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13. Capítulo Onze


Fic: A Marca de Hermione


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Capítulo Onze

- É tão suave, Hermione. - O som de sua voz, o grunhido áspero que sussurrou sobre seus sentidos a fez perder o controle. Sua mão se moveu de seu quadril para descansar só abaixo da curva de seu seio. A carícia sutil de seus dedos ali a fazia respirar mais rápido, suas terminações nervosas se sensibilizavam, estendendo-se a seu calor. As sensações se açoitavam por seu corpo, os brincos de eletricidade piscavam sobre ela, mantendo-a enfeitiçada enquanto seus dedos curvados no tecido de sua camisa começavam a arrastá-la para cima.
Ela ergueu o olhar para ele, lutando com seus sentidos aturdidos e a necessidade de seu beijo quando sentiu que o ar frio encontrava a carne nua de seu estômago. Tirava-lhe sua camisa, levantando-a devagar enquanto sua língua acariciava seus lábios e o gosto de canela e açúcar moreno a tentava.
- Harry. - Ela tremia, seus seios tão inchados, tão sensíveis que o pensamento dele tocando-os roubava-lhe o fôlego. Nunca tinha sentido excitação tão intensa ou prazer tão aceso.
- Sim, carinho? - O grunhido faminto debilitou seus joelhos quando ela sentiu o levantamento da camisa devagar sobre o material de seu sutiã.
- Me beije. - Suas mãos ainda agarravam seus antebraços, justo quando eles se elevaram, suas mãos levantaram seus braços antes de tirar o material de sua camisa sobre sua cabeça.
- Vou fazê-lo. - Ele beliscou em seus lábios - Prometo-o. Mas fique quieta. Quero que sinta isto primeiro. Quero que saiba. Que saiba que o precisa e que tem fome disso, antes que eu te beije.
- Você me beijou ontem à noite. - Ela ofegou bruscamente quando ele agarrou suas mãos e as levantou, sustentando seus pulsos em uma mão e as esticando acima de sua cabeça enquanto a outra abria o fecho de seu sutiã - Harry. - Ela lutava para respirar quando sentiu separar o material e a renda roçando contra seus mamilos sensíveis. Ele levantou o olhar para ela com olhos estreitados.
- Um beijo. - grunhiu ele, baixando sua cabeça - Isto é só um beijo.
Ele alisou o material dos montículos inchados, assegurando-se de raspá-lo sobre as pontas ardentes de seus mamilos enquanto ela gritava pela sensação. Malvadas ferroadas de fogo que dispararam das pontas acaloradas de seu corpo, roubando seu fôlego, sua mente, enquanto ela tremia pela carícia. Seus olhos se fecharam, seu corpo se sacudia pela sobrecarga sensorial enquanto sentia o sussurro de seu fôlego sobre as pontas.
- Tão linda. - Sua voz era tão escura e aveludada como a meia-noite, áspera e sensual - O rosado mais suave no mundo. Inocente rosado. É virgem, Hermione?
Ela sacudiu sua cabeça desesperadamente.
- Graças a Deus por isso. - Sua voz ressonou com o alívio, com uma fome erótica que lhe roubou o fôlego - Porque não sei se teria o controle para possuí-la como merece se fosse tão inocente. E Deus sabe que me mataria se lhe fizesse algum mal.
Sua língua lambeu seu mamilo com apenas uma indireta de brutalidade. Era bastante para fazê-la arquear-se contra ele, seu sexo se convulsionava enquanto o líquido quente fluía dele. Ela se enroscou em seu abraço, desesperada por aproximar-se mais, por sentir a carícia úmida só uma vez mais. Quando esta chegou quase gritou. Seus lábios cobriram o pico sensível, fazendo-o entrar no forno de sua boca enquanto ele começou a sorver. Sua língua vacilou sobre ele como uma chama selvagem enquanto um grunhido faminto ressonava a seu redor. O calor irradiou ao redor dela, por ela, estendendo-se por sua matriz e explodindo por seu corpo quando ele chupou seu seio, beliscando enrijecido, e a torturou com um prazer que ela não podia ter imaginado que existisse.
- Harry… - Seus quadris se arquearam contra a cunha de seu pênis enquanto seus joelhos se dobravam e ele empurrava contra o montículo coberto por seu jeans.
Ela podia senti-lo, grosso e endurecido. Entre capas de roupa ele a queimava, roubava-lhe a razão, empurrando-a mais perto de um abismo enlouquecido de prazer. Sua língua vacilou sobre seu tenso mamilo quando ele se dobrou a ela, chupando com um ritmo lento e fácil.
- Posso cheirá-la. - Sua voz era quase reverente, seus lábios atraíam seu olhar a suas curvas inchadas, pesadas e sensuais - Tão doce como uma chuva de primavera, tão quente como o fogo. Quero prová-la, Hermione.
Ela engoliu, certa que não sobreviveria a sobrecarga de prazer. Ela esteve quieta, olhando-o fixamente, tremendo quando ele desabotoou o botão de seu jeans e baixou o zíper devagar.
- Dê um chute em seus sapatos.
Hermione se moveu para tocar as sapatilhas de esporte com a ponta do pé, obrigando suas pernas a obedecer a ordem simples enquanto sua cabeça baixava, seus lábios acariciavam sua clavícula e seus dentes a arranhavam.
- Boa garota. - cantarolou ele quando os sapatos foram afastados.
Devagar ele baixou seus braços, liberando seus pulsos enquanto colocava suas mãos contra a parte inferior de seu estômago. Ele agarrou a camiseta que levava posta e a sacudiu sobre sua cabeça, olhando-a atentamente.
- Tire os jeans. - grunhiu ele.
- Harry. - Suas mãos tremeram enquanto o calor de sua carne empapada se estendia por suas palmas - Não posso pensar. - Ela sacudiu a cabeça fracamente, lutando para encontrar sentido às necessidades que se estendiam por ela, a luxúria tão desconhecida era algo muito mais forte que ela jamais conhecera.
- Então não pense, carinho. - Suas mãos cravaram seu rosto antes de mover-se para seu cabelo, tirando a longitude de sua trança - Você se desfaz das calças e eu liberarei a trança. Esse cabelo suave e bonito. Quero senti-lo roçando e acariciando sobre mim, Hermione.
Seus dedos agarraram o botão de seu jeans. Deus, ela nunca tinha feito isto antes. Este se desabotoou facilmente, deslizando-se de sua casa enquanto seu abdômen se flexionava com um estremecimento convulsivo.
- O zíper agora. - A fita de nylon que sustentava seu cabelo se desatou.
A sensação de seus dedos desenrolando as cordas grosas do cabelo fez que seus olhos se fechassem e que seus dedos se movessem no zíper. Abaixo, seu membro palpitou, grosso e quente; esperando a liberdade do material. Pulsando com impaciência.
Ela agarrou a lingüeta do zíper, baixando-a, deslizando-a sobre a tirante longitude de sua ereção. Com suas coxas apertadas contra a necessidade voraz e a fome que a queimava viva.
- Assim. - Seu cabelo estava livre e seu membro também. Grosso, endurecido, o material de seu jeans se separou sobre a longitude tirante enquanto suas mãos se moviam a seu jeans, empurrando o material e movendo-o rapidamente desde seus quadris a seus joelhos.
- Levanta. - Ele agarrou sua coxa, obrigando-a a levantar sua perna do material antes de repeti-lo na outra.
Tudo o que a protegia agora eram suas calcinhas. A seda molhada, empapada, que se agarrava a sua carne enquanto seus joelhos se debilitavam perigosamente.
Ofegando, suas mãos agarraram os ombros de Harry quando ele a dobrou e a levantou em seus braços. Ela podia sentir a força em seus poderosos braços e sentir a necessidade que a sustentava em seu abraço tão firmemente como este a sustentava.
Sua expressão era tensa, seus olhos brilhavam com fome. Mas, inclusive mais, ela sentiu a ternura apesar da necessidade selvagem e clara que derramava por ele. Ela sentiu sua determinação de sustentá-la, de ser suave com ela, sentiu seu medo de a machucar. O banho de emoções era intenso e consumidor. A capacidade de sentir o que seu amante sentia durante o sexo era um dos motivos pelos quais ela se absteve tanto tempo. A mescla poderosa de luxúria, triunfo e auto satisfação tinha convertido o ato em algo a ser evitado em vez de experimentado.
Com Harry era diferente. Quando sua língua se entrelaçou com a sua, ela pôde sentir o controle incrível que ele exercia sobre si. Como ela podia sentir suas necessidades. As imagens vacilaram por sua mente, explícitas e eróticas. Ela gemeu, sua própria fome aumentando quando ele a pôs de costas na cama. Ele se dobrou e tirou as botas rapidamente, logo se endireitou para empurrar seu jeans sobre as coxas longas e poderosas. Seu corpo parecia completamente desprovido de pêlo. Inclusive o pesado saco sob a longitude de sua ereção parecia liso e impossivelmente atraente.
Quando ele ficou em pé diante dela, a fazendo afastar a vista, ela podia sentir o sangue que pulsava repetidamente por seu corpo, a adrenalina e a luxúria que ardiam sob sua carne.
- Isto dói. – Seu corpo se sacudia enquanto os músculos se apertavam em sua vagina - Não deveria doer, Harry.
O medo se mesclou com o desejo enquanto as implicações do que acontecia começaram a golpeá-la. O batimento do coração de fome incontrolada nela como as asas de uma ave assustada enquanto sentia seu sexo estremecendo-se com uma luxúria avara que não podia controlar.
- Não por muito tempo mais. - prometeu ele sensualmente enquanto se deitava em seu lugar ao lado dela. Ele se inclinou enquanto a atraía em seu abraço e uma mão acariciava sua coxa - Prometo que isto não doerá muito mais tempo.
Seus lábios se inclinaram sobre os seus quando ela sentiu sua mão aproximar-se do material empapado das calcinhas. Sentiu seus dedos acariciar o material úmido enquanto ele grunhia ferozmente. Ela ardia, queimava-se. Suas coxas se separaram para ele enquanto seus quadris se levantaram, empurrando mais perto e necessitando mais.
De repente o controle feroz que o continha se rompeu. Ela sentiu, orgulhou-se disso mesmo quando o temera. O som das calcinhas rasgando-se de seu corpo foi acompanhado por seu próprio gemido desesperado quando seus dedos a tocaram separaram os lábios aumentados e deslizaram pela nata grossa que os cobria.
Seus quadris se arquearam, um gemido saiu de sua garganta quando seus dedos rodearam a abertura sensível, acariciando-a, gracejando-a com seu toque um segundo antes que ele começasse a entrar nela. Ela sentiu o roçar de seu dedo áspero quando ela se retorceu em seu apertão. Seus músculos vaginais se apertaram ao redor dele, pedindo mais.
Em uns segundos havia mais. Outro dedo se uniu ao primeiro, trabalhando em seu interior devagar, esticando-a e preparando-a para mais. Suas mãos foram sepultadas em seu cabelo quando ela bebeu em seu beijo o seu gosto. O gosto doce do destrutivo hormônio ardeu em seu interior, fazendo cambalear-se a seus sentidos com um prazer que ela nunca podia ter imaginado possível.
Suas coxas se separaram mais, seus quadris se moveram contra sua mão enquanto roçava seu clitóris contra sua palma, fazendo que foguetes ardessem por suas terminações nervosas. Ela estava perto. OH Deus, ela estava tão perto.
- Ainda não. - Um grunhido feroz chegou quando ele afastou os lábios dos seus e deslizou seus dedos do broche apertado e molhado de seu corpo.
- Não… não se atreva a parar. - Ela estendeu a mão para ele, lutando contra a mão poderosa que outra vez agarrou seus pulsos quando ele começou a afastar-se dela.
- Permaneça quieta, Hermione. - Sua voz foi uma chicotada de exigência e luxúria furiosa - Por Deus, não comece a lutar.
Ele empurrou para separar suas pernas enquanto a sustentava imóvel, movendo-se entre elas antes de baixar escandalosamente sua cabeça às úmidas e inchadas dobras de seu sexo.
Sua língua golpeava sua carne sensível enquanto um grunhido de prazer saía de sua garganta e seus quadris se moviam para cima involuntariamente. Ele liberou seus pulsos, só para agarrar seus quadris e sustentá-la quieta enquanto sua língua rodeava seus clitóris antes de mover-se mais abaixo para dar uma volta no calor líquido que fluía de seu corpo.
Tão perto. Suas coxas apertadas enquanto a diabólica língua se movia sobre sua carne, seus destrutivos lábios chupavam seus clitóris entre eles. Ele estalou neles com sua língua antes de movê-la mais abaixo, levantá-la e depois conduzir dentro das profundidades avaras de seu corpo e provocar uma explosão que a fez gritar com sua liberação. Seu corpo se apertou, arqueou-se para frente quando sua cabeça retrocedeu, seus lábios se abriram quando os gritos surgiram de sua garganta.
Como se ele estivesse esperando somente isso, Harry rodou e ficou rapidamente de joelhos, levantou-a mais perto e logo colocou a cabeça de seu membro na convulsa boca de sua vagina antes de começar a mover-se dentro.
Hermione estremeceu sob ele quando o sentiu começar a esticá-la. A sentir cada impulso lento e marcha ré enquanto ele começava a trabalhar sua ereção na convulsa vagina. Isto era sensação demasiada. As violentas labaredas de prazer se estendiam por seu corpo com cada polegada pressionada. Ela levantou os olhos para seu rosto com aturdida fascinação.
Seus lábios estavam separados de seus dentes e sua cabeça arremessada para trás enquanto os músculos de seu pescoço se dobravam poderosamente.
Seu cabelo fluiu ao redor dele quando a transpiração brilhou sobre seu corpo. Seus quadris se moveram devagar, empurrando para diante, retrocedendo e lhe arrebatando o fôlego quando outra polegada de seu sexo era conquistada com cada movimento para frente. Desesperadamente, suas mãos se apertaram nas mantas embaixo dela enquanto seus gemidos de novo se convertiam em gritos e súplicas murmuradas e enlouquecidas.
Os foguetes explodiam em seu interior, chamuscando cada terminação nervosa e queimando a carne sensível enquanto o se movia mais profundamente em seu interior.
- Mais. - Ela ofegava quando deu à ordem, seu corpo exigia que ele se apressasse - Por favor, Harry. Não é o bastante. Mais.
Seu grunhido encheu o ar pesado e cheio de luxúria do quarto enquanto seus quadris rodavam, empurrando-o para frente em seu interior. Ainda não era o bastante. A avareza faminta ressonou em sua vagina apertada, o que se convulsionou com a sensação enquanto seus sucos se derramavam ao redor de sua carne.
- Maldição, se vai foder-me então faça-o. - gritou ela - Deixa de me torturar até a morte…
Ela lançou um grito um segundo mais tarde quando ele a conduziu a casa, sepultando a longitude dura de seu membro em seu interior.
O controle era coisa do passado. Não havia nada agora exceto conseguir liberar-se, a necessidade e a fome ardente muito furiosa por ela. Seus quadris se levantaram sem a incitação de suas mãos. Seu sexo chupou a carne, apertando-se ao redor dele, flexionando-se, palpitando enquanto cada golpe a conduzia mais alto, fazendo-a voar até que seu orgasmo se estrelou de repente sobre ela. Isto sacudiu seus ombros da cama quando suas mãos agarraram seus braços, seus olhos o olharam fixamente quando ele conduziu a casa outra vez. Mais duro. Mais profundo. Uma careta apertada, quase dolorosa retorcia sua expressão enquanto ela sentiu a cabeça de seu membro pulsar, inchar-se ainda mais e então…
O horror varreu através de seu rosto quando ela sentiu a mudança. O inchaço da crista já grossa, a extensão estirando-se, fechando-se na parte traseira dos músculos que palpitavam ferrando-o, roçando em seu interior e apertando firmemente em um ponto que enviou às sensações estrelando-se por sua mente.
O novo orgasmo que isto provocou era muito para suportá-lo. Ela ainda se convulsionava pelo antigo. Ela caiu de repente sobre a cama, seu corpo se sacudia, seus gritos implorando gemidos de palavras insensíveis quando ela ouviu seu rugido, sentiu as duras rajadas quentes do sêmen que vomitava em seu interior e o beijo quente da carne que o fechava dentro dela.
Hermione levantou os olhos para ele, seus olhos estavam arregalados, seu olhar fixo nas profundidades brilhantes de ouro de Harry quando ela sentiu a estranha pressão adicional na carne também sensível em seu sexo. As emoções voaram dele para ela. Distantes, pensamentos dispersos escorregaram em sua mente agora aberta quando ela sentiu que sua união estranha com ele se fazia mais profunda.
Mais forte.
A lingüeta.
Ligados.
Travados juntos.
Posse. Fúria, intensidade e alma estremecida pela posse.
Ele a olhou fixamente com torturada incredulidade.
Animal.
O pensamento estava cheio de dor e de auto repugnância. E isto não era seu pensamento. Isto veio dele. Dos lugares mais profundos e mais sombrios de sua alma.
Ela sentiu seus lábios curvarem-se, seu sorriso débil, embora matizada com o pequeno fragmento da diversão que começou a enchê-la.
- Eu gosto de seu animal… - sussurrou ela, sua voz era tensa quando outro estremecimento de prazer orgástico se estendeu por seu corpo - Meu animal…






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