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2. o banho


Fic: o banho


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O Banho


Severos Snape tinha tido um dia extraordinariamente ruim, ele estava cansado, sujo e com fome. Infelizmente tinha que terminar uma poção, alguns trabalhos para corrigir e talvez o Lord das Travas o chamasse essa noite, ainda que improvável, mas possível, portanto ele teria tempo somente para um cochilo em frente a lareira e para comer, mas o banho teria que esperar.
Com um suspiro profundo ele abriu a porta de seus aposentos nas masmorras .” Eu queria que essa guerra estivesse acabada”, murmurou para as tochas que iluminavam as paredes de pedra. “Potter fará 18 anos em algumas semanas, quanto tempo ele ainda vai esperar para matar o Lord das Trevas? Até que esteje casado e com filhos?”
Tirando seu pesado casaco que não se preocupou em pendurar e simplesmente o deixou perto da porta, colocou sua varinha em uma mesa perto do espelho indo direto para sua sala de estar, uma pena que ele houvesse impedido os elfos - domésticos de entrarem em seus aposentos em sua ausência por medidas de segurança, ou eles poderiam ter lhe preparado um prato de comida.
Desejos sem sentido, como sempre seus aposentos estavam frios e escuros, como seu coração e alma. Ele abriu a porta de sua sala e puro calor tocou a sua pele pálida, calor que vinha das chamas de sua lareira.
Imediatamente ela sumonou a sua varinha e buscou por intrusos que pudessem lhe ferir, não encontrando ninguém, nenhum perigo espreitava nas sombras, havia somente fogo e...
Então seu queixo caiu e seus olhos arregalaram, quando ele viu o que mais havia na sala, algo que não estava lá antes, algo que não pertencia a uma sala.
Espremida entre sua mesa e poltrona havia uma banheira, feita de ferro e com pés em formato de patas de leão, cheia de água com vapor subindo em direção ao teto, uma doce fragrância no ar, lembrando Snape de verões, suco de frutas e beijos doces que ele nunca deu na garota que ele amou no passado. O perfume não só estava mascarando o cheiro de poções que geralmente ficava em seus aposentos, mas o baniu completamente, Snape fechou os olhos com felicidade e desejo.
Após alguns momentos ele cuidadosamente se aproximou, esperando que a banheira o atacasse a qualquer momento, já que possuía pés de leão, e ninguém poderia estar seguro sobre o que um leão faria. Ataque era a conclusão mais obvia, leões não gostam de cobras.
A banheira porem parecia inofensiva, a água pareceu brilhar convidativamente, mas poderia ser somente uma ilusão causada pela luz das velas. “ Desde quando ele tinha tantas velas em seus aposentos?” .
“Eu tenho um banheiro que contem um chuveiro”, Snape murmurou com a varinha em sua mão, “ eu não tenho uma banheira, já que meu banheiro é muito pequeno para uma,- então de onde isso surgiu?”.
Mais um passo hesitante em direção, em caso da banheira tentar morde-lo. A banheira parecia sorrir levemente de sua desconfiança mas ele não tinha certeza. Recusando a se sentir ameaçado Snape colocou sua varinha na mesa e moveu sua mão através da água, pequenas gotas grudaram em sua pele e o convidavam para se despir e entrar na banheira.
O pescoço de Snape doía, seus ossos estavam cansados, ele tinha ficado em pé o dia todo, sem chance de se sentar sequer por um momento, ele desejava paz e podia imaginar que um banho quente lhe faria muito bem.
Tirando as patas de leão perecia não haver perigo, havia a possibilidade de que fosse somente uma banheira cheia de água perfumada e quente com vapor. O calor poderia fazê-lo relaxar um pouco e abrir o seu apetite que era perdido por causa de seu trabalho como espião, Snape estava com a aparência de um espantalho faminto, mas quem poderia culpá-lo, sabendo que o Lord das Trevas poderia chamá-lo para uma noite de diversões a qualquer momento, em que os participantes eram vitimas totalmente aterrorizadas e uma cobra faminta por carne fresca.
O estomago de Snape revirou e ele deu mais um paço em direção a água, em direção a tentação. “ Que se dane!”, ele murmurou e se despiu de suas suspeitas junto com sua camisa. “ Isso é somente uma banheira, provavelmente uma lembrança de Dumbledore já estava na hora de um banho, maldita paranóia, eu acho que isso não fará mal algum.
Nu ele parou em frente a banheira, e por que era Severo Snape procurou por magia negra e armadilhas escondidas debaixo das bolhas de água, claro que seu feitiço só confirmou o que ele já sabia, era somente uma banheira, nada mais, nada menos.
Devagar ele se sentou, bolhas flutuavam ao seu redor, e as pontas de seu cabelo tocavam a superfície da água, estava perfeito, ele afundou seu pescoço um pouco mais, suas pernas eram muito longas para poderem ser esticadas, mas estava confortável de qualquer jeito, apoiando seus joelhos de cada lado da banheira ele finalmente fechou os olhos, aquilo estava perfeito, que o Lord das Trevas fosse amaldiçoado se ousasse o chamar agora.
Então um feitiço o atingiu, ele havia abaixado sua atenção junto com suas roupas, ele não tinha chance contra o feitiço que grudou seus pulsos aos lados da banheira, ao mesmo tempo alguém lançou um obscuro apagando as luzes e o vendou, em menos de cinco segundos ele estava indefeso, lutando contra suas amarras, a mercê da pessoa que estava com ele em seus aposentos.
Ele estava exausto, não havia comido nada alem de uma torrada pela manhã, e de alguma forma o calor da água havia atordoado a sua mente. Sem sua varinha ele duvidava que pudesse quebrar os feitiços, e ele havia deixado sua varinha na mesa.
Por um momento ele pensou em chamar ajuda, um elfo-doméstico sempre escutava o chamado de um bruxo, e em segundos seus colegas de trabalho estariam em seus aposentos, pensando melhor ele desistiu, “ seria embaraçoso demais” pensou. “ Quem está ai?” sua voz saiu fria e com uma raiva controlada. “ Me solte e eu considero não arrancar o seu coração”.
Um sorriso suave soou no escuro, quente, carinhoso e definitivamente feminino, jovem e inocente de certa forma. Não era nenhuma de suas companheira de trabalho, definitivamente nenhuma das comensais da morte que ele havia que lidar regularmente.
“ Boa noite professor” a voz disse, mais próxima, - ela havia se movido, onde quer que estivesse, não era uma voz familiar, mas havia vários feitiços que poderiam esconder a sua verdadeira identidade.
Uma Idea passou por sua mente, se fosse realmente uma estudante, ele poderia ser alvo de uma peça, e nesse caso ele poderia realmente arrancar seu coração.Snape odiava esse tipo de coisa, ainda mais do que ser espião. “Me solte”, ele disse com a voz baixa e perigosa.
“ Não professor, e em caso de você estar imaginando eu não lhe farei mal algum, e ninguém precisa saber o que vai acontecer hoje, isso não é uma piada é somente...” sua voz falhou.
“É somente o que?”, Snape perguntou mais curioso do que bravo. Havia algo na voz da garota, no Maximo uma jovem mulher, algo lhe dizia que ela falava a verdade, ele não era espião sem motivos, seu conhecimento sobra as pessoas era excepcional, sua habilidade de julgar os outros em segundos garantia sua sobrevivência e seu sucesso em servir o Lord das Treva. A garota não iria feri-lo e não chamaria seus amigos também.
“É só que eu queria fazer isso por um bom tempo”, ela murmurou.” Você parece sempre tão cansado, não parece ligar para si e seu bem estar, e eu estava pensando que poderia ajudá-lo a relaxar. Me desculpe pelas amarras e pela venda, mas é claro que você não poderia saber quem eu realmente sou”.
“A poção polissuco poderia muito bem ter resolvido seu problema”, Snape retrucou frio, ainda que não estivesse com humor para ser frio. “Só se você não souber como fazê-la”.
“Eu sei sim, desde que... anos a trás”.
O pequeno espaço de tempo entre as palavras lhe disse que ela deve ter refraseado algo que poderia ter lhe dado uma dica de quem era realmente ela.
“Eu só não gosto de usar o rosto de outra pessoa, e não queria invadir sua sala para roubar os ingredientes. Relaxe professor somente aproveite o que vou fazer”.
Relaxar era algo que Snape não estava acostumado, ele estava sempre em alerta, sempre mantendo o mundo a sua volta sob controle, nunca abaixava suas defesas, relaxar era praticamente impossível para ele, já que mantinha a vida de muitas pessoas em suas mãos, suas responsabilodades não o deixavam relaxar.
Por outro lado, a venda deixava o mundo e seus deveres a distancia de uma forma surpreendentemente sedutora, o mundo por detrás da venda era escuro, não podia ser visto, era praticamente inesistente.
“Então porque não aproveitar o que vai acontecer?”, a mente de Snape sussurrou, “Se você estiver com sorte ela fará uma massagem em seus ombros”.
“Faça o que quiser”, ele disse, surpreso de escutar um tremor em sua voz.
“Estou feliz que tenha dito isso”, ela falou, “realmente feliz, eu prometo que você vai aproveitar cada parte. Posso tocá-lo?”.
Isso era um começo muito promissor, Snape levantou uma sobrancelha e confirmou com um aceno. Mãos frias tocaram a sua bochecha, “ela deve estar nervosa”, ele pensou considerando o por que de ter deixado ela continuar, por que ela não a parou? Descansando sua cabeça na banheira ele considerou que poderia ter acabado com aquilo, não facilmente, mas com um pouco de esforço, mesmo que ela não fosse uma estudante, não seria páreo para ele, não com a sua experiência com magia negra.
Porém ela não queria que ela parasse, ele queria, precisava ser tocado, uma vez na vida sem hesitação, sem relutância, sem desgosto.
Gentilmente os dedos da garota trilharam ao redor de sua mandíbula, nariz, até sua testa onde tocaram suas sobrancelhas e finalmente seus lábios. Snape suspirou profundamente, ele não era tocado assim em décadas, ele quase havia esquecido de como era bom.
Suavemente ela começou a desenhar círculos em seus braços, após um momento sua segunda mão se juntou a primeira, seguindo os músculos até os cotovelos, ela levou suas mãos até o pescoço de Snape e começou a massagear seus ombros, como ela havia desejado que ela fizesse. “Relaxe”, ela murmurou, e surpreendentemente ele o fez.
Ela massageou seus ombros e pescoço, correu seus dedos pela mandíbula dele, Derramando shampoo em suas mãos pequenas começou a lavar os cabelos de Snape. Languidamente ela pressionou os pontos sensíveis atrás de suas orelhas, até que ele quase ronronou de prazer. Ser mimado daquele jeito era puro prazer, Snape admitiu que não havia considerado que um banho pudesse ser tão bom.
Ele sentiu ela se mover e sussurrar em seu ouvido” não se assuste”.
Antes que ele pudesse considerar o porque ele poderia se assustar, ela beijou sua bochecha, e ele sufocou. Snape havia esperado muito, mas não um beijo! “O que”, ele começou, mas ela o calou com um dedo sob a sua boca.
“Não fale, somente aproveite, se você quiser que eu pare diga, de outra forma eu prefiro que fique quieto”.
“Eu não penso que...”
“Por favor”, ela insistiu então Snape fechou a sua boca com a memória dos lábios dela ainda queimando em sua pele quente. Um feitiço atingiu a água, que esfriou um pouco, ainda estava bem morna, mas não tão quente, Snape percebeu que o calor era para fazê-lo dormir.”Hmmm”, ele murmurou, lembrando que ela não queria que ele falasse.
Um segundo feitiço, ela havia sumonado uma cadeira para si, ele podia escutar ela se sentando, os braços dela mexendo na água, ondas mais frias se misturavam com a água morna, então, uma onda de calor passou por seu membro, o fazendo se dar conta com um certo embaraço que estava ficando excitado.
Imediatamente ele tentou mover seus quadris, as mãos dela estavam perigosamente perto de sua virilha, e depois de tudo que tinha acontecido ele não queria abusar somente porque seu corpo se recusava a obedecer.
“Eu nem consigo me lembrar da ultima vez que tive uma ereção”, ele pensou furioso, “ porque agora em nome de Merlin?”.
Bom, pelo menos ele podia responder essa pergunta facilmente, porque a situação era extremamente excitante. A água perfumada, o calor ao seu redor e principalmente a presença da garota, quem quer que ela seja. Ele não transava em anos, agora suas necessidades se liberavam vingativamente, e ele queria o toque dela, queria as mãos dela em seu pênis, queria chegar ao clímax.
Oh, merda! Justo quando ele estava prestes a abrir sua boca para pedir desculpas, para falar que ela podia parar e sair, ela tocou em suas bolas e beijou sua orelha. “Eu vim aqui para excitar você, eu estou aqui para te satisfazer, me deixe te tocar”, outro beijo,” me deixe te fazer gozar”.
Ele gemeu profundamente e com dificuldade, seu corpo se movia por vontade própria, suas costas arquearam em direção ao toque da garota, e então ela abraçou sem pênis com a mão que estava livre.
Indefeso ele gritou em suas mãos, completamente a mercê dela, ele estava amarrado e vendado. Ele não podia pará-la, não conseguia sequer ver os próximos movimentos que ela iria fazer, e Deus, como ele estava adorando cada segundo.
Ela começou a mover uma mão ao redor de seu membro de uma forma cruelmente devagar, enquanto a outra mão continuava a massagear suas bolas. A combinação dos dois fez o cérebro de Snape derreter, pensar diretamente havia se tornado impossível, a única coisa que ele podia fazer era pressionar seus dedos dos lados da banheira, segurando pela sua vida.
Gemidos podiam ser ouvidos nos aposentos silenciosos de Snape, o toque suave da água, respiração da garota e a forma experiente como ela o tocava o deixavam louco, ele não sabia se ela havia se despido ou puxado as mangas para cima, tudo o que ele podia sentir era o toque das mãos e braços da garota e as vezes, quando ela abaixava para lamber seu peito e mordiscar seus mamilos, ele podia sentir o cabelo dela tocar seu abdômen.
Ela aumentou a velocidade de seus movimentos, e ao invés de continuar a massagear suas bolas, ela gentilmente pressionou a região perto de seu anus. Era uma sensação maravilhosa, Snape nunca havia sentido nada igual. Snape gemia cada vez mais, seus lábios se abriram, sua respiração ficou mais difícil, seu corpo como sua mente queimavam com a necessidade de gozar.
Ele não podia evitar e implorou “por favor”, todos seus pensamentos estavam focalizados em seu membro, na mão que estava ao seu redor e os dedos que acariciavam a sua bunda, ela o beijou diretamente em sua boca, separando os lábios de Snape com sua língua, sem medo, sem nojo, então ele gozou até estar vazio e satisfeito.
Todos os seus músculos relaxaram, todas as preocupações foram esquecidas. Ela lançou um Scourgify e retirou as amarras que o prendiam, mas ainda deixou a venda, perguntado se estava tudo bem por ela não querer se identificar, e Snape não viu razão para não atender o seu pedido.
Virando sua cabeça ele tentou adivinhar onde ela estava, ele a escutou vestir seu casaco novamente e prender seu cabelo, ele supôs que ela o estava observando imóvel. “por que você fez isso por mim?”, ele finalmente perguntou quando o silencio se estendeu por muito tempo, ele temeu que ela já houvesse ido embora e esse pensamento trouxe uma sensação inesperada e intensa de perda.
Quando ela respondeu sua voz estava perto da porta, ele imaginou sua mão tocando a maçaneta, sua vida real a esperando, uma vida com amigos, alegria e sorrisos, longe das masmorras e do temido Snape.
“Eu já lhe disse”, ela murmurou, eu queria fazer isso por você já a algum tempo, eu o olho durante as aulas...
Ah, ele pensou, “então ela é uma aluna”.
“... eu vejo suas olheiras porque você não consegue dormir bem,vejo suas vestes folgadas em seu corpo, e eu vejo você mexer em sua comida durante as refeições sem comer”.
“Tão obvio assim?”, ele perguntou meio sarcástico, meio chocado pela profunda compreensão que a garota tinha de sua personalidade e vida.
“Para mim é, você luta dia e noite ao nosso lado e ninguém percebe, você está a serviço de Voldermort e em perigo de ser morto toda vez que é chamado, e ninguém liga, por isso eu planejei essa noite, eu queria que você soubesse que eu me importo. Winky me ajudou a trazer a banheira, e me deu acesso aos seus aposentos, e eu agradeceria se você mantivesse isso somente entre nós. Não brigue com ela, ela está preocupada com você tanto quanto eu, ela me ajudou de boa vontade quando eu disse que você se sentiria melhor após meu... tratamento”.
Snape sorriu, surpreso que ele tivesse essa capacidade, pela primeira vez em meses ele não estava com frio, pela primeira vez ele queria sua cama e não tinha medo dos pesadelos que sempre acompanhavam o seu sono, “não hoje”, ele pensou,” hoje eu vou sonhar com ela”, talvez ele comesse antes de dormir, pedisse para um elfo-doméstico preparar uma bandeja com suas comidas preferidas. Ele se sentia imensamente bem, de fato ele se sentia tão bem para considerar a possibilidade de sobreviver a essa maldita guerra, e ter uma vida após o seu fim, uma vida sem espionagem, sem medo e com felicidade por outro lado.
Estranho o que um pouco de consideração havia feito com sua fria e escura alma. “O que você fez foi maravilhoso”, ele murmurou conjurando uma toalha.
“Que bom escutar isso”, a disse, e a diferença no som lhe disse que ela havia aberto a porta. “Alem disso eu sei como entrar em seus aposentos, desde que não despeça a Winky”, rapidamente ela voltou para dentro, “imagine o que pode acontecer da próxima vez que você tomar outro banho”, ela sussurrou e o beijou novamente.
Antes que ele pudesse reagir e a segurar, ela havia ido embora removendo a venda com mais um feitiço silencioso antes que a porta fechasse atrás dela, deixando Snape sozinho mais uma vez.
Aquecido, limpo e se sentindo muito bem consigo mesmo e com o mundo Snape parou no tapete em frente as chamas da lareira que já haviam diminuído, desapareceu com a água e guardou a banheira em um armário vazio. Gotas de água pingavam no chão enquanto secavam lentamente em seu corpo, calor ainda emanava da lareira, apesar de suas chamas estarem menores.
Ele não se importou em pedir comida, e foi diretamente para cama, deitando sob os lençóis macios, sua respiração ficou mais profunda, e ele já estava meio adormecido quando uma lembrança despertou. Algo que ela havia dito sobre o Lord das Trevas... e poção polisuco...
O sono tomou conta dele antes que pudesse perceber e lembrar que poucas pessoas ousavam chamar o Lord das Trevas pelo seu nome, e somente alguém muito habilidoso em poções e muito estudioso conseguiria fazer uma poção tão complexa.
Mas não importava que ele estivesse dormindo antes que pudesse colocar todos os pedaços juntos. E como era esperado ele sonhou com ela, e no seus sonhos ela tinha o rosto de sua melhor aluna.
Então ele dormiu sorrindo.
















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Comentários: 2

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:: Página [1] ::

Enviado por RiemiSam em 11/01/2014

Excelente FIC. História PERFEITA e olha que sou fã do Malfoy, mas essa me fez mudar de gosto para Snape também!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Diênifer Santos Granger em 27/12/2013

Eu PRECISO de uma continuação! OMG! Quem sabe o segundo banho! Ai ai ai!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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