FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

7. Capítulo Cinco


Fic: A Marca de Hermione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo Cinco

Eles começaram com uma ascensão perigosa no fundo do desfiladeiro à seção mais alta do escarpado que se elevava acima dele. A mais de três metros da terra, as fendas eram poucas e separadas; e pensou que, embora uma queda não a matasse, certo que doeria como o inferno.
Seu destino estava no agrupamento de pequenas e estreitas aberturas situadas em cima das cavernas do escarpado. Desgastadas pela areia e chuva, as aberturas criadas eram fendas escuras e sombreadas com um suporte estreito correndo entre elas.
No calor do dia, a subida debilitou sua energia enquanto a transpiração escorria dela antes até que alcançassem o primeiro jogo de pequenas cavernas. Hermione estava assombrada que os Coiotes grandes e robustos pudessem ter resistido mais que umas horas dentro delas, até que ela deitou-se contra o chão de pedra e escapuliu para dentro.
- A caverna é muito maior por dentro. - chamou ela quando acendeu a lanterna que levava antes de mover-se para dentro. O risco de serpentes e cascavel era alto na área, sem contar outra dúzia de habitantes venenosos do deserto. As grutas eram frias ao calor do dia e quentes no frio da noite, o refúgio escondido era perfeito para a fauna.
Não havia nada para encontrar salvo um remanescente, um sutil odor nocivo. Seus sentidos não descobriram nenhum perigo, nenhuma presença de vida. Só o frio e a má intenção que enchia os Coiotes.
- Esses homens fedem. - resmungou ela enquanto entrava mais na caverna deixando lugar para o corpo maior de Harry.
-Sim, fedem. - Infelizmente, o odor incômodo dos restos do cheiro de corpos das raças de Coiote foi eclipsado imediatamente pelo cheiro do calor viril que tentou os sentidos e fez suas zonas erógenas despertar e uivar. Ela apertou suas coxas, sentindo a prova molhada de sua atração por ele molhando as curvas externas de seu sexo.
E ele não era exatamente indiferente. Ela corou quando seu olhar fixo a tocou; a consciência pesada e sensual que se movia sobre sua expressão era menos que reconfortante.
Em vez de contemplar o duro corpo que se movia através dela, moveu a luz sobre as paredes da caverna. A caverna se estendia bem atrás no canto, facilmente de três metros de largura e possivelmente quase quatro de comprimento, com várias fendas amplas abrindo-se na parede e que conduziam mais atrás do escarpado.
- Não tinha idéia de que as cavernas do escarpado fossem tão grandes. - murmurou ela, dirigindo o feixe de luz à greta mais ampla. Esta parecia uma entrada que se abria na pedra.
- Essa fenda conduzia a outra caverna interior na base do escarpado. Rastreei-as bastante antes que encontrasse o túnel que conduzia a esse no qual a tinham encurralado. Embora não acredito que tenham explorado mais longe; os túneis parecem um labirinto quando se entra mais profundamente.
Deu-lhe uma olhada enquanto falava, olhando a confiança no modo em que começou a mover-se pela caverna do escarpado.
- Então, o que procuramos? - Ela ficou em pé, assim que o teto ficou bastante alto para permitir que se endireitasse.
Os ombros de Harry estavam inclinados, sua cabeça baixou quando ele deu uma olhada para trás, para ela.
- Jonas e seus homens não tiveram tempo para revistar totalmente as duas cavernas superiores. - disse ele - Só quero estar certo de não ter perdido nada.
- Como conseguiu impedir de se perder nos túneis? - O pensamento de um labirinto interior dentro da pedra a desalentava, e não gostava do tentar procurar.
- Um bom sentido de direção. - A diversão enchia sua voz - Não se preocupe; os túneis não devem expor nenhum problema. Eles não teriam deixado sua posição vantajosa para procurar. Eles a esperavam, e sabiam que você provavelmente não os usaria.
Ela inalou bruscamente antes de mover-se à parede em frente que brilhava pela luz diretamente nela. Ela não quis pensar nos Coiotes esperando-a, olhando-a.
- Estes não estiveram aqui muito tempo. - Ela passou seus dedos sobre a pedra, maravilhando-se das forças que as tinham criado - As tormentas que criaram esta ravina eram horríveis. Antes isso não era nada mais que um pequeno abismo. Agora é quase um mundo secreto e maravilhoso de pedra. Terei que avisar à associação de espeleólogos sobre estes túneis assim eles poderão explorá-los e traçar um mapa deles.
Era imperativo conseguir rastreadores GPS apropriados dentro dos túneis e cavernas se por acaso um incauto se perdesse dentro deles.
- E outro dos segredos da natureza se desentranha. - murmurou Harry.
- Mas se salvam vidas. -Ela deu de ombros ante a débil condenação - Sobretudo os meninos que se perdem tão facilmente.
Quantas vezes ela tinha feito exatamente isso quando era menina? Muitas para contá-las. Seu pai, agora mesmo, contava as histórias horripilantes sobre tentativas de encontrá-la durante os momentos em que ela tinha desaparecido em uma caverna ou uma parte desconhecida do deserto.
- Alguns segredos deveriam ficar escondidos. - Sua voz era tensa agora, tensa com uma cólera profundamente arraigada enquanto ele investigava um dos suportes do outro lado da caverna.
Ela assumiu que ele se referia aos segredos que os cientistas tinham desembaraçado na criação das raças. Pelas histórias das notícias que tinha visto, sabia que a controvérsia sobre Direitos das Raças estava abastecida pela crença dos Puristas em que seu DNA de animal os desqualificava da descrição de humano. Como se o DNA humano não tivesse nenhum valor significativo. Era uma loucura, o racismo e o prejuízo que crescia contra as raças. E embora ela pudesse ouvir sua cólera e senti-la distantemente, esta não golpeava em sua cabeça, crua e dolorosamente. Estava só ali, naturalmente. Permitindo-lhe respirar e funcionar. A anomalia era consoladora - confusa, mas consoladora.
- A natureza faz o que acredita que é correto. - Ela se apoiou contra a parede de rocha, contemplando suas amplas costas com curiosidade. - Pensa que estaria aqui se não fosse considerado uma vida digna, Harry? - Ela inclinou sua cabeça quando ele se virou para trás para confrontá-la devagar.
Seus olhos estavam estreitados na luz débil que encheu a caverna, sua expressão pensativa.
- Eu não lutaria por isso diariamente se não o considerasse digno. - assegurou ele, seus lábios se curvaram em um sorriso zombador antes que ele se voltasse para o que estava investigando - Só acredito que não estava destinado que algumas coisas fossem manipuladas, a criação é uma delas.
Ele aceitava quem e o que era ele. Mas ela ouviu também a pena em sua voz. Possivelmente era o mundo em geral quem o decepcionava. Como o fazia com ela.
Ela limpou a garganta, nervosa.
- Às vezes a alteração cria algo lindo. - sussurrou finalmente ela, olhando-o fixamente, lambendo seus lábios enquanto seu olhar fixo piscava pela surpresa. - Voltemos ao trabalho. - resmungou ela, dando-a volta longe dele antes que deixasse suas emoções voluntariosas colocá-la em problemas.
Não tinha aprendido mais de uma vez?
Sacudindo a cabeça, ela se virou para trás trabalhando com a mão, brilhando a luz profundamente na abertura que conduzia mais para dentro da terra. Um raio de luz mostrou um pedaço de papel dobrado, metido sob a saliência de uma rocha. Movendo-se no túnel, ela se dobrou e o tirou antes de apontar a luz sobre ele. A lista feita por impressora era indiscutível.
Granger, Hermione. Lista de Patrulha. Seus dedos roçaram sobre o papel enquanto o ódio se derramava dele. Ódio pessoal. Este não era o mal impessoal das raças de coiote. Era mais próximo. Familiar. Ela conhecia o sentimento, a impressão psíquica deixada por todas as criaturas uma vez que tocavam em algo. Ela mordeu o lábio, franzindo o cenho para o papel enquanto continuava esfregando seus dedos sobre ele. A emoção era fraca, mas malévola. Quem quer que seja que havia impresso esta lista sabia o que a esperava. Conhecia e desfrutava do sentimento de poder que vinha do conhecimento.
- Do que se trata?
Hermione saltou com assustada consciência quando ouviu a voz de Harry em seu ouvido, só advertindo depois que ele facilmente deslizou para junto dela.
- Isto é dos computadores do escritório do xerife. - Ela franziu o cenho para os números do localizador no alto da lista - A impressora põe automaticamente os números de localização, mostrando a posição do escritório que o imprime.
- Imprimem isso freqüentemente? - Harry estendeu a mão, levantando o papel de sua mão quando ela virou-se para confrontá-lo.
Hermione deu de ombros.
- Não freqüentemente. Eu tenho uma cópia e Rony tem sua cópia. A menos que alguém imprima mais. Mas precisa da contra-senha para entrar no sistema.
- Isto ainda não é um sistema infalível. - Ele sacudiu a cabeça devagar, fixando os olhos no papel um momento mais antes de dobrá-lo de novo e pô-lo em seu bolso - Enviarei aos laboratórios e verei se eles podem tirar alguma pista. Embora o duvide, mas esse coiote que o levavam esta vez se delataram depois de tudo.
- Pelo que ouvi do Conselho, não vão atrás de mulheres proeminentes ou cautelosas. - disse ela então, lembrando o informe que tinha vigiado durante anos - Seqüestram as fugitivas. Ou mulheres que são indigentes, sem família. E não marcam uma só para matá-la. Por que agora a mudança em sua rotina?
Ela não era estúpida. Atrás dos que foram tinha que haver algo mais.
- Tem razão. - Ele a alcançou, empurrando para trás as mechas de cabelo que caíam em seu rosto, seus olhos de ouro se estreitaram quando ela o olhou fixamente - Há algo mais que querem. Infelizmente, não tenho nem idéia do que é. Até que o investigue lutaremos juntos. Não parta sozinha, Hermione. Confia em mim para deixá-la lutar e viver.
Seus lábios se separaram diante da sua declaração enquanto seu coração começou a acelerar por sua proximidade. Ela deveria estar excitada pela oportunidade de lutar, não pela possibilidade de ser uma parte da vida deste homem.
Seus lábios se curvaram, um sorriso suave abrandou os traços de seu rosto.
- Está surpreendida?
- Um pouco. - confessou ela, consciente que sua mão agora acariciava o lado de seu pescoço, alisando com seu polegar a carne sensível abaixo de seu ouvido. A intimidade que a envolveu pareceu invadir cada célula de seu corpo.
- Por quê? - Ele inclinou sua cabeça.
Ela deu de ombros, insegura dentro do pântano de excitação e emoções que podia sentir crescendo em seu interior. Harry, face ao enfurecedor que podia ser, atraía-a de modos contra os quais achava impossível lutar. Ela quis seus braços ao seu redor, quis seu toque e seu beijo; mas inclusive queria o homem.
- Por que fica aqui? - perguntou ele então - Vejo a fúria em seus olhos, Hermione, a necessidade de correr livre, de lutar e dançar dentro das chamas da vida. Deixa Rony lhe dar um atordoante em vez de uma arma, e permite que ele a sufoque dentro deste canto em que vive. Por quê?
Suas sobrancelhas se franziram quando a vergonha de seu fracasso por lutar e controlar sua Empatia a encheu outra vez.
- Esta é minha casa. - Ela tratou de afastar-se de seu toque.
- Esta não é sua vida. - Ele disse as palavras das quais ela fugia diariamente.
- Isto não é assunto seu. - Ela caminhou longe dele, não fazendo caso da frieza imediata de seu corpo quando perdeu seu calor.
- É um assunto muito meu. – assegurou ele, ainda bloqueando a saída do túnel - Vejo uma mulher muito forte. Uma com bastante fogo para esquentar as noites mais frias ou lutar a batalha mais sangrenta. E entretanto está aqui, apática e aborrecida com sua própria mente.
Sua voz era suave e consoladora, e ao mesmo tempo o tom de barítono escuro e rico fazia elevar-se sua pressão arterial a um tom acalorado de excitação. Ela estaria se divertindo se isto não a assustasse tanto. Ela poderia amar este homem, mesmo sabendo que ele não podia ficar.
- Aborrecida? - Ela arqueou sua sobrancelha em tom zombador - Harry, como podia considerar este canto pequeno do deserto aborrecido? Certamente não está preparado para voltar a lutar tão depressa.
Ele golpeava muito perto, trazendo para a superfície muitas coisas que estavam atormentando-a com o transcurso de cada ano.
- Aqui encontrei uma batalha. - respondeu ele brandamente, apertando-a mais perto da parede de pedra no lado do túnel - Agora só tenho que entender por que há uma batalha em primeiro lugar. Por que uma linda e jovem mulher aparentemente normal de repente é marcada para morrer por um Conselho que não deveria prejudicá-la de uma ou outra forma. O que fez, Hermione? O que viu?
Ela inalou bruscamente, olhando-o fixamente com um remanescente de medo quando ele fez aquela pergunta. O que tinha feito? O que tinha visto? Por que havia voltado correndo à segurança de sua casa, sua família, e tinha se escondido dentro do deserto que tanto amava, quando ela realmente não queria nada mais que viver a vida que sabia que tinha sido destinada a viver?
Porque estava assustada. Ela tinha aprendido na abarrotada Academia de Polícia que trabalhar dentro de uma equipe, tratando com várias emoções escuras, emoções freqüentemente atormentadoras, quebrava sua atenção até o ponto em que a concentração era impossível.
Tinha sido aprovada nos cursos com honras. Mas quando chegou à formação de manobras, freqüentemente punha em perigo à equipe assim como a si mesmo. Entretanto não tinha tido nada que ver com o Conselho.
- Não fiz nada, ou vi algo em que o Conselho esteja interessado. - Seus punhos se apertaram a seus flancos enquanto o assegurava quão equivocado estava - Estou aqui porque é minha casa. Quero marcar aqui uma diferença.
- Não há nenhuma batalha aqui. - Seus olhos eram supostamente suaves: ela podia ver a frieza. O cálculo tranqüilo que descansava sob a pureza da cor de âmbar - Não há nenhum fogo aqui, Hermione. - Ele se aproximou, roçou seu corpo contra o seu até que ela se retirou contra a fria parede atrás dela - Não há nenhum entusiasmo, nada para estimular sua mui ágil mente e corpo. Tem fome de justiça. De aventura e entusiasmo. Tem fome e, entretanto se separa do banquete que a espera além de suas próprias fronteiras. Por quê?
- Talvez esteja assustada? - Ela arqueou sua sobrancelha em tom zombador quando sentiu que sua boca secava pelo nervosismo. Ele estava muito perto, muito absorto em descobrir segredos que ela não revelava a ninguém - Broken Butte é seguro…
O grunhido de advertência que retumbou ressonou em seu peito parando suas palavras quando nada mais podia havê-lo feito
- Mencionei alguma vez que as mentiras têm um cheiro? - perguntou ele, sua voz era suave enquanto chegava mais perto - É vergonha arruinar o cheiro doce da fêmea excitada com a tintura rançosa de uma mentira. Não me aborreça, Hermione.
Ele mostrou aqueles incisivos como se ela devesse estar assustada com eles. Ela não estava assustada com sua mordida; era seu toque o que a sobrecarregava, o que destruía seu equilíbrio. Era o que ela temia. E o que a punha furiosa com ela e com ele.
- Aborrecê-lo? - Ela empurrou contra seu peito quando se mexeu para diante dele, pisando forte para a caverna principal enquanto ele a seguia devagar. - Não, Harry. - espetou ela advertindo, assinalando com seu dedo imperiosamente - Não me aborreça você, e não coloque seu nariz onde não deve. Se ocupe com os problemas que tem à mão e me deixe tranqüila.
Agora ela lembrava por que não queria uma maldita raça felina em seus calcanhares cada maldito minuto do dia.
A arrogância era tanto uma parte deles quanto os duros músculos de aço e a beleza excepcional e selvagem.
Sem esquecer a força. Antes que ela pudesse fazer mais que gritar longamente ele tinha agarrado seu braço, girando-a e empurrando-a contra a parede outra vez, seu corpo maior sustentando-a no lugar enquanto sua ereção se pressionava contra a parte inferior de seu estômago.
A excitação a inundou. Esta se estendeu por ela; não só por seus sentidos, mas também por cada célula de seu corpo que pareceu abrir-se e pedir, suplicando por seu toque.
Maldição, ela não precisava disto. Ela podia sentir seu sexo apertar-se. E ele não perdeu um segundo disso.
Suas narinas flamejaram, seus olhos escureceram enquanto ele sustentava seus pulsos com uma mão, por cima de sua cabeça.
- Opõe-se? - Ela lutou contra seu apertão.
- Não me oponho nem um pouco. - murmurou ele, baixando sua cabeça a seu ouvido já abusado enquanto seus dentes arranhavam sobre ele.
Bem, estava fodida, e não de um modo bom.
Ela estremeceu pela carícia. Isto se sentia muito bem. Tão bom que não pôde conter a dura exalação do fôlego que quase se converteu em um gemido de avara necessidade. Falando sobre um banquete. Um montão de dura e apertada carne masculina. E se a pressão da ereção em seu estômago era uma indicação, ele estava construído como um maldito tanque e carregado.
Suas mãos atraíam sua presa quando ela se arqueou contra ele, sabendo que deveria lutar para afastar-se das sensações que a inundavam com seu toque. Mas não o fazia. Aproximando-se mais de seu poder e calor, necessitando mais. Ela fez retroceder a necessidade, ofegando a procura de ar enquanto o sangue corria por seu corpo.
- Por que faz isto? - Ela tratou de sacudir sua cabeça, mas suas pálpebras só revoaram de prazer quando ele atraiu o lóbulo de sua orelha entre seus lábios e o acariciou.
- Quieta. - grunhiu ele, pressionando seu pênis mais contra seu ventre.
- Não está sendo justo. - protestou, cravando as unhas em seus ombros enquanto lutava contra a atração que a atraía para ele. Ela não podia permitir deixar-se sentir, necessitá-lo - Sabe que isto não pode nos levar a nenhuma parte.
- Quem disse que quero ir a algum lugar? - A diversão e a pura luxúria masculina espessaram sua voz - Mas se não deixar de esfregar esse pequeno corpo quente contra mim, então vou possuí-la aqui, no meio desta maldita caverna. Agora fique quieta.
Sua outra mão se fechou em seu quadril quando ele se afastou para trás, baixando sua cabeça para permitir que seus lábios roçassem seu pescoço.
Maldição, fazia muito tempo que ela esteve com um homem. Tinha que ser isso, porque se não o fosse, então estava com mais problemas do que jamais poderia ter imaginado.
- Só culpa a mim por tudo isto, por que não. - Ela tentou ser sarcástica, realmente o fez. Mas o sorriso que tremeu em seus lábios soou em sua voz.
- É muito mais seguro e fácil dessa forma. - Ele riu entre dentes quando levantou sua cabeça, movendo-se mais para trás até soltar seus pulsos, liberando-a do feitiço sensual que estava tecendo a seu redor.
Ela deveria estar agradecida.
Pelo contrário desejou gemer de desilusão.
- Aposto que é. - Ela revirou seus olhos, lutando para nivelar seu equilíbrio outra vez - Terminamos aqui, ou há algo mais que queria verificar?
Ela se inclinou para recuperar a lanterna que tinha rolado contra a parede antes de agarrá-la e colocá-la de novo em seu cinturão de ferramentas. Diretamente ao lado da pistola automática que tinha tirado de seu armário e embainhado nessa manhã. Maldição se alguma vez levaria outro atordoante.
- OH, há muitas coisas que eu gostaria de verificar. - Seu olhar entreaberto a fez apertar seu estômago e seu sexo se contraiu.
- Aposto que tem. - Ela escondeu a risada que saía de seu peito - Mas se tivermos terminado com estas malditas cavernas realmente eu gostaria de voltar para a cidade. Ainda tenho algum tipo de vida aqui. Vivê-la me traz um pouco de satisfação, sabe. E tenho fome.
De comida, castigou ela a seu dolorido clitóris. Só de comida. Nenhum sexo. O sexo com uma raça não era uma boa idéia. Isto implicava todo o tipo de complicações. Possessividade, arrogância e outros adjetivos que realmente não podia, ao que parece, extrair de sua cabeça neste momento. Embora estivesse segura de que não eram bons.
- Hnmm. - murmurou ele. O som retumbante não era consolador - Verificaremos a outra caverna só para estar seguros antes de retornar. Se eles deixaram a lista aqui, podiam ter deixado algo mais através da ravina.
- Certo. - Outra subida. Justo o que ela precisava. Desta vez ele ia primeiro. Ela não estaria contra o vento com aquele nariz sensível que ele tinha. Estava tão molhada que estava certa de que cheirava somente a luxúria. Luxúria selvagem e quente.
Ela estava bem fodida. E se não tomasse cuidado, isto ia ser de um modo também bom.
Ela o fascinava.
Harry admitia que podia estar num muito pequeno e profundo problema que se referia a Hermione Granger e seus variados mistérios. Não era tão somente a excitação. Ele estava excitado antes, mas nunca esteve assim faminto, com este desejo por uma mulher fora das "provas" induzidas por drogas que os cientistas tinham conduzido nos laboratórios.
Hermione o fazia sentir-se realmente mais que faminto. O fazia desejar, e isso podia ser uma coisa muito perigosa. Mas ela também o fazia sentir-se curioso. A curiosidade matou o gato, pensou ele em tom zombador enquanto procurava na caverna seguinte e tentava não fazer caso do calor doce que fluía dela.
Ele ansiava prová-la tão desesperadamente que sentia inchadas as pequenas glândulas, quase desapercebidas sob a língua. Os cientistas as tinham etiquetado como papilas gustativas avançadas, outra das anomalias de sua genética humana/animal. Havia muitas dessas.
Mas as glândulas nunca se inflamaram e incharam. E tão seguro como o inferno que nunca tinham derramado o gosto sutil de especiarias em sua boca. E agora o faziam. E só o pensamento de saborear Hermione, de empurrar sua língua em sua boca e sentir seus lábios suaves rodeando-o, as fez palpitar mais duramente.
Para não mencionar o que o pensamento fez a seu pênis. A cabeça palpitava como uma dor de dente que resistia aliviar-se. Ele podia masturbar-se, mas tinha aprendido ontem à noite que isto lhe trazia menos satisfação como jamais tinha feito. Supôs que simplesmente não era do tipo de masturbar-se. Gostava do sexo. Amava às mulheres. O gosto, o som, a brandura, todas as qualidades únicas que faziam às mulheres o que eram. A sensação de suas unhas cravando-se em seus ombros no ponto culminante, ou a explosão doce da luxúria terrestre em sua língua quando ele lambia sua nata no meio de suas coxas. As mulheres eram a brandura em um mundo enlouquecido. Mas Hermione o deixava louco, desenquadrado, tão desesperado por seu gosto que estava a ponto de levá-la ao chão da caverna e cobri-la como o animal que era.
- Aqui não há nada, Harry. - Esta não era a primeira vez que ela tinha feito o comentário - Nenhuma fenda, nenhum túnel e nenhum pequeno suporte escondido.
Sim, ele tinha se dado conta disso faz cinco minutos. Mas ela estava aqui, com seu cheiro apanhado entre as paredes de pedra, acariciando seus sentidos e enchendo-o de uma luxúria peculiar que precisava de tempo para compreender. Para entender como controlá-la.
Se deixassem a caverna os ventos dissipariam a maior parte do cheiro, e a terra circundante o difundiria. Ele não teria tempo para deleitar-se com ele. Em sua memória, nenhuma mulher tinha estado tão quente alguma vez por seu toque. Era quase humilhante. Transar, isto o excitava como o inferno. Ele não podia conseguir o suficiente, e se ela não tomasse cuidado ele provaria logo.
- Continue olhando. - Ele se dobrou ao longo da parede que procurava, explorando uma fenda que corria em diagonal através da pedra.
Era pequena, ampla o bastante apenas para as pontas de seus dedos, mas o bastante para fingir-se interessado.
- Continue olhando! - exclamou ela antes de suspirar com exagerada paciência - É muito mandão.
- E você é muito respondona, mas não me vê acusá-la. - Ela o fazia sorrir. Fazia um tempo malditamente longo desde que alguém o tinha feito sorrir de verdade.
Ele amou treinar-se com ela, amava escutá-la lhe responder e desafiá-lo. Ela era um desafio, tanto física quando mentalmente, e o mantinha firme. E se ele não se confundiu, um sorriso definido estava antes debruando seus lábios e ressonando em sua voz.
- Eu? - Ela certamente sorria agora. Ela podia lhe dar as costas, mas ele podia ouvir o sorriso em sua voz.
Discretamente ele tocou a dura longitude de seu pênis por baixo de seu jeans, que esperava algum alívio. A maldita coisa só pareceu inchar-se para frente quando ele fechou seus olhos e atraiu o cheiro dela mais profundamente em sua cabeça.
- Quem quer que tenha esperado nesta caverna não podia ter ficado aqui muito tempo. - disse ela finalmente - Esta não fede como a outra.
Ele mesmo tinha notado.
- Suspeito que ambos passaram algum tempo na outra. - Ele deu de ombros - Os Coiotes trabalham melhor em equipe. Desafiam-se um ao outro em sua maldade. Os torna mais desumanos.
Ele olhou quando ela terminou de comprovar um canto sombreado e se virou para trás para confrontá-lo. Seu rosto estava ruborizado, seus mamilos apertavam contra sua camiseta quando ela apagou a lanterna e a pendurou em seu cinturão.
- Presumo que acabamos aqui?
- No momento. - Ele deu uma olhada ao redor uma última vez - Esperemos que antes desta tarde Jonas tenha alguma informação para nós assim como as fotos das raças que foram assassinadas. Quero que as olhe atentamente e veja se os reconhece.
Inclusive seus treinadores não os teriam reconhecido no dia anterior.
- Parece-me bem. - assentiu ela - Já que tenho que agüentá-lo em casa, tenho que fazer algumas compras na loja de comestíveis. Aposto que você come muito, não é?
Seu olhar fixo vagou sobre ele. Ele soube no mesmo minuto que ela descobriu sua ereção e quase riu em voz alta quando seus olhos se arregalaram pela surpresa.
- Tenho apetites muito fortes. - Ele quase se afogou de risada quando o calor envolveu seu rosto.
Ela limpou a garganta, um pequeno som em parte excitação e em parte diversão.
- Aposto que sim. - resmungou ela dirigindo-se para a entrada da caverna - Não me surpreenderia nada.
Maldição, ela era atraente. Teimosa como o inferno, com uma boca cinicamente sarcástica como jamais encontrou em ninguém, e com mais segredos que qualquer mulher deveria ter. Mas ela o fazia rir e o mantinha firme. Um autêntico lucro.
- Poderia querer examinar a média de proteínas para você também. - Ele manteve sua voz controlada, nenhum sinal de diversão ou de sentidos escondidos - Precisará de suas forças.
Ela se virou para trás, para ele, com uma réplica em seus lábios até que viu a expressão deliberadamente inocente que ele tinha em seu rosto.
Ela estreitou seus olhos apoiando as mãos em seus quadris, chamando a atenção para as curvas amadurecidas onde o sangue palpitava furiosamente entre suas coxas.
- Não me engana, Potter. - Ela arqueou aquela pequena sobrancelha perfeita enquanto apertava seus lábios pensativamente - Você pensa. Você quer fazê-lo. - Então ela sorriu realmente. Uma curva lenta e atraente de seus lábios que o fez apertar os dentes para conter seu gemido - Talvez seja você quem vai precisar de toda essa energia. Eu poderia ser demais para que me maneje, sabe.
Ela então virou-se, e com um puxão de seu bonito traseiro ela passou por cima do suporte da primeira cavidade para apoiar o pé que a conduziria de retorno ao chão da ravina.
Demais para que ele pudesse manejar? Duvidoso. Não impossível.
Muito, mas que muito duvidoso.



Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2021
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.