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19. Capitulo 19 - Deuses


Fic: Dark Angel - O Inimigo dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 19 - Deuses


Fazia pouco mais de meia hora que o ataque a Grécia havia acabado e o diretor de Hogwarts se encontrava em seu escritório com vários relatórios em suas mãos, todos eram dados sobre as batalhas que haviam acontecido naquele dia, assim como as baixas que haviam tido, o numero de mortos e o numero de aliados que haviam se debandado para o lado do Panteão, sem contar em uma contagem incompleta dos comensais da morte que foram mortos e das criaturas das trevas que haviam sido destruídas.

Os números eram preocupantes e precisavam ser analisados cuidadosamente, ele precisava fazer algo ou acabaria perdendo a liderança do Império da Luz, ainda mais agora que todos deveriam estar sabendo que Harry Potter estava junto com Azrael na guerra. Ainda era difícil engolir que os Guerreiros gregos haviam mesmo aceitado se aliar ao Panteão e tinha a impressão de que muitos dos outros Cavaleiros da Luz teriam aceitado o acordo se suas famílias não se encontrassem nos outros países.

O diretor foi tirado de suas reflexões quando uma batida seca soou na porta de seu escritório o assustando levemente. Suspirando, Dumbledore levantou-se e se dirigiu até a porta e levando a mão a maçaneta abriu-a rapidamente revelando a figura ereta de seu Professor de Poções, Severo Snape que meneou a cabeça em cumprimento.

- Pois não Severo? – questionou Dumbledore levemente surpreso pela presença dele no local, sabia que naquele momento o Professor deveria estar descansando em sua sala nas masmorras, afinal teria aula em poucas horas.

- Diretor, o Senhor MacKinley insiste em vê-lo nesse exato instante. – Snape disse com a voz fria e impassível, embora estivesse bastante curioso sobre o motivo do diretor ter pedido os serviços de um pesquisador de tanto renome, deveria ser algo muito importante para não poder esperar até o dia amanhecer. – Ele disse que o assunto é de extrema urgência e que o iria interessá-lo quando eu disse para voltar amanhã.

- Mande-o entrar imediatamente Severo. – ordenou Dumbledore friamente enquanto fechava a porta e voltava a se recostar em sua cadeira.

Se John viera até ali em um horário como aquele queria dizer que ele descobrira algo muito importante e que seria muito útil para ele, afinal não havia nada que o pesquisador não descobrisse e ele era muito bem pago para conseguir isso. Torcia para que fosse uma boa noticia, pois as coisas estavam piorando a cada momento e tudo o que Dumbledore estava precisando era de um trunfo. Havia apenas duas coisas que o diretor pedira para que o pesquisador descobrisse e qualquer que fosse a descoberta que ele fizera interessaria a ele, não importando qual deles fosse. Uma nova batida na porta o despertou dos pensamentos fazendo o diretor olhar atentamente para a porta, antes de abrir a boca o diretor respirou fundo tentando normalizar sua ansiedade.

- Entre. – a sua voz saiu imensamente calma e serena contrastando com o que ele estava sentindo em seu interior.

John MacKinley era uma figura tremendamente impressionante para qualquer um que o visse, ele tinha quase um metro e oitenta de altura em um corpo bronzeado e atlético, os cabelos loiros e levemente cacheados contrastando com um rosto forte e de queixo quadrado, e para completar o quadro olhos azuis como o céu que deixavam muitas mulheres de queixo caído e babando por ele, ali se encontrava um homem que não tinha problema com as mulheres.

- Boa noite diretor. – John MacKinley falou friamente embora um sorriso estivesse desenhado em seus lábios naquele momento.

- John... – falou simplesmente Dumbledore enquanto apontava a cadeira a frente de sua mesa com a mão direita. – Pode ir Severo.

- Com licença. – a voz do Professor de Poções estava rígida assim como sua postura enquanto ele saía da sala.

- Parece que o Severo não gostou de ser dispensado Dumbledore. – comentou casualmente o pesquisador, mas o sarcasmo era identificável através do tom casual que ele empregara deixando o diretor ligeiramente intrigado.

- Isso não é importante John. – Dumbledore falou um pouco aborrecido pelo tom de voz do pesquisador, por isso inquiriu diretamente – Para você estar aqui significa que conseguiu algo importante para mim.

- Sim, isso é verdade. – John falou recostando-se melhor enquanto sacava uma pasta de dentro de seu sobretudo, mas não a passou para o diretor e sim a manteve em seu colo. – Primeiro devo lhe dizer que você me passou duas missões muito complicadas...

- Sem enrolação John, quero saber o que descobriu. – Dumbledore cortou a fala do pesquisador em um tom frio e seco.

- Odeio quando você faz isso velho. – retrucou John de maneira seca e rude. – Mas se é assim que você quer, tudo bem. O primeiro alvo eu você me passou pode esquecer, não descobri nada sobre ele em lugar algum e nos países que ele está dominando é impossível entrar então eu estou passando o serviço de volta pra você.

- Não descobriu nada sobre Azrael? – perguntou Dumbledore incrédulo com aquilo, afinal John sempre descobria o que queria, ninguém tinha mais contatos do que ele que conhecia praticamente o mundo inteiro.

- Absolutamente nada. – concordou John com frieza enquanto jogava a pasta em cima da mesa, mas o diretor não a pegou e continuou olhando para MacKinley que resolveu acrescentar rapidamente. – E duvido que alguém mais consiga descobrir por que o cara é um verdadeiro fantasma, está na cara que esse não é o verdadeiro nome dele e o fato de ninguém ainda ter visto o rosto dele não ajuda muito, então é impossível descobrir algo sobre ele enquanto ele não quiser se revelar pessoalmente, agora quanto a garota...

- O que descobriu sobre ela? – perguntou rapidamente o diretor ainda atordoado pela informação de que não conseguiria nenhuma informação sobre Azrael que pudesse ajudá-lo a descobrir uma maneira de obrigar o líder do Panteão a obedecer as suas ordens, então sua esperança era com a garota, John tinha que ter descoberto algo no passado de Sarah Connor.

- A vida da Srta. Connor é realmente muito interessante visto que ela apareceu subitamente a alguns anos atrás, logo depois que Você-Sabe-Quem retornou a vida. – John falou olhando para suas mãos distraidamente.

- Quer dizer que é um nome falso? – perguntou o diretor surpreso e deliciado ao mesmo tempo com sua sorte naquele momento.

- Sim, é um nome falso. – John falou dessa vez se recostando melhor na cadeira e passando a olhar diretamente para Dumbledore – Na verdade, eu descobri por um mero acaso esse pequeno detalhe assim como também descobri o nome verdadeiro dela.

- Então quem ela é? – o diretor já estava mais do que ansioso para descobrir de vez algo importante, por isso estava impaciente com a demora do pesquisador em lhe revelar de uma vez quem era realmente a Srta. Connor.

- Acalme-se Dumbledore, antes quero lhe dizer que foi por mero acaso que descobri a verdadeira identidade dela, pois estava procurando nas listas de pessoas consideradas mortas ou desaparecidas e foi então que encontrei a foto de uma família morta em um incêndio. – John explicou calmamente ignorando a expressão impaciente do diretor de Hogwarts – Na verdade, o que me fez descobrir a verdadeira identidade dela foi a aparência e semelhança que ela tinha com as pessoas da foto, principalmente com as irmãs dela, mas o melhor vem agora.

- Pelo amor de Merlin, diga logo quem ela realmente é. – bradou Dumbledore perdendo o controle e levantando-se enquanto espalmava as mãos em cima da mesa.

- O verdadeiro nome dela é Katherine Sarah Black-Hawk. – John falou pausadamente olhando diretamente para a face do diretor que empalideceu mortalmente fazendo o pesquisador ficar deliciado com aquela cena, sabia que aquele sobrenome seria reconhecido por Dumbledore, por isso fizera tanto suspense, queria ver a reação dele.

- De quem ela é filha? – Dumbledore perguntou com um tom estranho de voz que fez John erguer a sobrancelha em questionamento, mas respondeu a pergunta sem pestanejar.

- Ela é filha de Steven e Claire Black-Hawk. – falou John e ficou ainda mais curioso quando o ouviu praguejar em voz baixa. – Eu descobri que ela deu entrada em um orfanato trouxa logo depois apresentando um documento com o nome de Sarah Connor, todas as informações estão nessa pasta que eu acabei de lhe entregar Dumbledore.

- Eu achei que toda a família deles havia morrido no incêndio a alguns anos atrás... – comentou vagamente o diretor de Hogwarts enquanto voltava a se acomodar em sua cadeira pensando no que aquilo poderia significar.

- E morreram, ou pelo menos era o que todos pensavam, mas aprece que ela sobreviveu. – John falou friamente tentando entender os motivos para a reação inesperada do diretor. – Katherine tinha pouco mais de dez anos naquela época e provavelmente conseguiu escapar de alguma maneira daquele incêndio ou nem sequer estava em casa no instante em que a casa pegou fogo.

- Duvido muito. – falou Dumbledore lembrando-se da noite em que haviam invadido a casa daquela família e logo depois os torturado e obtido as informações que queria, logo depois deixando que seus homens se divertissem com as duas garotas e com a mãe delas, não havia percebido a falta da garota mais nova naquele dia ou mesmo depois quando lera nos jornais que a família toda havia sido morta e o nome dela estava nos jornais. Blasfemou em pensamento, deveria ter notado que a pirralha não estava com os pais aquele dia na casa e na sala em que obtiveram as informações, mas aquele detalhe passou em branco.

As complicações daquilo chegaram até o diretor como uma porrada no estomago, afinal porque outro motivo a garota teria pedido uma transferência para Hogwarts depois de tanto tempo? A resposta era bastante obvia, afinal se estivesse no lugar dela com certeza iria querer se vingar dos homens que haviam abusado das irmãs e da mãe, sem contar que depois ainda as mataram. Provavelmente ela estava escondida em algum lugar da casa, o mais correto seria que ela estivesse naquela mesma sala onde ele encontrara Claire, pensando agora a mulher estava levemente abaixada quando entrara e a vira, a varinha dela estava em sua mão, ela encontrava-se em frente a um pequeno armário, grande o bastante para caber uma criança de dez anos.

Sim, provavelmente fora assim que ela vira tudo o que acontecera aquele dia e também deveria saber os nomes dos responsáveis, será que ela tinha idéia do que poderia fazer caso resolvesse contar para alguém aquilo? Duvidava muito que ela estivesse interessada em denunciá-los, com certeza estava mais interessada em se vingar deles. Sem contar que agora tinha realmente algo contra ela com que poderia manipular o garoto Potter e o obrigar a responder a um monte de perguntas, principalmente as relacionadas a Azrael, sem contar que poderia contar com a colaboração do Potter para permanecer ao seu lado durante a guerra e quebrar os laços com o líder do Panteão.

- Há algo que eu deva saber Dumbledore? – John perguntou tirando o diretor de suas lembranças e divagações.

- Não John, absolutamente nada mais. – comentou Dumbledore ainda com o pensamento longe antes de se voltar para o pesquisador – Você fez um excelente trabalho John, como sempre. O seu pagamento será transferido amanhã de manhã mesmo para sua conta pessoal, espero que esse assunto não saia dessa sala.

- Como sempre. – concordou John levantando-se sabendo que estava sendo dispensado naquele momento, em seguida ele saiu pela porta descendo as escadas em seguida e saindo para os corredores do castelo de Hogwarts.

Em sua sala o diretor pensava em como deveria abordar o moreno, iria pressioná-lo em um lugar aberto, não podia correr o risco de o garoto resolver agredi-lo fisicamente, sabia que não conseguiria derrotá-lo, não depois do que havia visto ele fazer em Hogsmeade. A solução seria abordá-lo durante o café da manhã, o salão principal estaria cheio de gente e ele não poderia partir para a agressão, pois teria muitas testemunhas do fato. Sim, seria exatamente aquilo que ele faria, pois o garoto não ousaria partir para a violência em publico.

John andou silenciosamente pelos corredores do castelo de Hogwarts acompanhado de perto pelo Professor de Poções que havia aguardado do lado de fora da sala do diretor apenas esperando que ele terminasse seu assunto com ele. Assim que atravessou os portões os mesmo foram fechados rapidamente e depois de dar mais alguns passos o pesquisador parou subitamente de andar enquanto chutava uma pedra no chão.

- Velho estúpido. – rosnou para o nada enquanto chutava outra pedra no chão – Quem ele acha que é para ficar me dispensando assim a hora que ele quer? Maldita hora em que eu aceitei trabalhar para os bonzinhos, deveria ter me bandeado para o lado do Lorde das Trevas quando tive a oportunidade, pelo agora estaria melhor do que estou nesse momento...

- Você pode se aliar a mim. – uma voz fria soou no meio da escuridão deixando John arrepiado de medo. – Pode aceitar trabalhar para mim a partir de agora.

Depois de falar isso a figura saiu das sombras revelando um ser alto e imponente, ele vestia um sobretudo de cor acinzentado escuro e um capuz lhe cobria o rosto, mas de alguma maneira John soube que aquele ser era perigoso e que não deveria brincar com ele ou sua vida estaria acabada, mas ele recuou um passo assustado quando a figura se aproximou mais dele e voltou a falar refazendo a proposta que tinha em mente e John ficou impressionado pelo valor que receberia caso aceitasse trabalhar para ele a partir daquele dia.

- Estamos precisando de alguém como você para trabalhar conosco. – voltou a falar o estranho quando John não respondeu nada.

- Quem é você? – perguntou MacKinley friamente escondendo o medo que estava sentindo em seu interior, afinal aquela era uma oportunidade de melhorar de vida, pois do jeito que as coisas estavam indo o Império da Luz não duraria muito mais tempo.

- Pode me chamar de Grey. – respondeu o estranho ser se aproximando mais, mas dessa vez John não conseguiu se afastar. – Aceite trabalhar para o Panteão e garantimos que será muito bem recompensado pelo seu serviço.

- Panteão, não é mesmo? – perguntou John suando frio nesse momento, sabia muito bem quem era o líder daquele grupo e todos os comensais estavam tremendo de medo dele. – E porque vocês estão interessados em meus serviços?

- Temos algumas pessoas que precisam ser investigadas, basicamente o mesmo serviço que você faz. – falou Grey friamente olhando diretamente nos olhos de John embora esse não conseguisse enxergar nada do rosto do estranho. – Nossa proposta é bastante generosa Senhor MacKinley e você está interessado em deixar de trabalhar para o velhote do Dumbledore, então porque hesita? Por que ficar ao lado de um homem que apenas manipula as pessoas ao seu bel prazer e que esta com seus dias contados? O velhote não vai durar muito tempo, então aproveite essa oportunidade e una-se e trabalhe para nós.

- Tudo bem, eu aceito. – concedeu John pensando em todas as possibilidades que aquilo com certeza lhe traria.

- Muito bem, ficamos bastante felizes com sua decisão. – o estranho murmurou e em seguida se aproximou mais e pegou no braço de John que deu um leve pulo de susto. – Vou lhe mostrar seu novo lar Senhor MacKinley, mas Azrael já tem serviços para o senhor então fique preparado que nas próximas horas você será procurado por ele.

John apenas pode concordar sem saber o que mais dizer e no instante seguinte sentiu o familiar puxão no umbigo e a sensação de estar girando enquanto o estranho aparatava com ele para um local totalmente novo para o pesquisador.
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Eles estavam reunidos próximos a uma lareira na Sala Precisa, haviam treinado durante algum tempo e agora estavam descansando enquanto esperavam que Harry e Sarah saíssem do quarto, afinal não poderiam avançar no treinamento se o moreno não estivesse ali, todos eles estavam ansiosos para prosseguirem com os treinos para poderem ficarem mais poderosos e poderem enfrentar os Cavaleiros das Trevas novamente.

- O que você acha que eles estão fazendo lá dentro? – Rony perguntou com a voz cheia de malícia olhando para Hugo que devolveu o sorriso enviesado.

- Com certeza o mesmo que você está pensando Rony. – devolveu Neville dando de ombros enquanto continuava olhando para a loira que estava próxima as outras garotas.

- Harry é um cara de muita sorte. – comentou Hugo em voz baixa olhando de relance para uma certa ruiva.

- Ei. – reclamou Rony dando um tapa na cabeça do amigo que finalmente se tocou do que havia falado e corou que nem um rabanete. – É da minha irmãzinha que você está falando Potter, tenha mais respeito.

- Como se você não pensasse a mesma coisa em relação a Hermione. – Hugo devolveu em tom provocativo e dessa vez quem ficou vermelho foi Rony.

- O que será que as garotas tanto lêem naquele livro, hein? – a pergunta de Neville acabou com a pequena discussão de Rony e Hugo que também olharam para as meninas e perceberam que elas liam muito concentradas um livro de aparência antiga.

- Vamos lá ver. – Rony falou levantando-se sendo seguido de perto pelos outros dois garotos. – Ei, o que vocês estão lendo?

- Esse é o livro sobre mitologia antiga que o Harry me emprestou antes de irmos para a batalha na Grécia. – Hermione falou parando a leitura e erguendo o livro mostrando a capa esverdeada e o titulo “Divindades” em letras grandes. – Estávamos começando a ler o significado e as lendas dos nomes que o Harry deu para a gente.

- Legal. – Hugo falou sentando-se ao lado de Gina que se acomodou melhor abraçando o namorado e recostando a cabeça no ombro do garoto.

Rony sentou-se ao lado de Hermione enquanto Neville aproveitava para se acomodar ao lado de Luna que lhe sorriu antes de voltar a prestar atenção na garota. Draco Malfoy já estava acomodado perto de Samantha e parecia profundamente imerso em pensamentos.

- Comece de novo Hermione que nós também queremos saber sobre os deuses. – Neville falou recebendo um som impaciente que a garota fez com a garganta, mas ela voltou uma página para começar a ler desde o começo.

- O conceito de Divindade relata que ela é basicamente um ser sobrenatural, usualmente com poderes significativos, cultuado e tido como santo, divino ou sagrado, sempre respeitado pelos humanos. Normalmente as divindades são superiores aos seres humanos e a própria natureza. – a voz de Hermione estava um pouco impaciente enquanto ela falava, pois estava ansiosa para ler as outras partes do livro. - Uma divindade pode ser masculina, feminina, hermafrodita ou neutra, sendo usualmente imortal. Muitas vezes, as divindades são identificadas com elementos ou fenômenos da natureza, virtudes ou vícios humanos ou ainda atividades inerentes aos seres humanos. Assume-se que uma divindade tenha personalidade e consciência, intelecto, desejos e emoções, num sentido bastante humano desses termos. Além disso, é usual que uma determinada divindade presida sobre aspectos do cotidiano do homem, como o nascimento, a morte, o tempo, o destino, e etc. A algumas divindades é atribuída a função de dar à humanidade leis civis e morais, assim como serem os juízes do valor e comportamento humano. É também comum atribuir às divindades, ou a interações entre elas, a criação do universo e sua futura destruição.

- Nao entendi muita coisa, mas parece ser interessante. – Rony falou chamando a atenção para ele que corou levemente antes de voltar a falar. – Voce podia pular essa parte chata e ir diretamente para os deuses...

- Tudo bem. – Hermione suspirou e concordou quando viu que os outros concordavam com o namorado. – Qual vocês querem saber primeiro?

- Pode começar comigo Hermione. – Neville se adiantou quando nenhum dos outros se candidatou a ser o primeiro a querer saber.

- Tudo bem, Thor então. – Hermione falou distraidamente enquanto folheava as páginas do livro até finalmente encontrar o que procurava. – Aqui está. “Thor (nórdico antigo: Þórr, inglês antigo: Þunor, alto alemão antigo: Donar) é um deus de cabelos vermelhos e barba, representando a força da natureza (trovão) na Mitologia nórdica e também na Mitologia germânica, fazendo justamente seu raios com o seu martelo Mjolnir. Ele é o filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord (Fjorgyn) a deusa de Midgard (a Terra). Segundo a lenda durante o Ragnarök, Thor matará e será morto por Jörmungandr. Ele era grande para um deus, extremamente forte e um comilão (podendo comer uma vaca em uma única refeição)”.

- Ele está parecendo mais o Rony do que eu. – resmungou Neville interrompendo Hermione que olhou feio para o garoto, mas os outros riram, com excessão de Rony.

- Eu não como tanto assim. – Rony disse friamente olhando para Neville que suntentou o olhar e deu de ombros indiferente as ameaças que o ruivo lançava com os olhos.

- Calem a boca e deixem a Hermione continuar. – Gina falou percebendo o olhar mortal que a garota tinha no rosto.

- Obrigada Gina, onde eu estava mesmo. Ah, aqui. – Hermione falou olhando novamente para o testo e depois de pigarrear para limpar a garganta voltou a ler. – “Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo. Os fazendeiros, que apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal, veneravam Thor em vez de Odin, que era mais atraente para os que eram dotados de um espírito de ataque. A arma de Thor era um martelo de guerra mágico, chamado Mjolnir (que lançava raios de luz) com uma enorme cabeça e um cabo curto e que nunca errava o alvo e sempre retornava às suas mãos. Ele usava luvas de ferro mágicas para segurar o cabo do martelo branco e o cinturão Megingjard que dobrava sua força. Sua esposa era Sif, a deusa da colheita, com quem teve a filha Thrud, e de sua união com a giganta Jarnsaxa, teve os filhos Magni e Modi. Os antigos escritores (Saxo, Adam de Bremen, Aelfric, Snorri) identificaram Thor com o deus Greco-Romano Júpiter porque ambos são filhos da Mãe-Terra, comandante das chuvas, dos raios e trovões, são protetores do mundo e da comunidade cujo símbolo era o carvalho, representando o tronco da família. Os animais de ambos deuses era o carneiro, o bode e a águia. Thor era sempre apresentado com seu martelo e Júpiter com seu cetro. Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão Tifon”.

- Cadê seu martelo Longbottom? – Rony zombou assim que Hermione terminou de ler a passagem sobre o deus recebendo um olhar faiscante do garoto que não respondeu nada, apenas cruzou os braços e olhou para Hermione.

- Por que você não lê sobre Zeus agora Hermione? – sugeriu Gina sorrindo maldosamente em direção ao irmão que arregalou os olhos.

- Claro Gina. – falou Hermione procurando sobre o deus grego no livro e quando finalmente o encontrou olhou sorrindo para Rony antes de começar a ler em voz alta. – “Na mitologia grega Zeus era deus do céu e da Terra, senhor do Olimpo, deus supremo. Conhecido pelo nome romano de Júpiter. Filho mais novo dos titãs Cronos e Réia. Seus irmãos eram: Poseidon, Hades, e Hera. Era casado com Hera, e pai de diversos deuses, como Atena, Artemis, Apolo e Afrodite.”

- Vocé é pai da Gina, Rony. – dessa vez quem zombou foi Neville olhando sarcasticamente para o ruivo. – Ei Hugo, quando você vai pedir a mão da Gina em casamento para o Rony?

- Cala a boca Neville. – Hugo disse rispidamente embora houvesse um pequeno sorriso no canto da boca do garoto.

- Garotos, vocês nunca mudam. – Hermione falou respirando fundo enquanto balançava a cabeça em negação e voltava a ler em voz mais alta, não adimitindo outra interrupção – “Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os jogos olímpicos eram realizados em sua honra.”

- Viu só, eles me honravam. – falou Rony de maneira arrogante enquanto se levantava e simulava uma reverência bastante exagerada.

- Senta aí Ronald. Quem quer ouvir agora? – como ninguém se manifestou Hermione balançou a cabeça antes de folhear o livro até encontrar o significado do nome que fora atribuído a ela. – Já que nenhum de vocês se habilita, vamos ver quem era a deusa que eu recebi o nome. “Nemesis (português europeu) ou Nêmesis (português brasileiro) (em grego, Νέμεσις), deusa grega da segunda geração era, segundo Hesíodo, uma das filhas da deusa Nix (a noite). Pausânias citou-a como filha dos titãs Oceano e Tétis. Autores tardios puseram-na como filha de Zeus e de Têmis. Apesar de Nêmesis nascer na familia da maioria dos deuses trevosos, vivia no monte Olimpo e figurava a justiça divina. Nêmesis era a deusa da ética. Nasceu ao mesmo tempo em que Gaia concebeu Têmis. Gaia, preocupada com a infante Têmis, que poderia vir a ser vítima da loucura de Urano, entregou-a a Nix. Esta, cansada de tanto gerar por esquizogênese, entregou as deusas aos cuidados das moiras, deusas do destino”.

- Olha só, a Hermione coube direitinho na descrição dessa deusa. – Neville falou surpreso. – Mas ela é filha de Zeus ou de Nyx?

- É uma boa pergunta Neville. – Hermione disse vendo a careta que o namorado fizera com a indireta de Neville de que ela seria “filha” de Rony. – Mas vamos para o próximo, pois não estou querendo discutir sobre esse assunto.

- Fale sobre Selene, Hermione. – Luna falou com a voz baixa e firme, não estava sonhadora como costumava ser e sim bastante séria.

- “Selene é a deusa grega da lua, era filha de Hipérion e Tea, tendo como irmãos, a deusa Eos, e o deus Hélios. Um de seus melhores mitos sabidos envolve um simples, mas belo pastor, cujo nome era Endymion. A deusa da lua se apaixonou por este mortal, um caso que, conseqüentemente resultou no nascimento de cinqüenta filhas. Mas Endymion era, aliás, ser humano, e assim suscetível ao envelhecimento e eventualmente à morte. Selene não podia carregar o pensamento deste fato cruel. Então, assegurando que Endymion permanecesse eternamente jovem, fez com que o belo jovem dormisse para sempre. Desta maneira, Endymion viveria sempre, dormindo com a mesma aparente idade. Selene é muito associada á Artemis, ou Hécate, mas vale lembrar, que esta deusa representa todas as fases da Lua, e é a pura personificaçao deste astro sendo seu nome romano Lua ou Luna...”

- Agora entendi por que o Harry lhe deu esse nome Luna, afinal seu nome é uma variação da deusa da lua. – Gina falou surpresa.

- É verdade. – concordou Hermione olhando para a loira que piscou levemente enquanto voltava seus olhos para o fogo da lareira. – Eu não vou mais perguntar quem quer ser o próximo, já vou ler direto, ou vamos ficar aqui a noite inteira.

- A gente concorda. – Gina falou como se estivesse falando por todos que apenas balançaram a cabeça enquanto Hermione folheava as paginas do livro desde o começo para ver qual deles apareceria primeiro. – Parece que você é o felizardo Draco. “Segundo a Teogonia, Érebo ou Erebus era a personificação da escuridão; precisamente o criador das Trevas. Tinha seus domínios demarcados por seus mantos escuros e sem vida, predominando sobre as regiões do espaço conhecidas como “Vácuo” logo acima dos mantos noturnos de sua irmã Nix, a personificação da noite.”

- Irmã? – interrompeu Draco sem querer falando alto e atraindo os olhares de todos para ele que enrubesceu levemente, mas manteve os olhos frios e impassíveis.

- Sim Draco, irmã. – concordou Hermione olhando pensativa para o loiro antes de sorrir e voltar sua atenção ao livro. – “Sendo um dos filhos de Caos, Erebus juntamente de sua irmã gêmea Nix nasceram de cisões assim como se reproduzem os seres unicelulares; a partir de "pedaços" de Caos, Erebus e Nix passam a ser os mais velhos imortais do universo, logo após de Caos. Erebus desposou Nix, gerando mais duas divindades “primórdias”; o Éther (conhecido como a Luz celestial) e Hemera (o Dia)”. – no momento em que Hermione dissera que Erebus havia casado com a irmã Draco olhou diretamente para Sam que ficou corada até as raizes dos cabelos com o olhar que recebeu do loiro. – “Erebus foi conhecido por ser um dos maiores inimigos de Zeus, conta-se que os Titãs pediram socorro a Erebus e pessoalmente o primórdio havia descido até o Tártaro para libertar os filhos de Gaia, porém foi surpreendido por Zeus e Hades que tiveram a ajuda de Nix para lançar Erebus nas profundezas do rio Aqueronte, a fronteira dos dois mundos. Na medida em que o pensamento mítico dos gregos se desenvolveu, Erebus deu seu nome a uma região do Hades por onde os mortos tinham de passar imediatamente depois da morte, para entrar no Hades. Após Caronte tê-los feito atravessar o rio Aqueronte, entravam no Tártaro, o submundo propriamente dito. Érebo era também, freqüentemente, usado como sinônimo de Hades”.

- Isso foi interessante. – Gina falou com a voz carregada de malícia olhando disfarçadamente para Samantha que continuava vermelha como um tomate maduro.

- Com certeza. – concordou Hermione sem tirar os olhos do livro e já o folheando até encontrar outro deus conhecido e começar a ler antes que um deles acabasse interrompendo novamente. – “Ares é conhecido como o deus guerreiro por excelência. Seu símbolo era o abutre. Seus pais, Zeus e Hera, detestavam-no, mas era protegido por Hades, pois povoava o inferno com as numerosas guerras que provocava. Sua vida estava longe de ser exemplar, foi surpreendido em adultério com Afrodite, esposa de Hefaistos, que os prendeu em fina rede; foi ferido por três vezes por Héracles (Hércules). Era muito respeitado pelos gregos por sua força e temperamento agressivo. Ares para os gregos é Marte para os romanos.”

- E aí papai? – Hugo cumprimentou Rony sarcasticamente recebendo um olhar enviesado como resposta.

- Será que vocês poderiam agir como adultos, por favor? – Hermione pediu olhando intensamente para os garotos que apenas balançaram a cabeça negativamente.

- Não estressa Hermione, eles são assim mesmo. – Samantha falou dando de ombros. – Pode ter certeza, eu vivo com um deles a dezesseis anos e sei o que estou falando, eles vão ser eternamente um bando de crianças.

- Eu sei. – falou Hermione voltando a olhar o livro e desistindo de tentar repreendê-los. – Nossa Gina, o seu é o que tem menos. Vamos ver o que fala aqui. “Ártemis é a Diana dos romanos, era a deusa-virgem da lua, irmã gêmea de Apolo, poderosa caçadora e protetora das cidades, dos animais e das mulheres. Na Ilíada de Homero, desempenhou importante papel na Guerra de Tróia, ao lado dos troianos.”

- Deusa Virgem? – Gina perguntou maliciosamente olhando para Hermione e em seguida caiu na gargalhada.

- Pelo amor de Merlin Gina, não vai me dizer que você... – Rony não conseguiu terminar a frase, mas as orelhas dele estavam vermelhas denunciando a raiva que sentia, olhou para Hugo ameaçadoramente, mas então percebeu que o garoto também não gostara do tom de voz da irmã e o rosto dele estava tão vermelho quanto o seu.

- É claro que não seu idiota. – retrucou Gina rispidamente olhando para o irmão sugestivamente, fazendo dois garotos respirarem aliviados.

- Ótimo. – falou simplesmente o ruivo relaxando em seu lugar, afinal tudo estava bem e não havia nada que pudesse preocupá-lo naquele momento.

- Ótimo uma ova Ronald, não pense que só porque eu ainda sou virgem que eu vou continuar assim por muito tempo. – a ruiva terminou de falar sorrindo maldosa para o irmão enquanto o rosto de Hugo queimava como o fogo, Draco apenas riu silenciosamente olhando a briga dos grifinórios, tinha que adimitir que eles eram uma figura.

- Se vocês não pararem eu não leio mais nada. – Hermione elevou a voz antes que Rony respondesse a provocação da irmã e as coisas acabassem fora de controle. A ameaça pareceu funcionar, pois todos eles ficaram quietos e voltaram a prestar atenção em Hermione que sorriu docemente para eles antes de voltar a ler. – “A deusa grega Nyx era a personificação da noite. Uma das melhores fontes de informação sobre aquela deusa provém da teogonia de Hesíodo. Muitas referências são feitas a Nyx naquele poema que descreve o nascimento dos deuses e deusas gregos. A explicação é simples. A Noite desempenhou um papel importante no mito como um dos primeiros seres a vir à existência. Hesíodo afirma que a Noite era irmã do Caos, o que a torna uma das primeiras criaturas a emergir do vazio. Isso significa que Nyx era irmã de algumas das mais antigas divindades da mitologia grega, incluindo Erébo, Gaia e Tártaro. Dessas forças primordiais sobreveio o resto dos deuses e deusas gregas. E Nix era responsável por dar origem aos filhos divinos”.

- Então Sam é a mãe de todos os deuses? – perguntou Hugo rindo e interrompendo Hermione que suspirou antes de responder sem desviar os olhos do livro.

- É obvio que não. Ela apenas foi considerada como a mãe de muitos deuses, mas Gaia foi a primeira a gerar, portanto ela é que recebe o titulo de mãe primordial. – depois de responder a pergunta de Hugo a garota ficou em silêncio por alguns segundos antes de terminar de ler. – “Nyx deu origem a um número de crias. Algumas dessas crianças da Noite eram Éris (a Discórdia ou Altercação), as moiras (Cloto, Lachesis e Atropos), Nêmesis, a ética, as queres, a miséria, os sonhos e os irmãos gêmeos Hypnos (Deus do sono) e Thanatos (Deus da morte). Conquanto esses seres nasceram de deusas isoladas, sem um pai, Nyx também teve filhos do deus Erebus. Dele, a divindade deu à luz Éter, o ar e Hemera, o Dia.”

- Já foram todos? – perguntou Rony quando Hermione parou de ler e apenas ficou olhando para eles como se esperasse algum comentário.

- Sim, falta apenas a deusa que Sarah representa, mas temos que esperar que ela saia para lermos o significado com ela aqui. – Hermione falou calmamente e em seguida ouviu os protestos dos amigos que queriam ouvir naquele momento e não queriam esperar.

- Então não precisam mais esperar. – a voz fria de Harry ecoou do outro lado da sala chamando a atenção deles que olharam em direção ao local onde ficava as portas dos quartos.

Parados em frente a porta que dava para o quarto que era ocupado pelos garotos e que estivera sendo utilizado apenas pelas duas pessoas paradas olhando para eles, Harry Potter e Sarah Connor pareciam mais felizes do que nunca, apesar dos olhos frios que o moreno trazia consigo.

O moreno vestia uma calça jeans verde escura e uma camisa vermelha de manga curta revelando os músculos dos braços do garoto, os cabelos pareciam ainda mais despenteados do que o normal e lhe davam um ar mais ameaçador. Do alto de seu quase um metro e noventa de altura o moreno os olhava com uma frieza que poderia congelar o ártico, mas mesmo os olhos frios nao podiam esconder o leve brilho de felicidade que rodeava os belos olhos verdes do garoto.

Já Sarah parecia irradiar felicidade por todo o corpo e embora estivesse séria os olhos da garota brilhavam tanto que poderia iluminar uma sala escura, ficou claro para todos eles o que acontecera dentro daquele quarto, mas nenhum deles ousaria comentar algo em frente ao moreno de olhos verdes. A garota vestia um conjuto leve de saia preta com uma blusinha amarela com uma estampa de flor na frente, e ela parecia estar mais linda que o normal.

- Então vocês estão lendo sobre os deuses? – perguntou Sarah enquanto ela e Harry se aproximavam dos amigos.

- Sim, já lemos todos os outros e só falta sobre o seu. – Hermione falou olhando a amiga e então sorrindo discretamente e acenando com a cabeça para ela deixando claro que conversariam depois sobre o que acontecera no quarto.

- Então pode ler. – Sarah acomodou-se no chão de joelhos próximo a lareira, o moreno sentou silenciosamente atrás dela recostando-se contra um sofá e puxando Sarah contra ele, a garota foi sem nenhum tipo de resistência e se deixou abraçar pelo moreno.

- Vocês se acertaram? – perguntou Gina bastante empolgada e feliz pelos amigos, afinal eles mereciam ser felizes e a ruiva sabia que um era caído pelo outro a algum tempo.

- Sim Gina. – Sarah respondeu timidamente e sorriu hesitante olhando para Samantha que sorriu para ela enquanto os outros comemoravam.

- Já estava na hora, pensei que vocês fossem enrolar por mais algum tempo. – Draco falou sorrindo para o amigo que sorriu de volta antes de falar.

- Quem está enrolando bastante é você Malfoy. – a voz cheia de malícia do moreno deixou o loiro levemente vermelho assim como a garota em questão.

- Não fale assim Harry. – Sarah falou baixinho como se repreendesse o moreno pelo que ele acabara de dizer, mas quando viu as expressões aliviadas de Draco e Samantha acrescentou maliciosamente. – Deixe o Draco decidir quando ele vai se declarar para a sua irmã ou você vai acabar atrapalhando o relacionamento deles.

- Por que não vamos a leitura? – sugeriu Samantha rapidamente percebendo a expressão do loiro que parecia que iria desmaiar com a sugestão.

- Tudo bem. – concordou Hermione rindo baixinho antes de voltar seus olhos para o livro e começar a ler o maior texto até aquele momento. – “Nos mitos nórdicos-germânicos, Hel era a Rainha dos Mortos e governante do Reino do Submundo Niflheim. Ela recebeu seus domínios do próprio Odin. Niflheim era um mundo tanto de gelo e frio intenso como do fogo vulcânico. Hel era filha de Loki (Deus do mal) e da Gigante Angrboda (mensageira da dor). Seu nome originou a palavra inglesa inferno e tinha uma aparência aterrorizante, com metade do corpo saudável e metade em decomposição, corroída pelas doenças. Hel é irmã de Jörmungandr, a serpente de Midgard, que é tão grande que seus anéis rodeiam a terra e do lobo Fenris, tão imenso, que quando abre a boca, o maxilar inferior toca a terra e o superior roça as estrelas.”

- Deusa dos mortos hein? – falou Sarah alegremente enquanto se recostava mais no moreno. – Acho que estou podendo.

- Espere, ainda tem mais outra explicação sobre Hel. – Hermione falou antes que todos passassem a comentar. – “Na mitologia nórdica, Hel, Hela ou Hell é filha de Loki e da gigante Angrboda, irmã mais nova de lobo Fenris e a serpente Nidgard. A serpente Nidgard foi banida por Odin para o mar que cerca a Terra, mas a fera cresceu tanto que engoliu a própria cauda. Lobo Fenris foi preso com uma corrente feita pelos espíritos da montanha, chamada Gleipnir. Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim. Helheim fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio Aqueronte da mitologia grega. Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença. Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preucupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrível em decomposição. A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa. Alguns acham que os cristãos adotaram Hel e seu domínio de sofrimento eterno como o nome do local para onde iam os condenados (Hell, em inglês) mas isso não é confiavel, pois a palavra inferno na Biblia vem na realidade do hebraico sheol”.

- Tá, isso foi em parte assustador, mas demais também. –Rony foi o primeiro a se manifestar assim que Hermione parou de ler.

- Você não me parece estar com parte do corpo em decomposição. – Draco falou com malícia na voz olhando para o corpo da garota que corou levemente, mas sorriu quando ouviu um rosnado agressivo soar junto a si, Harry era muito ciumento.

- É melhor tomar cuidado com o que fala Malfoy. – a voz fria e a ameaça que existia por trás das palavras fizeram o loiro empalidecer levemente.

- Só falei o que todos os garotos vão achar assim que verem a Sarah ou qualquer uma das garotas. – o sonserino se defendeu olhando sugestivamente para o moreno que parou para pensar e olhar novamente para cada um deles e teve que concordar com o loiro naquilo, afinal todos eles haviam mudado bastante com o treinamento que haviam recebido.

Os garotos estavam mais encorpados e fortes, os músculos mais definidos e o corpo bem mais atlético do que antes, de todos eles Neville fora o que mais mudara e já não era mais levemente rechonchudo como antes, todos eles estavam mais altos e fortes, não pareciam mais adolescentes e sim homens de quase vinte ano de idade, um pequeno efeito por se treinar durante tanto tempo quando na realidade não se passou quase nada no mundo real.

Mas as maiores mudanças aconteceram obviamente com as garotas e como ele estava acostumado em ver elas todos os dias mal reparava nas mudanças que elas haviam sofrido. Nenhuma das garotas se parecia mais com garotas, na verdade elas poderiam ser facilmente confundidas com mulheres de vinte anos sem nenhum problema, todas estavam mais altas e mais fortes, as curvas estavam acentuadas e no lugar.

Gina havia crescido vários centímetros enquanto as curvas dela moldavam-se de me maneira insinuante pelo corpo delgado e feminino, os cabelos cor de fogo pareciam realmente estar queimando dando um ar mais exótico e selvagem para a garota. Luna deixara de ser uma menina e tornara-se uma mulher e tanto, ela tinha um corpo esguio e bastante definido, os cabelos estavam maiores e chegavam quase a cintura da garota, o rosto sonhador lhe dava uma expressão angelical que com certeza arrebataria muitos marmanjos.

Samantha estava simplesmente estonteante, os cabelos negros e lisos pareciam brilhar em volta do rosto delicado, assim como os olhos verdes esmeralda que ficavam brilhantes toda vez que olhava para Draco, o corpo dela estava ainda mais deslumbrante, as curvas femininas pareciam destacadas pela roupa leve que ela estava usando. A mudança mais significativa entre as garotas acontecera com Hermione, os cabelos castanhos e cheios estavam menos rebeldes e penteados cuidadosamente caindo em leves cachos pelas costas da garota, ela tinha o corpo esguio e cheio de curvas generosas, aquela garota faria os homens de Hogwarts babarem.

Sarah já era bonita antes do início do treinamento, mas agora ela parecia uma deusa intocável. Ela crescera quase vinte centímetros naquele período, enquanto ela se vestia no quarto o moreno havia reparado em como as pernas dela eram longas e delgadas o que o deixou com vontade de arrastá-la novamente para a cama, mas fizera um esforço e a acompanhara até onde os amigos estavam. A cabeleira negra parecia mais sedosa e brilhante caindo como uma cachoeira pelas sotas da garota, os olhos azuis e tempestuosos davam um ar mais selvagem para ela, Harry poderia dizer que ela e Gina tinham muito em comum nas suas personalidades, mas Sarah não tinha apenas a aparência selvagem, na opnião de Harry a garota parecia mais sexy do que selvagem.

Olhando de relance para a garota que agora era sua namorada o moreno lembrou-se dos momentos que eles haviam tido ainda a pouco, havia amado ela de maneira selvagem simplesmente porque nao conseguira se controlar. Algo o tomara e ele perdera totalmente o controle amando-a como se ele fosse uma espécie de animal, mas quando fora pedir desculpas a ela descobrira que ela gostara e não estava reclamando.

Naquele momento Harry se perguntou se mereceria uma garota especial como ela, afinal eles haviam feito sexo e ela não ficara perturbada por causa das lembranças ruins sobre a maneira como a mãe e as irmãs haviam sido violentadas e mortas, na hora ele não pensara naquilo, mas depois ele percebera aquilo como se fosse um golpe no estômago e a conversa que teve com ela ajudou-o a entender melhor o sofrimento dela.

Voltou sua atenção para os amigos e percebeu que eles ainda estavam discutindo sobre os deuses de cada um, trocando opniões e outras coisas, ficou parado por um instante ali apenas escutando a conversa deles até que julgou que já estava na hora de fazer com que eles suassem um pouco, pois ainda precisavam treinar muito se as informações que ele recebera eram verdadeiras, o que com certeza era mais provável.

- Muito bem, já chega desse assunto. – Harry falou levantando-se e se colocando no meio do grupo. – Acho que está na hora de elevarmos o nível do treinamento e começar a pegar pesado com vocês, pois vocês terão de enfrentar guerreiros extremamente poderosos muito em breve.

- Mas a gente já enfrentou os Cavaleiros das Trevas e não vencemos por pouco. – Rony disse surpreso pela maneira como o moreno falava dando a entender que existiam seres ainda mais poderosos que apareceriam durante a guerra.

- Sim, vocês enfrentaram os Cavaleiros das Trevas, o problema é que os Cavaleiros não são os guerreiros mais poderosos que Voldemort possui. – Harry falou pacientemente como se estivesse explicando algo a uma criança.

- Se eles não são os mais poderosos, então quem são? – Hermione perguntou em voz alta o que todos os outros queriam saber, inclusive Draco que ainda não sabia sobre esses guerreiros que seriam mais fortes do que os que eles haviam enfrentado.

- Eles estão sendo chamados de Dragões das Trevas ou apenas Dragões Negros. Eu sei de apenas três pessoas que fazem parte do grupo, os outros ainda são um mistério. – falou o moreno suavemente sem se preocupar com os olhos interrogativos de todos os amigos em cima dele. – Eles estão treinando a mais de três anos especialmente para servir a Voldemort e destruir qualquer um que possa se colocar em seu caminho, eles são o chamado plano B para caso acontecesse algum imprevisto durante a guerra.

- Como assim? – Rony perguntou estranhando as palavras que o moreno usara para explicar aquilo. – O que seriam esses imprevistos?

- No caso eu. – o moreno disse calmamente e vendo as expressões resolveu explicar melhor para eles. - A guerra estava seguindo um patamar único com os dois lados, Voldemort se divertindo de um lado enquanto Dumbledore comandava o Império da Luz e tentava a todo o custo se defender, era mais ou menos isso que estava acontecendo, então eu apareci. Logo de cara eu destruo uma base de comensais da morte inteira, resgato a Gina do cativeiro e logo depois tomo toda a Oceania do controle do Lorde das Trevas. Logo eu liberto as pessoas da maior prisão do Lorde das Trevas e todas elas passam a ser soldados fieis a mim, assim como os moradores de todo o continente. E como se isso não bastasse eu passo a tomar outros territórios vagarosamente, e agora assumo o controle sobre a Grécia que era um país do Império da Luz. Isso sem contar que Harry Potter mostrou um aumento surpreendente de poder quando lutou contra um dos Cavaleiros das Trevas em Hogsmeade deixando Voldemort preocupado, e agora ele acha que eu e Azrael estamos aliados.

- Mas vocês são a mesma pessoa. – Neville disse como se aquilo fosse obvio o que fez Harry sorrir levemente antes de responder.

- Mas Voldemort não sabe disso e agora está um pouco preocupado, por isso ele vai convocar seus guerreiros mais poderosos, para que eles possam nos destruir. – Harry explicou como se aquilo não significasse absolutamente nada. – Por isso precisamos treinar mais intensamente, quero que vocês estejam preparados para enfrentar os Dragões quando nos depararmos com eles em campo de batalha, e para que isso aconteça vocês vão precisar se esforçar mais.

- Por mim tudo bem. – Gina falou levantando-se e sendo seguida pelos outros, todos ansiosos para ficarem ainda mais poderosos.

- Antes de começarmos eu gostaria de falar sobre algo com vocês. – disse Harry quando eles já se encaminhavam para o local onde eles usualmente treinavam. – Eu sei que muitos de vocês se sentiram mal por terem matado comensais da morte ou de quem quer que tenham tirado a vida, mas se queremos sair vencedores e vivos dessa guerra nós vamos precisar fazer o serviço sujo.

- Tudo bem Harry, nós já conversou entre a gente e concordamos com isso. – Hermione falou por todos. – Concordamos que não foi muito agradável tirar a vida de seres humanos, mas sabemos que isso é necessário, não precisa se preocupar com esse assunto.

- Ótimo. – o moreno disse simplesmente antes de se encaminhar par ao centro da arena onde eles costumavam treinar.

No restante do tempo que eles teriam dentro da Sala Precisa o moreno dedicou-se a aperfeiçoar os poderes de cada um deles, pois o conhecimento eles tinham até o nível avançado. Quando se passou um ano que eles estavam dentro da sala e chegara a hora de sair dela todos eles estavam mais fortes e poderosos do que nunca, mas Harry sabia que eles ainda precisavam de muito treino para poderem se igualar com os Dragões Negros.
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No corredor do sétimo andar uma porta materializou-se na parede e assim que ela se abriu deu passagem a dez pessoas que saíram de dentro da Sala Precisa em questão de segundos e logo ganhavam o corredor. Luna foi pelo lado oeste em direção a torre da corvinal, eles precisavam ser discretos e estar em suas camas em poucos minutos e não poderiam ser vistos por ninguém enquanto se dirigiam para seus salões comunais.

- Você não vem Harry? – perguntou Draco que tinha começado a se dirigir para o lado sul onde a escadaria o levaria diretamente até as masmorras e percebeu que o moreno não havia feito menção de segui-lo.

- Não Draco, tenho algo importante para fazer ainda hoje. – Harry falou olhando para Sarah que entendeu o que ele quis dizer.

- Tudo bem, mas vê se toma cuidado. – disse o sonserino antes de desaparecer pelo corredor rumo ao salão comunal sonserino.

- Onde vocês vão? – perguntou Hermione olhando curiosamente para os dois amigos que haviam ficado para trás.

- Vamos resolver um assunto pessoal. – Sarah disse baixinho sem olhar para ninguém, os olhos dela estavam focados na parede a sua frente pensando que naquela noite ela iria iniciar sua vingança e Harry a ajudaria.

- Mas...

- Vão. – Harry rosnou interrompendo Rony que tinha começado a falar. – Eu e a Sarah sabemos nos cuidar, agora vão imediatamente para a torre da grifinória que os corredores não ficarão livres por muito tempo.

Mesmo um pouco contrariado o ruivo virou as costas e se dirigiu para o norte onde ficava a torre da grifinória, Neville e Hugo o acompanharam sem nem mesmo abrirem a boca, mas as garotas ainda olharam para os dois por alguns segundos antes de concordarem com a cabeça e seguirem os garotos em direção a torre da grifinória.

- Pra onde nós vamos? – perguntou Sarah suspirando enquanto o moreno começava a andar pelo corredor.

- Sair de Hogwarts. – disse simplesmente o moreno continuando a andar pelos corredores até que saíram no primeiro andar próximo ao salão principal e ouviram alguém caminhando por ali, e quando viram descobriram a figura rígida do Professor de Poções acompanhando um outro homem, o moreno percebeu o corpo tenso de Sarah ao ver Snape, por isso segurou a mão da garota com a sua e a sentiu ficar mais relaxada.

Aproveitando que estavam quase de frente para os dois homens e movido pela curiosidade Harry invadiu a mente do estranho e então descobriu quem ele era e o que estivera fazendo em Hogwarts, também percebeu a insatisfação dele em trabalhar par ao diretor e tendo uma idéia se comunicou mentalmente com um de seus clones e pediu para que ele falasse com o tal homem, seria muito bem ter um homem com as habilidades dele trabalhando para si.

Pelo menos agora sabia que Dumbledore descobrira sobre a verdadeira identidade de Sarah, provavelmente o velhote iria tentar suborná-lo ou tentar usar aquela informação de alguma maneira. Bem, pelo menos ano seria pego de surpresa pelo velhote.

Assim que Snape desapareceu indo em direção as portas do castelo Harry e Sarah deslizaram até o corredor do terceiro andar e depois de dizer a senha para a estatua da bruxa de um olho só eles entraram na passagem que dava para o porão da Dedos de Mel, embora no meio do caminho Harry tenha parado, pois sentira que ali acabavam os feitiços anti-aparatação.

- Já podemos aparatar daqui. – disse olhando para a garota que apenas assentiu antes de perguntar com curiosidade.

- Então, vai me dizer para onde vamos?

- É claro que sim. – respondeu Harry com um sorriso sombrio aparecendo nos lábios do moreno ao mesmo tempo em que ele se tornava mais ameaçador aos olhos de Sarah, embora ela não sentisse nem um pouco de medo dele. – Vou começar a pagar minha promessa com você Sarah, nós vamos pegar um dos desgraçados agora.

- Qual deles? – perguntou Sarah com ansiedade na voz.

- Diggory.

- Porque não Snape ou Pettigrew, eles estão bem mais acessíveis. – a garota comentou distraidamente enquanto se preparava para aparatar com o moreno.

- Porque o desaparecimento de Diggory vai chamar menos atenção do que o dos outros. – respondeu Harry simplesmente.

Em seguida o moreno pegou a mão da garota e eles desapareceram silenciosamente com destino a um lugar que Sarah não fazia a mínima idéia de onde seria.





N/A: Ai galera, infelizmente eu não vou mais poder postar as quatro fic’s que eu estou escrevendo todas as semanas, meu tempo agora está muito limitado, os trabalhos da faculdade são muitos e vão exigir muito, principalmente agora que as provas começam a chegar, pra quem não conhece na Unioeste as notas são anuais e divididas em duas partes, até final de junho e depois até dezembro. Não vou desistir das fics, prometo postar pelo menos duas toda semana. Espero que entendam. Abraços.
Obs: Alterando a Historia sai até o meio de semana, afinal o capitulo esta pronto e só falta passar para o pc.

Agradecimentos especiais:

James V Potter: Ai cara, rápido é modo de falar, pois eles passaram anos juntos treinando na sala precisa e acumulando a atração que sentiam um pelo outro, a Sarah sofreu bastante mesmo, mas garanto que os responsáveis vão pagar muito caro pelo que fizeram com ela. O lance do Sirius aparecer para tentar ganhar a confiança do Harry novamente somente no próximo capitulo assim como os pais dele, e quanto para quem Harry vai revelar sua verdadeira historia, ainda vai levar mais alguns capítulos para isso acontecer. Abraços cara.

Pedro: que bom que você gosta das minhas fics, quanto a Cavaleiro tem sim continuação. Abraços.

Kalih: O Dumbledore vai se ferrar legal quando for tentar chantagear o Harry, espere só pra ver, e no próximo capitulo uma pequena amostra do que vai acontecer com os desgraçados que destruíram a família da Sarah. Beijos.

TiuToddy: Foi realmente bastante triste o que aconteceu com a Sarah e muito ruim de se escrever. Abraços.

xPrex: espero que tenha gostado da conversa que eles tiveram. Abraços.

Silvia Cecil: O Malfoy realmente ta bastante adulto dando lição nos outros, espero que tenha gostado da historia da vida da Sarah. Beijos.

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