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10. Ritual


Fic: RENASCER!


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Fenrir deu um tapa com o lado de fora da mão no rosto de Harry, fazendo –o cair.   
- Traga o garoto. O Lorde está começando a ficar impaciente. – disse o outro comensal que estava na floresta. - Petrificus Totalus! - Fenrir imobilizou Harry, e saiu puxando –o pelos cabelos. – Quero só ver a sua cara depois desse ritual. Opa, não vai dar. Você ta petrificado. –  
  Ele soltou uma gargalhada que ecoou por toda a floresta. Harry já havia perdido as contas de quantos minutos ele vinha sendo arrastado. Seus braços estavam sangrando; sua calça estava rasgada e seus calcanhares ralados e sangrando, quando, finalmente, eles pararam. Harry apenas escutou o som de uma porta muito antiga abrindo –se. Depois disso o escuro foi total. Mas ele sabia que não havia desmaiado, porque permanecia consciente do que estava acontecendo.
  Fenrir largou –o em um canto que Harry não conseguia saber onde era. O chão onde ele foi largado era muito duro, com muitos pedregulhos e pedras soltas, fazendo com que as costas dele machucassem mais.
  Depois de alguns momentos de silêncio, várias tochas em formato de taça se acenderam no local. Elas formavam um círculo ao redor de Harry. Nesse momento ele conseguiu distinguir onde estava: Era uma casa abandonada, no meio da floresta, caindo aos pedaços.
 - Porque um ritual desses vai acontecer em um lugar tão acabado - pensou Harry, que ainda estava deitado no chão, todo cortado e dolorido. - Não tenho um bom pressentimento sobre esse ritual...
  Foi nesse momento em que Voldemort entrou no salão, junto com o resto dos Comensais da Morte junto com ele. Eles se postaram em círculo, cada um de lado de uma tocha.
  Voldemot fez um gesto com a mão e liberou Harry da magia de Fenrir. A primeira coisa que Harry fez foi se levantar. Ele olhou em volta para ter uma noção do que estava acontecendo ali. A primeira coisa que ele viu, foi que Rony e Hermione estavam pendurados pelos pés bem acima dele, no meio do círculo. Harry ficou sem respirar por um momento, até que sua atenção foi desviada para um desenho que havia no meio do círculo: Uma estrela formada por dois triângulos interpostos, um ao contrário do outro. Suas linhas eram feitas por inscrições na língua das cobras, escritas com sangue que Harry desconhecia de quem era.
 - Harry, Harry, Harry... O momento que tanto esperei, e que você tanto lutou para que nunca chegasse finalmente vai acontecer. O dia em que os puro sangue irão dominar o mundo dos bruxos, e eu terei, finalmente, a minha vingança. Antes de começarmos, tem algo para dizer Harry?
 - Vá para a merda! Você não vai conseguir fazer isso! É impossível reviver uma pessoa! – disse Harry. Seu coração estava muito acelerado para o normal, pois não sabia o que iria acontecer ali.
 - Eu digo o que é impossível. Nada para mim é impossível. – Voldemort deu uma gargalhada e prosseguiu. – Comecem o ritual de ressurreição!
  Todos os Comensais ergueram as mãos para cima e murmurar algo que Harry não entendia. Voldemort começou a girar em torno de Harry, falando na língua das cobras. Harry tentou se mexer, mas não conseguiu. Algo o estava paralisando novamente. De repente, as cordas que sustentavam Hermione e Rony, começou a baixa –los. Rabicho trouxe uma coisa embrulhada em um pano para Voldemort.
 - Aqui está, Meu Senhor.
 - Muito bem, Rabicho. Volte para o seu posto.
  Ele retirou o manto de cima do objeto, revelando a Espada de Salazar Sonserina. Sua lâmina iluminava o salão, por causa da baixa luminosidade do local.
 - A espada que um dia foi derrotada, agora irá derrotar os que o umilharam! – Voldemort golpeou a cabeça de Hermione, mas nesse mesmo instante, algo o parou. Outra espada estava impedindo que ele decapitasse a garota. Era Harry. Ele havia conseguido se mover e estava empunhando a espada de Godrico Grifinória, que materializou em sua mão.
 - Eu já te disse uma vez, e vou dizer de novo. Eu não vou deixar que meus amigos morram por minha causa! – Ele empurrou a espada de Voldemort com a sua, fazendo –o cair no chão.
 - Seu insolente! Mesmo fazendo isso, não vai conseguir impedir os meus planos! - Não posso impedir, mas posso atrapalhar um pouquinho. 
 - Você pensa que é esperto, mas não o suficiente para mim, Harry. – Voldemort golpeou Harry com sua espada, mas ele defendeu, fazendo sair muitas faíscas, e iluminando o local momentaneamente. 
  Eles duelaram durante cerca de vinte minutos entre hurras quando Voldemort derrubava Harry, e vaias quando acontecia o contrário. Depois desse tempo duelando, Harry já estava exausto, mas Voldemort não demonstrava nenhum sinal de cansaço. Ele parou um pouco para descansar, mas Voldemort o golpeou novamente, acertando o braço de Harry de raspão. Poderia ser um corte normal, mas ardia como se houvessem colocado pimenta em seu corte.
 - Acho q esse é o momento em que você diz adeus para seus amigos. – Voldemort limpou o sangue de Harry que estava na espada com a língua. – Essa deve ser a última vez que irá ver-los novamente, diga alguma coisa Harry!
 - Vá pro inferno assassino de merda! – Harry tentou se levantar, mas a dor em seu braço era dilacerante, deixando-o sem forças.
 - Aaaa...  É tão triste ter q matar dois jovens tão bonitos e saudáveis... Mas o que tem que ser, será. – Voldemort empunhou a espada em direção ao peito de Hermione.
 - NÃO! – Rony gritou no momento em que Voldemort ia perfurar o peito de sua amada.
 Mas no momento em que a espada ia transpassar o peito de Hermione, outro grande flash encandeou os olhos de todos no local. Quando a luz baixou, eles puderam ver o que havia acontecido. Lá estava a cena congelada ( os olhos de Voldemort também foram encandeados com a luz): A espada de Salazar Sonserina quase perfurando o peito de Hermione e Emanuele defendendo com a espada que antes estava com Harry. Mas havia algo errado. Havia sangue escorrendo pela espada de Salazar e Harry percebeu, no momento seguinte, que o sangue era de Emanuele.
 - Ops. Acho que eu errei o alvo. – falou Voldemort sarcasticamente. – Mas acho que isso vai servir. – Ele tirou a espada com violência, fazendo com que mais sangue saísse de Emanuele.
  Depois, tudo aconteceu muito rápido: Harry foi carregado até o local da cena por alguém que libertou Hermione e Rony e ainda conseguiu desaparatar com eles três e Emanuele junto no pacote. Depois da sensação familiar de aperto na barriga, Harry apagou.


 


  Ele só acordou no meio da madrugada, em um local que ele achava que era uma cabana. Quando ele se levantou, seu braço doeu, menos que antes, dando para ele se levantar. Quando o fez, pôde analisar melhor onde estava: Era a mesma cabana que eles usaram para procurarem as horcuxes. Ao seu lado estava Emanuele, num colchão posto no chão, com faixas na barriga onde a espada havia perfurado. A faixa estava molhada com o sangue que saía do corte e sua testa estava molhada de suor.
 - Não faça barulho. Eles podem acordar. – disse uma voz que vinha atrás de Harry. Ele virou rapidamente para ver quem era. Seu coração se acalmou quando viu que não era ninguém perigoso, mas Godrigo Grifinoria, em quem ele sabia que podia confiar.
 - Foi você que nos trouxe para cá? – perguntou Harry, analisando melhor o rosto do homem. Ele tinha muitas cicatrizes de cortes antigos, mas que foram muito profundos, deixando sua cara mais velha do que já era.
 - Não. Eu só os tirei de lá. Quem arrumou um local seguro e essa cabana maravilhosa foi a sua amiga, Hermione, que também ajudou muito com os seus ferimentos e os de sua amiga.
 - Você acha que ela vai sobreviver? – perguntou Harry, olhando para a beleza esplendorosa de Emanuele. – Não quero que ela morra.
 - Então pode rezar, pois os estragos daquela espada são muito fortes. Eu digo isso pois os sofri pessoalmente. – Ele se virou, exibindo uma cicatriz de um corte que percorria toda a suas costas na diagonal. – Mesmo que a pessoa sobreviva, a cicatriz permanecerá até o dia de sua morte e, passe o tempo que for, você ainda sentirá dores de vez em quando. – Ele passou a mão nas costas, como quem relembrava do passado através dela. 
- Godrico...                                                                                                                                 - Diga, garoto. 
- Quero que me esclareça algumas coisas... 

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