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14. Capitulo 14 – Resgate em Alto


Fic: O Despertar das Sombras


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 14 – Resgate em Alto Estilo


Draco e Harry haviam acabado de adentrar o castelo pela porta principal sendo acompanhados por Sirius que parecia absorto em seus próprios pensamentos, o sonserino também parecia estar perdido e sem saber o que fazer dali para frente.

Harry não precisava nem mesmo invadir a mente do sonserino para saber as preocupações que o loiro tinha, afinal ele escolhera um caminho sem volta no momento em que resolvera ajudar os grifinórios na batalha em Hogsmeade.

Só havia uma opção a ele e seria se aliar aos “bonzinhos”, pois a partir daquele dia seria considerado um traidor assim que a noticia chegasse aos ouvidos do Lorde das Trevas e com tantos espiões que Voldemort possuía, tanto em Hogwarts quanto no Ministério da Magia, não demoraria mais do que algumas horas para que ele tomasse conhecimento dos acontecimentos que haviam acontecido no povoado.

E aquilo limitava as opções de ambos, pois Voldemort com certeza mataria a mãe do sonserino em represália aos atos do garoto. Precisavam conversar o mais rápido possível e em seguida ir para a mansão Malfoy resgatar a mulher antes que os comensais do Lorde das Trevas chegassem ao local para matá-la, precisava falar a sós com o sonserino, mas o problema era que Sirius Black estava ao lado deles e parecia que não desgrudaria deles tão cedo.

Uma idéia surgiu na mente do moreno, afinal talvez ele pudesse usar o Professor e colocá-lo ao seu lado, precisava ser apenas bastante persuasivo e o fato dele ser seu padrinho e provavelmente querer seu bem o ajudaria a convencê-lo.

Quando chegaram em um corredor Harry virou a direita e os outros dois o seguiram quase automaticamente, mas ambos acordaram de seus devaneios e perceberam que andavam a esmo pelo castelo, Sirius olhou curiosamente pelo corredor em que eles andavam percebendo que nunca havia estado naquele local antes o que o deixou surpreso já que ele conhecia quase todo o castelo, observou o afilhado andar imponente e sem vacilar como se soubesse para onde ia.

Esse fato o deixou ainda mais intrigado, afinal Harry estava no castelo a poucos dias e parecia saber muito mais do que ele descobrira em todos os seus anos de estudante, desviando os olhos do moreno a frente olhou para o loiro ao seu lado que também olhava para os lados com curiosidade, com um baque lembrou-se quem o garoto era e ficou surpreso por ainda não tê-lo notado, o filho do homem que ele mais odiava e que agora se encontrava apodrecendo em uma cela em Azkaban como ele ficara tantos anos preso injustamente.

- Onde estamos indo Potter? – a voz de Draco Malfoy tirou Sirius de seus pensamentos assim como o moreno que caminhava a frente.

- Para um lugar onde possamos conversar Malfoy. – Harry respondeu sem nem mesmo olhar para trás e continuou caminhando rapidamente.

- Conversar sobre o que? – Sirius perguntou com curiosidade olhando intensamente para as costas do afilhado.

- O Draco ajudou na batalha em Hogsmeade e acabou matando alguns comensais da morte, por isso vai ser considerado um traidor por Voldemort. – falou Harry com frieza sem se virar causando um arrepio nos outros dois quando pronunciou o nome do Lorde das Trevas. – Provavelmente ele vai mandar matar a mãe dele como represália pelos atos que cometeu, por isso precisamos conversar, pois temos de impedir que ela seja morta por eles.

- Eu vou ajudar. – falou Sirius rapidamente fazendo com que Draco o olhasse curiosamente pela declaração impetuosa do Professor, Sirius vendo o olhar do sonserino completou rapidamente. – Ela é minha prima.

Harry sorriu internamente ao ouvir a meia verdade que Sirius dissera, afinal não era por esse motivo que ele parecia ansioso para ajudar a salvar Narcisa Malfoy e o moreno sabia perfeitamente bem o verdadeiro motivo para o Professor estar tão interessado em ajudar a mãe de Draco, pois o animago era apaixonado por ela desde a escola.

- Por aqui. – Harry falou de repente entrando por um corredor que mal podia ser percebido e em seguida abriu uma porta que havia do lado direito do corredor, o garoto entrou na sala deixando a porta aberta.

Sirius e Draco ainda hesitaram por um segundo antes de avançarem e adentraram a sala, mas assim que atravessaram a porta estacaram completamente surpresos com o local que se abria diante deles. Era uma sala imensa que possuía uma variedade impressionante de objetos espalhados pelo lugar, nas paredes da sala havia estantes recheadas com livros que pareciam tão antigos quanto o tempo, sem contar que pareciam ser de assuntos variados.

Nos quatro cantos da sala havia estátuas de pessoas vestindo armaduras brilhantes e diferentes, as armaduras eram completas com espadas, adagas e escudos. Mas o que mais chamava a atenção na sala era a mesa que havia no centro da sala, era uma mesa grande e havia várias cadeiras ao redor dela, parecia uma sala feita para reuniões, foi o pensamento dos dois que ainda estavam parados olhando embasbacados para o local.

- Fechem essa porta e venham aqui. – a voz fria de Harry mostrava divertimento pela surpresa que os dois estavam demonstrando, mas assim que o moreno falou foi como se eles levassem um choque e depois se recompuseram rapidamente, foi Sirius quem fechou a porta antes de os dois se aproximarem da mesa onde o moreno se encontrava.

- Por que estamos aqui Potter, minha mãe está correndo perigo e quanto mais demorarmos para ir até lá menos chances teremos de chegar antes que o Lorde mande os comensais atrás dela. – Draco disse furioso enquanto pensava nos horrores que sua mãe poderia sofrer se por acaso os comensais chegassem antes deles na mansão Malfoy.

- Não precisa se preocupar Draco, essa sala tem uma característica bastante peculiar, porque assim que a porta foi fechada o tempo aqui dentro passou a correr mais rápido. – Harry disse fazendo com que os olhos tanto de Sirius como os de Draco se arregalassem em espanto. – Enquanto aqui dentro se passar uma hora, lá fora não passará mais do que um minuto, por isso eu lhe digo que temos muito tempo, afinal precisamos planejar com bastante cuidado como iremos proceder.

- Que sala é essa Harry? Eu nunca ouvi falar dela. – Sirius perguntou completamente embasbacado com o local.

- Essa sala era utilizada por Godric Griffyndor e por Rowena Ravenclaw, principalmente para fazerem pesquisas ou para treinarem. – respondeu Harry rapidamente antes de olhar para o sonserino e perguntar. – Você conhece todas as passagens secretas da sua casa?

- Algumas delas, duvido que saiba todas. – Draco falou dando de ombros. – Mas tem uma entrada pela ala sul, é um tipo de saída de emergência para o último caso, se por acaso fosse necessário fugir rapidamente.

- E as defesas da Mansão? – perguntou Harry pensando rapidamente que talvez fosse mais rápido entrar por essa passagem secreta.

- Apenas defesas mágicas. – falou Draco tentando se lembrar do que ouvira seu pai falando sobre as proteções que haviam na casa. – Tem também algumas armadilhas na entrada da frente, mas nada muito radical, afinal não podíamos chamar tanta atenção.

- Certo, mas eu aposto que Voldemort deu um jeito de colocar algumas criaturas mágicas no local depois que Lucio foi preso apenas para garantir que sua mãe não fugisse para lugar algum. – disse Harry pensativamente enquanto andava em frente a Draco e Sirius que haviam se sentado em cadeiras na mesa, já o moreno preferira ficar em pé.

- Isso é bem provável. – concordou Sirius pensando em que tipo de criaturas mágicas o Lorde Negro teria colocado para manter Narcisa encarcerada dentro da casa.

- E o que vamos fazer então? – perguntou Draco revelando um pouco de angustia em sua voz ao falar, seria quase impossível para eles entrarem na mansão sem serem detectados pelas criaturas mágicas que Voldemort colocara no local e então eles teriam e enfrentá-las.

- Vamos invadir a mansão e pegar sua mãe de lá, a não ser que vocês queiram ficar com a mansão pra vocês então não precisaremos tirá-la de lá... – Harry disse pensando que talvez eles quisessem a Mansão, afinal ela pertencia aos Malfoy. – Se for esse o caso então podemos expulsar as criaturas das trevas que estiverem lá e então eu protejo a casa e vocês vão poder viver lá se quiserem, garanto que nem mesmo Voldemort será capaz da entrar nela depois que eu terminar.

- Isso fica com minha mãe, mas acho que seria melhor mantermos a mansão, assim eu impeço Lucio de voltar para ela. – Draco falou baixinho pensando em uma maneira de deserdar seu pai da posição de patriarca da Família Malfoy.

- Segundo as leis bruxas atualmente você é o responsável direto pelos negócios dos Malfoy, Draco. – respondeu Harry como se tivesse lido a mente do sonserino, mas ele não precisara usar este recurso, pois pudera ver o desejo nos olhos do garoto. – Enquanto seu pai estiver preso você torna-se responsável, pois já é maior de idade. Para você retirar qualquer direito que seu pai tenha tanto ao nome Malfoy como aos bens que a família possui você só precisa conversar com um advogado, posso arranjar tudo pra você se realmente quiser.

- Eu agradeceria, mas acho que vou precisar repudiar Lucio em frente a ele em Azkaban. – falou Draco com frieza.

- Não se você não quiser Draco, tudo pode ser resolvido sem você entrar em contato com ele. – Harry explicou pacientemente.

- Não, eu quero ter o prazer de ver a expressão dele quando eu o repudiar Potter. – a voz do sonserino saíra fria e com um prazer escondido que fez um leve sorriso desenhar-se nos lábios do moreno que falou logo em seguida.

- Poderemos também providenciar a separação imediata do casamento de seus pais. – Harry comentou e viu tanto os olhos de Draco como os de Sirius brilharem levemente, cada um com seus próprios motivos.

- Isso seria ótimo. – disse Draco simplesmente, não tinha absoluta certeza se sua mãe aprovaria ou não o que ele estava fazendo, mas já cansara de ver ela sofrendo abusos por parte do homem que deveria amá-la e protegê-la.

- Acho que devemos entrar por essa passagem secreta que você disse Draco, vamos entrar sorrateiros e adiar o máximo possível o momento em que as criaturas das trevas vão sentir nossa presença e só nos revelaremos se for absolutamente necessário. – disse Harry rapidamente e passou os minutos seguintes discutindo com o loiro os possíveis contra-tempos que eles teriam enquanto entravam na mansão escondidos. – Deixem as criaturas das trevas por minha conta, quero que vocês dois se concentrem em proteger Narcisa deles.

- Mas você não pode enfrentar todos eles sozinho Harry... – protestou Sirius chocado com a possibilidade do afilhado enfrentar tantas criaturas das trevas sozinho.

- Eu dou conta Sirius, não precisa se preocupar. – o moreno falou com frieza olhando para o “padrinho”. – Concentrem-se em proteger a Narcisa que eu cuido de todo o resto, mas antes de irmos vou precisar dar um pulo no meu dormitório, preciso pegar armas novas.

- Armas? – Sirius perguntou surpreso pelo afilhado ter usado aquele termo, afinal o conhecia e sabia o que um daqueles objetos poderia causar um grande estrago.

- Sim. – disse simplesmente o moreno antes de pegar uma folha de papel em branco que estava em cima da mesa e enquanto murmurava um feitiço a folha brilhou em um tom azulado. – Essa chave de portal vai nos levar diretamente até o dormitório masculino dos setimanistas da grifinória, duvido que tenha alguém lá nesse momento.

- Provavelmente não. – concordou Sirius levantando-se e segurando a ponta da folha de papel, olhou de relance para o sonserino e viu que ele parecia um pouco hesitante em pegar ou não na chave de portal, mas quando ela brilhou fortemente, sinal de que estava prestes a se ativar o loiro acabou encostando na chave de portal e no momento seguinte os três sentiram um forte puxão no umbigo e tudo girou rapidamente, no instante seguinte se encontravam no meio do dormitório dos garotos e Harry já havia soltado a chave de portal e se dirigia em direção a sua cama.

O moreno ignorou a presença das outras duas pessoas no dormitório e caminhou rapidamente até sua cama e se abaixou e depois de desfazer os feitiços de proteção que colocara tanto ao redor de sua cama como em sua mochila ele retirou a maleta que continha o restante de munição e as outras pistolas, em seguida colocou-a em cima da cama e a abriu revelando seu conteúdo para os outros dois que se encontravam logo atrás de si.

Harry ignorou as exclamações surpresas de Draco e Sirius enquanto sacava as suas pistolas que havia utilizado em Hogsmeade assim como a terceira que estava em seu bolso dianteiro, depositou as armas cuidadosamente ao lado das outras e então pegou as duas Colts colocando-as rapidamente na cintura em suas costas.

Sem perder tempo fechou rapidamente a maleta e a guardou novamente pegando em seguida suas armas especiais que estavam dentro da mochila. Colocou os suportes nas coxas e em seguida puxou as duas pistolas modificadas e que tinham balas de prata. Naquele dia ele não usaria a Beretta e a deixou em seu lugar dentro da mochila, em seguida Harry puxou algumas lâminas colocando-as em diferentes partes de seu corpo, duvidava que fosse realmente precisar delas, mas não custava nada estar preparado para os imprevistos.

Em seguida Harry guardou novamente sua mochila embaixo de sua cama e refez todos os feitiços de proteção antes de se levantar, podia sentir a lâmina da espada cuidadosamente colocada dentro da bainha em suas costas e ela parecia ansiosa para ter sangue, afinal naquele dia ainda não ceifara nenhuma vida.

- Agora sim estou pronto. – falou Harry friamente causando arrepios nos outros dois que apenas o olharam balançando a cabeça em afirmativa enquanto sacavam a varinha. O moreno fez um rápido aceno e a folha veio voando novamente até a mão do moreno e logo depois ele se aproximou do sonserino. – Me mostre onde fica a sua casa Draco.

Em seguida invadiu a mente do sonserino e pode ver claramente a cidade onde ele morava assim como tudo o que o garoto conhecia sobre a casa onde morava, as passagens secretas e os principais esconderijos, então viu algo que fez os olhos verdes brilharem de alegria. Assim que desviou os olhos do loiro este respirou fundo e deu graças a Merlin por aquela sensação de invasão já ter acabado, pois não sabia quanto tempo agüentaria.

- Portus. – a voz do moreno foi baixa e suave, mas Sirius e Draco puderam ouvir claramente a voz do moreno pronunciando o feitiço fazendo a folha brilhar novamente. – Vamos lá.

Depois que o moreno falou isso os outros dois entenderam que deveriam segurar novamente a chave de portal que brilhou fortemente e no momento seguinte eles não estavam mais no dormitório masculino do sétimo ano da grifinória.
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Em um local que era impossível se rastrear um homem encontrava-se sentado imponentemente em um trono de ouro maciço, ele havia mandado fazer aquele trono a poucos dias e estava usufruindo dele. Ali era sua fortaleza e de onde ele comandava seu reinado de terror, mesmo tendo outros inúmeros esconderijos espalhados por todos os cantos da Inglaterra e de outros países era ali que ele ficava a maior parte do tempo.

Uma batida na porta o tirou de seus pensamentos de expectativa, desde que os comensais e Isabel haviam saído em direção a Hogsmeade que ele esperava noticias e a espera estava começando a ser insuportável e irritante. Mandou que quem quer que fosse entrasse e assim que a porta se abriu revelou uma figura imponente e que exalava magia por todos os poros, mas a magia que ele exalava era mais agressiva e animal do que a sua, percebeu Voldemort olhando atentamente para Marcus, o líder absoluto dos Lycan’s de todo o mundo.

- Algum problema Marcus? – perguntou o Lorde das Trevas friamente, o líder dos Lycan’s era um dos seus principais aliados assim como os vampiros, mas esses possuíam diversos líderes diferentes e não se podia ter a lealdade de todos eles em uma única pessoa.

- Na verdade sim, meus homens estão insatisfeitos, pois já faz algum tempo que tiveram ação de verdade, e pra falar a verdade até mesmo eu estou precisando me desenferrujar um pouco. – Marcus falou de maneira polida, embora os caninos dele estivessem a mostra.

- Entendo. – foi tudo o que Voldemort disse antes de ficar pensativo por um segundo, afinal não podia deixar Marcus insatisfeito, pois ele era um aliado muito poderoso assim como poderia se tornar um inimigo bastante intragável caso resolvesse se voltar contra ele. – Prometo que teremos um grande ataque em alguns dias Marcus e você e seus homens poderão participar dele, onde tenho certeza que eles poderão colocar em dia toda a “fome” que estão sentindo.

- Seria muito bom. – falou Marcus curvando levemente a cabeça, apenas um sinal de respeito que ele tinha com o Lorde das Trevas antes de se virar para sair, porém antes que ele tocasse na maçaneta da porta uma presença sombria e poderosa foi sentida pelos dois e um segundo depois novas batidas soaram na porta.

- Entre. – falou Voldemort sabendo muito bem de quem se tratava e assim que a porta abriu-se revelou a figura de Isabel completamente machucada e ensangüentada, o que causou um arrepio em Voldemort assim como um leve ofego de surpresa pelo estado em que ela se encontrava, afinal nunca a vira daquele jeito.

Havia cortes por todo o corpo da garota e o sangue escorria lentamente por cada corte, Voldemort não precisava nem mesmo se aproximar para saber que os cortes em sua maioria eram obras ou de feitiços ou da lâmina de uma espada, e como ele sabia que ela era muito boa em esgrima só podia supor que quem quer que houvesse lutado contra ela e causado tamanho estrago era bastante poderoso e que merecia atenção, e o Lorde das Trevas já imaginava quem seria o causador de todos aqueles ferimentos em Isabel.

- Isabel. – ele disse friamente e com uma pontada de crueldade na voz, mas a garota nem mesmo esboçou qualquer reação apenas entrou na sala e se aproximou lentamente do Lorde das Trevas, sabia que seria castigada, mas não se importava a mínima com isso, pois tinha muita coisa em que pensar, principalmente na proposta de um certo moreno de olhos verdes.

- Meu Lorde. – o sussurro foi baixo, mas tanto Voldemort quanto Marcus puderam ouvir claramente a voz dela, o líder dos Lycan’s estava bastante curioso para saber quem havia causado tanto estrago naquela garota, afinal sabia do potencial que ela possuía e com certeza não seria qualquer um que a deixaria naquele estado.

- Relatório. – ordenou Voldemort levantando-se de seu trono ao mesmo tempo em que Isabel se ajoelhava ao chão, mas diferente de todos os comensais da morte ela não curvou-se para beijar a barra de suas vestes, ao contrario, ela apenas o encarou com os olhos totalmente sem expressão antes de continuar a falar com voz também inexpressiva.

- A missão corria como previsto, atravessei a floresta proibida sem muitos transtornos e depois de algum tempo entrei nos terrenos da escola, o diretor alvo Dumbledore acabou se intrometendo e eu tive de lutar com ele que não mostrou grande resistência e quando eu estava pronta para matá-lo o alvo apareceu nos portões de entrada da escola. – Isabel falava aquilo completamente impassível, mas por dentro seus pensamentos estavam fervilhando, ela podia sentir seus machucados se curando aos poucos e embora nunca tivesse entendido de onde ela tinha tanta resistência e habilidade natural de cura nunca também se preocupara em questionar esse fato, na verdade se considerava de sorte por possuir tal habilidade. – Em seguida eu o ataquei e passamos a lutar, a luta se estendia e o alvo demonstrava aumento de magia rapidamente, lutamos fisicamente e depois com espadas terminando com feitiços antigos, onde ele demonstrou habilidades muito acima das que eu possuo e por isso me venceu. Quando percebi que não poderia vencê-lo coloquei imediatamente o plano de fuga em andamento, como o mestre me ordenou.

- Harry Potter está vivo. – Voldemort sibilou as palavras lentamente enquanto assimilava as informações que Isabel lhe passara.

- Sim milorde. – Isabel disse como se Voldemort houvesse feito uma pergunta e não estivesse falando sozinho.

- Saia Marcus. – Voldemort e apenas pelo tom de voz do Lorde Negro o líder dos Lycan’s saiu rapidamente da sala, sabia que não deveria se irritar aquele ser sem agüentar as conseqüências e ele não estava nem um pouco a fim de receber algum castigo por algo que ele não fizera. Voldemort esperou até que o lobisomem houvesse saído da sala antes de voltar a falar. – Você sabe que será castigada por sua falha Isabel.
Nos minutos seguintes Voldemort usou a maldição cruciatus para torturar a garota repetidas vezes, mas depois de algum tempo chamou um curandeiro que se apressou a levar Isabel para os aposentos dela onde ela deveria ser tratada.

Sozinho novamente em sua sala o Lorde das Trevas pensou em tudo o que acontecera e ouvira, Harry Potter vencera Isabel e a deixara completamente machucada e ele conhecia o potencial da garota, sabia o tamanho do poder dela que se assemelhava muito ao seu, principalmente em qualidade. Aquilo era um mau sinal, pois o garoto demonstrava ser extremamente poderoso e seria um adversário muito perigoso se eles estivessem em uma batalha, mas ele ainda tinha uma carta na manga e pretendia usá-la muito em breve.

Não faltava muito tempo para que ela completasse quinze anos e quando isso acontecesse seria o momento exato para que ele pudesse realizar o ritual de extração de poder, então todo o poder que ela possuía passaria para ele e não haveria ninguém mais que pudesse ameaçá-lo novamente, nem mesmo Harry Potter.

Lembrou-se da aparência de Isabel e do desejo que ela sempre lhe despertava quando a via, se ela ser pura não fosse uma exigência básica para se fazer o ritual já a teria possuído a muito tempo, mas ele precisava se controlar e até o momento estava se saindo razoavelmente bem nesse quesito. E nenhum de seus comensais ousaria encostar um dedo sequer em Isabel, pois todos já haviam sido avisados que as conseqüências seriam mortais para qualquer um que tentasse.

Pouco tempo depois foi tirado dos devaneios por seu informante em Hogwarts que entrou pela porta e nos minutos que seguiram o informante passou a relatar tudo o que acontecera no ataque a Hogsmeade, as mortes entre os aurores e pessoas do povoado, além de todos os comensais que haviam sido enviados para o ataque. Quando o informante finalmente terminou de relatar os acontecimentos e foi dispensado para poder voltar a Hogwarts o Lorde das Trevas se recolheu e ficou perdido em seus próprios pensamentos.
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No meio de uma floresta um brilho azulado iluminou o inicio de noite antecedendo a chegada de três bruxos que apareceram do nada vindos com uma chave de portal. Harry foi o único que não caiu sentado no chão, Draco e Sirius estavam caídos de bunda no meio da clareira em que eles haviam aparecido.

- Ei, essa é a floresta que tem na propriedade dos Malfoy. – Draco falou surpreso pelo local em que eles haviam aparecido, pois ele esperava aparecer diretamente na passagem que daria entrada para eles na mansão Malfoy.

- Vamos. – falou Harry passando a andar para o interior da floresta sendo imediatamente acompanhado pelos outros dois.

- Como sabe o caminho? – perguntou Draco curiosos, pois sabia que o moreno estava indo pelo caminho correto.

- Eu vi na sua mente quando você me mostrou o lugar certo para aparecermos. – Harry respondeu simplesmente sem nem mesmo parar de caminhar ou mesmo olhar para um deles. – Agora acho melhor mantermos silêncio para não chamarmos a atenção de nenhuma criatura das trevas que esteja rondando por aqui.

Caminharam em silêncio por cerca de quinze minutos até chegarem em uma outra clareira, mas diferente das clareiras comuns essa possuía uma pequena elevação de pedras próximo a uma árvore. Harry apenas parou e olhou para o sonserino que entendendo o recado adiantou-se até as rochas fazendo um feitiço de corte cortou o próprio pulso e depois pingou algumas gotas de seu próprio sangue na rocha mais alta do pequeno monte e em seguida ela começou a se mover revelando uma passagem em seu interior.

- Para abrir essa passagem ou qualquer outra na Mansão Malfoy é necessário o sangue de um verdadeiro Malfoy, mas depois que eu deserdar Lucio nem mesmo o sangue dele será capaz de abrir qualquer uma delas. – Draco falou vendo a cara de interrogação do Professor que apenas balançou a cabeça lembrando-se que aquilo era comum entre as famílias puro sangues.

- Posso desativar esse encantamento se você quiser Draco. – falou Harry vendo o desconforto do loiro enquanto ele sussurrava um feitiço de cura que fechou o corte no pulso dele.

- Eu agradeceria Potter, odeio ter de me cortar sempre que eu preciso usar alguma das passagens. – concordou o sonserino antes de entrar pela passagem, Sirius e Harry entraram logo em seguida e então a passagem secreta fechou-se em seguida.

Eles caminharam por um bom tempo em diversos túneis que seguiam em linha reta, havia alguns lugares em que os corredores se abriam dando passagem para outros dois lugares, mas tanto Harry como Draco sabiam que aquilo era apenas para dificultar a entrada na mansão e aqueles caminhos secundários não levavam a lugar algum, continuaram no caminho por mais dez minutos antes de chegarem ao final do túnel onde encontrava-se um alçapão de madeira, o sonserino adianta-se e passando novamente sangue na base do alçapão o mesmo se abriu e então o loiro empurrou revelando um quarto.

Mas não era um quarto comum, parecia mais o quarto de um verdadeiro rei, pensou Harry enquanto observava os vários objetos de ouro e prata espalhados por todo o aposento. Sem se preocupar com o que havia dentro daquele quarto o moreno entra no aposento seguido por Sirius, Draco já havia subido antes e apenas olhava com um rosto vazio pelo aposento.

- Tudo bem Draco? – perguntou Harry em tom calmo e tranqüilo, podia entender todas as recordações ruins que aquela casa deveria ter para ele.

- Sim... Vamos... – Draco fala rapidamente já saindo e indo em direção a porta do quarto quando a voz de Harry o interrompe.

- Espere Malfoy. – Harry fala enquanto colocava a mão por dentro de seu sobretudo sacando em seguida uma capa de invisibilidade e a jogando em direção ao loiro. – É melhor usarmos isso, pelo menos por enquanto.

- Onde você a conseguiu? – perguntou Sirius surpreso ao ver a capa de invisibilidade de seu amigo com o filho dele.

- Peguei da sala do Dumbledore, afinal ela me pertence. – Harry falou em tom frio e que não admitia contestação antes de se aproximar do loiro e pegar a capa novamente jogando em cima dos dois, Sirius juntou-se a eles em seguida.

Mas antes que eles pudessem sair da sala debaixo da capa de invisibilidade um som estranho enche o quarto e deixa dois dos bruxos completamente confusos, exceto Harry que enfia a mão em um dos bolsos de seu sobretudo e retira seu celular particular, aquele numero apenas seus informantes pessoais e que não eram ligados a Sociedade das Sombras da qual ele fazia parte a tanto tempo, olhou para o numero e quase sorriu quando viu quem estava ligando para ele.

- Sou eu. – falou friamente através do celular causando um arrepio de medo na pessoa que havia ligado para ele.

- Tenho informações a respeito do ataque que aconteceu hoje no povoado de Hogsmeade. – falou a pessoa, que como Harry sabia era bastante influente no alto escalão do Ministério da Magia e tinha contato pessoal com o Ministro Fudge.

- Continue. – Harry disse secamente enquanto pensava no que poderia ser de tão importante para que ele ligasse.

- O Ministro da Magia emitiu ordens de prisão contra Harry Potter e Neville Longbottom pelo uso ilegal de maldições imperdoáveis, mais precisamente a maldição da morte. – começou a falar seu informante e fez uma pausa como se alguém estivesse passando por perto e Harry esperou pacientemente enquanto analisava as complicações que aquilo teria, mas já imaginando várias maneiras diferentes de se livrar de qualquer acusação contra ele e o outro garoto. – Também emitiu ordens para que os outros estudantes que se envolveram na batalha para que eles sejam detidos e levados ao Quartel Geral dos Aurores para prestarem depoimentos sobre os motivos para o que fizeram, mas duvido que ele se atreva a prendê-los, afinal eles ajudaram a salvar vidas, mas o Ministro pode dificultar a vida deles e muito, como você bem sabe.

- Sim. – falou Harry pensando e chegando a conclusão de que precisaria de uma ação rápida e direta. – Mais alguma coisa.

- Não Senhor, é apenas isso mesmo. – falou rapidamente o informante esperando que as noticias fossem de ajuda, pois as ordens que ele lhe dera foram para repassar qualquer coisa relacionada com Hogwarts e os alunos eram relacionados a escola.

- Obrigado pelas informações. – falou Harry calmamente já pensando em quem deveria contatar primeiro para resolver aquele problema. – Suas informações serão recompensadas da mesma maneira das outras vezes.

- Que informações? – perguntou Sirius com voz curiosa, mas Harry apenas o ignorou e forçou os dois a se encaminharem para o corredor.

- Onde sua mãe fica normalmente? – perguntou Harry diretamente ao loiro que apenas balançou a cabeça antes de responder.

- No quarto, eu acho. – falou ele e então Harry parou subitamente de andar e respirou fundo se abaixando e espalmando a mão em direção ao chão.

- Mansion Rastreare. – feixes coloridos saíram da mão do moreno percorrendo toda a mansão e dando ao moreno a planta da casa, inclusive de cada passagem secreta e das criaturas das trevas que se encontravam nos terrenos da propriedade e percebeu que não teria vida fácil contra eles, descobriu também Narcisa Malfoy dentro da biblioteca. – Sua mãe está nesse momento na biblioteca, então vamos para lá.

Dessa vez Harry retirou a capa de invisibilidade de cima deles, pois já sabia a localização de cada uma das criaturas das trevas presentes no local e poderia evitá-las até que encontrassem Narcisa e pudessem protegê-la de maneira adequada. Sirius e Draco olharam estranhamente para o moreno quando ele retirou a capa de invisibilidade de cima deles, mas acabaram ficando em silêncio e seguindo o garoto que parecia conhecer a mansão como a palma da mão dele, o que deixou o loiro intrigado, pois sabia que ele nunca havia nem mesmo posto os pés dentro de sua casa, mas acabou percebendo que talvez ele tivesse visto aquilo em sua mente também.

Quando estavam próximos ao corredor que dava para a biblioteca Harry diminuiu a velocidade dos passos e os outros dois o acompanharam, o moreno sacou uma das Colts modificadas e que possuíam balas de prata e em seguida engatilhou-a deixando a pistola pronta para ser utilizada. Se não fosse pelos feitiços que Harry lançara que haviam disfarçado não apenas o cheiro deles três como também um feitiço que abafava os ruídos que eles produziam ao se movimentar os lycan’s que se encontravam em frente a porta da biblioteca provavelmente já os teriam percebido, assim como os vampiros que estavam no jardim da frente.

Harry apressou o passo quando virou o corredor e saiu bem em frente as enormes portas da biblioteca e nem mesmo precisou pensar antes de levantar a mão direita que segurava a Colt modificada e disparar três vezes acertando os lobisomens na cabeça. Os três seres caíram ao chão se contorcendo por causa da prata que havia penetrado no corpo deles, mas logo eles pararam de se mover, pois a prata impregnou no sangue das feras indo diretamente até o coração deles.

- Se apressem. – falou Harry olhando para Draco e Sirius que olhavam para os três lobisomens mortos em frente as portas da biblioteca. – Vão logo, pois os vampiros estão vindo para cá e bem rápido, não temos tempo a perder.

Sirius e Draco entraram pelas portas que o sonserino havia aberto violentamente, os dois atravessaram o espaço do local e viram Narcisa de pé parecendo apavorada olhando na direção deles, mas quando viu o filho correu em direção a ele e se jogou nos braços do garoto.

- Oh meu filho, o que está fazendo aqui? – perguntou Narcisa aflita separando-se do garoto e verificando se tudo estava bem com ele, em seguida voltou seus olhos e viu Sirius olhando-a com intensidade e parecendo devorar cada traço de seu rosto tanto que a deixou ruborizada. – Olá Sirius, já faz bastante tempo.

- Sim, faz mesmo Narcisa. – concordou Sirius se permitindo um sorriso, que sumiu quando ouviram o barulho de um disparo do lado de fora da biblioteca.

- O que está acontecendo? – perguntou Narcisa voltando a ficar perturbada com os barulhos que estava ouvindo. – A casa está cheia de criaturas das trevas, não podem ficar aqui, aliás como conseguiram entrar se esse lugar está totalmente cercado.

- É uma longa história mamãe e a Senhora nem vai acreditar quando eu contar. – Draco falou suspirando.

- Isso fica pra depois, precisamos ajudá-lo ou ele vai morrer. – Sirius falou angustiado com os sons e grunhidos que ele ouvia, sons que pertenciam claramente a criaturas das trevas, o animago chegou a sacar a varinha e virar-se em direção a porta quando a voz do loiro interrompeu seu movimento e o deixou paralisado.

- Você ouviu o que ele disse Black. – a voz do sonserino estava séria e ríspida e o garoto apontava a varinha diretamente para Sirius. – Ele mandou claramente que protegêssemos minha mãe até ele acabar com as criaturas das trevas, você deve confiar um pouco mais nele, afinal já deveria saber do que ele é capaz depois que viu ele derrotando a Princesa Negra. Agora fique quieto ou eu uso minha varinha para obrigá-lo a permanecer aqui dentro.

- Você tem razão, me desculpe. – Sirius admitiu que estava agindo mais pelos sentimentos do que pela razão e isso o deixou preocupado, pois sempre que ações eram feitas por impulso alguém acabava machucado e dessa vez havia muitas coisas em jogo.

- Do que vocês estão falando? – Narcisa perguntou exasperada olhando de seu filho para o primo que parecia preocupado com algo ou alguém. – Quem está lá fora enfrentando todas aquelas criaturas das trevas, meu filho? E você disse que ele derrotou a Princesa Negra?

- Sim mamãe, ele derrotou a Princesa hoje a tarde em Hogwarts, o Lorde das Trevas a enviou para matá-lo, mas acabou não dando muito certo e ela fugiu. – Draco respondeu as perguntas da mãe, percebia a confusão dela com o que estava acontecendo e não via porque não entrar em detalhes de uma vez. – Quem está lá fora é ninguém mais ninguém menos do que Harry Potter e ele está aqui me ajudando.

- Você disse Harry Potter? – perguntou Narcisa entre chocada e incrédula, lembrou-se do profeta diário que noticiava o retorno do menino ao mundo bruxo e a entrada dele em Hogwarts, em seguida o que seu filho respondera voltou com força fazendo com que ela se virasse para ele perguntando com curiosidade. – Ele está ajudando você em que?

- A me livrar da influência de Lucio, além de me oferecer uma opção que não me leve a ser um comensal da morte. – Draco falou com voz decidida mostrando que tinha certeza absoluta da decisão que tomara. – Ele também vai me ajudar a deserdar Lucio e retirar qualquer direito que ele possua sobre as propriedades, as empresas ou a fortuna que pertence a Família Malfoy, além de conseguir o divorcio entre a Senhora e Lucio em menos de uma semana se quiser mamãe.

- Eles vão nos matar meu filho, jamais aceitarão isso. – Narcisa falou baixinho enquanto os olhos azuis enchiam-se de lágrimas.

- Eu confio no Potter, mamãe. – Draco disse com seriedade encarando a mãe e mostrando confiança no que dizia. – Tenho certeza de que ele pode mesmo fazer tudo o que me prometeu e eu vou ser eternamente grato a ele se conseguir nos livrar de Lucio e do Lorde das Trevas.

- Acho que agora não temos muita escolha mesmo. – falou Narcisa baixinho olhando intensamente para o filho. – Você não teria se precipitado e vindo aqui se não fosse realmente necessário Draco, portanto tenho certeza de que você fez alguma coisa que provavelmente deixou o Lorde Negro irritado e querendo se vingar ou estou errada.

- Não. – respondeu simplesmente o sonserino nem um pouco surpreso por sua mãe ter sacado tão depressa que alguma coisa havia acontecido, afinal Narcisa Malfoy sempre fora uma mulher perspicaz, em seguida completou dando de ombros. – Eu ajudei alguns grifinórios em um ataque que houve em Hogsmeade, sem contar que acabei matando um ou outro comensal da morte.

- Se foi isso fico muito orgulhosa Draco. – Narcisa disse baixo e abraçou o filho que retribuiu o abraço, mas separaram-se bruscamente quando as portas da biblioteca foram brutalmente arrancadas quando um corpo passou voando veloz e chocou-se contra a parede que rachou de cima a baixo deixando os três bruxos olhando embasbacados para o corpo inconsciente, ao mesmo tempo em que sentiam um frio enregelante por suas espinhas enquanto lembranças dolorosas voltavam a mente de cada um dos três bruxos que sabiam o que aquilo significava.
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Harry viu Draco e Sirius entrando pelas portas da biblioteca e virou-se de costas preparando-se para enfrentar o que estava vindo em sua direção, sabia que eram muitos e que precisaria ser rápido e letal ou não teria tempo para bloquear a mansão e os reforços chegariam antes que ele conseguisse impedir. Sacou a outra Colt modificada e apontou ambas para o corredor diretamente em frente onde de repente surgiram várias figuras correndo em alta velocidade.

Harry passou a disparar rapidamente acertando sempre a cabeça dos vampiros e dos lycan’s que entravam pelo corredor ou que apareciam em sua vista, os vampiros eram rápidos assim como os lobisomens, mas o moreno conseguia prever cada um dos movimentos deles, sem contar que devido a seus sentidos aguçados podia acompanhá-los com os olhos e ouvidos.

Logo uma pilha de corpos de lycan’s formou-se pelo corredor enquanto os vampiros viravam cinzas antes mesmo de tocarem o chão, ao contrário do que muitos pensavam os vampiros também eram bastante sensíveis a prata principalmente se a munição era em nitrato de prata como a que o moreno usava.

O barulho de click ecoou no local e Harry imediatamente colocou as duas pistolas modificadas nas cocheiras antes de sacar sua varinha com a mão esquerda ao mesmo tempo em que com a mão direita puxava sua espada, a lâmina negra brilhava querendo sangue e o moreno ofereceria isso a ela o quanto antes e moveu-a agilmente decepando a cabeça de um vampiro que havia se aproximado e estava pronto para golpeá-lo.

- Firumjet. – Harry bradou apontando a varinha para seu lado esquerdo sem nem mesmo olhar e vários jatos de fogo dispararam de sua varinha atingindo um grupo de vampiros que se aproximavam perigosamente do moreno.

Harry girou seu próprio corpo desviando-se de uma investida de um lobisomem e em seguida desceu sua espada acertando-o na altura do ombro e o atravessando entre as pernas partindo o lycan ao meio. O sangue espirrou para todo lado manchando totalmente o moreno e alguns lobisomens e vampiros que estavam mais próximos e naquele momento recuaram levemente olhando mais atentamente para o garoto que tinha uma espada negra na mão e uma varinha também negra na outra e as apontava ameaçadoramente para todos eles.

- Garra de Prata. – Harry sussurrou apontando a varinha em direção a cinco lycan’s que pareciam prestes a dar o bote e avançar contra ele, o raio prateado partiu da varinha negra e literalmente rasgou os lobisomens como se uma enorme garra houvesse passado por eles. Aquele era um feitiço muito utilizado na África, principalmente na região do país de Angola onde existiam muitos lobisomens vivendo em colônias.

As criaturas das trevas eram muitas e não davam descanso para o moreno que já estava levemente desgastado devido as batalhas que travara aquele dia em Hogsmeade e depois contra Isabel nos terrenos da escola.

Desviando-se da investida de um lobisomem Harry o cortou ao meio com a espada ao mesmo tempo em que lançava mais feitiços incendiários dessa vez um atrás do outro e sem parar, pois vários outros vampiros haviam surgido pelos outros corredores.

Nos minutos que se seguiram Harry não parou nem mesmo um segundo para respirar, pois precisou golpear e lançar feitiços sem parar para poder conter todas as criaturas das trevas. Ele podia acabar com todos aqueles lobisomens e vampiros mais rapidamente, mas se fizesse provavelmente destruiria uma parte da mansão o que não pegaria muito bem para o lado dele, por isso tinha que ser do jeito mais demorado e difícil.

Depois de mais cinco minutos que pareceram intermináveis para o moreno ele finalmente conseguiu acabar com todos os vampiros e lycan’sb que existiam na propriedade dos Malfoy, com a exceção de um que parecia estar esperando para lutar com ele, Harry sentia que ele não era um vampiro comum e que provavelmente era chefe de algum clã poderoso, sem contar que tinha a sensação de que acabara de destruir uma boa parte do clã dele.

De repente sentiu um frio invadindo sua espinha ao mesmo tempo que lembranças dolorosas de seu passado pareciam vir a superfície, mas ao contrario do que deveria acontecer aquilo não o afetava diretamente apenas lhe dava uma sensação ruim ao mesmo tempo em que aumentava sua raiva por ser obrigado a relembrar as coisas que ele sempre quisera esquecer, não se surpreendeu quando sentiu que haviam vários dementadores vindo por todos os lados do corredor o cercando, mas antes que ele pudesse erguer sua varinha e lançar um patrono e acabar com aqueles seres das trevas sentiu o impacto de um soco em seu peito e foi violentamente jogado para trás.

Sentiu-se acertar as portas da biblioteca que estavam diretamente atrás de si atravessando a sala e chocando-se brutalmente contra a parede que rachou de cima a baixo com o impacto de seu corpo. O moreno sabia que provavelmente teria quebrado algumas costelas se fosse um bruxo comum, mas como ele não era apenas levantou-se lentamente enquanto os destroços que haviam caído por cima dele caiam ao seu redor.

Assim que ficou de pé pode perceber o olhar dos três bruxos sobre ele, os três pareciam assustados e impressionados ao mesmo, mas o moreno os ignorou, afinal tinha um problema maior para resolver no momento, pois podia ver claramente a figura do vampiro entrando calmamente pela porta da biblioteca e olhando desdenhosamente para ele, viu os olhos do vampiro passarem lentamente pelos outros ocupantes da sala, mas em seguida voltou seus olhos para si mesmo olhando-o e o analisando atentamente, depois balançou a cabeça.

- Você não me parece um grande desafio, garoto. – a voz do vampiro era límpida e baixa, mas o moreno sabia que aquele era um truque que os vampiros usavam com freqüência para deixarem as vitimas hipnotizadas ou mais relaxadas, mas aquilo não funcionaria com ele, pois conhecia todas as artimanhas deles.

- Porque não diz isso para todos os seus companheiros que eu acabei de matar. – Harry falou com sarcasmo e desdém na voz enquanto olhava o vampiro se mexer lentamente como se estivesse se preparando, os olhos negros do vampiro foram diretamente para sua espada e a varinha que ele segurava firmemente.

- Será que você é tão bom sem essas coisas? – o vampiro provocou o moreno que apenas o olhou e deu de ombros guardando a espada e a varinha em seguida.

- Não faz isso Harry. – Sirius disse completamente chocado ao perceber que o afilhado havia mesmo se desarmado, mas já era tarde, pois o vampiro partira para cima de Harry com rapidez e tentou golpeá-lo no rosto, mas o moreno bloqueou sem nenhuma dificuldade antes de contra atacar acertando uma joelhada no estomago do vampiro.

- Eu já conheço sua velocidade vampiro, não vai me pegar de surpresa novamente. – disse Harry e teve de mover-se agilmente para escapar de outra investida do vampiro que parecia ficar cada vez mais furioso ao perceber que não conseguia acertar o garoto.

Harry tinha que reconhecer que aquele vampiro não era realmente um qualquer, pois tinha força e velocidade, e quanto mais ficava furioso mais força imprimia em seus golpes, só que Harry conseguia igualar a força dele e já estava começando a ficar entediado com aquilo quando percebeu que alguns dementadores estavam entrando pela porta da biblioteca.

- Expecto Patronum. – ouviu a voz de Sirius bradar em algum lugar a sua direita e um cachorro prateado disparar contra os dementadores, mas não era suficiente e servia apenas para afastar os seres das trevas.

Quase recebeu um soco direto no rosto por sua leve distração, mas conseguiu esquivar-se segurando o braço do vampiro e acertando outra joelhada nas costelas do vampiro que curvou-se levemente, Harry aproveitou o segundo de vantagem que obteve e sacou uma pequena adaga e puxando a cabeça do vampiro pelos cabelos rasgou a garganta dele fazendo com que o sangue espirrasse pelo chão ao mesmo tempo em que ele berrava, mas em seguida o vampiro pegou fogo em frente a ele e aos outros bruxos e virou cinza.

- Expecto Patronum. – Harry bradou com todo o ódio que sentia tanto por Dumbledore como por Voldemort impresso em cada uma das palavras, uma forma difícil de se definir partiu das mãos nuas do moreno indo diretamente em direção aos dementadores, parecia a figura de um homem com asas, mas não dava para ter certeza absoluta da forma, pois nunca haviam visto nada parecido com aquilo, apenas o moreno identificou seu patrono.

A medida que o patrono do moreno atingia os dementadores uivos e grunhidos de dor eram ouvidos ao mesmo tempo em que as criaturas explodiam em agonia, os três bruxos que estavam na biblioteca olharam aquilo com assombro, pois nunca haviam visto um patrono ser capaz de destruir um dementador.

Aquele era um pequeno segredo que Harry aprendera com seus mestres, pois ao contrario do patrono com sentimentos bons que apenas afastava as criaturas das trevas, o patrono com sentimentos negativos era capaz de destruir os mesmos seres.

- Acabou? – Draco perguntou depois de alguns instantes olhando para os mantos negros, que era tudo o que havia sobrado do que um dia haviam sido dementadores.

- Sim. – falou Harry simplesmente lembrando-se que precisava colocar as novas proteções ao redor da propriedade, então fechou os olhos concentrando-se e vasculhou toda a propriedade, sua aura cresceu e percorreu toda a extensão da mansão até garantir que não havia mais nenhuma criatura das trevas no local, então sacou a varinha e lançou o primeiro feitiço de proteção que impediria que qualquer um entrasse nos terrenos da propriedade sem ter a devida autorização do proprietário, que no caso agora era o sonserino.

Com mais um movimento o moreno passou a murmurar palavras antigas e conforme ele falava uma luz esbranquiçada e amarelada exalavam dele e crescia como se fosse uma cúpula de luz, logo se transformou em uma grande redoma que foi tomando grandes dimensões até que rodeava toda a propriedade dos Malfoy.

Assim foi por alguns minutos, com Harry executando diversos feitiços protetores dentro do lugar garantindo segurança máxima para Draco e a mãe a partir daquele momento. Por fim lançou um feitiço que anulou completamente a magia de sangue que existia no local e em seguida bloqueou todas as passagens secretas com feitiços de armadilha e de bloqueio que impediriam qualquer um de entrar na mansão ou até mesmo de sair.

- Pronto Malfoy, sua casa agora é um dos lugares mais seguros do mundo, só não é mais seguro do que minha casa, mas isso já é outra história. – declarou Harry virando-se para os três que tinham permanecido parados observando o que o moreno estivera fazendo em silêncio. – Cancelei os feitiços de sangue que existiam na propriedade e também bloqueei cada uma das passagens secretas que existiam aqui dentro, você vai poder liberá-las pessoalmente depois se quiser.

- Acho que não vamos precisar das passagens secretas Potter, porque vou liberar os feitiços anti-aparatação aqui dentro somente para quem eu permitir e em caso de urgência vamos poder fugir aparatando. – Draco disse balançando a cabeça e abraçando a mãe. – Gostaria de lhe apresentar minha mãe, Narcisa Malfoy.

- É um prazer Senhora Malfoy. – disse Harry com tom de voz galante e sedutor tomando a mão da mulher e beijando respeitosamente a palma da mão dela que ficou vermelha no mesmo instante fazendo que tanto o loiro como Sirius amarrassem a cara para o moreno que fingiu que não tinha nada a ver com o fato.

- O prazer é todo meu Senhor Potter, ou melhor Harry, você é jovem demais para ser chamado de Senhor. – Narcisa declarou em um tom rouco e baixo que o moreno entendeu perfeitamente como sendo um flerte, mas Harry apenas sorriu antes de responder.

- Pode me chamar de Harry se eu puder chamá-la de Narcisa. – disse apenas e recebeu um sorriso deslumbrante em resposta.

- Seria esplendido Harry. – Narcisa disse sorrindo largamente.

- E me desculpe por fazer toda essa bagunça em sua casa Narcisa, mas foi necessário. – disse Harry apontando para o rastro de destruição e alguns corpos que eles puderam ver do lado de fora da biblioteca.

- Isso não é problema. – Draco disse com voz carrancuda e fria olhando de maneira ameaçadora para o moreno em uma mensagem clara para que ele ficasse longe da mãe dele, mas Harry apenas sorriu olhando para o loiro. – Hat. Gary. Joe. Dobby.

Quatro estalos foram ouvidos e os elfos domésticos da família apareceram imediatamente curvando-se e fazendo reverencias exageradas para os bruxos, principalmente para Draco e Narcisa que eram os amos deles.

- Tudo bem. Quero que vocês limpem essa bagunça e se livrem dos corpos dos lycan’s imediatamente. – ordenou Draco aos elfos.

- Sim meu Senhor. – os quatro seres responderam praticamente juntos antes de desaparecerem para executarem as ordens que haviam recebido.

Enquanto Draco estivera dando ordens para os elfos Harry se lembrara de algo que vira na mente do loiro e se dirigiu aos fundos da biblioteca passando por varias estantes com livros de diversos temas até chegar a ultima estante de livros que tratavam sobre a História Bruxa, onde haviam livros tratando principalmente sobre a pureza de sangue e as famílias consideradas puras na sociedade, assim como as arvores genealógicas das mais tradicionais.

Não se incomodando em olhar para nenhum dos outros títulos ou livros o moreno levou sua mão tocando em um livro de capa verde intitulado “Malfoy’s Family” e o puxou levemente deixando que ele voltasse ao normal em seguida e afastando-se dois passos para trás quando a estante simplesmente começou a se mover abrindo uma passagem secreta que dava para um corredor escuro e mal iluminado dando arrepios em Sirius que havia se aproximado para ver o que o afilhado estava fazendo assim como Draco e Narcisa, mas esses dois estavam pálidos olhando diretamente para o moreno tentando entender como ele encontrara aquele lugar.

- Como sabe sobre esse lugar Potter? – perguntou Draco rapidamente, mas não fez nada para deter o moreno enquanto ele entrava pelo túnel que se abrira, apenas o acompanhou assim como Sirius e Narcisa.

- Eu vi na mente do seu pai. – Harry disse simplesmente sabendo que se Sirius soubesse que fora ele que prendera Lucio com certeza ligaria esse fato com Hades e perceberia que o assassino na verdade era ele.

Menos de dois metros a frente do moreno havia uma porta negra que sem nem mesmo precisar rastrear sabia que estava protegida por magia negra e muito poderosa, mas nada que ele não pudesse dar um jeito, fechando os olhos Harry espalmou sua mão direita volta para a porta e em seguida sombras negras e indistintas desprenderam-se da palma de sua mão e chocaram-se contra a porta.

Sua aura neutralizou todos os feitiços que haviam protegendo a porta, mas como Harry não era nem um pouco bobo expandiu sua aura e encontrou diversas armadilhas no interior do lugar e uma a uma elas foram silenciosamente desativadas. Quando finalmente Harry terminou a porta fez um leve clique demonstrando que estava destrancada e tocando a maçaneta o moreno a girou e abriu lentamente revelando o seu interior.

Havia estantes e mais estantes com diversos livros, todos sobre magia negra e profana. Correndo os olhos pelos títulos o moreno não surpreendeu-se com nenhum volume em especial, pois tinha um exemplar de cada um daqueles livros em sua mochila especial que ele tinha desde que seu treinamento se iniciara. Fizera questão de fazer copias de cada livro que utilizara em toda a sua vida, mesmo que tenha feito as cópias escondido de seus mestres, pois sabia que eles não permitiriam, além do mais o feitiço fora ele quem inventara e eles jamais desconfiaram do que fazia.

Havia muitos objetos ali dentro também, diversas espadas e adagas de todos os tipos e de vários países diferentes, havia armaduras antigas e repletas de magia negra. Colares e jóias amaldiçoadas também faziam vez nas estantes, havia também outras dezenas de objetos diferentes que não pareciam surpreender Narcisa e Draco que olhavam para os objetos com repugnância embora tivessem conhecimento sobre eles, já Sirius parecia surpreso com todas aquelas coisas que exalavam magia negra, mesmo sabendo que existira uma sala com aquele tipo de coisa jamais imaginara que seria em tão grande quantidade.

Harry ignorou todos os outros artefatos quando viu o que procurava, entre duas estantes ao fundo parecendo meio escondido até mesmo ali dentro havia um pedestal e em cima apenas um livro de capa velha e surrada que não parecia ter nenhum tipo de importância. Aproximou-se lentamente, mesmo sabendo que os feitiços de proteção estavam todos anulados ainda poderia haver alguma proteção individual no artefato em si, por isso elevou novamente sua mão direita realizando o mesmo processo que fizera anteriormente descobrindo que Voldemort não havia colocado nenhuma proteção naquele diário confiando apenas nas proteções externas e no esconderijo que seu comensal utilizara para resguardar o artefato.

Lentamente o moreno pegou o diário em sua mão vendo que realmente parecia inofensivo a qualquer que o analisasse, mas Harry sabia que aquele objeto escondia magia negra da mais profana e cruel. Voltou seus olhos ao sentir um leve movimento atrás de si deparando-se com os Malfoy e Sirius olhando curiosamente para ele que apenas guardou o diário dentro de seu sobretudo antes de voltar pelo mesmo caminho que entrara antes.

- Vou ficar com esse livro se vocês não se importarem. – falou Harry virando-se para olhar diretamente para Draco que negou com a cabeça, pois na verdade pretendia se livrar da maioria das coisas que existia naquela sala, talvez guardaria apenas os livros, pois esses poderiam ser bastante úteis futuramente.

- E agora? – perguntou Sirius assim que eles voltaram a biblioteca e a passagem havia se fechado novamente, olhando pelo local perceberam que a porta já havia sido restaurada assim como a parede da biblioteca, também puderam constatar que os corpos dos lycan’s já haviam sido removidos pelos elfos, assim como as cinzas produzidas pelos vampiros mortos.

- Precisamos voltar para Hogwarts. – disse Harry simplesmente parando de andar e voltando seu olhar para Narcisa. – Acredito que queira permanecer nessa casa Narcisa, pois a partir de agora ela pertence legalmente a Draco, amanhã mesmo eu vou entrar em contato com um excelente advogado que conheço e ele vai resolver tudo o que estiver pendente tanto com a documentação das propriedades como com o seu divórcio, a menos que você ainda queira estar casada com Lucio, é claro.

- Que Merlin me livre. – Narcisa falou rapidamente olhando para o moreno como se ele acabasse de ter falado uma loucura. – Quero me livrar dele o mais rápido possível Harry, não quero mais permanecer casada com Lucio um minuto a mais do que o estritamente necessário.

- Tem certeza? – perguntou Harry sorrindo olhando para a loira, uma olhada discreta pelo perfil dela revelava um corpaço, aquela era realmente uma baita de uma mulher e o idiota do Malfoy não soubera valorizar o que tinha.

A mulher apenas balançou a cabeça em concordância, pois não sabia se conseguiria falar agora que sabia que finalmente estaria livre da vida que vivia ao lado de Lucio. Mal podia acreditar que estaria livre do marido que sempre machucava a ela e ao filho, o amor que sentia por ele havia acabado a muito tempo, principalmente depois que ele começara a bater nela, o que começara logo depois do nascimento do filho.

Harry lembrou-se subitamente da informação que recebera enquanto estava na mansão e antes de terem chegado próximo a biblioteca, precisava dar um jeito de livrar não apenas ele como todos os outros garotos que estavam envolvidos e depois de pensar muito chegara a conclusão de que apenas uma medida drástica e imediata poderia livrá-los e Harry sabia exatamente a quem recorrer para conseguir isso.






Agradecimentos especiais:

Trinity: Que bom que gostou, a Isabel mostrou que é dura na queda mesmo, mas ela ainda vai demonstrar mais poder, espere pra ver, pois esse ainda não é o potencial maximo dela. Quanto aos comentários, relaxa, afinal eu estou com escassez de tempo e sei o que é ter de conciliar varias coisas e ainda ter tempo pra escrever. Os “amigos” do Harry estão mais soltinhos, mas mesmo assim não muito, pois eles hesitam bastante ante de usar força excessiva contra os comensais da morte, mas logo isso vai acabar. Espero que tenha gostado desse capitulo. Beijos.

TiuToddy: é realmente sinistro aquela ultima parte mesmo, eu queria ter mostrado o Harry chegando em Hogwarts já nesse capitulo, mas não deu, pois ia ficar grande demais então fica para o próximo. Abraços cara.

xPrex: Espero que tenha gostado da batalha entre o Harry e a Isabel, em breve tem um reencontro entre eles e a coisa pode esquentar, o Dumbledore apanhou um pouco apenas para saber que ele não e de nada, e o Harry simplesmente nem tomou conhecimento dos comensais da morte. Espero que tenha gostado desse capitulo. Abraços.

Markim: O Dumbledore levou mesmo uma surra, espero que a luta entre Harry e Isabel tenha ficado boa, sem contar esse novo capitulo. Abraços.

Viktor Vlack: foi mal não ter atualizado antes, mas só vou conseguir fazer duas por semana, pois preciso estudar muito pra passar nas provas. Abraços.

Jonathan: ai cara, foi mal, mas vou postar apenas duas fics por semana, pois como já disse vou precisar estudar, mas em compensação vou tentar deixar os capítulos maiores como esse já ficou. Abraços.

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