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1. CAPÍTULO I


Fic: Amando o Homem Errado - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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passei correndo só pra postar...

Brigadaum os comentários...

Bjus...

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Vagarosamente, Hermione ajoelhou-se em frente à pequena fogueira que acabara de erguer, indiferente à umidade do chão, molhando os joelhos da calça jeans. Os fracos raios do sol da tarde iluminavam-lhe os sedosos cabelos castanhos, mudando-os para uma cor mais clara. Com ar grave, ela riscou um fósforo e acendeu o fogo, como se estivesse diante de uma pira funerária.
Na verdade estava, Hermione admitiu, vendo as chamas devorarem a caixa de madeira contendo objetos e fotos, recordações do passado.
Erguendo-se, colocou as mãos nos bolsos, para não ceder ao impulso de retirar a caixa do fogo antes que fosse totalmente consumida.
Está consumado, pensou, fechando os olhos para não ver o símbolo de quase uma década de devoção e amor, destruído pelas chamas.
Uma brisa fria soprou, alvoroçando-lhe os cabelos e atiçando o fogo como um rodamoinho. Um punhado de fotografias voou para fora da fogueira, a maioria delas carbonizadas. Apenas uma, ainda reconhecível, mostrava o contorno de seus próprios lábios, impresso com batom levemente rosado.
O destino parecia decretar que aquela foto não devia ser destruída e, quase sem forças, ela abaixou-se para pegá-la.
Entretanto, o vento soprou novamente, levando o rosto do amado Rony, com o beijo de batom, para fora de seu alcance. Com um gemido abafado, Hermione correu atrás da foto, mas alguém chegou antes e pegou-a.
Com expressão de zombaria, ele olhou primeiro para a foto e depois para Hermione.
— Harry! — ela gritou com raiva, enquanto ele se aproximava, olhando para a fogueira.
Rony era brilhante, carinhoso, risonho e de bom gênio. Harry era totalmente o contrário. Raramente sorria, pelo menos para ela. Mesmo as pessoas que o aprovavam, como a mãe de Hermione, eram obrigadas a admitir que ele não era uma pessoa de fácil convivência.
A mãe dela o defendia, alegando que seu gênio difícil devia-se ao fato de que, muito cedo, ficara no lugar do pai.
“Afinal de contas”, ela dizia “Harry tinha apenas vinte anos quando Howard morreu, deixando-lhe a responsabilidade da família e dos negócios.”
Defendia-o, porque era seu sobrinho. Hermione, porém, antipatizava com ele e sabia que o sentimento era recíproco. O que a indignava era que as pessoas que conheciam os dois irmãos diziam que Harry era o mais bonito.
“Ele é irresistivelmente sexy”, uma das garotas que trabalhava para a empresa da família dissera uma vez. “Aposto que, na cama, ele é uma experiência que só acontece uma vez na vida”, a moça completara, sem pudor.
Hermione estremecera, ouvindo-a falar. Se ela soubesse quem era realmente o verdadeiro Harry não pensaria assim. Pessoalmente, Hermione achava que ele seria a última pessoa no mundo por quem se apaixonaria. Rony era o único capaz de preencher o vazio que havia em seu coração, em sua cama, em sua vida, enfim.
Fora na festa de seu décimo segundo aniversario que ela olhara para Rony, no outro lado da mesa e se apaixonara perdidamente. Desde então o amara, rezando para ser amada também, não apenas como prima, mas como mulher. Ele nunca retribuíra seu amor sincero.
Em vez disso, Rony se apaixonara pela linda e graciosa Luna. Luna, que agora era sua esposa... Luna, a quem, apesar de tudo, Hermione não conseguia odiar, mesmo que tentasse.
Rony e Harry não se pareciam muito, sendo irmãos, Hermione agora concluía, olhando para Harry, embora os dois tivessem a mesma estatura e impressionantes ombros largos.
Da mesma forma que Rony, Harry herdara da mãe, italiana, a cor clara da pele, mas era mais agressivamente masculino do que o irmão. Seu olhar frio era de gelar o sangue, a uma distância de três metros. Os cabelos, pretos, eram mais escuros do que os de Rony e brilhavam como ônix, à luz do sol.
Hermione não era tola. Percebia que, fisicamente, qualquer mulher poderia se interessar por um homem com o biotipo de Harry. Ela, porém, nunca o achara atraente. Para complicar, considerava-o genioso, frio, com um temperamento estourado, que o deixava capaz de destruir o que viesse pela frente.
— Que diabo está acontecendo? — ele perguntou.
Hermione olhou-o ferozmente. Harry ainda não olhara para a fotografia que pegara do chão. Ela tentou tomá-la de sua mão, sem sucesso.
— Mamãe e papai saíram — informou com ar de ofendida. — Estou sozinha em casa.
— É com você que eu quero falar — ele declarou em tom educado.
Hermione não pôde deixar de notar que Harry estava imaculadamente vestido, usando um terno caro, sapatos bem engraxados e camisa branca impecável. Qualquer outro homem ficaria ridículo, vestido daquela maneira, junto de uma fogueira, Hermione pensou. Por que ele não ficava? E por que a fumaça insistia em ir na direção dela e não na dele?
A vida não era mesmo fácil.
Seus olhos encheram-se de lágrimas, mas ela pestanejou, evitando que caíssem.
— Qual o propósito de todo esse sacrifício, Hermione? — Harry perguntou. — Por acaso espera que surja o amor de Rony por você, como uma fênix nascendo das cinzas?
— Claro que não — Hermione negou prontamente, fazendo-se de desentendida.
Aquilo era típico de Harry. Só ele faria aquele julgamento, só ele seria capaz de acusá-la tão injustamente.
— Se quer realmente saber — ela replicou com amargura, — estou fazendo o que você me mandou, há muito tempo atrás. Estou tentando esquecer que Rony não... nunca mais...
Suspirou fundo para conter as lágrimas.
— Vá para o inferno, Harry — desabafou. – Você não tem nada a ver com isso... não tem o direito...
— Rony é meu irmão, lembre-se. Sinto-me no dever de protegê-lo de...
— Protegê-lo do quê? Do meu amor? — ela riu nervosamente.
— Seu amor! — Harry zombou. — Você nem sabe o significado dessa palavra! Aos vinte e dois anos, deve se achar uma mulher madura, mas não passa de uma adolescente perigosa, tanto para si mesma como para quem está a sua volta.
— Não sou adolescente! — Hermione negou, furiosa, sentindo o sangue subir-lhe ao rosto.
— O modo como não controla seus sentimentos comprova isso — Harry observou com frieza. — Como uma adolescente, está cheia de auto piedade, em nome do suposto amor que sente por Rony, não correspondido. Se não bastasse, não se envergonha de mostrar aos outros a sua tristeza.
— Não é verdade — Hermione rebateu. — Você...
— É verdade, sim. Veja como se comportou na festa. Acha que ninguém notou como estava se sentindo?
— Eu não estava fazendo nada — ela protestou, dessa vez pálida de raiva.
— Estava sim — ele confirmou. — Estava tentando fazer Rony sentir-se culpado, e todos ficarem com pena de você. Não é pena que você merece, mas desprezo. Se realmente amasse Rony, colocaria a felicidade dele em primeiro lugar.
— Você não tem o direito de falar assim comigo. Não faz a mínima idéia de como me sinto, ou...
Hermione calou-se, quando Harry gargalhou. O riso sarcástico ecoou no ar da tarde.
— Não faço idéia, Hermione? A cidade inteira sabe!
Ela ficou muda, olhando-o.
— Nada a dizer? — ele provocou.
Hermione respirou fundo. As pessoas sabiam de seus sentimentos, mas não que ela os houvesse demonstrado, como Harry dissera.
Acontecia que ela era muito jovem, quando se apaixonara por Rony e, com o tempo, todos ficaram sabendo. Mas também era verdade que nunca fizera nada para manipular os sentimentos dele.
Hermione lamentava, naturalmente, que as pessoas soubessem de seu amor por Rony, embora sempre tivesse sido discreta. Quando ele e Luna anunciaram oficialmente o noivado, ela fizera um voto secreto, pedindo que, de alguma maneira, eles desmanchassem o compromisso.
Certo, não fora bem-sucedida, mas pelo menos tentara. Teria sido mais fácil suportar, se soubesse que Luna e Rony não estavam realmente apaixonados. Mesmo sabendo que o perdera para sempre, continuava a sentir em seu coração uma dor dilacerante.
E agora, ali estava Harry, deliberadamente fazendo a dor piorar.
— Como me sinto... não é da sua conta — ela conseguiu dizer.
— Não? — Harry olhou-a com ironia. — Bem, então ouça o que vim lhe dizer. Como tradutora-intérprete de nossa empresa, está designada para ir à convenção internacional, na Itália, na próxima quarta-feira.
— Uau! — De repente, Hermione vibrou com a notícia. Meses antes, quando a convenção fora agendada, ela ficara sabendo que Rony iria representar a empresa. Quando ele perguntou se ela gostaria de ir junto, a alegria levou-a às nuvens. A imaginação criou mil fantasias sobre um romance entre os dois.
A realidade, agora, era outra. Mesmo que ele também fosse à Itália, os quatro dias de convenção seriam cheios de reuniões cansativas e entediantes, nada mais. Rony estava casado. Um romance com ele, se já era impossível, tornara-se impensável.
— O vôo já está marcado — Harry informou. — Virei buscá-la às seis e meia da manhã, e iremos para o aeroporto.
— Me buscar? É você quem vai? Mas Rony...
— Rony está em lua-de-mel, como você sabe, e deverá ficar fora mais uma semana. Certamente não está se iludindo, achando que ele seria capaz de interromper a lua-de-mel para viajar com você. Quando vai crescer, Hermione? E entender...
— Entender o quê? — ela o interrompeu, quase totalmente descontrolada. — Continue, diga o que está louco para dizer, Harry. Ou terei que dizer por você?
Levantou o queixo, olhando-o diretamente nos olhos, sem piscar.
— Quando vou entender que Rony não me ama... que ama Luna? — esbravejou. — É isso que ia dizer?
Hermione sabia que tinha os olhos cheios de lágrimas, mas nada podia fazer a respeito.
— Eu sei que Rony não pode ir — disse baixinho, vencida pelas emoções.
O que ela não sabia era que Harry iria no lugar de Rony. Imaginara que qualquer outra pessoa do departamento de vendas poderia ser o representante na convenção. De repente, franziu as sobrancelhas, intrigada.
— Se vai participar da convenção, não precisa de mim — argumentou. — Você fala italiano fluentemente.
Ou pelo menos devia falar, Hermione refletiu. Afinal, a avó de Harry e Rony, por parte de mãe, era italiana, e os dois irmãos costumavam passar as férias com os parentes, na Itália.
— Falo italiano, sim — Harry concordou. — Mas a convenção é internacional, e vou precisar de seus conhecimentos de japonês. Portanto, se está pensando em desperdiçar o tempo sonhando com Rony, quero avisar que iremos para a Itália a trabalho.
— Não lhe dou o direito de me avisar de nada — ela o desafiou. — Conheço minhas responsabilidades.
Hermione lembrava muito bem que Harry fora totalmente contra sua indicação para o cargo de tradutora-intérprete da empresa. Ele alegara que seria um caso de nepotismo e que ficaria mais barato contratar alguém só quando esse serviço fosse necessário.
Essa objeção foi o principal motivo de Hermione querer, obstinadamente, trabalhar para a empresa da família.
Quando a mãe lhe sugerira um emprego na empresa, ela não concordara. A princípio, tivera outros planos para lutar por sua independência. Então, com o desejo de provar seu valor e de ficar mais perto de Rony, decidira aceitar um cargo.
— Eu sei que viajarei a serviço — Hermione destacou a última palavra, com bastante ênfase. — Afinal, não sou eu que...
— Continue — ele pediu, com a voz perigosamente sedosa.
— Bem, não sou eu que tenho parentes na Itália — ela completou, dando de ombros.
— Está querendo dizer que uso a empresa para realizar planos de ordem pessoal?
— Bem, pelo que sei, você não faz parte do departamento de vendas, exatamente — ela comentou com agressividade.
— Como diretor-presidente da empresa faço parte de tudo, Hermione, pode ter certeza. Nem um simples clipe de papel é usado sem meu conhecimento.
Harry disse tudo isso com um olhar tão penetrante que Hermione corou. Ela se lembrou da ocasião em que tomara coisas emprestadas do estoque de papelaria, para uso próprio.
— E quanto aos executivos do departamento de vendas, a presença deles não será necessária, dessa vez – ele informou mansamente.
Hermione fitou-o, surpresa.
— Quer dizer que iremos só nós dois? — quase gritou, não disfarçando um tom horrorizado.
— Exatamente — Harry confirmou.
— Eu não estou... não quero...
Ela começou a falar, mas parou, ao vê-lo sorrindo com amabilidade. Seus instintos avisaram-na do perigo de ser demitida, caso não o acompanhasse. Conhecia-o bem, para saber que ele seria capaz de demiti-la.
— Bem, você é o chefe — concordou estrategicamente, mas suspeitando de que não o enganara.
Quatro dias com Harry na Itália! Ela nem queria pensar. Nada podia ser mais parecido com o purgatório.
Uma nuvem de fumaça saída da fogueira envolveu-a. Ao esquivar-se, percebeu que Harry olhava detidamente para a fotografia que apanhara do chão.
Não era a foto que a preocupava. O que a deixava terrivelmente embaraçada era o fato de o papel estar marcado com beijos de batom.
Uma angustiante sensação de impotência invadiu-a.
Dominada por enorme constrangimento, ela esperou que, a qualquer momento, Harry começasse a rir e zombar. Precisou reunir todas as forças para não tomar a foto das mãos dele.
Entretanto, em vez de zombar, ele apenas olhou para ela e para a foto várias vezes, analisando os detalhes.
Sem poder mais resistir àquela situação humilhante, Hermione decidiu agir. Avançou na direção de Harry. Não foi feliz. Ele percebeu sua intenção e agarrou-a pelo braço.
— Solte-me — ela ordenou, humilhada, debatendo-se para escapar da mão poderosa.
Não tinha a menor chance de libertar-se, sabia, embora seu ego se recusasse a admitir.
Harry tinha perto de um metro e oitenta e cinco de altura, contra um metro e sessenta dela, e era pelo menos trinta e cinco quilos mais pesado. Para piorar, sabia que ele costumava correr regularmente, praticava natação e lutava aikido .
Mesmo assim, cerrou os dentes e exigiu que a soltasse.
— Solte-me... Harry... e devolva minha foto...
— Sua foto?
Desta vez, ele riu tão alto, que Hermione, instintivamente, tapou os ouvidos com as mãos.
— Suponho — ele continuou — que foi só assim que você beijou um homem, não foi, Hermione?
— Não, claro que não — ela mentiu, cuidando-se para que ele não a fizesse se sentir pior do que já estava.
— Não? — Harry fitou-a cinicamente. — Então, quem foi o felizardo? Com certeza não foi Rony. E você sempre afirmou que nunca amou nem amaria outro.
Hermione corou, envergonhada, lembrando que ele estava repetindo suas palavras. Aos dezesseis anos, ela fizera essa confissão, quando Harry perguntara se ainda estava apaixonada por seu irmão mais novo.
— Não foi ninguém que você conheça — ela respondeu com raiva.
— Ninguém que ninguém conhece, incluindo você, seria mais certo dizer — Harry contradisse secamente.
— Não é verdade — ela continuou mentindo.
— Bem, então vamos fazer uma prova, pode ser?
Antes que ela entendesse o que Harry pretendia, viu-se puxada para perto dele e apoiou-se em seu peito para não perder o equilíbrio. Estava tão perto que ouvia-lhe as batidas do coração.
— Harry... — gemeu, olhando-o nos olhos para mostrar sua raiva.
A intenção de reclamar morreu na garganta, quando ela viu o modo como ele olhava para sua boca. Seu próprio coração começou a bater mais forte, os músculos se contraíram, e a respiração tornou-se ofegante. Parecia que não havia ar suficiente para os dois.
Foi como se o tempo parasse repentinamente, e nenhum som pôde sair dos lábios dela, pressionados por um beijo suave.
“Isso não pode ser verdade”, Hermione pensou. “Harry me beijando, é inacreditável.”
Em pânico, ela agitou-se freneticamente, numa tentativa frustrada de livrar-se. Harry impediu-a, prendendo-a contra o corpo com uma das mãos, enquanto com a outra segurava-lhe os cabelos. Prisioneira, ela não pôde escapar de um beijo mais audacioso, que a fez sentir-se extremamente vulnerável.
Notou, envergonhada, que tremia da cabeça aos pés, e, para sua maior humilhação, Harry devia estar percebendo sua inexperiência.
Lágrimas ardentes subiram-lhe aos olhos. Todos aqueles anos sonhando com Rony ficaram perdidos no passado. Harry, tinha de ser ele, transformara o mais precioso momento de sua vida, o primeiro beijo de amor, numa piada zombeteira e sem graça.
Fora para aquilo que ela evitara namorar quando adolescente? Fora para aquilo que não se deixara atrair pela liberdade sexual que a universidade proporcionava? Tantas noites de sonhos e pensamentos românticos, para nada!
Então, beijar era aquilo? Talvez fosse bom, se não estivesse beijando seu intragável primo mais velho. Hermione deu um leve gemido, ao descobrir que estava quase gostando do contato físico com um homem. Então, Harry deixou-a livre.
Cambaleante, com as pernas fracas, ela deu um passo para trás.
— Bem, seja lá quem for, se é que realmente existiu, quem a beijou não foi um bom professor — Harry concluiu. — Ou isso, ou...
Hermione se recompôs o suficiente para enfrentá-lo.
— Ou isso, ou não fui uma boa aluna? Era o que ia dizer?
— Oh, eu não diria assim.
Ambos ficaram se olhando por um momento, e Hermione imaginou o que ele estaria tramando para humilhá-la ainda mais.
— E então? — Harry perguntou simplesmente.
— Devolva minha fotografia — ela pediu, fitando-o com um olhar severo.
Entretanto, em vez de atender seu pedido, Harry rasgou a foto em vários pedaços. Calmamente, como quem estava seguro do que fazia, jogou-os na fogueira.
— Você não tinha o direito de fazer isso! – Hermione protestou.
— O que pretendia fazer? — Harry perguntou. — Está tudo acabado, Hermione. Rony é um homem casado, agora. Tem de aceitar que ele não a ama.
— Como ousa?
— Já é tempo de você crescer, de encarar a realidade e acabar com as fantasias de adolescente.
Para seu alívio, Hermione viu que ele se virava para ir embora. As lágrimas estavam prestes a cair, e ela não queria se humilhar mais ainda, chorando na frente dele.
— Não se esqueça de que virei buscá-la na quarta-feira, às seis e meia da manhã — ele avisou, afastando-se. — Não se atrase.

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Continua...

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