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8. Capítulo Seis


Fic: A Marca de Hermione


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Capítulo Seis

Hermione duvidava também. Enquanto tinham revistado as cavernas restantes, tinha lutado por manter seus sentidos em alerta, usando sua capacidade de atrair do escudo de Harry para conter os efeitos menos desejados da empatia e pelo contrário usar seus talentos para procurar respostas.
Ela não era perita nisso. Nunca tinha tido a oportunidade de trabalhar desse modo, mas agora se encontrou intrigada pela oportunidade. E pelo calor e a informação sutil que ela também extraiu do homem. Havia lugares escuros dentro dele, mas ele os mantinha ocultos; não os deixava afetá-lo. Havia violência, sim. Mas estava atenuada e abrandada pela compaixão.
Havia também o domínio, um domínio que debruava nos escudos, nos escudos emprestados que ele controlava.
Ela sondou isso, sentindo a diversão, a luxúria e uma fome que só crescia.
Ela tentou não fazer caso disto, pelo contrário concentrando-se nos restos de emoções e ações que ainda permanecessem dentro das cavernas. Não que houvesse muito para se aferrar. Os Coiotes tinham vindo aqui para matar. Eles tinham seguido o casal de raças desde Broken Butte, mas como sabiam que deviam começar ali?
Deviam matar o casal ali e depois esperar Hermione. Ela sentiu; tinha sido a prioridade mais alta em suas mentes. Uma vitória absoluta, mas do que? O que tentavam esconder?
- Não há nada aqui. - Harry finalmente suspirou quando eles passaram pela última caverna que estava no suporte e olharam fixamente abaixo com olhos apertados. Deu uma breve e firme sacudida a sua cabeça - Vamos regressar ao Raider e voltaremos. Verei se Jonas averiguou algo em seu interrogatório ao coiote que levou com ele.
Ele se balançou no suporte para o estreito caminho que conduzia de retorno a ravina enquanto Hermione o seguia.
Hermione jogou para trás as varias mechas de cabelo que escaparam de sua trança enquanto começava a andar com dificuldade para o Raider. Estava pronta para sair do deserto, para dirigir-se à cidade para comer e depois para casa para sua cama suave e confortável.
As contusões do dia anterior palpitavam dolorosamente, como o faziam algumas novas recebidas subindo os pendentes do escarpado. Seu ouvido queimava e seu sexo havia desenvolvido uma dor erótica e sensual que a atormentava com o conhecimento de que lutava contra algo que sabia que Harry queria tanto quanto ela. Bom, lamentava que não fosse tanto; ela podia estar em pior forma do que ele estava.
- O que esperava realmente encontrar aqui, Harry? - Ela o olhou com curiosidade, ainda insegura do que ele procurava.
- Qualquer coisa. Tudo. Nada. - Ela podia ouvir o encolhimento em seu tom preguiçoso e apertou seus dentes com raiva.
- Dois de três não é tão mau. - Ela zombou de seu êxito duvidoso revirando os olhos - Encontramos tudo o que este desfiladeiro podia ter contido e nada temos que possa responder a nossa pergunta. Está revirando os olhos, Harry. - Ela abriu a porta do lado do motorista, deslizando na fria comodidade do veículo com um suspiro de alívio.
- Usa o sarcasmo muito bem, Hermione. - Ele deu a volta enquanto deslizava no assento de passageiros, apoiando-se para trás confortavelmente enquanto sorria com uma curva lenta e também atraente de seus lábios. Essa curva inferior mais cheia fez com que lhe doessem os mamilos. Era mau quando uma coisa tão simples como o sorriso de um homem fazia que lhe doessem os mamilos, fazendo desejar a sensação daquelas curvas sensuais rodeando-os.
- Tento-o. - Ela limpou sua garganta nervosa e rapidamente deu a volta longe da tentação dele enquanto ele emitia um grunhido completamente masculino de exasperação.
Isto não deveria tê-la aceso. Era insultante e de nenhuma maneira erótico. Mas o som fazia que suas coxas se apertassem e que seu centro doesse. Maldição.
Talvez fosse o momento do foguete de bolso, o pequeno estimulador de clitóris que era tão prático. Os foguetes de bolso eram agradáveis. Ou seu vibrador. Tinha passado um tempo desde que a necessidade de liberação sexual tinha sido tão imperativa. Talvez nunca tivesse sido assim tão imperativa, pensou. Tampouco nunca tinha tido esta capacidade de fazê-la querer aproximar-se mais de um homem; de precisar fazê-lo.
E ele sabia que o fazia. Ela podia ver em seus olhos, no modo que ele levantou sua cabeça e suas narinas flamejaram.
Ele podia cheirá-la, cheirar seu calor e sua excitação. E não havia nenhum modo de escondê-lo.
Na esteira desse pensamento veio outro. Ela sabia que os sentidos das raças eram mais avançados que os daqueles sem o DNA alterado. Mas, perguntou-se ela, quanto mais avançado eram?
Deu-lhe uma olhada pelo canto do olho e limpou a garganta antes de perguntar:
- Como é sua audição?
- Minha audição? - perguntou ele, com sua voz cheia de preguiçosa diversão e só uma indireta de curiosidade.
Deu-lhe uma olhada, arregalando seus olhos inocentemente.
- Sua audição. Sabe, seus ouvidos. Pode ouvir coisas melhor de que outra pessoa?
Ela lutou contra o rubor que ameaçava aumentar por baixo da pele de seu rosto enquanto girava seus olhos para frente de volta ao caminho.
- Quer dizer, melhor que as não raças? - ele perguntou com interesse.
Ela não confiou no olhar de inocência masculina nem um minuto, mas a farsa de seu enfrentamento serviu para esconder seu sorriso.
- Sim. - assentiu ela brevemente - Isso é o que quero dizer.
- Não sei. - A diversão fria encheu sua voz-. Quão bom é seu ouvido?
Bem, ela não seria capaz de ouvi-lo masturbando-se, mas não era como se sua mão zumbisse tampouco…
- Normal. - Ela deu de ombros.
- O que classificaria como normal? O que pode ouvir que pensa que eu não poderia? - tirava ele o pêlo?
Lançou-lhe um olhar rápido, franzindo o cenho com expressão curiosa. Estava à espreita aquela risada em seus olhos? Certamente ele não podia adivinhar por que ela queria saber?
Ela sondou nos escudos que ele usava, mas unicamente o que pode descobrir foi diversão.
- Não sei. - Ela agarrou o volante mais forte enquanto tentava parecer casual e simplesmente interessada unicamente em suas capacidades de Raça - Se eu estivesse na cozinha e você estivesse na sala de estar de minha casa, eu não saberia se estava usando… OH, digamos… um par de pinças para o pêlo. - Isto parecia um bom contraste. Uma pequena vibração de som, não muito áspera, não muito fácil de ouvir.
- Pinças para o pêlo? - perguntou ele perplexo.
- Sim. - assentiu ela com toda seriedade - Pinças para o pêlo.
Ele se esticou, limpando a garganta enquanto se movia em seu assento.
- Tenta averiguar se a ouvirei usando um vibrador, Hermione?
Ela perdeu o fôlego, ardendo de mortificação enquanto sua cabeça girava, espreitando a suspeita em seus olhos semi-cerrados fixos em seu rosto antes que ela voltasse a contemplar a pista.
- Não. - exclamou ela impressionada. Como sabia?
- Porque se for assim, direi isso agora: saberia. Cheiraria o doce aroma de seu sexo quando encontrasse sua satisfação, e ouviria até o vibrador mais silencioso. E estaria muito, mais que muito aborrecido. Inclusive deveria surrá-la.
Ela engoliu com dificuldade, certo, seu traseiro não zumbia de antecipação, mas sim de agitação. Ela deu uma olhada a sua mão enquanto esta estava casualmente em seu joelho. Era ampla, forte…
Ela se moveu em seu assento.
- Não é o que quis dizer. - resmungou ela - E o que te importa?
Ele ia muito longe. Tinha agitado cada botão quente sexual que tinha e agora tentava lhe negar uma satisfação que permitiria a dissipação da tensão que aqueles botões causavam dentro de seu corpo. Havia linhas que nenhum homem deveria cruzar, e pelo que concernia a Hermione, esta era uma delas.
- Posso cheirar seu calor feminino, Hermione. - Sua voz baixou, suas palavras enviaram um acalorado rubor sob seu rosto. - E sei que o causo. Você precisa de satisfação; pode encontrá-la comigo, ou pode sofrer comigo. A escolha é sua.
Ela estreitou os olhos enquanto a independência flamejava em seu interior.
-Você não me manda, Harry. - farejou ela desdenhosamente - Nem agora nem nunca, e sobretudo não nisto. Não me obrigue a demonstrá-lo.
- Não me obrigue há perder o pouco controle que tenho provocando as barreiras que lança entre nós. - respondeu ele, sua voz acalma e advertida - Lembra à besta com que trata aqui, Hermione. Não sou um homem que possa tentar da forma com que faz com outros, nem sou um com que possa brincar nesta área. Pelo bem de ambos, tome cuidado a menos que deseje experimentar as conseqüências.
Sua voz tinha um estrondo escuro de advertência que enviou tremores por sua coluna, e pequenos estremecimentos de sensação ultra-rápida estendendo-se por seu sistema nervoso.
Apertando os lábios, Hermione levou o Raider para uma parada antes de entrar no estacionamento e virou-se devagar para ele. Ele se apoiava contra a porta, um braço ao longo do apoio para braços, e outro apoiado no console acolchoado entre eles. Ele estava relaxado, mas vigilante e excitado. Ela podia sentir a excitação estendendo-se para ela.
- Ser uma raça não o exime das leis normais de decência e intimidade. - Ela suspirou profundamente enquanto o olhava fixamente. - Esta é minha casa, Harry. Meu quarto. Quando a porta está fechada, isso significa que não é bem-vindo a invadir esse quarto, não importam as circunstâncias, excluindo o perigo físico. Não pense que só porque é maior e mais selvagem do que eu muda as regras.
- Infelizmente o faz. - grunhiu ele, um estrondo duro rompendo a beira de calma que ela tratava de forçar a seu redor - Não deveria ser assim, e lamento a necessidade. Mas encontro que meu controle em sua presença não é o que deveria ser. O correto ou incorreto não entra nisso. A utilização do vibrador dentro de minha audição seria o equivalente a desfilar nua diante de outro homem, Hermione. Não cometa esse engano a menos que deseje completar o convite.
Seu queixo se sobressaiu para diante, a cólera se estendeu em suas veias em advertência.
- Não é não, Harry.
- Não pressione isto, Hermione. - Ela podia senti-lo agora, a ponto de deslizar para fora de seu controle. Retrocedeu, prestando atenção ao conhecimento de que ele era mais primitivo, possivelmente mais perigoso do que ela imaginou que poderia ser no que se referia a ela. - Hermione. - A mão que estava apoiada entre os dois assentos se levantou, seus dedos se moveram para os fios do cabelo que tinham escorregado de sua trança. Ele os alisou para trás enquanto ela o olhava cautelosamente, sua respiração era áspera e desigual, e seus estranhos olhos dourados brilhavam com fome e uma beira de humor - Você me faz desejar coisas que estou certo que não deveria querer. Coisas que estou certo de que não quer. Sou bastante homem para entender meus limites, e para me assegurar de que você os entende também. - Seus dedos riscaram um caminho de fogo de sua face a seu pescoço. - Saber que está bastante quente, e precisando o suficiente para tentar encontrar sua própria satisfação pode ser mais do que o animal dentro de mim podia suportar. Eu não tomaria o que não fosse dado voluntariamente, mas tampouco continuaria mantendo o equilíbrio sobre a linha ao longo da qual agora ando. A seduziria em vez de permiti-lhe a opção de vir para mim. Não quero fazê-lo, carinho. - Sua mão caiu, voltando para o console - Não me empurre a isso. Eu não gosto de mim mesmo por isso, e estou certo de que chegaria a lamentá-lo. Assim, me interessa manter ambos nos nossos limites, usa a precaução.
Ele estava sério. Ela o olhou fixamente com traços de incredulidade e cautela.
- Por quê? - sussurrou finalmente ela - Por que se preocupa como consegue o que quer? - Nenhum outro homem que tinha conhecido jamais se preocupou.
Seus lábios se inclinaram com uma indireta de suavidade e uma sensualidade que enviou labaredas de resposta correndo por ela.
- Porque esse corpo formoso não é tudo que quero, carinho. - respondeu ele enigmaticamente - Nem por muito. Quero tudo. Pensa isso antes que pressione os botões incorretos e tente algo que não tem nenhuma possibilidade de controlar.




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