FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

29. Cap 29


Fic: Minha Pequena - Pesadelo Pessoal nova fic ATT


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Testando a Coragem


Perdera a conta de quantas vezes acordara com aquela sensação, a dor de cabeça aguda, o enjôo forte e aquela falta de ar agoniante. Abriu os olhos e piscou algumas vezes tentando focalizar algo, viu algum vulto perto de si, lentamente a consciência tomou conta de sua mente passando como um flash os acontecimentos dos últimos dias em frente aos seus olhos.


Há quanto tempo estava ali? Perguntou-se enquanto alguém a levantava pelos braços e a colocava em uma espécie de maca de metal, prendendo seus pulsos e pernas em correntes.


À pergunta anterior ela realmente não possuía resposta, mas sabia que não era a primeira vez que acordava de um desmaio e também sabia que, toda a impotência que sentia de impedir quem quer que fosse de prendê-la, era devido às torturas pelas quais passara.


-A cada dia se torna mais difícil lidar com você, Pequena.


-Você não é um exemplo de hospitalidade Tom.


Respondeu ela com acidez, os olhos seguiram a sombra de onde vinha a voz, desde que ele lançara em seus olhos o feitiço ultravioleta ela não enxergava quase nada, reconhecia as pessoas pela voz e ás vezes pelos passos.


-Vejo que nem minha falta de hospitalidade lhe ensinou como me deve tratar. Crucio!


O fato era que Voldemort não possuía muito mais paciência, e Hermione sabia disso, tanto por já conhecê-lo, quanto pelos métodos de tortura que evoluíram consideravelmente.


Não possuía mais forças para segurar os gritos em sua garganta, por isso o ambiente se encheu com sua voz em brados agonizantes, perdera a conta de quantas vezes fora atingida com aquela maldição, mas não era algo com o que se pode acostumar, pelo contrário, a cada vez ela lhe parecia pior.


Uma gota de suor escorreu por sua mandíbula ao mesmo tempo em que um gemido subiu pela garganta assim que a maldição foi cessada, voltou a abrir os olhos observando o vulto de seu antigo mestre se afastar e talvez erguer o braço em sua direção, quando sentiu a maca deixar seu corpo e ser pendurada pelos pulsos com correntes deduziu que realizara um feitiço.


-Não precisava ser assim.


Disse Tom nada pesaroso, mas sem prazer.


-Alguém tem que tornar as coisas difíceis pra você Tom


-Não precisava ser você.


Precisava sim, foi o que Hermione pensou, por mais que Harry ou qualquer outro da Ordem fosse forte o bastante para suportar o que ela suportava, eles não tinham sua proteção contra a poção da verdade, portanto precisava ser ela, e este fato a morena já havia aceitado.


Talvez com um aceno de varinha, Hermione viu a fina e sinuosa silhueta de um chicote se formar na mão de Voldemort. E começou com um grito.


 




 


A primeira coisa que sentiu foi uma enorme necessidade de escovar os dentes, não sabia quanto tempo havia dormido, mas o gosto horrível em sua boca e a dor espalhada pelo corpo lhe mostraram que não fora pouco.


Levantou incerto, olhou ao redor e viu que estava numa cama num quarto pouco organizado, o qual só enxergava devido à luminosidade que a lua irradiava dentro do cômodo.


Deitado no chão sobre um colchão estava Carlinhos que ressonava tranqüilo, Harry se levantou alongando o máximo que o pequeno quarto lhe permitiu, e caminhou pela casa em busca de um banheiro, escovou os dentes e tomou um banho, o chuveiro, o longo tempo que passara dormindo e Hermione, o haviam deixado completamente desperto. Faminto foi à cozinha e preparou algo para comer.


Eram seis horas quando Carlinhos o encontrou sentado no sofá terminando de conferir sua mochila de viagem.


-Finalmente acordou!


Disse o ruivo sorrindo.


-Desculpe o transtorno Carlinhos, realmente sinto muito.


-Por favor, Harry! Não imagina como me sinto bem de poder ajudar, minha família também está nisso tudo, não quero perder ninguém, muito menos ficar aqui e esperar que outros lutem por minha liberdade, tudo que puder, farei, não duvide.


Harry sorriu, estava realmente agradecido, mas a pressa controlava seus sentidos.


-Será realmente bem-vinda sua ajuda, nem imagina o quanto.


-Como faremos para nos comunicar?


Perguntou o ruivo, Harry agradeceu mentalmente por isso.


-Um sistema que usei quando era adolescente em Hogwarts, esta moeda – disse tirando uma moeda do bolso – ande sempre com ela, no bolso de preferência, no dia que marcarmos a data e a hora do ataque ela irá esquentar, e bem aqui – disse apontando onde normalmente fica a data de emissão de uma moeda – estará a data e a hora do ataque. O mapa já está com você certo? Portanto já sabe a localização. Tem como levar os dragões sem ser visto?


-Fique tranqüilo, depois de alguns anos trabalhando com dragões aprende-se coisas das quais você não faz idéia.


Harry voltou a sorrir, talvez um pouco forçado dessa vez, não conseguia tirar a imagem de Hermione da cabeça. Agradeceu mais uma vez a hospitalidade de Carlinhos e entrou na caminhonete prometendo que desta vez dormiria um pouco mais.


A promessa de fato cumpriu, dormiu quatro ou cinco horas por dia, sabia que não era o bastante, mas era simplesmente impossível dormir mais do que isso, os pesadelos que tinha o mantinham realmente acordado. A viagem de ida fora feita em mais ou menos seis dias, a volta, pelo que calculava, seria feita em quatro.


Quando no quarto dia, Harry chegou pela pequena mata por trás da casa, em Godric’s Hollow, o alívio de ser o último a chegar e não ter que esperar por mais ninguém o invadiu ao ver a casa com ao menos um representante de cada grupo.


-Finalmente Harry! É um alívio vê-lo bem.


Disse Lupin ao vê-lo entrar pela porta dos fundos. Uma pequena agitação começou pela casa quando a notícia de que Harry havia chegado se espalhou. Todos pareciam inegavelmente aliviados, Harry não entendeu.


-Mas estava previsto que chegasse daqui a dois dias, adiantei a viagem! Por que a preocupação?


Inquiriu o moreno enquanto se sentava no sofá da sala, as pessoas ficaram um tanto tensas, Harry travou a mandíbula ao perceber, pela troca de olhares entre todos, o motivo de tanta preocupação.


-Bem... Você foi com ela, não sabemos de onde tirou essa idéia, mas o fato é que ficamos preocupados.


Remo falou enquanto todos concordavam com acenos de cabeça.


-Falando na vampira, onde está a Granger?


Perguntou Gina finalmente dando falta da morena, Harry não soube muito bem o que houve, mas a revolta que pulsou em suas veias o fez levantar de um salto assustando a todos e uma intensa onda de energia percorreu seu corpo, as hora de sono não lhe faziam mais falta.


-A Granger foi capturada por comensais, fomos emboscados eles a atacaram em seus pontos fracos e a levaram, consegui derrotá-los antes que me pegassem, mas agora eles têm Hermione, e todos nossos planos nas mãos.


O manto negro do silêncio cobriu a todos sufocante, Harry sabia que o impacto que provocara não era exatamente o que queria, talvez estivessem todos muito mais preocupados com o que isso poderia afetar nos planos dos Rebeldes, mas o fato de saber que ao menos de alguma forma a morena fazia falta a todos ali, já era minimamente reconfortante.


-O-o que?


As palavras saíram engasgadas da boca de Draco, o pavor pulsando nas veias do loiro, Hermione estava morta!


-Isso mesmo, ela foi capturada, o que quer dizer que o quanto antes o ataque for organizado melhor, nós precisamos...


-Ei ei ei! Nós não precisamos de nada! – exclamou Gina como se fosse óbvio – Está na cara que foi tudo forjado! Ela sempre esteve ao lado de Voldemort! Só estava aqui pra pegar informações!


-Não diga isso nem de brincadeira.


Disse Draco a segurando fortemente pelo braço.


-Digo por que é a verdade!


-Você não a conhece, não sabe nada sobre a verdade!


Interveio Harry realmente irritado.


-Por um acaso a conhece tão bem assim Harry Potter?


Disse Gina puxando o braço do aperto de Draco e encarando Harry nos olhos.


-Você é a última pessoa que pode me condenar por isso Ginevra Weasley.


Gina engoliu em seco e deu um passo para trás.


-Talvez seja bom acalmarmos os ânimos e esclarecermos as coisas vocês não acham?


Interveio McGonagall calma, mas indiscutivelmente severa. Harry respirou fundo e disse:


-Não há nada a se esclarecer, pois não temos tempo a perder, Hermione foi capturada e precisamos armar o ataque o mais rápido possível.


-Ela pode ter dado informações sobre nós, seria muito perigoso – disse Luna sóbria, Harry a olhou indignado e a loira acrescentou irritada – já ouviu falar de veritasserum Harry?


-Esse não seria um problema para ela, vampiros de sangue puro não sofrem com o efeito de veritasserum, o Lorde das Trevas teria de usar outros meios para fazê-la falar.


Disse McGonagall, Harry não se sentiu nem um pouco aliviado em ouvir isso, pelo contrário, sentiu como se a pouca comida ingerida naqueles dias fossem cacos de vidro em seu estômago.


-O que não a impede de nos delatar.


Acrescentou Lupin friamente, a irritação de Harry havia atingido um ponto crítico.


-Ela não nos denunciou está bem? – disse apoiando as duas mãos na mesa da sala – Apenas... Façam isso! Precisamos ser rápidos, se não formos ela morre e... Droga eu não vou ficar sentado esperando que isso aconteça!


-Por que não Harry?


Estas palavras saíram da boca de Luna, não possuíam ironia, ou indiferença, ela não o estava provocando, não, ela só queria saber, por que ele não podia ficar sentado esperando?


Harry respirou fundo, olhou para a loira confuso, mas piscou, tentou regular a mente e por fim disse tranqüilo:


-Por que sei que ela não ficaria sentada me esperando morrer.


Ele respondeu, foi a melhor frase que pôde bolar, e realmente incontestável já que ela já salvara a vida do moreno uma vez.


A desconfiança de que havia algo mais forte do que necessidade ou poder entre Hermione e Harry, assolou a todos naquele instante, em nenhum momento Harry disse que perdê-la seria um fator para a derrota do grupo.


-Salvá-la seria quase um suicídio, ela está nas mãos do Lorde das Trevas seria muito mais do que simplesmente invadir a fortaleza, ele vai colocar metade de seus comensais para guardá-la.


Disse Lupin quebrando a tensão que pousara sobre o ar.


-Acontece que quanto mais tempo demorarmos maior a chance de Hermione não agüentar, ela é forte, mas ninguém vive sendo torturado, em algum momento ela não vai agüentar.


Forçou Draco, sua tez naturalmente pálida adquirira um tom cinzento mórbido.


-Além do mais, não procuramos o caminho mais fácil, mas sim o certo, caso contrário nunca teríamos comprado esta guerra.


Acrescentou Harry enérgico, citar palavras de Dumbledore fez com que todos se sentissem repreendidos por sua memória. Uma coisa era contrariar Harry, outra era contrariar Dumbledore.


-Dê-nos idéias então.


Disse Rony que até aquele instante se mantivera silencioso em todo o diálogo.


Daquele momento em diante muitas informações foram postas à mesa, Tonks encontrara Hagrid e Madame Máxime nos Alpes Suíços, eles conseguiam o apoio de treze gigantes, não era muito, mas de fato seria uma ajuda valiosa. De acordo com Tonks os gigantes assim como Hagrid e Madame Máxime, estavam viajando dos Alpes até a costa francesa, onde através de embarcações reforçadas eles viajariam para a costa inglesa, onde seria o ponto de partida para a viagem para a ilha.


-Como? – perguntou Draco – Quer dizer... Céus eles são gigantes!


-Bem... – começou a explicar Tonks – eles pretendem reforçar alguns navios franceses, irão dois ou três gigantes por navio, com alguns feitiços o interior do navio fica livre para eles.


-Mas aí encontramos um problema – disse o Sr. Weasley se pronunciando pela primeira vez – como nos aproximaremos da ilha com navios sem sermos vistos?


Todos pareceram pensar por alguns instantes, e um estalar de dedos fez com que todos olhassem para Gina.


-Os búlgaros! – todos a olharam confusos – O Torneio Tribruxo, vocês não lembram? Eles vieram por baixo da água, eles nunca nos veriam, nem muito menos esperariam um ataque que viesse por baixo da água!


-Perfeito! – exclamou Harry aliviado com esta primeira resolução – pelo que conversei com Carlinhos ele já sabe como camuflar os dragões, mas acho que devemos chegar antes por debaixo da água e nos prepararmos, depois, assim que já estivermos em nosso lugar, começam os ataques aéreos.


-Não se esqueçam dos caças franceses, a aeronáutica concordou em nos ajudar.


 Acrescentou Gui, Harry não pôde conter um sorriso com esta informação.


A casa já movimentada ficou ainda mais agitada, conjurando uma série de pergaminhos penas e tinteiros, os moradores faziam cópias dos desenhos que Hermione havia deixado do castelo, e rotas com a ordem de chegada de cada grupo eram desenhadas de vermelho.


Os navios seriam os primeiros a chegar à ilha, eles dariam a volta nela para que começassem o ataque por trás com os gigantes, o que atrairia toda a atenção para esta parte da ilha, em seguida os navios da marinha Inglesa chegariam pela frente da ilha, também submersos, e dali todos os Rebeldes da casa, mais os rebeldes que estavam sendo unidos por Neville, e os que Rony havia conseguido há um ou dois meses atrás, antes de irem para a Casa dos Gritos, iriam para a ilha tentar invadir o castelo ao mesmo tempo que o ataque aéreo com os dragões e os caças franceses começasse.


Tecnicamente era um bom plano, mas uma pesquisa mais aprofundada sobre os feitiços de proteção que Hermione já havia listado, mais os possíveis feitiços que Voldemort tenha acrescentado no castelo, estava sendo feita por McGonagall, Fleur e Luna, as três ficaram boa parte da tarde e grande parte da noite num pequeno quarto onde eles haviam guardado os livros.


 




 


-Sempre tão preocupado com ela.


Gina acordou Draco de seu devaneio, o loiro a olhou de soslaio, a ruiva não estava exatamente feliz com tudo aquilo.


-E você a odiou desde o primeiro instante em que entrou na sua vida.


Disse o loiro sério.


-Ela é uma assassina.


-Eu também sou.


Gina quase cambaleou ao ouvir aquelas palavras saírem da boca do loiro, não que não soubesse que ele já havia assassinado alguém, ou que ela mesma nunca tivesse matado um Comensal da Morte, mas naquele contexto as palavras ganhavam uma força completamente diferente.


-Surpresa?


Perguntou o loiro depois de rir com escárnio.


-Não.


Disse ainda desequilibrada, Draco franziu o cenho, Gina pensava naquelas palavras, absorvia seus significados, o loiro completou.


-Percebe que todas as palavras que usou para me defender da Luna ou do Potter são as mesmas que usaria para defendê-la? – Gina não pôde esconder a surpresa de Draco saber que ela o havia defendido de seus dois amigos – Me surpreende que possa ser tão compreensiva comigo e tão intolerante com ela.


Gina não disse nada, ele estava absolutamente certo, ela só fora justa com ele porque lhe era conveniente, ela realmente iria deixar uma implicância idiota a impedir de julgar Hermione corretamente?    


Draco estava virado para a janela de seu quarto como a ruiva o encontrara ali, ela suspirou, encostou a porta que antes estivera aberta e o observou por alguns instantes. O cabelo platinado estava mais comprido do que nunca, alguns fios chegavam a lhe bater nos ombros, mas o fato era que ela gostava disso. Os olhos cinza voltaram a encarar os olhos castanhos, Gina piscou atordoada e umedeceu os lábios secos.


-Me desculpe.


Disse a ruiva com certa dificuldade, Draco não pôde suportar, com dois passos largos a alcançou e abraçou, colocando o rosto dela em seu ombro e beijando o topo de sua cabeça.


-Só quero que entenda, conheço Hermione desde que nasci, sei que ela jamais trai aqueles que confiam nela, se ela matou, ela nunca fez isso pelas costas e se ela está do nosso lado agora, ela continuará até o dia que lhe dermos motivo para o contrário. Mas isso, por favor, não confunda com o que sinto por você, ela é uma amiga que admiro e conheço melhor que ninguém, você me provoca muito mais do que admiração. Céus! Por favor, não duvide disso, eu superaria a morte de Hermione, por mais que isso levasse parte de minha própria alma junto, mas se entrego a ti meu coração, é por que no dia que morreres o levará contigo, e me diga, sem coração posso viver?


O nó que surgiu na garganta de Gina veio acompanhado de lágrimas que fizeram pequenas manchas na camisa azul de Draco, a ruiva segurou um soluço, pensou em algo para dizer, mas se deu conta de que não conseguiria se tentasse. Respirou fundo.


-Jamais esperaria ouvir isso de um Malfoy.


Disse com a voz demasiadamente embargada.


-Jamais suporia dizer isso a uma Weasley.


Gina respirou mais uma vez silenciosa, controlou mais um soluço e engolindo em seco disse num sussurro urgente.


-Amo-te.


O que aquela palavra provocou em Draco fez com que em segundos um beijo urgente estivesse sendo trocado por duas almas separadas por seus nomes por uma guerra e pelo preconceito, no entanto, quando se entrega o coração sem qualquer tipo de reservas, a força e a coragem se tornam aliadas e daí em diante, não há força na terra que possa fazê-los desistir.


 




 


N/A: demorou mas chegou não é mesmo??? Peço desculpas por tanta demora mas realmente fico enrolada aqui no colégio, espero que tenham gostado do cap, e acho que é bom lembrar que este é se não o penúltimo o  antipenúltimo! É eu também não consigo acreditar... A fic está finalizando... E graças a vocês vai fechar com chave de ouro, meninas, obrigada de verdade pelo apoio! vocês são escenciais para mim! ;)


Desculpem-me os erros, sem tempo para revisar os caps! :/


Como prometido: repito, O Contrato


http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=32675


 


Fic da Raysa, não só vale a pena como seria um sacrilégio não conferir, ela sabe o que faz e principalmente o que escreve, não é fácil encontrar fics tão critivas e bem escritas! ;)


amo vcs!


beijos!


Poly_Malfoy

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.