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Visualizando o capítulo:

7. Bonito e...sacana.


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Primeiro uma declaração: Estou triste...tem poucos comentarios. :(
Quase mas, quase que perco esse capíítulo...afff
Quero agradecer a uma autora que fez a NC perfeita pra esse capítulo: Josy Chocolate, Valeeeuuu!!!
Lembrem-se, o passado não está em ordem! kkkkkkk. Mas ele ficará.
Como fala Orion, LUMUS no caminho de vcs. Rsrsrsrsrs
Boa leitura!

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O castelo sempre ficava num alvoroço só. Os meninos andavam marcando encontros e as meninas tagarelando mais que o normal. Claro que o motivo disso tudo só poderia ser a visita pra Hogsmead. Todos pensavam que finalmente iriam sair da escola. Poderiam comprar, conversar, lanchar, andar, tomar um pouco de sol e...namorar. Draco relembrava cada passeio dado pelas ruas de Hogsmead. Mas a última coisa que ele pensou que os alunos faziam – namorar – era um tormento. Tantas cenas escondidas em sua mente. Tantas surpresas que ele vira nos passeios, mas nada se comparava as emoções que ele guardava. Ele sempre se mantinha alerta para o menor sinal de alguma lembrança desse tipo, desses passeios, que viesse à tona. Ele dava um jeito de guardá-las novamente.
Contudo, ele ali deitado na sua cama enorme, parecia mais difícil que o normal, também pudera, com os últimos acontecimentos na casa de Hermione. “Maldito beijo! O que deu nela agora?” falava consigo mesmo “Ela está perdida? Perdida?! Merlim! A gente transou várias e várias vezes. O que deu nela?” levantou e foi em direção a cozinha “Ah, eu não... transei. Não com ela. Quer dizer, não foi somente uma transa. Foi...foi...a coisa mais íntima que já fiz, foi paixão.” pegou um copo e encheu de suco “Ai, paixão. Lembro bem aquela vez em Hogsmead. A nossa segunda vez”:

- Vem embora, Hermione! – gritava Gina apressada nas escadas que davam na saída da escola.
- Dá pra esperar? – perguntava a outra irritada – Que pressa!
- Mione, assim não acharemos lugar na Madame Puddifoot – Gina explicava.
Hermione olhou Gina longamente e depois pousou os olhos no rapaz mais atrás. Harry estava ansioso, olhando pra ruiva.
- Gina, eu não vou a esse local! – Hermione falava triste – Não vou lá. Não vou ficar de ‘vela’!
- Ah, Hermione. Deixa de ser boba. Eu não tenho nada com Harry. Então não comece.
- Não tem... Sei. – respondia Hermione irônica – Você está somente me usando pra se livrar dos olhares de...Ron.

Gina a encarou estupefata. Era a primeira vez que Hermione falava o nome de Ron tão calmamente depois que ele começou a namorar Lilá.
Draco estava esperando Goyle, mas prestava atenção em tudo que era dito ali perto. Qual não foi seu desespero ao ver o colega se aproximar e ele ainda não saber se Hermione iria para aquele local ou não.
Andou lentamente apurando os ouvidos e ficou no campo de visão da morena que logo mordeu os lábios, querendo se conter em chamá-lo. Gina a olhou esperando algo mais quando viu que o semblante dela mudou, pensou que tinha sido por causa do que ela tinha dito tão displicente. Segurou a mão de Mione e a puxou. Hermione parecia ter pensado no que fazer.

- Eu vou com vocês lá – falou em um tom mais alto que o necessário – Mas depois irei para o Cabeça de Javali – completou sorrindo ao ver Draco virar um pouco o rosto na sua direção e balançar afirmativamente a cabeça discretamente.
Ela tinha acertado com ele então.

- Hermione você anda doida, sabia? – Gina se postava em um lado de Harry e Hermione se posicionava do outro.
- É verdade, Hermione - Harry concordava – Você anda estranha, pra dizer no mínimo.
- Eu não tenho nada! – reclamou Hermione – Vocês é que estão ficando loucos...com tanto hormônio a flor da pele sem...sem...sem extravasar.
Harry arregalou os olhos de espanto e Gina parou com a mão no peito. Ambos estavam perplexos com a fala de Hermione. Mas foi Gina a quebrar o momento de terror.
- Mais uma prova que você não está bem. A Hermione de antes não falaria isso em voz alta nem levando um Cruciu.
- Parem de me aborrecer – reclamou novamente Hermione – Vamos logo. Aí vocês se sentam num local bem aconchegante. Todos vão ver que eu entrei com vocês e logo depois eu saio. E vocês ficam lá. Sozinhos.
Harry deu uma tossida rápida parecendo se engasgar. Gina deu um leve sorriso e deu um passo a frente parecendo mais flutuar do que andar.
Chegaram a Madame Puddifoot. Escolheram uma mesa bem reservada. Ninguém avistaria se entrasse no local, somente o que se sentasse próximo.
Hermione deu um tempo. Pediu um suco de abacaxi com mel, e logo tomou metade do copo, deixando o resto como um álibi que estivera ali e que pretendia voltar. Passou a vista no lugar observando quem estava. E depois se voltou para Gina que agora cochichava no ouvido de Harry o fazendo dar algumas risadinhas nervosas.

- Bem, a conversa está boa – Hermione começou pensando definitivamente na inexistente conversa ali – Mas eu vou indo.
- Fica mais um pouco – Harry pedia carinhosamente.
- Não! Eu não estou nem louca de ficar aqui. Vou perder o passeio olhando pra vocês ficarem de conversinhas, sem ir definitivamente ao que interessa?! – retrucou sorrindo.
Harry que no determinado momento que ela falava tomava um gole do seu suco, engasgou fortemente e Gina foi acudi-lo olhando confusa pra uma Hermione desaforada saindo com cara de anjo.
Hermione andava depressa esperando não encontrar ninguém que pudesse atrapalhar seu destino. Queria muito chegar rápido ao cabeça de javali, com certeza ele estaria lá, esperando por ela.
Avistou ao longe a cabeleira ruiva se aproximar, andando de mãos dadas com uma menina que falava sem parar. Sentiu seu coração palpitar, seu sangue ferver. Ela ainda não tinha se acostumado com a ideia de Ron namorar Lilá. Mas quem era ela pra achar ruim ou bom? Afinal ela estava indo se encontrar com seu loiro arrogante. Ela era dele e ponto final.
Desviou o caminho entrando numa rua a esquerda, o problema era que demoraria mais a chegar ao bendito local. Talvez por isso ela tenha apressado o passo. Já quase não respirava direito, nem sentia as pernas. Só veio sossegar quando viu ao longe a entrada do lugar. Diminuiu o ritmo não querendo transparecer a sua pressa, embora seus cabelos colados no rosto por suor mostrassem o contrário. Abriu devagar a porta e respirou fundo. Foi em direção ao balcão passando o olhar discretamente ao redor até que o viu, sentado, encostado numa parede com as pernas apoiadas em outra cadeira. Parou bem no meio do balcão.

- Por favor, uma cerveja amanteigada – pedia Hermione tentando não mostrar a sua euforia.
- Uma pra mim também – o loiro gritava para o atendente, já estando ao lado da morena.
- Você é rápido – falava Hermione baixo – Já está aqui, ao meu lado...
- Você é que foi rápida – Draco retrucou sorrindo – Nem deu tempo direito de eu me sentar. Apressada?
- Nem um pouco – respondeu Hermione fazendo beicinho. Draco sorria da expressão dela.

O bar estava vazio. Tinha apenas uns trabalhadores dos arredores. Nenhum aluno e nem professor se encontrava ali e eles puderam conversar mais tranquilamente, até o momento que a porta se abriu com força.

- Draco? – chamava Goyle impaciente. Draco iria dispensá-lo na calma quando se virou e se deparou com a personagem feminina ao lado de Goyle. Pegou instintivamente a garrafa e jogou o dinheiro no balcão.
- Ainda bem que você me achou, Goyle – falou Draco visivelmente irritado – Estava pensando em quem me faria companhia, aqui o ambiente está...´carregado’ – mostrou com a cabeça Hermione.
Hermione fez o mesmo movimento e deu uma olhada rápida a Goyle e encarou Pansy.
- Eu é que vou embora – retrucava Hermione exasperada – Não aguento ficar no mesmo ambiente que um...chatinho como você.
Draco a olhou surpreso e logo refez a expressão.
- Dane-se – falou ele de modo convincente, mas seus olhos entregavam a dor que estava sentindo por falar assim com ela – Fique num raio de 1000 km longe de mim, ouviu?
- Cale sua boca, doninha saltitante – Hermione o encarava – Vou respirar ar puro – e apontou com o indicador para a direção onde ficavam as árvores – Você polui o ar – e passou por ele indo a porta.
- Vai deixar assim, Draco? – perguntava Pansy.
- Quem polui o ar aqui é você – Draco falou trincando os dentes – Seu sangue...sujo é que polui, Granger.
Hermione antes de sair o olhou triste e irritada. Bateu a porta.
Na cabeça de Draco se passava toda a conversa que eles tinham tido uns dias antes:

- Até quando a gente vai se esconder? – perguntava Hermione chateada após fingir uma discussão no refeitório.
- Não sei, meu amor - respondia Draco paciente.
- Eu não aguento mais! – reclamava Hermione.
- Não posso ficar com você na frente de todos – explicava Draco – Iria chegar aos ouvidos dos meus pais. E você sabe o que aconteceria – emendava fazendo lembrar a condição dos pais deles.
- Ai! Você não pode se esconder e nem me esconder por muito tempo.
- Tenha calma, é só eu encontrar uma saída pra isso.
- Humpf – Hermione cruzava os braços – Ainda tem essa história de ficar brigando por aí e esculhambando. Não gosto nada disso.
- Eu sei – Draco a abraçava por trás – Eu também não gosto. Mas vou tentar não pegar pesado nisso, está bem? – fala Draco a beijando pelo pescoço.

Draco suspirou pesadamente e logo seguiu para saída.

- Aonde você vai? – perguntava Pansy intrigada.
- Qualquer lugar! – respondia.
- A gente veio ficar com você – Pansy falava triste.
- Mas eu quero ficar sozinho – retrucava Draco.
- Você falou que queria companhia melhor – Goyle afirmava.
- Somente pra...pra me livrar de Granger – falou baixo o nome dela.
- Então é assim... Você não é o mesmo, Draco. Não é mesmo. – Pansy passava por ele o empurrando com raiva sendo seguida por Goyle.

Pansy não era muito de falar mal dos alunos, apenas gostava de chamar atenção e por ser muito mimada, agia infantilmente diversas vezes. Tinha os cabelos compridos negros e olhos tão azuis que era impossível não pensar no céu ao olhá-los.
Assim que entrara para escola nutriu uma paixão por Draco, com o tempo, apaixonou-se por Goyle, no entanto passa o tempo relatando a seus pais, que por consequência levam aos outros pais, tudo o que ela e outros como Draco, Goyle e Crabbe fazem na escola, o que torna um incômodo para eles. Nada pode ser feito fora do normal, pois eram cientes que logo seus pais saberiam do acontecido.
Draco saiu a passos largos, sabia onde encontrar sua morena. Olhava de vez em quando para trás observando se tinha alguém que pudesse descobrir com quem ele anda. Saiu da movimentação das ruas avistando as árvores enfileiradas numa espécie de praça mais adiante. Era só achá-la. Passou pelas primeiras árvores e resolveu adentrar mais. Respirava forte, sabia que ela estava chateada, o olhar dela disse tudo, teriam outra briga.
Parou um pouco ansioso, olhou ao redor, mas não enxergou ninguém e então se pôs a gritar seu nome, num tom levemente alto, mas não estridente. Não a viu em lugar algum, temeu que a situação fosse mais grave do que pensara. Ela teria ido embora não querendo falar com ele?
Resolveu voltar para perto da rua, talvez ela não quisesse ficar tão longe da movimentação. Ela não ficaria num local deserto, sozinha.
Surpreendeu-se ao se virar. Ela estava encostada na árvore detrás dele o observando. Tinha a expressão vazia, não demonstrava um pingo de raiva que ele esperava. Não falou. Também não sorriu. Apenas o fitou com seus belos olhos castanhos sempre enigmáticos e convidativos. Um abismo chamativo. Um lago negro que apesar de dar arrepios de medo, seu mistério faz com que se jogue nele de corpo e alma, sem pressa para voltar.

- O que está pensando? – perguntava Draco confuso.
- Em como posso ser mais idiota do que sou – respondia Hermione rapidamente.
- Idiota? – Draco franzia o cenho – Está com raiva, não é?
- Não de você. De mim – Hermione se aproximava devagar – E ainda quero me odiar ainda mais. A sabe-tudo tem seus belos momentos de burrice e insanidade, e quando isso acontece, é um erro enooorme.
- Juro que você está me assustando – Draco dava um passo pra trás.
- Por que? – Hermione o encarou – Eu só quero...algo muito bonito e...sacana.
- Ainda não te entendo – Draco se encostou em uma árvore – As vezes é difícil te compreender, sabia? Meus neurônios, embora maravilhosos, não te acompanham por muitas vezes.
Hermione sorriu. Um sorriso claro, alto e lindo aos ouvidos de Draco. Um sorriso que ele conhecia muito bem. O sorriso que antecedia carícias.
Hermione apoiou suas mãos no peito de Draco e alisou em direção ao pescoço, sorriu maliciosa, enquanto suas mãos abriam a camisa dele. E ele beijava sem pudor a base do pescoço dela.
- Herm! Você não devia brincar com fogo! – ele disse gemendo de olhos fechados.
- E por que não? – ela escorregou o corpo pelo dele, deixando que ele sentisse suas formas femininas, e pode sentir a sutil ereção dele diante de seu toque.
- Porque você pode se queimar...
- Depende! De quanto fogo você tem! – ela respondeu sorrindo.
Naquele instante Draco a virou bruscamente a fazendo apoiar as costas dela na árvore com força, apertou os punhos dela por sobre a cabeça, deixando os seios dela, mais empinados do que já eram.
- Eu não estou de brincadeira, garota! Não vou ser uma almofada velha que você usa para afiar as suas unhas! Você não passa de uma gatinha manhosa - ele disse e lambeu o pescoço dela - Querendo aprender as coisas da vida! E eu vou te ensinar – enquanto dizia ele encostou o corpo no dela, demonstrando o grande volume de seu membro que crescera visivelmente com aqueles toques.
Soltou as mãos dela para poder abrir a blusa e enfim ver o corpo, que o fizera sonhar tantas vezes. Hermione não entendia por que ainda continuava com as mãos pra cima, se ele já havia soltado. Mas ela queria aquele toque mais que tudo, e ele atendeu prontamente...
Ela não usava sutiã, e ambos gemeram quando ele abriu definitivamente a blusa dela. Ela por sentir o vento em sua pele, ele pela visão, que o excitava ao extremo.

A boca quente de Draco, não esperou muito para tocar os mamilos intumescidos com luxúria. Ela quase gritou quando ele sugou com força. E instintivamente levou as mãos aos cabelos dele puxando com força.
Draco gemeu, ela gostava de dor então? Apertou o outro seio dela com força, apertando os mamilos. Ela ofegou e levantou uma das pernas, chegando ao meio das coxas dele. Draco levou uma das mãos sobre a coxa, e colou seu corpo no dela, abandonando os seios e beijando agora o pescoço da castanha que gemia sem parar.
As mãos dele entraram sorrateiramente sob a saia a levantando, as mãos chegaram a calcinha minúscula, e ela gemeu... Quem disse que o toque dele era frio?
Os dedos encontraram a umidade do tecido, mas não parou, olhando nos olhos dela ele enfiou a outra mão e desceu a peça lentamente, olhando para ela.
Hermione ofegava, não podia acreditar que tava fazendo aquilo, mas queria o toque dele, queria sentir os lábios dele.
Draco não estava de brincadeira, colocou uma das pernas dela sobre seu ombro e subiu numa trilha de beijos, até o meio das coxas dela, sua cabeça se insinuando por baixo do tecido maleável da saia que ela usava. Com um gesto autoritário, a fez abrir um pouco mais as pernas e enfim tocou a intimidade dela.
Hermione levou as costas das mãos a boca e mordeu forte, evitando gritar. Draco parecia faminto, sua língua a umedecia ainda mais, e conhecia sua intimidade de forma devastadora. Ele movimentava a língua sobre a feminilidade dela, com força, ora em círculos, ora de um lado para o outro, às vezes chupava com força, às vezes levava a língua dentro dela com habilidade.
As pernas dela tremiam, mas ele apertava as coxas com uma mão enquanto a outra acariciava toda a extensão da vagina dela. Foi impossível não gritar quando ele a penetrou com um de seus dedos, primeiro um depois com dois, enquanto sua língua ainda passeava por ela.
- Dracooooooooooo! - ela gritou, quando um orgasmo a atingiu de repente fazendo todo seu corpo tremer. Mas ele a segurou firme, e continuou a lambê-la como se quisesse sugar todo o prazer dela.
Enfim ele a deixou, ela tinha a boca aberta, e o abraçou enquanto, beijava os lábios dele, sua língua passeava buscando sugar a do loiro com total urgência.
Ele abriu a calça com pressa e ela logo sentiu a dureza dele a tocando, com firmeza.
- Por favor, por favor! - ela gemeu o fazendo sorrir.
Com brutalidade ele levantou as duas pernas dela e pôs em sua cintura, apoiou as costas dela na árvore, e entrou nela com força.
Ele gritou, ao penetrá-la, a vendo gemer daquele jeito. Respirou fundo e se moveu uma vez.
Ele se jogava nela com fúria, com força, sem se importar se a aspereza da árvore atrás dela a machucava ou não. Ele só queria estar dentro dela, cada vez mais fundo. E estava. O corpo dela se apertava ao redor dele, ele ouviu uns gritos ao longe, mas eram deles próprios, e ele a segurou firme pelas nádegas, enquanto gozava dentro dela.
Moveu-se devagar beijando o colo dela, ainda estava muito duro, apesar de ter gozado, mas estava com medo de machucá-la.
Ela entendeu o que estava acontecendo e fez ele a soltar apesar de trêmula, o fez se apoiar na árvore dessa vez, e beijou o peito dele. Desceu devagar sobre os olhos atentos do loiro.
Ele estava suado, e a olhava com desejo. Ela sorriu muito maliciosamente, certamente aquela era uma Granger que ele não conhecia.
Ela segurou o membro com carinho e o beijou delicadamente, percorreu a extensão deles com beijos pequenos e úmidos. Draco delirou quando ela o colocou na boca.
Chupou com força, sua língua o tocando com volúpia. Não demorou muito, para que Draco segurasse os cabelos dela e gritasse o nome da morena. E a empurrasse de vez, porém não a deixou cair, ao contrário a puxou para si novamente, com gesto bruto.
- Você vai aprender, Granger!
Ele disse e ela achou que ele ia beijar, porém ele a virou de costas, e a penetrou de uma vez.
Golpes frios que a fez gritar, os gritos dela deviam chegar até a escola, ele tampou a boca dela, e ela mordeu forte a sua mão.
Mas mesmo com sua mão doendo pela mordida ele continuou firme, forte e impassível, com um urro que veio do fundo de sua garganta ele gozou mais uma vez. Um orgasmo que fez Hermione ver estrelas... E choramingar o nome dele.

**********
- Ainda me olhando? – pergunta Draco na aula rindo.
- Não posso? – retruca Hermione fazendo beicinho.
- Ai ai. Todos vão notar que você é louca por mim, desse jeito – continua Draco ainda rindo.
- Não antes de constatarem a sua paixão, Draquinho lindo – rebate Hermione o olhando.
- Ah é? E como isso vai acontecer? – pergunta Draco seu sorriso desaparecendo.
- Tem gente percebendo que você não para de “secar” minhas perninhas torneadas – explica Hermione marota.
- Você está muito engraçadinha, Granger – fala Draco mais alto o sobrenome dela ao ver Rony dar uma olhada aos cochichos dos dois. Hermione logo ficou alerta. Endireitou-se no lugar e arranhou a garganta querendo clarear a voz, pensando no que falar.
- Já terminou o trabalho, senhorita Granger? – perguntava professora Minerva ao ver Hermione se remexer na cadeira desconfortavelmente.
- É...não...ainda não – respondia Hermione sem graça enquanto Draco dava um sorrisinho irônico e Harry junto com Ron, lançarem olhares desconfiados a dupla que se sentava atrás deles.

Estavam na aula de transfiguração escrevendo um trabalho sobre criaturas difíceis de transformarem. Teriam que começar pelo mais fácil até o mais difícil de acordo com uma lista posta no quadro antecipadamente.
Hermione rabiscava, rabiscava e rabiscava o papel. Estava diminuindo seu ritmo de estudo e todos observavam isso. Ela estava apoiada na mesa, emburrada da mesma forma que ficou quando a aula iniciou e Minerva a colocou para fazer o trabalho junto com Draco. Hermione sabia que desse jeito ela se perderia e não faria o trabalho rapidamente e nem completamente. Estava ficando frustrada como Draco a afetava tanto, ela pretendia ser mais forte... Bem mais forte.

- Granger – chamava Draco no refeitório em pleno almoço – Granger, Professor Snape está lhe chamando.
- Ah sim. Obrigada – responde Hermione com a sobrancelha erguida. Draco caminhou para sua mesa somente para disfarçar. Iria dar um tempo para se encontrar com ela.
- É até estranho o modo como você age, Draco – falava Pansy implicante – Numa hora você a xinga feito louco, outra hora você a trata com a maior naturalidade. É desgastante entender isso. Seus pais devem achar uma loucura, não?
- Não se meta no que não é da sua conta! – enfatizou Draco.
Hermione andava devagar, sabia que o recado dado por Draco era falso, era para os dois se encontrarem em uma sala perto da sala de Snape, pois o mesmo sabia de tudo e embora achar aquilo uma piada, ajudava quando podia distraindo outros professores e alunos.
Chegou a um corredor e viu Snape sair de uma sala a sua frente. Ele a olhou rapidamente e dirigiu-se a sua própria sala. Hermione deu um sorriso torto e abriu a porta.

Hermione o viu sentado pensativo, girando a varinha na mão. Ele andava chateado, evitava estar em um ambiente que ela estivesse entre os amigos.

- O que você tanto evita, Draco? – pergunta Hermione cautelosa.
- Existem fatos que eu prefiro esquecer – responde seco.
- Como qual, por exemplo? – insiste Hermione.
- Como o fato que Weasley é apaixonado por você, e você pra cima e pra baixo junto dele – falou ressentido.
- Ele é meu amigo, Draco – explica Hermione se defendendo.
- Mas isso não o impede de se aproveitar pra falar perto de você, lhe abraçar, ou sei lá mais o quê – diz Draco irritado.
- Absurdo – Hermione retruca nervosa, se perguntando o que Draco faria se descobrisse que Rony havia dado um beijo surpresa nela.

Nesse pensamento Draco foi pego de surpresa por uma batida na sua porta. Correu para pôr uma roupa mais decente e desceu as escadas, curioso.

- Quem está aí? – pergunta Draco fortemente.
- Sou eu – responde Hermione seca.
Draco abriu a porta rapidamente e encarou a morena a sua porta.

- Posso entrar? – ela pergunta com um leve sorriso.
- Se você tiver uma boa desculpa – ele responde dengoso.

Hermione o olha analisando.

- Você parece um pouco preocupada – constata Draco ao reparar que ela estava tensa.
- Ainda bem que você reparou.
- O que houve? – ele pergunta a puxando para dentro da casa e a fazendo se sentar no sofá.
- É sobre aquela nojentinha da Superintendência...
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Bjs a todos.

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