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12. Capítulo Dez


Fic: A Marca de Hermione


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Capítulo Dez

Hermione entrou na casa e subiu as escadas mais de uma hora mais tarde. Ouviu a porta traseira abrindo-se atrás dela.
Ela sabia que Harry entraria logo, sabia que finalmente teria que enfrentá-lo. Mas não ainda. Não podia obrigar-se a ficar e enfrentar o rechaço que sentiu no escritório de Rony. Ver em seus olhos a cólera que se ergueu nele com o conhecimento de que eles estavam unidos de um modo que ela nunca podia ter imaginado.
Ela tinha abandonado o escritório sem ele, saindo às escondidas do edifício e apressando-se a seu Raider. Ela não esperava ser saudada pelo helicóptero negro liso no qual Jonas tinha chegado, ou ver Harry enquanto vadiava do outro lado da casa esperando-a.
Calor de Acoplamento. A adrenalina se precipitou por ela ante o pensamento, fazendo seu coração acelerar-se e, infelizmente, e seu sexo apertar-se. Fosse o que fosse tinha ligação. Ela tinha sentido desde aquele primeiro momento em que eles se encontraram, a aura que a rodeava e a acalmou. A excitação que a atormentava. O beijo que a deixou débil e faminta pelo seu gosto. Canela e açúcar moreno.
Ela quase podia prová-lo em seus lábios, em sua língua. Ansiava-o, estava ansiando-o desde que ele a tinha beijado na noite anterior.
O calor que enchia seu sexo a deixava louca. Ela apertou suas coxas contra isso, determinada a conter essa necessidade em particular. Ela nunca rolaria voluntariamente ou pela força na cama com nenhum homem e que se condenasse se ia começar com Harry.
Ao menos, não neste momento.
Ela fechou de repente a porta de seu quarto antes de dirigir-se à ampla janela no final de sua cama. Separou com um tapa as lágrimas que molhavam seu rosto. O passeio no escritório do xerife a tinha deixado sozinha em paz tempo suficiente para que perdesse o controle de suas emoções. Ela sabia que tinha que ser mais forte do que era. Mas isto doía. Pela primeira vez desde que seus talentos se manifestaram ela tinha sido capaz de estar perto de um homem. Podia sentir seus braços a seu redor e conhecia só seu calor e dureza, não seus pesadelos ou seus medos. Ela tinha começado a esperar que isto significasse algo.
Que estúpido. Um cínico e cansado fôlego acompanhou o pensamento. Deveria saber. A vida não funcionava assim. E agora ela estava ligada a um homem que tinha resistido a obrigação que havia sentido crescer entre eles. Isto tinha um nome. Calor de Acoplamento. Não era natural, ou assim informou Jonas; mas seu coração tinha outras idéias. E o golpe em suas emoções que tinha causado o rechaço de Harry tinha triturado seu controle.
Ela estremeceu quando a porta se abriu, conteve o fôlego, outra lágrima caiu quando o sentiu entrar no quarto.
- Hermione. - Sua voz era suave e arrependida - Sei o que sentiu no escritório. Não era por você. Não a estava negando. Tem que entender.
Ela odiou o fato que tinha traído sua dor, revelado quanto àquela impressão a tinha afetado. Quanto tinha esperado que o aumento de sentimentos entre eles fosse mais que só luxúria. Para ela era, e isto doía mais, sabendo que não tinha sido assim para ele.
- Não importa, Harry. - Ela lutou para tragar a emoção que bloqueava sua garganta e a protegia escondendo suas lágrimas - Entendo.
Sua vida era uma batalha, dia a dia. Por que quereria ou precisaria ele de alguém que não podia lutar contra suas próprias batalhas, sem mencionar estar a seu lado nelas?
- Será, Hermione? Acredito que não, mas o fará. Muito em breve.
- Pare. - Sua voz se rompeu quando ela sacudiu a cabeça.
Ela podia senti-lo aproximar-se, podia vislumbrar a imagem dele no vidro da janela.
- Por favor Harry, preciso de tempo… - Seus ombros tremeram enquanto lutava contra os soluços que se formavam em seu peito - Sinto muito. Por favor…
- Para que possa continuar se escondendo? - Seu tom chiou em seus nervos já triturados.
- Sim! - Ela girou ao redor, olhando-o com um olhar que mesclava a fúria e a dor - Para poder me esconder. De forma que isto não tenha que doer tanto.
Qualquer coisa mais que pudesse dizer se entupiu em sua garganta no segundo em que viu seus olhos. Brilhavam. As luzes de âmbar piscavam na cor de ouro profundo enquanto sua expressão apertada e faminta dava a seu rosto um molde selvagem. Ele parecia um guerreiro conquistador. Um homem com a intenção de posse.
Ela retrocedeu rapidamente.
- Aqui há uma boa idéia. - ele arrastou as palavras enquanto chegava mais perto - Conserva um pouco de distancia entre nós, carinho, porque quanto mais perto está, mais doces são os pequenos aromas de seu sexo e mais duro fica meu membro. Realmente não quer pô-lo mais duro. Um pouco mais duro e vou ter que arrancar estes jeans e ver quão profundamente posso empurrar entre aquelas bonitas coxas e quão forte posso fazê-la gritar quando gozar ao redor de mim.
As palavras explícitas enviaram um calor ardendo por seu corpo enquanto os dedos invisíveis do relâmpago começavam a correr de nervo a nervo, sensibilizando-a, alimentando os fogos em seu interior mais quente. Ela sentiu o calor empapado molhando mais suas calcinhas.
- Por que? - gritou ela então - Você não me quer. Você não quer isto… - Ela agitou sua mão entre eles para indicar o Calor de Acoplamento - Por que se preocupa?
- Você gosta de se enganar, não o faça, carinho. – Ele chegou mais perto. Hermione se retirou. Agora não era um bom momento para ficar dentro de seu raio de ação - Agora vê, isto é onde se equivoca completamente. Eu não a repelia, Hermione. Eu repelia o que a natureza tinha feito, não a você. Não há nenhuma razão para sua cólera.
Ela levantou seu queixo defensivamente.
- Tenho direito a estar zangada com você. Você me usava nesses escarpados, usando minha empatia para encontrar as respostas que precisava enquanto deixava o Jonas me usar para tratar de apanhar meu primo. Justo como me usou… - Sentiu-se. Ela não diria as palavras, não falaria da dor de seu rechaço.
Seu olhar fixo vacilou com a pena; a emoção se estendeu sobre ela, apertando seu peito enquanto outra lágrima escorregava livre.
Ele sacudiu sua cabeça devagar, sua mão alcançou para tocar seu rosto, as pontas de seus dedos rasparam sobre sua carne com acalorado prazer.
- Eu nunca a usaria. - Sua voz palpitou com o voto - Estive sozinho tanto tempo, Hermione. Só dentro de mim, sabendo, sentindo que não havia nada neste mundo que estivesse destinado a ser meu. Então de repente algo era meu. Você era minha. - O tom possessivo a fez piscar com surpresa. Suas mãos emolduraram seu rosto, sustentando-a quieta enquanto seus dedos acariciavam seu úmido rosto - Minha. Tudo dentro de mim se fechou com medo porque de repente eu tinha algo a perder. E você também. E o pensamento era insuportável. Já perdi muito.
Seus lábios se separaram enquanto seu coração começava a correr, não com luxúria, desejo ou aventura, a não ser com esperança. Ela tinha encontrado alguém que emparelhava com ela, um guerreiro e um escudo. Um homem ao qual podia respeitar; um com quem podia discutir e desfrutar. Ela não queria perder isto. Não queria estar sozinha outra vez.
- Não…
- Sim. - grunhiu ele, a emoção espessava sua voz - Não o entende ainda, Hermione? Este acoplamento não só é um fenômeno físico. Isto não são simplesmente produtos químicos ao vento. Olhe dentro de si. Se pudesse amar a algum tipo de homem, qualquer que fosse, quem seria esta pessoa? Quem é o amante que freqüenta seus sonhos? Que luta ferve em seu sangue? Teríamos sido duas partes de um todo, não importa quem fôssemos ou onde nos encontrássemos. Você sabe tanto quanto eu.
Ela apertou os dentes, lutando não só contra a emoção que se elevava pela revelação de que ele tinha razão, mas também ante a negação que ela sabia que ele havia sentido mais cedo. Ela tinha algo a perder.
- Vê? - Ele se pegou à emoção que ela não podia esconder, seus dedos se apertaram contra seu couro cabeludo enquanto seus traços tensos se faziam mais primitivos, mais exóticos pelas emoções que ele lutava por conter - Sinta-o, Hermione. Sente o que eu sabia. Minha alma morreria sem a sua para enchê-la. Sem você para me sustentar perto da escuridão da noite; sem sua risada para trazer a luz na escuridão que encheu cada fodido dia de minha vida enquanto tive fôlego. Pela primeira vez em trinta e quatro anos estou vivo. Vivo devido a você, e pensar em voltar para a desolação de estar sozinho me assusta como a morte.
Suas emoções se fecharam de repente nela, enchendo-a, esquentando-a.
- Me sinta. - gemeu ele, sua voz era áspera e atormentada - Sei que seus dons são complementares dos meus. Quando lutamos, a sinto estendendo a mão, se unindo a mim quando nada mais o faz, me alimentando do que você sabe justo quando você usa minha força para se apoiar contra a dor. Você é empática e eu sou o escudo. Duas partes de um todo, Hermione.
Ele a liberou então, retrocedendo para contemplá-la com tal excesso de emoção que ela apenas podia respirar e sem mencionar falar.
- Isto era o que tratei de negar, de rechaçar, mesmo sabendo que eu a perdesse, não importa como, minha alma estaria tão morta como os Coiotes que procuram só o sangue e a morte.
Ele a liberou, só para tirar do bolso de sua camisa um pequeno pacote plástico que continha várias pílulas. Seu olhar fixo sondou sua expressão quando ela levantou seus olhos de maneira inquisitiva.
- E isso o que é?
- Isto - Deu uma olhada na sua palma antes que seus lábios se curvassem com uma beira de amargura - é uma pequena medicina inteligente desenhada para aliviar o pior dos sintomas do Calor de Acoplamento. A dor se não transa freqüentemente o bastante, assim como a concepção forçada causada pelos hormônios secretados de meu corpo, pode fazer-se… prejudicial. Infelizmente, o acoplamento de uma raça nem sempre é agradável. A menos que queira ficar grávida, toma o pequeno anticoncepcional.
- Uma pílula anticoncepcional? - Que loucura.
- De certo modo. - Ele deu de ombros, inalando profundamente em um gesto que reforçou o excesso de emoções que enchiam a ambos - Embora os hormônios nela sejam radicalmente diferentes às usadas no mercado farmacêutico. Estas são para bloquear o hormônio liberado de mim, mais que os de seu corpo.
- Então, por que não está tomando você? - o fulminou com o olhar furiosamente.
- Porque, querida, não sou eu o que sofrerá se você não conceber. É você. O Calor de Acoplamento aumenta até que ocorre a concepção. O hormônio continua crescendo dentro de seu corpo, anulando todo o resto exceto a necessidade de ter sexo e de procriar. Isto aliviará os sintomas e também acautelará a ovulação. Assim faça sua escolha.
- O fará partir? - Ela continuou contemplando a pequena pílula inofensiva. Esta era a cura que ela havia exigido tão precipitadamente?
- Nada me fará partir. - Ele não pareceu aborrecido - Nunca. Mas isto nos dará uma possibilidade para entender o resto, Hermione. De toda forma íamos por esse caminho.
Ela ergueu seu olhar, olhando-o fixamente muito tempo, momentos silenciosos.
- Você teria montado para o pôr-do-sol no momento em que seu trabalho aqui se acabasse.
Ele agarrou sua mão e pôs a pequena pílula em sua palma.
- Não Hermione, eu não a teria abandonado. Nem sequer durante um dia. Agora toma a pequena pílula, carinho, e depois falaremos mais. Finalmente.
Ele ia deitar-se com ela primeiro. Ela sabia. Como sabia que seu fôlego seguinte estaria cheio de seu cheiro, sabia que no momento em que a pílula passasse por seus lábios ele faria seu movimento.
- Harry. - Ela lambeu os lábios tratando de tranqüilizar seus nervos - Passou muito, muito tempo para mim.
Para ser sincero, ela não tinha tentado o sexo durante anos.
- Toma a fodida pílula. - grunhiu ele então - Torturei-me com o pensamento de tocá-la, com o sentimento de você quente e apertada a meu redor. É tudo no que pensei do momento em que vi sua coragem naquela maldita caverna. Não sei se posso esperar muito tempo mais.
Claramente, ela não era a única a que o Calor de Acoplamento deixava louca.
Ela abriu a pílula, sua respiração se fez brusca e áspera.
- Eu ainda não gosto disto. - informou ela quando ergueu a pequena pílula azul. Embora ela soubesse. Odiava a situação, odiava a confusão que a enchia, mas sabia que seus sentimentos por Harry eram algo que era muito mais profundo e fluía muito mais forte que um pouco parecido ao de “querê-lo”.
Ele grunhiu em resposta.
- Esta não é a coisa mais inteligente que alguma vez fiz. - Ela abriu os lábios enquanto levantava sua mão mais perto de sua boca.
Seus olhos flamejaram com a promessa sensual quando ela pôs a pequena pílula em sua língua, fechou sua boca e engoliu.
Esta desceu fácil, sem a ajuda de líquido, sem dúvida ajudada a passar pela intensa salivação de sua boca.
O grunhido retumbou em seu peito outra vez. Felino. Perigoso. Este era um som que fazia seu sexo apertar-se em convulsões crispadas. Ela ofegou ante a intensidade.
- Quanto tempo precisa para que isto ajude? - Ela o olhou, sabendo que não havia nenhum enfrentamento contra a fome quando ele chegou mais perto. Ela se retirou uma vez. E outra. Até que suas costas se chocassem contra a parede e seu amplo peito a apanhou contra ela.
- É um inferno se souber. - resmungou ele - E um inferno me preocupar, enquanto possa fazer isto.
Ela esperava um beijo. O que não esperava era a descida abrupta de sua cabeça até que seus lábios estivessem em seu pescoço e seus dentes raspando sobre a carne enquanto sua língua a acariciava em uma carícia sensual. Ela ficou na ponta dos pés; as sensações eram tão intensas e tão cheias de prazer.
Os estremecimentos correram por sua coluna, estendendo-se entre suas coxas e chamuscando-a. Ela sentiu a umidade açucarada molhando-a mais, sentiu seus clitóris pulsar e pulsar pela necessidade de seu toque enquanto seus mamilos se apertavam sob sua blusa. Deus, como ela precisava de seu toque. Em toda e por toda parte. Ela o ansiava. Estava dolorida por ele.
Sua cabeça retrocedeu contra a parede; suas mãos agarraram seus antebraços enquanto seus dedos se encurvavam em seus quadris, arqueando-a contra ele enquanto a dobrava pressionando a cunha dura de seu membro contra a suave almofada de seu sexo.
Ela se sacudiu pela fricção, um choramingo saiu de seus lábios quando suas terminações nervosas pareceram chamuscar-se com as chamas da paixão aumentada. Ela não podia conseguir bastante ar. Infernos, ela não tinha que respirar. Se só ele acabasse de beijá-la e de tocá-la, detendo a dor que crescia em cada célula de seu corpo, então ela poderia ter uma possibilidade de sobrevivência.
- Maldição, que bem sabe. - Sua voz estava cheia da maravilha quando ele agarrou o lóbulo de sua orelha entre seus lábios para um breve beliscão - Doce e quente. Faz-me perguntar se manterei minha prudência uma vez que empurre dentro de você.
Sua prudência não ia durar tanto tempo.





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