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1. Uma nova chance


Fic: Harry Potter e a magia dos Spoot


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já era noite em Londres e diferente do verão passado, o ar parecia mais nebuloso que o normal do anormal. Os trouxas que são a maioria da população não percebiam coisas estranhas acontecerem bem debaixo do seu nariz, pela interferência do Ministério da Magia e o Primeiro-Ministro deles. Mas a população bruxa exigia medidas do atual ministro. Afinal Alvo Dumbledore, o único que Aquele-que-não-deve-ser-nomeado já temeu, foi assassinado; a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts está para fechar; e as mortes, torturas e desaparecimentos não param.


Tudo isso passava pela mente de Remo Lupin quando ele pegou o tão temido embrulho nas mãos. Ele lembrava do que Dumbledore o havia dito há dois meses atrás. Foi a última vez que ele conversou com ele. Eles se encontraram na Cabeça de Javali, Dumbledore estava abatido, parecia cansado, mas Remo não percebeu. Afinal para ele, Dumbledore era invencível.


_ Remo, preciso que você me faça um grande favor.


_ É claro Prof. Dumbledore.


_ Preciso que você fique com isso_ e lhe entregou um embrulho tão sujo quanto à mesa em que estavam.


_ O que é isso?


_ Não faça perguntas, por favor! Apenas use-o quando eu não estiver mais aqui.


O tom de voz de Dumbledore indicava que não era para ser usado em uma viagem e sim...


_ Professor Dumbledore...


_ Eu sei que você entendeu, Remo_ disse Dumbledore com um sorriso um tanto forçado no rosto_ Somente faça o que pedi e não conte a ninguém sobre isso.


Essa era a hora. Ele não sabia o que significava aquilo e sem esperar mais, rasgou o embrulho e viu um objeto muito antigo. Era um espelho bem pequeno, ao seu redor havia coisas escritas em uma língua que ele nunca viu antes. O espelho só refletia o rosto, se o refletisse, porque na verdade ele viu um quarto em miniatura que poderia ser de bonecas. Foi isso que ele viu no primeiro momento, até que de repente, ele viu uma porta se abrir e aparecer com mais nitidão:


_ Mas isso não pode ser...


Remo pensou estar louco, se aquele rosto não tivesse falado:


_ É você Remo?


"Não pode ser ela, afinal ela está morta."


_ Olha aqui, se for o verdadeiro Remo Lupin e não um Comensal da Morte, ele vai me responder sem gaguejar ou errar. O que eu te dei de presente de aniversario de 22 anos?


_ Uma cueca roxa com listras amarelas que encolhe o...


_ É você! Graças a Merlin, Remo, por pouco pensei que fosse um Comensal.


_ Stephanny como pode ser você, afinal você estava morta!


_ Isso é uma longa historia, Remo. Que eu só irei contar quando chegar aí. Agora presta atenção, eu estarei aí em Londres daqui a dois dias. Espere-me no Caldeirão Furado. E não conte a ninguém sobre o espelho e sobre mim. _ Stephanny arrumava todas as suas coisas e as ajeitava na mala, enquanto falava com um Remo espantado com a sua rapidez_ Aguarde o meu sinal!


Logo depois como uma TV sem sintonia, o espelho não refletiu nada. Remo voltou para o seu quarto. Ainda atordoado com tudo que acabara de passar, ele enfiou o espelho no sobretudo e saiu. Tonks nem percebeu que ele acabara de sair.


 


 


"Como estão as coisas por lá? Como será que ele morreu?" Essas e outras perguntas bombardeavam no cérebro da Stephanny. Afinal ela tinha passado 16 anos, longe de tudo e de todos, e agora ia voltar. Todos achavam que ela estava morta, mas iria desmenti-los, iria enfrentá-los. Ela sabia que não seria fácil, seria doloroso sem Dumbledore. <br>


Às 48 horas seguintes foram de pura aflição e ansiedade por parte de ambos. Remo queria saber, perguntar, ver a Stephanny. Afinal para ele e todos do mundo bruxo ela tinha morrido por overdose quando injetou uma grande dose de heroína no organismo. Todos sabiam disso, tinha sido um escândalo em todo o mundo bruxo, uma bruxa de família rica e sangue-puro morrer por coisas trouxas. Era loucura, é verdade! Mas ninguém nunca desconfiou, porque Stephanny Spoot era bem capaz mesmo. Já a própria Stephanny pensava no mesmo assunto com malícia. Afinal ela sempre quis saber como foi a reação de todos quando souberam de sua morte, e esse era o momento.


Depois do que pareceu um século, Remo sentiu uma vontade insuportável de pegar no espelho. Ele estava em uma das reuniões da Ordem, pediu licença, alegando ir ao banheiro, mas parou em um corredor vazio, e pegou o espelho. Ele emanava um brilho alaranjado e logo quando o viu, percebeu que Stephanny estava ali.


_ Já chegou? _ perguntou ele, não contendo mais a curiosidade.


_ Estou no quarto de n° 11 e o meu nome é Catherine Willykon. Ninguém desconfia. Espero você às 11h30min. Não atrase.


Era incrível como a Stephanny não tinha mudado nada. Era a mesma que o chamava de "certinho-demais-para-ser-maroto". A mesma que ele viu tantas vezes fumando cigarro de trouxas e bebendo uísque de fogo. E a mesma que dançou com Snape no baile de despedida, deixando Sirius espumar de raiva.


Remo sabia que ia ser difícil. Tonks já estava desconfiada do seu comportamento dos últimos dias. Mas pensando em uma maneira de se entender com ela depois, Remo voltou para a reunião, mas antes não tivesse ido, pois a sua cabeça estava em Stephanny e tudo que a envolvia.


_ Bem, Remo e Tonks vão vigiar o Ministério até as 3 horas.


Como despertado de um transe, Remo gritou:


_ Hoje??


_ Sim, Remo alguma objeção?


_ É que... Bem... É que não vai dá.


_ Posso saber o porquê, Remo Lupin?_ perguntou Tonks, fuzilando-o com o olhar.


_ Bem é que... Bem vocês precisam confiar em mim. A única coisa que eu posso dizer agora é que eu não vou poder vigiar nada hoje.


_ Remo confia na gente, pode falar.


_ Deixa para lá Moody, ultimamente ele anda cheio de segredo.


_ Tonks, tente entender...


Mas Tonks continuou zangada e não falou nada com ele até a hora que ele ia aparatar.


_ Você vai sair?


_ Tonks, olha...


_ Remo só me diga uma coisa, isso não é mulher, é?


Ele não queria e nem conseguia mentir. Também não podia dizer a verdade, pois a Stephanny tem jeitos bastante cruéis para conseguir o que quer.


_ É sim. _ disse finalmente. Mas se arrependeu do que disse quando a olhou. Ela tinha ficado pálida e dos seus olhos, as lagrimas teimavam em cair. Aquela cena era de cortar o coração, Remo amava Tonks, mas era melhor ela pensar assim. Afinal ele tinha que cumprir o pedido da Stephanny, nem que para isso o seu amor o odiasse. E sem dizer mais nada ele aparatou.


Sabia que não era a hora, mas mesmo assim, foi direto para o Caldeirão Furado. Chegou lá, pediu uma bebida e tomou no balcão. O bar não estava como antes, parecia bem mais vazio. Remo tomou três cervejas amanteigadas e quando olhou o relógio viu que já era a hora. Avisou ao Tom que ia ao quarto de n° 11, pois alguém o esperava.


Como era estranho estar ali, pensava Stephanny. Ela ficou longe e agora estava de volta a terra natal, mas parecia que nunca tinha saído dali, pois lembrava de tudo que passou em sua vida e dos lugares onde viveu. A Mansão Spoot, que odiava e aprendeu a amar, a Casa dos Black, onde descobriu o primeiro amor, Hogwarts, o começo de tudo e a Mansão Malfoy, onde passou os piores momentos de sua vida. Tudo parecia tão distante, até ser acordada de mais um de seus transes, pelas batidas da porta.


_ Visita, quarto 11.


_ Pode entrar.


Remo entrou e procurou por ela. Estava na janela de costas para ele, era a mesma, só tinha mudado o cabelo, pois não era mais aquele loiro desbotado e comprido, mas sim um loiro levemente ondulado e bem cuidado. Foi então que ela se virou. Simplesmente o tempo não passou para ela.


_ Oh, Remo.


Disse isso e se agarrou a ele como se fosse morrer. Começou a chorar e suas lagrimas caiam na capa dele. Ele por sua vez, acariciava seus cabelos, como sempre fazia quando ela deixava.


_ Stephanny... _ ele tentou falar, mas percebeu que sua voz não saía tamanha sua emoção por vê-la.


_ Remo, eu vou ficar calma. Pareço melhor? _ Ela secou o rosto com a palma das mãos e agora exibia aquele sorriso encantador para ele, mas fatal para alguns.


_ Sim. Você não mudou nada, Stephanny. Mas porque essa mentira, por que...


_ Remo eu vou te contar tudo. Mas antes eu vou enfeitiçar o quarto contra ouvidos curiosos.


E dizendo isso, tirou a varinha do bolso de suas vestes, murmurou um feitiço para a porta e logo depois configurou uma bandeja com xícaras, biscoitos e chá. Tudo isso em cima de uma mesa no quarto.


_ Aceita?


_ Não, obrigado.


_ É uma longa história sabe, eu cheguei a poucas horas e estou morta de fome. Portanto você tem certeza?


_ Absoluta.


_ Ok. Remo você se lembra da ultima vez que vimos Lily e Thiago?


_ Como eu poderia esquecer? Eles estavam tão confiantes.


_ Então eu também estava. Acreditei que Sirius jamais trairia eles. Mas não falemos disso. O que aconteceu, aconteceu, nós não podemos mudar. Portanto eu sabendo do ocorrido com a Lily e o Thiago, fui até Dumbledore, afinal sou madrinha do Harry. Queria saber como seria o seu futuro sem os pais...


Naquele momento, pareceu que todo o gelo e frieza que ela criou para falar sobre esse assunto tinham desaparecido. Mas foi só por um momento, pois ela se levantou, abriu uma pequena mala e dela tirou uma penseira. Tirou uma lembrança de sua cabeça e se virou para Remo.


_ É melhor você mesmo ver, o que passou tanto tempo.



FLASHBACK



 


_ Dumbledore, eu vim pegar o Harry.


_ Ele não está aqui, Stephanny.


_ Como "ele não está aqui"?


_ Ele está com a família dele.


_ Do que você esta falando? Que família o Harry tem... Não! Você não fez isso!


_ Stephanny fique calma e entenda...


_ Você não podia ter deixado ele com aqueles trouxas!


_ Eles são os tios dele, vão saber cuidar dele.


_ Maltratar você quer dizer! Dumbledore eu posso muito bem cuidar dele, aliás essa é a minha obrigação como madrinha.


_ Eu sei Stephanny, mas você não poderá cuidar do Harry por duas razões: a primeira é que ele precisa ficar com alguém que tenha o mesmo laço sangüíneo para protegê-lo, e o segundo motivo é sobre um pedido que eu vou fazer para você.


_ O que é?


_ Quero que você vá embora e só volte quando eu estiver morto.


_ O quê? Você só pode estar louco!


_ Não é loucura, Stephanny. Eu estou te pedindo que vá embora e só volte...


_ Pare! Você não vai morrer. Pare com isso! Já chega a Lily e o Thiago.


_ Stephanny isso é inevitável. Todos nós um dia morreremos. E eu quero que quando isso acontecer, você estege bem longe e em segurança. Por favor, Stephanny eu jamais vou me perdoar se mais alguma coisa acontecer a você. Eu prometi aos seus pais e não cumpri.


_ Eu não deixei.


_ Mas agora vou recompensar o tempo perdido.


_ Eu não vou!


_ Stephanny...


_ Eu... Eu não posso deixar o Harry.


_ Nós já conversamos sobre isso.


_ Eu não posso deixar... Sirius! É isso! Eu não posso deixar o Sirius.


_ Sirius traiu Thiago e Lílian e fugiu.


_ E você acredita que ele matou Pedro?


_ Não. Mas nem eu, nem você podemos fazer nada.


_ Dumbledore, para que isso? Por quê? Está tudo bem agora.


_ Isso é uma trégua. Eu e você sabemos bem disso. Portanto, pode durar dias, semanas, meses talvez; mas Voldemort vai voltar, algum dia, mas vai. Então pela alma de sua mãe, me escute Stephanny e vá embora daqui.


_ E como eu vou ficar, quando eu vou voltar, enfim como as coisas vão sair sem mim, Dumbledore?


_ Pegue esse espelho, ele é um comunicador. Eu vou ficar com uma parte e você a outra. Ele será usado somente uma vez, por alguém da minha extrema confiança.


_ Para você ter tanta certeza, e porque isso que você diz é uma profecia, não é?


_ É sim. Por isso quero você longe daqui.


_ Ok., mas vão sentir minha falta, e como você vai fazer?


_ Amanhã, você ira aparecer na capa de muitos jornais e revistas bruxos, como a primeira bruxa a morrer por drogas trouxas.


_ Ha, ha, ha, essa é a desculpa?


_ É, eu sabia que iria gostar.



FIM DO FLASHBACK



_ E foi assim que eu menti e Dumbledore também.


_ Eu jamais pensaria que Dumbledore pudesse mentir a esse respeito.


_ Foi a única maneira que ele achou para todos os bruxos saberem que eu morri.


_ Você não faz idéia do quanto eu me desesperei.


_ Pois eu achei super divertido, uma bruxa morrer por overdose e todos acreditarem, é realmente hilário.


_ Mas de você, todos sempre esperaram tudo. Mas vamos falar de um assunto sério. O que você pretende fazer? Vai contar a todos que está viva?


_ Não. Ainda é segredo, pelo menos até eu falar com a McGonnagal. É ela a nova diretora, não?


_ É.


_ Pois então, eu preciso ir até Hogwarts, pegar um pergaminho que vai me dar o poder de usar o meu verdadeiro rosto.


_ Mas você não está usando-o agora?


_ Sim, Remo, mas só para você e alguns poucos amigos, mas isso é magia, não é permanente.


_ Entendi. Mas pelo menos você vai contar para a Ordem.


_ Não sei Remo, talvez. Agora é melhor você ir, já está tarde.


_ E a Tonks vai me matar.


_ Namorada nova?


_ Correção: esposa.


_ Remo, que notícia maravilhosa! Meus parabéns fico muito feliz por você! E ela é legal?


_ Ela é linda, inteligente e tem um jeito super irreverente. Chama-se Tonks e eu tenho certeza que você vai adorar ela.


_ Tenho certeza que sim. Pelo menos se for verdade tudo que você me disse, ah, eu vou gostar dela sim.


_ Bom é melhor eu ir. Ah, Stephanny eu posso contar a ela sobre você?


_ Sim, mas não se esqueça que ainda é segredo.


_ Tá bem. Quando te vejo de novo?


_ Logo, logo. Eu vou amanhã mesmo para Hogwarts, e depois darei noticias.


 

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