o sinal. Mas parece que há problemas na Mansão Spencer. – continuou o homem, ignorando a ruiva.
- Mansão Spencer? Achei que estivesse abandonada. – disse Hermione.
- Pois parece que não, e quem estiver lá precisa de ajuda, então, “recrutas”, o que estão esperando? – Bruce, bateu as mãos, dispersando o pessoal.

Todos já sabiam o que fazer. Era uma emergência. Tinham que pegar seu material, carregar a ambulância. Tudo muito rapidamente, todo o tempo contava em favor de seu sucesso.

- Será que isso não foi um trote? Sei lá, não creio que aja alguém naquela casa caindo aos pedaços. Há anos aquela empresa farmacêutica desativou tudo. – comentou Jack, enquanto ajudava a Hermione, com os kits de socorros.
- Eu não sei, mas acho que se não fosse tão sério, Bruce não seria tão formal. – comentou ela, naturalmente. Mas havia algo que a deixava nervosa. Aquela casa no meio da floresta perto das montanhas, não era o local adequado para uma alegre sensação.

...

As ambulâncias passavam velozmente ao lado dos carros, e como a mansão era afastada tínhamos que pegar uma estrada secundária rodeada por uma floresta. E eu não estava com um bom pressentimento.

O balanço da ambulância nunca havia me feito mal, mas nessa noite eu começava a ficar enjoada. Deveria ser o tal sanduíche da cantina, lembrar-me-ei de nunca mais comê-lo. Além disto, algo me enjoava mais, era a voz de Gina a tagarelar sem parar. Somente besteiras saíam de sua boca, e não via a hora de chegarmos lá.

Mais alguns minutos àquela velocidade, e logo já estávamos na tal estrada que levava a Mansão Spencer. Um arrepio me trespassou, e eu me vi amedrontada. Estanho, aquela sensação. Mas era tão real que tive medo de alguém enxergar isso em meus olhos.

Onde estavam as pessoas com seus gritos, com suas lágrimas e o corre-corre desesperado para pedir ajuda?

Nada... Tudo estava em silêncio. Nenhuma movimentação. Até o vento tinha parado. Não havia barulho naquele lugar. Ali, não havia nada.

- Estamos na mansão certa? — Jack me perguntou.
- Não há outra mansão assim em Warrington. — Respondi.
- Deve ter sido um engano. — Disse um dos paramédicos ali presentes.
- Não acredito que viemos até aqui para nada. — Berrou Gina de dentro de uma ambulância, quando nos viu andando em direção a ela. — Deve haver alguma coisa aí.
- Não vamos entrar, Mione?

Eu olhei de Jack para os portões de ferro com seus cadeados enferrujados e intactos. Não havia marcas de pneus nem pegadas no chão ali perto. Tudo estava como sempre fora, terrivelmente assustador.

- Já que viemos aqui, não custa checar. – falei, mas no fundo me repreendia por isso. Tudo que eu mais queria era ir embora, mas contradizendo-me totalmente, disse que devíamos checar.

Idiota!

Todos assentiram, acho que meu poder de liderança estava mais em alta do que pensei. Afinal tanta responsabilidade, e segurança, tinham que servir para alguma coisa. Gina parou de resmungar, e pegou a bolsa dela com tudo que necessitaria, caso alguém precisasse de socorro, e assim todos nós fizemos.

Seguimos até o portão, e facilmente um dos paramédicos do outro grupo, abrira o cadeado. As folhas marrons, e secas, forravam o chão. Um monte delas. Chegava a ser como pisar na neve no inverno.

Novamente aquele silêncio todo me apavorou. Eu nunca gostei de lugares calmos mesmo. Tanto que me encontrava diariamente num corre-corre dos diabos. Suspirei, analisando o lugar ao meu redor. Nunca tinha visto uma casa tão grande como aquela. Deveria ter uns quatro andares bem distribuídos. Suas janelas eram todas idênticas, e de um mesmo material. Tudo muito harmônico, e chique.

Como não haveria ninguém por ali para cuidar do estado da mansão, havia muitas coisas que estavam quebradas e sujas. Como algumas dobradiças nas janelas do térreo. Apertei a alça de minha mochila, pesada, e caminhei junto a Jack mais a frente. Nós dois, silenciosos como tudo, mas os outros, se mantinham eufóricos e consequentemente falantes.

Não havia nada na sala do primeiro andar. E como a mansão era enorme dividimos os grupos em vários trios, para que exploração fosse mais rápida. Enquanto eu, Jack e Gina subíamos até o terceiro andar os outros vasculhavam os cômodos abaixo de nós.

Tudo estava deserto, nenhum sinal de briga, ou de qualquer coisa que diziam ter havido ali. A mansão parecia estar vazia.

E o silêncio que ali reinava era a pior resposta que eu queria ouvir.

- Não tem nada aqui. — Reclamou a ruiva. — Vamos embora.
- Agora que estamos aqui vamos vasculhar tudo. — Disse Jack.
- Mas está mansão é gigantesca. Ficaremos horas e mais horas procurando alguma coisa que nem sabemos o que é.

Ao final de um corredor, havia uma única porta. E mesmo com todos os meus sentidos dizendo para não seguir em frente, eu os desobedeci, e fui.

- Vamos ver o que tem lá dentro. — Disse em um tom autoritário.
- Isso é muito chato sabia. Não agüento mais. Devia ter ficado na ambulância. Esse cheiro de podridão e todo esse pó não me fazem bem. — Gina reclamava atrás de mim, tampando o nariz inutilmente.

Ignorei-a, como sempre, e segui em frente, com Jack atrás de mim. A porta não estava trancada, o que nos facilitou muito. Estava escuro, e tentei acender as luzes. Mas não encontrei o interruptor. Logo meu amigo ligara a grande lanterna que trazia nas mãos, iluminando o cômodo.

Era grande como todo o restante da casa. O dono de tudo aquilo certamente queria algo ostentável e sem utilidade. O lugar parecia-se com uma biblioteca. Havia algumas estantes nas paredes, e as grandes janelas estavam fechadas por grossas cortinas de veludo.

Dei um passo à frente, obrigando Jack a iluminar mais uniformemente todos os cantos. Gina não parava de reclamar, o que me irritava profundamente. Ela somente se calara quando escutamos em meio a balburdia de palavras, um gemido arrastado.

Parecia-se a uma cena de filme de horror.

O gemido intensificou-se, e instintivamente recuei. Jack lançou a luz até onde supunha vir o ruído. Foi então que vimos uma pessoa, parecia estar vacilante. Poderia estar machucada, ou ferida, pois estava abaixada. Olhei para o chão, e peguei minha lanterninha que tinha no bolso.

As manchas que achei que fosse sujeira, era algo mais viscoso, e fresco.

Era sangue!

Meu coração se enregelou, aquela pessoa precisava mesmo de ajuda. Cutuquei Jack, fazendo com que ele desviasse seus olhos para o chão. Trocamos um olhar, e ele se adiantou um pouco. Corajoso, muito corajoso em minha opinião. Mas eu agradecia aquela pessoa, pois fizera Gina se emudecer. Parecia que ambas estávamos compartilhando de um mesmo sentimento.

- Hei? – murmurou Jack, um tanto hesitante. – Senhor? – chamou ele, quando chegara um pouco mais perto, notando que era um homem quando este se erguera, certamente, era muito alto para ser uma mulher.

À medida que o homem se aproximava, o odor de fruta podre enchia ainda mais os meus sentidos.

- Jack. — Murmurei. — Jack, se afaste.

Mas ele não se afastou. Aquele homem, aquela criatura, que caminhava em nossa direção a passos lentos e arrastados não era real, não podia ser real. Gina começou gemer baixinho e a caminhar lentamente em direção a porta, e isso atraiu a atenção dele que grunhiu mais alto.

- Não se mexa. Fique onde está, Gina. — Ordenei com a voz um pouco vacilante.

Ela parou e me olhou apavorada. Meus olhos saíram dela e foram parar em Jack. Ele estava parado no mesmo lugar, e muito perto daquilo. Mais alguns passos e... Eu nem queria pensar no que poderia acontecer.

Comecei a me aproximar, mas antes que pudesse puxá-lo aquilo o agarrou.

A lanterna foi ao chão, apagando-se, Gina gritou, Jack berrou e tudo ficou escuro novamente.

Meu coração disparou, andava as cegas no quarto escuro. Ouvi um gemido ao meu lado e antes que pudesse fazer alguma coisa meu braço foi agarrado com força.

- Hermione! — Gina berrou ao meu ouvido, ainda agarrada a mim com força.
- Jack! — Gritei, tentando me livrar de Gina. — Jack, por favor, responda.





N/A Jessy: Well pessoas, finalmente o prólogo fresquinho para vocês. Espero que gostem dessa trama. E sinceramente uni o útil ao agradável. Pois adoro Resident Evil, e HP. E no mais, vou me esforçar para assustar muitos leitores, pois terror não é o meu forte. KKKK.
Esperem muitos zumbis, muito suspense, e notícias chocantes, nos próximos capítulos. As ideias tão boas hehehe, espero que a aceitação de vocês também seja positiva.
E falando nisso, adorei todos os comentários. Principalmente os que se referiam a capa “medonha”. Gente ficou linda, eu adorei, modéstia a parte, os detalhes de sanguinho ficaram tudoooo. Como disse a Paulinha: “Se tu gosta de sangue, e de zumbis, ficou realmente linda!” KKKKK.
Thanks pessoas amadas, que comentaram, e as que não comentaram e apenas votaram também. Espero que comentem agora com o prólogo. Quero muitos comentários!!!!!!!!! Pois o capt um já está pronto, mas cabe a vocês que ele chegue rápidoo!
E nos perdoe alguns errinhos se eles existirem, pois o capt não foi betado!
É isso aí,
Beijos.


N/A Mah: Oieeeee!!
Então, galera aí está o capítulo.
Demorou um pouquinho mais chegou.
Essa é a primeira fic que eu escrevo com a Jessy e vocês podem ver que essa fic é um pouco diferente das outras que escrevemos aqui no FeB.
Espero que vocês tenham gostado do prólogo.
Eu e a Jess temos ideias MARAS para essa fic. Huhu.
Então fiquem de olho porque muita coisa boa vem por aí... \o/
Beijooooos

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