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19. Capítulo Dezessete


Fic: A Marca de Hermione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Dezessete


 


Harry sempre se considerou mais homem que animal. Mais capaz de pensar antes de reagir. Perspicaz. Calmo. Conciso. Até que conheceu Hermione. O instinto o tinha governado no momento em que tinha posto seus olhos nela. A consciência de seu corpo sobre ela tinha sido instantâneo. A ereção que tinha enchido seu jeans naquele segundo tinha sido alarmante. Os instintos que se elevavam dentro dele agora eram primitivos. Era como a mordida que tinha dado em seu pescoço depois do acidente, incontroláveis. E não tinha nenhum desejo de controlá-lo. Quando se referia a Hermione e sua fome por ela, achava que não podia resistir.


Ele a encarou através da sala de estar, vendo o esgotamento e o cansaço que arrastava em seu corpo. Ela tinha que enroscar-se em sua cama sob todas aquelas mantas macias e dormir enquanto ele a pudesse permitir fazê-lo. Mas sabia que o sono teria que vir mais tarde.


- Deveria descansar. - grunhiu ele - Esforçou-se muito.


- Disse a frigideira à chaleira? - perguntou ela com falsa doçura - Poderia dar lições de teimosia a uma mula, Harry.


Esta noite lhe daria lições, mas não de teimosia. De submissão. De aprendizagem sobre o preço a pagar por despertar o animal que estava à espreita sob a fina capa de humanidade. De obediência a ele.


Seu estômago se esticou, retorcendo-se realmente de dor ante a lembrança de sua deliberada desobediência quando tinha ordenado que ficasse escondida atrás dos cantos rodados. Ele só pensou em verificar a situação, matar os soldados se possível e, se a segurança o permitia, voltar então para ela.


Ele não tinha nem idéia de como reagiria ela em tal situação, ou quão precisos eram seus arquivos da Academia sobre sua formação.


A possibilidade de uma ferida fatal ou a captura teria sido muito alta se eles tivessem demorado um segundo mais em alcançar a segurança do Raider.


Ela tinha arriscado não só sua vida, mas também sua prudência. E não podia permitir que isto acontecesse outra vez.


- Por que me olha assim? - O desafio de sua voz fazia enraivecer o animal dentro dele.


- Desobedeceu-me hoje, Hermione. - Havia um estrondo perigoso em sua voz - Antes que eu pudesse calibrar suas forças ou suas fraquezas, desobedeceu-me, colocando não só minha vida em perigo, mas também a sua.


- Ainda está furioso sobre isso? - Ela o olhou incredulamente - OH realmente, Harry. Não é o momento de terminar com isso agora? Eu sabia o que fazia.


- Mas eu não. - indicou ele, sua voz era suave à exceção do estrondo áspero sob as palavras - Não tinha nem idéia do que fazia ou do que era capaz. Disse que ficasse, companheira.


Seus olhos se estreitaram em resposta a sua declaração


- Não sou um cachorrinho para que me dê ordens, Harry. - ela o informou com tranqüilidade - De qualquer maneira, não é nosso problema mais premente. Essa merda hormonal tua tem que ser represada.


Era muito. Seu desafio anterior tinha cruzado um limite que ele não sabia que existia. E agora isto.


Antes que ela pudesse dar mais que um grito abafado, ele estava sobre ela. Os dedos de uma mão afundando-se em seu cabelo enquanto ele segurava sua cabeça ferozmente, a cabeça dele baixou e seus lábios reclamaram os seus.


Harry permitiu a sua língua uma lambida rápida em seus lábios antes de beliscá-los para abri-los. Então arpoou profundamente em sua boca, fazendo que envolvesse a sua enquanto sentia que seus lábios o encerravam e ouvia seu gemido de excitação.


As glândulas inchadas ao longo da parte oculta pulsaram e palpitaram enquanto derramavam seu doce narcótico em sua boca, dispondo-a e preparando-a. E ela agarrou com impaciência como se procurasse mais.


Esta noite ela tinha que aprender quem liderava, e quem devia seguir. Esta noite, ela aprenderia quem era o alfa e quem era o beta. Esta noite, ela seria mais que só sua companheira. Atraindo-a, sua mão livre acariciou do arco de suas costas às curvas tentadoras de seu traseiro. A fome que varreu por ele enquanto seus dedos cravavam em uma face sacudiu seu coração.


Ele precisava o que nunca antes tinha tido de uma mulher. A última submissão, uma aceitação primitiva de seu domínio. E por Deus que o teria. Seus dedos se apertaram na curva enquanto sua outra mão deslizava de seu cabelo ao lado do rosto, agarrando-a, estendendo-a devagar enquanto ela continuava na ponta dos pés, suas unhas se cravaram no tecido de sua camisa enquanto ela gemia fracamente em sua boca.


Ele empurrou sua língua entre seus lábios devagar, pistoneando repetidamente em sua boca enquanto lutava para drenar o último calor inchado de sua língua. Ele queria que ela agarrasse tudo isto, precisava que o fizesse. Ele queria sua natureza tão enlouquecida pela intensidade sexual como ele estava. Tão desesperada por seu toque quanto ele por dá-lo.


- Harry. Deus, o que me fez? – Ela se agarrou enquanto seus lábios deslizavam nos seus e suas mãos se apertavam em seu traseiro, separando as nádegas, minuciosamente permitindo sentir o prazer aceso da diminuta entrada situada ali.


Não lhe respondeu. Pelo contrário, tomou-a em seus braços antes de abandonar a sala e de mover-se rapidamente para cima. Ele já tinha preparado o que precisava em sua mesinha, preparando-se para o que viria esta noite.


Hermione olhou fixamente seus traços ásperos e selvagens, assombrada por sua sexualidade. A expressão em seu rosto deveria ter sido espantosa. A forma em que seus olhos brilhavam com a fome feroz, os ângulos ásperos de seu rosto que só se revelavam com a raiva, ou deste… deste ar primitivo de domínio.


Isto a sacudiu até o núcleo. Ele estava furioso. Ela sabia que ele estava furioso no momento em que a tinha mordido, com seus dentes afundando-se em seu ombro, tentando mantê-la quieta enquanto sua mão se movia rapidamente sobre seu corpo depois do acidente.


E ele não o tinha dado por finalizado tampouco. Ela o havia sentido aumentar, mudar, fazendo-se mais profundo dentro dele enquanto ele suportava seu exame.


As sensações se estenderam para ela até seu quarto, justo quando ela lutava com sua família. O aumento da excitação em seu interior com o que até o hormônio que enchia seu beijo não podia competir.


- Pensei que poderia drenar esta necessidade de você. - grunhiu ele enquanto entrava em seu quarto e a lançava em sua cama, fazendo-a afastar os olhos ferozmente - Quando me masturbei naquelas provas de merda pensava que eu podia verter o medo e o aborrecimento naquele frasco de merda e aliviar esta necessidade dentro de mim. - Ele sacudiu sua camisa sobre sua cabeça e a virou antes de tirar as botas rapidamente.


Hermione só podia olhar acima para ele, impressionada pelo tom de barítono profundo de sua voz tanto como estava impressionada por suas palavras e sua reação. Ela imaginou estando seu em quarto de hóspedes, com seu grosso membro encerrado em seus dedos enquanto se acariciava, e sentiu seus sucos deslizar densamente de seu sexo aquecido.


Suas calças caíram depois. Hermione tragou fortemente ante a visão da crista colorida de roxo, do batimento do pulsar irritado da carne apertada e dura. Sim, ele estava em plena raiva, um calor de acoplamento ao que ela se perguntou se qualquer deles sobreviveria.


- Vem aqui. - Ele se ajoelhou na cama, sua mão agarrando seu cabelo e atraindo-a.


Ela sabia o que ele queria. Eles podiam falar de seus meios de alcançá-lo mais tarde, assim como das repercussões que podiam resultar. Ela não tinha esquecido a informação da doutora. Mas não tinha esquecido tampouco o sabor dele. E precisava de seu sabor.


Seus lábios se abriram, esticando-se ao redor da grossa cabeça enquanto esta se deslizava em sua boca.


- Sim. - grunhiu ele - Chupa meu membro, carinho. Chupa-a profundamente enquanto brinco com esses bonitos seios.


Ela gemeu ao redor da carne enquanto tirava o vestido, buscando com suas mãos os peitos, beliscando com seus dedos e puxando os mamilos endurecidos. A sensação aguilhoou dos pontos duros a seu clitóris enquanto ela chupava vorazmente seu membro, suas mãos que acariciavam o eixo endurecido enquanto ela gemia avidamente. Ela se arqueou em suas mãos enquanto empurrava sua ereção em golpes superficiais contra seus lábios.


O sangue se precipitou por seu corpo, chispando em suas veias enquanto ela sentia o hormônio acrescentar força a sua excitação. Isto a assombrou, sentindo como o fazia, precipitando-se através de suas terminações nervosas e sensibilizando sua carne, fazendo-a arder.


Seus dedos acariciaram sobre a longitude dura de seu pênis enquanto ela chupava e lambia na cabeça palpitante, gemendo ante seu gosto. Fresco. Selvagem. O gosto de uma tormenta no mar.


- Lindo. - Seus olhos se abriram, levantando-se para olhar para ele.


Uma careta apertada revelava os incisivos letais nos lados de sua boca enquanto ele olhava seu membro entrar lento e suave em sua boca. Ela desferiu um golpe na parte oculta com sua língua e olhou seus olhos flamejar. No impulso seguinte ela curvou sua língua, alcançando do outro lado de seu pênis onde a lingüeta palpitava logo sob a sedosa carne. A carne endurecida se sacudiu ante seu apertão enquanto um grunhido primitivo abandonava seus lábios. O estrondo áspero ferroou por ela, convulsionando seu corpo, apertando seu sexo e enviando seus sucos a carregar os lábios inchados mais à frente. Suas mãos se apertaram em seu cabelo, mantendo-a quieta para cada penetração contra seus lábios.


- Basta. - A áspera ordem a fez lutar com sua presa, lutar para manter a cabeça palpitante de sua ereção entre seus lábios.


Em uns segundos ele a tinha despojado de sua bata e vestido curto. Nua, seu corpo se debilitava pela transpiração e zumbia com a necessidade de seu toque, ela se ajoelhou na cama diante dele.


- Você é minha. - declarou ele então, exigindo. Dominante - Entende-me, Hermione? Minha. Não me desobedecerá dessa maneira outra vez. - O tom de sua voz penetrou na neblina sexual que turvava sua mente.


- Em seus sonhos, menino mau. - arrulhou ela.


Harry ficou rígido. Seu olhar fixo pestanejou a seu membro enquanto um zumbido de apreciação escorregava por diante de seus lábios. Pareceu mais endurecido, ruborizado, grosso e impaciente por seu toque. Ela estendeu a mão para ele, só para franzir o cenho quando Harry agarrou suas mãos, apartando sua carne.


- Minta-me, Hermione. - grunhiu ele - Diga-me que obedecerá da próxima vez. Que nunca fará nada tão tolo outra vez.


Sim. Seguro. Aquela mentira faria que relâmpagos voassem por ambos.


Ela apertou seus lábios em troca e lhe enviou um suave e úmido beijo.


- E se prometer pelo contrário tomar cuidado? - Não havia uma possibilidade no inferno de que prometesse deixar a liberdade que tinha encontrado com ele.


Seus olhos se estreitaram. O olhar enviou sacudidas e estremecimentos por seu corpo enquanto sua matriz se convulsionava ante a promessa de vingança.


- E se mostro por que me obedecerá da próxima vez? - Sua voz era profunda e pensativa. Tão sexualmente áspera que quase lhe roubou o fôlego.


- Hmm, por que não só segue adiante e dá seu melhor tiro, doçura. - Ela se moveu, esticando-se na cama enquanto passava sua mão ao longo de seu estômago, parando a um escasso fôlego dos cachos úmidos entre suas coxas - Estou certa que prestarei atenção.


Ela sabia que deveria estar preocupada. Não havia dito sobre despertar a um leão adormecido? Não, tigre. Ela sorriu devagar ante o pensamento quando olhou seus olhos escurecer-se, ouviu o grunhido perigoso e primitivo que deixou seu peito. O que fosse.


Seus dedos se moveram mais abaixo, agitando os cachos suaves entre suas coxas enquanto ele olhava com impaciência. Talvez ela pudesse fazê-lo esquecer do castigo. Seus dedos baixaram para frente enquanto suas pálpebras revoavam de prazer.


- Continue. - Seus dedos se curvaram ao redor de seu membro, acariciando devagar quando ela observava sua fenda inchada - Mostre-me o que você gosta, carinho. Então eu mostrarei o que consegue.


Ela ofegou quando seus dedos rodearam seus clitóris, seus quadris se sacudiram enquanto o fogo corria por seu ventre.


- Me deixe tocá-lo também. - pediu ela, morrendo por sentir seu pênis acelerar em sua boca, o gosto selvagem de seu sêmen fazendo-a cambalear depois da excitação e depois do prazer.


- Que tal se fizer isto ao contrário. - Ele abaixou ao lado dela, deitando-se a seu lado enquanto sua cabeça baixava a um duro mamilo que apontava para cima.


Ela quase gritou quando seus dentes beliscaram no ponto sensível no mesmo instante em que sua mão cobria a sua, pressionando seus dedos mais comodamente contra sua concha.


- Dê prazer a você mesma. - pediu ele asperamente - Quero-a selvagem, Hermione. Se faça selvagem para mim, carinho.


Seus dedos ferroaram o tecido fibroso aumentado de seu sexo enquanto suas costas se arqueavam na cama. Era incrível. Sua boca em seu peito, sugando o ponto escuro até a consciência dolorosa enquanto seus próprios dedos se afundavam em sua sensibilizada vagina.


Ela tremeu, tremeu quando as sacudidas poderosas da sensação chisparam por ela. Sua palma se apertou contra seus clitóris, aumentando a pressão, o prazer, até que as correntes que chispavam se converteram em uma bola de fogo, varrendo sobre ela e deixando-a ofegante.


- Tão linda. - grunhiu ele, dando a seu mamilo uma lambida antes de riscar seu caminho de beijos para baixo por seu estômago enquanto ele levantava seus dedos da carne inchada que ela tinha acariciado.


Um gemido abandonou seus lábios quando ele trouxe seus dedos a sua boca, lambendo seu suco antes de pôr sua mão em seu lado e de mover-se mais abaixo.


Hermione só podia olhar como ele separava suas coxas e se movia entre elas. Sua cabeça baixou, sua língua desferiu um golpe pela fenda encharcada. Ele mordiscou meigamente sobre o nó dolorosamente sensível de seus clitóris. Seus quadris se sacudiram enquanto um grito abafado e assustado deixava seus lábios e os fogos começavam a aumentar outra vez. Ela não podia conseguir muito dele; até no calor do perigo seu corpo o ansiava, fluindo por ele, e nunca a deixando esquecer onde podia encontrar prazer.


- Shhh… - A suave qualidade que cantarolava de sua voz a fez compreender que ofegava, e que os gritos miados que ressonavam ao redor dela eram os seus próprios.


Apesar da liberação, ela só ardia mais quente agora. Mais selvagem. Podia sentir a excitação, a luxúria embriagadora emanando por ela e exigindo a liberação.


- Não posso esperar. - Suas mãos agarraram seu cabelo, desesperada por terminar com as lambidas de brincadeira e com os toques suaves que lhe dava. Ela o queria com força. Rápido. Ela o queria agora.


- Esperará de qualquer forma. - Suas mãos agarraram suas coxas quando ele se colocou melhor entre suas pernas - Só um pouquinho mais, carinho, e poderá ter o que ambos precisamos.


Sua língua se deslizou pela carne inchada e atormentadoramente necessitada.


- Me torturando até a morte não vai conseguir o que quer. - Mas suas mãos se enrolaram em seu cabelo para imobilizá-lo enquanto o prazer se estendia sobre ela, por ela. Cada toque era melhor que o anterior. Cada um a levava mais alto.


- É tão doce como a primavera, tão quente como o verão. - grunhiu ele quando ela sentiu seus dedos acariciando a entrada a sua vagina, brincando e tentando.


Ela se arqueou ante o toque, desesperada por mais. Quando seu dedo se deslizou dentro nesse momento e seus lábios cobriram seus clitóris, ela estava certa de que encontraria a liberação. Ela se equilibrou na beira, chegando mais perto.


- Maldito seja, Harry. - gritou ela furiosamente quando seu dedo deslizou livre, entrando outra vez, ferroando e lançando o calor molhado de seus sucos enquanto o fazia.


Ela podia sentir o calor úmido correr ao longo de sua carne quando isto fluiu mais abaixo, animado por seus dedos diabólicos e esquentando a carne sensível entre suas nádegas.


Ela estremeceu, pouco propensa a dar crédito ao prazer que a carícia sutil lhe trouxe. O sangue trovejou por suas veias enquanto seus dedos seguiam, acariciavam e apertavam.


- Harry. - Suas mãos apertaram em seu cabelo enquanto o medo emprestava uma nova dimensão ao prazer precipitando-se por ela.


Ele parou, mas seu dedo não se moveu.


- Minha. - grunhiu ele outra vez - Antes que terminemos, Hermione, me fará essa promessa.


Se ela obedecesse? E deixar ele disparar? Não acreditava.


Ela sacudiu sua cabeça desesperadamente, tirando seu cabelo, necessitando-o e precisando do toque que a enviaria sobre a borda. A pressão dos dedos em seu sexo, fodendo-a duro e forte enquanto sua boca e língua faziam magia em seu clitóris. Era o que ela precisava. O que queria.


Seu dedo voltou para as profundidades palpitantes de sua vagina enquanto seus quadris caíam na cama, suplicando, pedindo sua boca. Ele lambeu, acariciou e chupou. Seus dedos empurraram brandamente, levianamente em seu interior enquanto seus sentidos começavam a queimar-se fora de controle. Ela não podia suportá-lo.


- Maldito seja. Deixa de me torturar. - Ela tirou seu cabelo.


- Prometa-me isso


Ela tratou de gritar, mas o que saiu parecia, mas bem uma súplica que uma maldição.


Seu dedo se moveu mais abaixo outra vez, acariciando a pequena entrada escondida com golpes delicados.


- Vamos, carinho. Promete seguir meu exemplo. Somos companheiros, lembra? Eu lidero, você me segue.


Isso era uma sociedade? Ela não acreditava!


- Segui-o. - Ela ofegou fatigosamente - O fiz, Harry. Sabe que o fiz. Esperei que você fosse primeiro.


Ele grunhiu ferozmente, beliscando nos lábios suaves que ele lambia, enviando correntes de agudo prazer estendendo-se por sua matriz enquanto ela sentia o apertar-se de um dedo em seu traseiro e separar a diminuta entrada.


- Garota má. - acusou-a sombriamente, sua cabeça baixou mais ainda, sua língua se moveu mais perto de seu sexo necessitado.


- OH, Deus sim. - gritou ela enquanto sua língua se inundava dentro da entrada chorosa. No mesmo instante, seu dedo perfurou a entrada de seu traseiro.


O fogo e o prazer alternados se estenderam por ela. Ela não sabia se deveria pedir que ele parasse ou pedir que continuasse.


Não havia nenhum pedido de nada para Harry. Havia somente os gritos abafados cheios de desespero, a necessidade de respirar, de culminar, enquanto ele aumentava seu prazer mais alto, mais quente, levando cada terminação nervosa a uma atenção feroz e desesperada.


O que fazia era destrutivo e enlouquecedor.


- Vire-se. - A ordem áspera chispou através de seus sentidos enquanto imagens, fomes e desejos açoitavam por sua mente.


Ela gemeu quando ele a girou, levantando seus quadris, empurrando seus joelhos sob ela. Sua mão aterrissou em seu traseiro, mordaz, acesa, mesclando-se com a sobrecarga de prazer e conduzindo-a mais alto enquanto suas mãos se apertavam em punhos e esmagavam o tecido da colcha entre elas.


- Demônios por que isto? - ofegou ela, girando sua cabeça para fulminá-lo com o olhar sobre seu ombro.


Os olhos que encontraram seus olhos a deixou atordoada. Sua mão descendia outra vez, o golpe leve queimava por sua carne enquanto sua expressão queimava por sua mente. Intenção. Tão grosseiramente luxurioso que isto lhe roubou o fôlego.


- Promete que me seguirá, Hermione. - Sua mão acariciou sua carne dolorida até que se moveu entre suas coxas, embalando seu sexo.


OH Deus, ela estava tão tentada. Mas uma promessa era uma promessa.


Ela teria que fazer todo o possível para mantê-la. E isto a mataria. Ele insistiria em protegê-la.


Ela se virou, sepultando seu rosto na colcha enquanto o sentiu separar as nádegas de seu traseiro, seus dedos se moveram perigosamente perto da pequena entrada já atormentada situada ali.


- Diga, Hermione. - grunhiu ele enquanto o sentia sondando na entrada anal - Diga-me isso e darei o que precisa. Senão, vou ter o que quero.


A ponta de seu dedo pressionou dentro enquanto um longo e suplicante grito deixava seus lábios. Ela não podia lhe dar tanto controle. Isto nunca funcionaria.


Ela sacudiu sua cabeça desesperadamente. Certamente poderia resistir. Não lhe faria mal. Ela sabia isso sobre ele.


Qualquer coisa que fizesse a deixaria pelo contrário louca de prazer.


Seus pensamentos se dispersaram naquele momento quando ela sentiu que seu dedo deslizava profundamente, quente e grosso dentro de seu traseiro. O prazer aceso era diferente de qualquer coisa que pudesse ter imaginado.


Seu dedo estava escorregadio, o lubrificante que o cobria frio para o interior da sua carne escaldante. Mas nada podia atenuar o fogo que se acendia em seu interior.


As sensações que a enchiam eram mais que físicas. Eram mais que prazer. Enquanto ela se ajoelhava diante dele. Seus ombros diretamente contra o colchão, seu traseiro levantado em preparação a sua invasão, ela começou a entender o que ele queria que sentisse. Soubesse.


Submissão.


Não fraqueza. Não proteção ou um sentimento de restrição que a asfixiava. O que ela sentiu a fez voar precipitadamente com um conhecimento que sabia que a mudaria para sempre.


A surra só a tinha preparado. As palmadas curtas e acesas da palma de Harry só a tinham conduzido mais alto, lhe dando mais fome. A mescla de prazer… os dedos de Harry que acariciavam seu sexo, que desciam em seu interior, enchendo o espaço escorregadio de sua vagina e a faziam gritar pelo orgasmo. A dor, a surra ligeira, os dedos que se travavam dentro de seu ânus, abrindo-a e preparando-a, deixavam-na louca.


- Assim, carinho. - O áspero cantarolar acariciou seus sentidos quando finalmente, benditamente, ela sentiu a ponta roliça de seu membro acariciar contra a entrada traseira em vez de seus dedos.


Ela não podia acreditar que se apoiava nele, miados desesperados pela necessidade saíram de seus lábios quando sua largura grossa começou a apertar, esticando-a e queimando-a.


- OH meu Deus. Harry. Não acredito…


- Não pense. - Sua mão aterrissou em seu traseiro outra vez enquanto sentia a cabeça acesa de seu membro violar a porta virgem.


Seus olhos se arregalaram, aturdidos, surpresa e prazenteira dor a encheram amotinando-se em seu sistema enquanto sua ereção seguia afundando-se em seu interior. Terminações nervosas que nunca soube que possuísse flamejaram à vida enquanto Harry grunhia duramente atrás dela.


Suas mãos agarraram seus quadris, sustentando-a firmemente no lugar enquanto ele começava a trabalhar em seu interior. Devagar, muito devagar. Polegada por polegada ela sentiu a invasão, estendendo-a, afundando-se nela quando estalos rápidos de dor e prazer começaram a chispar ao longo de suas terminações nervosas.


Pareceu continuar para sempre, os impulsos lentos e suaves que esticavam a abertura apertada, fazendo-a mover-se em espiral de êxtase. Até que ele fez uma pausa, sua respiração atrás dela era áspera e a polegadas para que sua ereção a enchesse totalmente.


- Sou seu companheiro. - grunhiu ele quando com um impulso final a embainhou até o punho e a fez gritar ofegantemente contra a força de sua invasão. Não havia nenhum protesto quando os músculos de seu traseiro começaram a chupar a longitude endurecida. Só prazer. Só êxtase. -Você seguirá. Eu liderarei.


Ela sacudiu sua cabeça desesperadamente, com os músculos de seu traseiro apertando ao redor da ereção palpitante de Harry enquanto esta perfurava seu corpo.


- Você seguirá. Eu liderarei. - grunhiu ele outra vez, sua mão aterrissou em seu traseiro uma vez mais.


Ela deveria estar furiosa. Ela deveria enraivecer e tentar o que fosse para evitar sua presa. Pelo contrário, gemia como uma patética escrava amorosa impaciente por mais.


- Me sinta, Hermione. - Ele veio sobre ela então, movendo seus quadris, retirando-se ligeiramente antes de entrar em seu interior outra vez.


- Sim… - Ela só podia ofegar, pedir mais. OH Deus, isto era incrível. Era mais que incrível.


Ela sentiu que seu cabelo roçava seu ombro, sentiu seus dentes arranhando-a em advertência.


Ah homem, ele ia mordê-la outra vez. Podia senti-lo chegar.


Ele riu entre dentes pelo contrário, arrastando seus dentes sobre sua carne, lambendo nas feridas dali enquanto devagar começava a retirar sua inchada carne de seu traseiro.


Hermione ofegou, assombrada pelas sensações que se precipitavam por ela. A carne ultra-sensível se queimou perto do êxtase, agarrando, apertando na ereção que se retirava enquanto ela gemia pela desilusão. Ele não podia abandoná-la agora.


Ele não podia retirar-se…


Sua costa se arqueou enquanto um grito saía de sua garganta. O impulso feroz dentro de seu traseiro fazia o prazer aceso estender-se por sua matriz e seus clitóris. Ela tremeu sob ele, empurrando para trás e conduzindo-o mais profundo.


- Eu lidero, você me seguirá. - grunhiu ele em seu ouvido, sua voz era áspera - Me dê sua promessa, Hermione, e darei a liberação. Posso fazer isto durante horas. Enquanto você deseja. Enquanto eu desejo. Seu traseiro está tão quente, tão apertado. - cantarolou ele.


Ela sabia que ia render-se. A transpiração gotejava de sua testa e cobria seu corpo. Podia sentir os sucos fluindo de seu sexo, seus nervos rebelando-se pela necessidade do orgasmo.


- Me deixe dirigi-la, Hermione. – Sua voz a tentou, atormentou-a. - Como a dirijo aqui, me deixe a dirigir em batalha também, carinho. Me deixe te mostrar como… - Seus impulsos aumentaram em intensidade, fazendo seus sentidos naufragar enquanto o prazer explodia por seu sistema.


- Deus, sim. - gritou ela - Seu bastardo. Mas Por Deus que se tentar me mimar o matarei. O matarei, Harry.


- Mimá-la? - Ele gemeu, sua voz era um grunhido feroz, triunfante - Mimá-la assim?


Estes não eram mimos. Isto era domínio em sua forma mais primitiva. Era uma reclamação. Uma exigência de submissão a que ela não tinha nenhuma outra opção que responder.


- Agora me prometa isso. - Ele a sustentou na borda, resistindo deixá-la voar, mantendo seus impulsos profundos e medidos.


- Prometo-o, maldição. - gritou, o desespero palpitava por ela - Agora faça, maldito seja.


Ele passou uma mão por baixo dela, torcendo entre suas coxas e inundando dois dedos profundamente dentro de seu dolorido sexo enquanto empurrava com força e profundamente dentro do tecido fibroso apertado e apaixonado de seu traseiro.


As estrelas explodiram atrás de seus olhos fechados. Não, estes não eram mimos. Era luxúria em sua forma mais crua. Isto era uma concessão. Seu membro arpoou em seu traseiro enquanto seus dedos fodiam seu sexo, conduzindo-a mais alto enquanto o prazer explodia através de seus sentidos.


Seu orgasmo se estendeu por ela. Ela apertou na ereção pistoneante, agarrando-o, ordenhando-o enquanto era lançada além da realidade, de preocupações e de cuidados em um mundo de luz e de êxtase.


Um mundo que consistia só em Harry e no prazer.


- Boa garota… Tão quente e doce.


Ela voltou para a terra devagar, tremendo sob seu corpo duro enquanto ele acariciava seu estômago e sussurrava perversamente em seu ouvido.


- Vou matá-lo. - ofegava ela - De verdade, Harry. Está morto. Logo que possa me mover outra vez.


Ela gemeu asperamente quando o sentiu retirar-se. Ele estava ainda duro apesar do orgasmo que ela sabia o tinha varrido também. Ela havia sentido que a condenada lingüeta a acariciava dentro de seu traseiro, deixando-a louca enquanto seu orgasmo se impulsionava por ela.


- Então só terei que me assegurar de que não possa se mover até que mude de opinião. - Sua voz era preguiçosa, não saciada, mas satisfeita.


Ela resfolegou pelo pensamento, virando-se para olhar enquanto ele desaparecia no banheiro.


- Você acredita que é condenadamente duro, não é? - chamou ela do outro quarto - A grande e dura raça que conseguiu o que queria. - Doía o fato de que ela era tão fraca contra os impulsos sexuais que ele pudesse exercer poder sobre ela.


Ela levantou os olhos para o teto enquanto escutava a água correr, um pequeno cenho franzido pregava sua cara com o pensamento de como tinha cedido facilmente. Ela nunca se rendia, não a menos que quisesse fazê-lo. Compreendendo que no final ela havia querido o que ele podia lhe dar mais do que queria a liberdade que apenas tinha provado, era confuso.


- Você não abandonou nada, Hermione. - Sua cabeça se sacudiu para o lado, seu olhar se fechou em sua forma nua e poderosa enquanto ele se apoiava contra a porta do banheiro.


Nu, ele era condenadamente intimidante. Inclusive mais que quando estava vestido. O duro músculo se curvava sob a carne dourada enquanto estava em pé diante dela como um safado deus do sol. Quando havia se quebrado tanto a natureza para acasalá-la com a criatura de ouro que estava em pé doutro lado do quarto?


Ele era selvagem e livre. Isso estava em seus olhos, no modo no qual ele sustentava seu corpo e em sua expressão. Não havia nada contido nele, nada domado. Não como ela. Lutando para esconder-se e para sepultar seus sonhos.


- Como sabe? - Ela se levantou da cama, sacudindo sua bata sobre seu corpo nu a pesar do cenho franzido que enrugou sua sobrancelha diante de seu movimento.


- Porque eu gosto de selvagem. - Ele se endireitou, movendo-se devagar para ela, a longitude ainda endurecida de seu membro brilhou molhadamente - Porque não tomarei nada de você. Nem sua liberdade nem suas opções. Mas conhecerei suas forças e suas fraquezas. Tenho que fazê-lo, do contrário não poderá haver nenhuma confiança entre nós como companheiros.


Companheiros. Um calafrio a percorreu ante aquela palavra. Ela nunca tinha tido realmente um companheiro, só uns amigos muito íntimos que quase morreram por sua culpa.


Hermione apertou os dentes, lembrando a missão de formação durante seu ultimo ano na Academia. Esta tinha sido um desastre; sua única salvação tinha sido o fato que ninguém havia compreendido o que tinha estragado horrivelmente.


A raiva esmagadora e o ódio do autor a tinham congelado, fechando sua mente, enchendo-a de dor quando ele deslizou diante da rede que tinham posto para ele. O desastre tinha sido quase fatal, e ela jurou então que não aconteceria outra vez.


- Hermione. - Ele chegou mais perto, ignorando-a quando ela retrocedeu diante dele, sua expressão era tranqüila e sossegada. Ela odiava essa expressão. Isto significava que ele tinha decidido algo e ela ia concordar com ele.


- Tenho que pensar… - Ela inalou em um fôlego profundo e duro quando ele a fixou contra a parede, o calor de seu corpo pareceu envolvê-la enquanto pressionava suas mãos contra seu peito em protesto.


Ao menos ela tentou dizer que isto era um protesto. Ela ia afastá-lo… em um minuto.


- Pensar só a meterá em problemas. - grunhiu ele outra vez - Vi quando começa a pensar. Tem idéias estranhas.


- Como o que? - Isto a surpreendeu. Suas idéias sempre lhe pareceram absolutamente sensatas.


- Como a de apontar um atordoante em meu membro naquele canyon. - grunhiu ele enquanto seu olhar se acendia pela diversão - Garota má, Hermione. Podia ter disparado por acaso.


Ele se apertou contra ela, baixando seus joelhos enquanto cravava suas mãos em seu traseiro para levantá-la mais perto daquela carne endurecida e quente. Sua bata se separou, dando acesso perfeito a ela enquanto seu membro deslizava contra a umedecida e dolorida carne de seu sexo.


- Eu sabia o que fazia. - ofegou ela, sentindo que seus joelhos se debilitavam enquanto a cabeça de seu membro separava seus lábios interiores.


- Certamente o fez. - cantarolou ele enquanto sua cabeça baixava para permitir que seus lábios acariciassem sua mandíbula.


- Talvez não. - Sua cabeça retrocedeu contra a parede enquanto um sorriso brincalhão curvava seus lábios - Pensando melhor, talvez devesse ter disparado… OH Deus… Harry!


O feroz e duro impulso dentro das profundidades escorregadias de seu sexo enviou estremecimentos de reação correndo por seu corpo.


Ele estava agasalhado em suas mesmas profundidades, a cabeça de seu membro esfregando sensualmente sobre a entrada de sua matriz quando ele se dobrou em seu interior.


Ventos velozes de consciência elétrica chamuscaram por suas terminações nervosas quando o prazer começou a tentar à dor, criando uma mescla de sensações que lhe arrebataram o fôlego e a deixaram ofegante.


Suas mãos se sujeitaram apertadas em seu musculoso pescoço enquanto a luxúria ardia e a emoção em seu olhar chamuscava seu cérebro. Seus olhos estavam fixos nos seus, resistindo permitir que ela os fechasse. Ela não desejava fechá-los. Desejava olhar a labareda de prazer nas ricas profundidades douradas de seus olhos quando ele começou a mover-se devagar, arrastando sua ereção dela até que só a inchada cabeça permaneceu. Então com um duro puxão de seus quadris ele se sepultou em seu interior outra vez.


Prazer aceso. Uma tralha de calor e intensidade intumescendo a mente. Os golpes pesados de sua inchada ereção enchendo-a e transbordando-a. Estirando-a com tal força erótica que ela só podia lançar um grito e suplicar, suplicar por mais enquanto ele a fodia com preguiçosos e profundos impulsos. Seus lábios brincaram com ela, sua língua acariciou dentro e fora de sua boca e o doce gosto do hormônio de Acoplamento levou seu prazer mais alto.


Não era o hormônio o que a fazia querê-lo, era a sua necessidade, decidiu ela. O hormônio convertia o êxtase em algo mais, fazia o prazer mais vibrante, seu corpo muito mais capaz de relaxar-se e de aceitar a intensidade de uma luxúria que teria aterrorizado a maior parte das mulheres.


Mas este era Harry. Seu Harry.


Seus lábios capturaram sua língua, usando-a. Ela envolveu a dele com a sua enquanto seus quadris começavam a mover-se mais rápido e seu membro se impulsionava nela com golpes que martelava e destruíram seus sentidos.


Selvagem. Livre. Ela voava.


A explosão resultante se estendeu por sua matriz, fazendo tremer seu sexo e enviando-a gritando para o orgasmo. Ela sentiu que seus músculos freavam sua ereção, ouviu seu áspero grunhido animal e sentiu a impressão repentina e acalorada da lingüeta que se estendia de seu membro.


Esta se fechou em seu interior, mantendo-o no lugar e enviando-a para outra série catastrófica de explosões que não pareceram acabar nunca. Isto acariciou e esfregou a área ultra-sensível em que estava encolhida.


Duros e pulsantes estremecimentos se verteram por ela quando a cabeça de Harry baixou a seu pescoço. Seus dentes beliscaram, sua língua acariciou na pequena ferida que tinha deixado ali. Suas mãos se dobraram em seu traseiro enquanto seu pênis se dobrava em seu interior até que, final e misericordiosamente, o prazer quase doloroso começou a retroceder e ela caiu em seus braços.


Hermione era apenas consciente de que Harry se movia até que sentiu a saída lenta de sua ereção de sua sensível vagina e, um segundo mais tarde, a almofada consoladora do colchão em suas costas.


- Permaneça longe dos problemas. - murmurou ela quando transformou sua cabeça em travesseiro, permitindo ao esgotamento reclamá-la finalmente - Estou muito cansada para salvar seu traseiro.


Harry a olhou silenciosamente quando o sono a roubou de seu lado, acalmando as emoções caóticas que formaram redemoinhos entre eles. Sua mente tinha fechado todos os processos de pensamento, finalmente.


A perseguição, o acidente e o sexo. A combinação de atividades cheias de adrenalina se estrelou finalmente em seu interior.


Como se estrelavam dentro dele.


Ele se estendeu ao lado dela, atirando o lençol sobre eles para protegê-la da frieza do quarto antes de fechar seus olhos também. As raças que guardavam a casa os manteriam seguros por esta noite. Eles partiriam quando ele se levantasse, dirigindo-se ao estrangeiro para lutar contra uma batalha muito mais importante que a que ele empreendia aqui, neste deserto. Ele era uma raça cuja obstinada companheira repelia a segurança do Santuário.


Havia muitos outros aí como uma desesperada necessidade de sair do inferno. A comunidade felina não tinha nenhuma outra opção, só concentrar seus esforços ali. Tinham ficado tão poucos deles.


Ele permitiu que sua mão alisasse os fios longos de seu cabelo de seda. Desfrutando de sua sensação, sua lembrança rodeando seu corpo, acariciando-o com pequenas ondulações sensuais de prazer.


Ela era um tesouro, um que ele nunca tinha esperado encontrar em sua vida. Agora, sua proteção poderia ser sua maior batalha. Porque ele sabia que quem quer que seja ou quem fosse que se aproximava deles não tinha nenhuma intenção de deixar qualquer deles vivo.


Só podia rezar para que sua experiência e treinamento pudessem tirá-los disso.


 


 

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