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6. Capítulo Quatro


Fic: A Marca de Hermione


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Capítulo Quatro

Hermione não estava de melhor humor na manhã seguinte do que estivera na noite anterior quando Harry e Rony arrastaram seus lamentáveis traseiros em seus quartos de hóspedes para dormir. Os cadáveres tinham sido levados de sua casa por raças felinas com mau gênio, uma das quais era um aterrador filho de Satã com olhos de prata que estava realmente contente por não ter ficado muito tempo.
Seu pai e avô finalmente partiram por volta de meia noite, conforme protesto. Harry e Rony ficaram, o que significava que o sono tinha sido quase impossível sabendo que o objeto de sua excitação estava tão próximo. Tinha ficado dolorida por seu toque e sua pele tão sensível que até os lençóis eram uma irritação contra ela.
Agora, com os pratos de café da manhã retirados e o café sustentando-a, Hermione contemplou Rony e Harry. Lutar contra isto não ia funcionar, e ela sabia. Tanto quanto o odiava, precisava de Harry nesta luta.
Deu-lhe uma olhada, consciente de que ele a olhava estreitamente, seu olhar era fixo, seu corpo recostado e tenso. Estava ele também excitado? Estava ele atormentado pelo mesmo desejo que ela? Um tão confuso quanto forte?
Ela deu uma sacudida mental antes de encarar a ambos os homens.
- E agora o que? - Ela se apoiou contra o balcão e bebeu em goles seu café enquanto eles a olhavam fixamente.
Rony ficou em pé com um suspiro.
- Tenho que voltar ao escritório. - muito covarde. Não ia sequer perder tempo nos fogos que esperava que resultassem de sua discussão - Está fora hoje. Verei os dois no escritório pela manhã…
- Não. Ela está fora indefinidamente. - Harry falou como se sua palavra fosse lei. Seus olhos se estreitaram diante do tom, seus lábios se apertaram pela irritação enquanto o fulminava com o olhar.
- É o meu trabalho. - espetou ela - Não posso estar só ao redor de…
- Seu trabalho deve ser o de se manter viva. - Ele foi até a cafeteira para encher sua xícara. Hermione se assegurou de ficar bem longe para evitar roçar-se contra ele - Organizaremos-nos e veremos se podemos entender que demônios está acontecendo. Você é o elo… - O olhar que lhe dirigiu quando se virou para trás era duro, frio - Isto significa que você tem as respostas.
Isso tinha sentido. Mas não significava que gostasse.
Ela olhou então para Rony, notando a tensão em seu corpo musculoso, a cólera desumana que brilhava em seus olhos azuis. Maldito, ela se alegrou por não senti-lo. Não podia tê-lo manobrado. Isto quase a destruiu, isto e o medo e a preocupação que enchiam a sua família devido ao trabalho pelo qual tinha lutado tão desesperadamente e a fraqueza que a empatia causava em seu interior.
- Bem. - Ela suspirou bruscamente, contendo o tremor que percorria sua coluna - Adeus as nossas queixas de que Broken Butte era muito tranqüilo.
Rony resfolegou ante isto.
- Essas são suas queixas, Mione. Não as minhas. Eu já tive bastante entusiasmo quando trabalhei em Chicago. - espetou ele.
Ele estava zangado. Realmente zangado desta vez. Ela contemplou sua expressão fechada, a dor da preocupação em seus olhos, e sentiu que seu peito se apertava.
- Sinto muito. - Ela o olhou fixa e diretamente, odiando o fato de que ele estava bastante preocupado com ela para estar tão furioso.
- Maldição. Mione, não a culpo. - Ele estendeu a mão, colocando seu braço ao redor de seus ombros quando a atraiu para um breve e forte abraço - Verifica sua agenda. - disse ele bruscamente - E olhe seu traseiro.
Ela o abraçou por sua vez. Com força. Olhando enquanto ele deixava a casa. Por alguma razão inexplicável e triste, seu toque a agitou. Como se seu corpo protestasse ligeiramente, incômodo por que por uma vez o abraço consolador de seu primo era bem mais do que de um irmão mais velho.
Ela escutou até o som de seu Raider desaparecer na distância, deixando um ensurdecedor silêncio cheio de tensão entre ela e o Felino que estava olhando-a estreitamente. Ela se virou para olhá-lo, vendo o brilho curioso em seus olhos, o olhar zombador em seu rosto.
- O que? - perguntou ela com fingida impaciência, controlando sua respiração, principalmente controlando a abrasão de seus sensíveis mamilos contra seu sutiã de renda. Que demônios estava mau nela? Ela nunca tinha estado excitada por tão pouco em sua vida.
Ele respirou devagar. Que demônios cheirava ele?
- Nada. - Ele finalmente sacudiu sua cabeça devagar - Prepare-se. Quero fazer uma viagem de volta a ravina para olhar ao redor e quero que você se cole em mim. Daqui em diante, neném, só me chame de sua sombra.
- Gato de Botas. - Ela deu uma olhada em suas botas. O homem tinha também umas boas pernas.
A tensão encheu o ar. Isto não era a tensão furiosa; era quente, abrasadora pela intensidade. Ele pôs sua xícara de café no balcão, aproximando-se, seu ombro roçou contra o seu quando passou e se moveu atrás dela.
Hermione ficou em pé completamente quieta, sentindo o deslocamento do ar a seu redor, o modo como ele se moveu, dando a volta até que seu peito quase tocou suas costas, seu fôlego flutuando no ar sobre o lóbulo da sua orelha sensível.
- Sabe Mione, - exaltou ele brandamente, sua voz áspera, grunhidos - me chame disso uma vez mais, e então terei que lhe mostrar qual de nós manda. E não será você, amor. Eu em seu lugar tomaria cuidado ao me empurrar. O aroma desse pequeno sexo doce e quente faz com que minha boca babe e meu pênis palpite. Eu poderia lhe mostrar não só quem manda, mas também exatamente como uma raça ensina domínio a sua mulher.
Ela se sentiu empalidecer e depois avermelhar, seus olhos se arregalaram diante da revelação de que ele realmente podia cheirar sua excitação. Se soubesse que ela estava molhada e quente. Preparada para aceitá-lo. Que ele a fascinava mais que qualquer homem o tinha feito. Esta era uma fascinação que a assustava terrivelmente.
- Tome suas vacinas primeiro. - espetou ela, afastando-se dele, cobrindo sua vergonha com a raiva em vez de dissolver-se em seus braços da maneira que desejou fazer. Maldição se ia fazer. Só porque o precisasse e estivesse quente por uma raça, e ele ainda nem sequer a tinha beijado. Por favor, podia a vida ser mais complicada?
- Hermione, não se fazem comentários baixos sobre as raças. - repreendeu-a finalmente ele quando ela se moveu para colocar mais distancia entre eles. Ele só a seguiu. Espreitando-a. - Se quer me insultar, carinho, então o faça pessoalmente.
Ele tinha razão, seus insultos não eram justos. Hermione lhe virou as costas, obrigando-se a respirar, a encontrar só um momento de estabilidade entre as necessidades contrárias que se elevavam nela. Ela o desejava tanto que a dor era uma cova de desejo aceso em sua matriz. Obrigou-se a guardar a distância entre suas emoções e os homens que existiam na periferia de sua vida. Mas não mantinha a distância com Harry. A irresistível atração se fez mais furiosa nela que nele.
Ela se virou para confrontá-lo outra vez, seus olhos se arregalaram quando ele cobriu o rubor com seu corpo, apanhando-a contra o balcão, suas coxas se apertavam contra as suas, sua ereção se amortecia no calor suave de seu abdômen. Seu sexo se apertou, contraindo-se com uma fome sexual que quase lhe arrebatou o fôlego.
- Não o faça. - Ela pressionou suas mãos contra seu peito, sacudindo sua cabeça, segura de que se ele a tocasse ela não seria capaz de lutar.
- Doce. - Ele inalou profundamente, apoiando suas mãos no balcão, seus braços sustentando-a no lugar enquanto suas mãos colocadas contra seu peito - Está quente e selvagem, Mione. Eu poderia deixá-la mais quente. Quer me provar?
Ela estremeceu quando sua cabeça baixou, agarrando com seus lábios o lóbulo sensível de sua orelha, lambendo-o com um movimento lento e sedutor de sua língua. Um violento estremecimento correu por sua coluna quando o calor começou a envolvê-la.
Seu clitóris se inchou em um ressonante sim a sua pergunta; seus peitos se fizeram mais pesados e seus mamilos mais duros.
Um tremor percorreu sua coluna, retrocedendo outra vez antes que um tremor de necessidade cortasse por seu sexo. Ela sabia que não podia escondê-lo. Quando levantou sua cabeça e seu olhar se encontrou com o seu, ela sabia que a fome que a enchia se refletia em seus olhos. Isto não era só uma necessidade de sexo. Isto era uma necessidade de tudo. De curvar-se em seus braços, de roçar-se contra ele, de encontrar um lugar para descansar. E ela sabia que a ilusão de que podia fazê-lo não podia ser real.
Ele inalou profundamente, seus olhos escureceram quando a sensualidade de repente sombreou sua expressão.
- Prepare-se para sair. - grunhiu ele em vez de tocá-la outra vez como ela esperava - Levamos este espetáculo ao caminho ou nos dirigimos ao quarto. É sua escolha. Ou senão, vai averiguar exatamente como uma raça perde a luta contra a tentação de pequenos gatos monteses como você. Agora movimente-se. De uma ou outra forma.
Ele continuou tentando lembrar-se que ele não era como ela. Não era realmente humano. Não era o homem adequado para começar um assunto com uma mulher que não tinha nem idéia no que ela estava entrando com ele, sexualmente falando.
Seus lábios se curvaram diante do pensamento. Seus pequenos comentários irritáveis contra seu nascimento de raça não o tinham incomodado. Ele via mais do que estava certo que ela queria. O tipo de emoção em seu interior se sentia claramente, como desejo, muito quente e muito profundo para marcar a fogo o homem em sua alma. E isto a assustou.
Ele dirigiu através do deserto, o movimento suave balançava o Raider fazendo com que o silêncio dentro do veículo parecesse muito mais profundo. Era difícil esquecer o que era, ou quem era ele, quando o calor de sua excitação perfumava o frio interior do veículo fechado.
Ele era uma raça. Um híbrido das espécies humana e animal. Sua genética era uma clonagem de humano e de DNA de leão que o fazia mais forte, mais rápido, mais predador, mais mal do que qualquer humano deveria ser. Ele estava identificado pela marca genética a tatuagem de um leão dentro de sua coxa esquerda, e pelas presas mais largas e mais agudas nos lados de sua boca. Não é que essas fossem as únicas anomalias, mas estas eram as mais aparentes.
Sua sexualidade era dura, determinada. Se havia algo melhor que o sexo e uma mulher selvagem e quente, então ele não o tinha encontrado.
Era melhor que uma boa luta feroz, e ele as amava também.
A adrenalina era o sal da vida, tanto se era sexual ou em caso de vida ou morte. Mas ele nunca tinha possuído uma mulher que não fosse uma raça. E nunca tinha possuído uma tão frágil como a mulher que se sentava a seu lado. Uma ardente, escorregadia, molhada e pronta para ele.
Pelo canto de seu olho ele a olhou roçar o lóbulo da orelha que ele tinha mordido no outro dia. Ele havia ferido a pele. A pequena curva estava arranhada, embora não parecia como isto poderia causar um problema qualquer. Mas ela continuava esfregando e puxando como se a incomodasse.
- Não a mordi com força. - queixou-se ele quando ela continuou com isso - Não me fará sentir culpa por isso.
- Pense o que quiser. - Ela o fulminou com o olhar - Ainda está sensível.
Dirigiu-lhe um sorriso preguiçoso.
- Esse pequeno beliscão não foi nada. Tem que se endurecer, amor.
Isso não era nada comparado com o que ele tinha ansiado lhe fazer antes. Quando sua língua tinha lambido o pequeno arranhão em seu lóbulo, ele tinha tido muita vontade de mover-se por seu ombro, de provar a carne doce dali, de rastrear seus dentes sobre ela, de marcá-la de um modo que nenhum outro homem nunca pudesse confundi-la.
Essa necessidade o surpreendeu. Ele nunca tinha conhecido o desejo de marcar uma mulher. Esta mulher que ele queria marcar de todos os modos possíveis, de modo que nenhum outro Macho pudesse alguma vez confundir a quem pertencia.
- Tem que abster-se de morder. - evitou ela com uma beira de excitação nervosa. OH sim, ela também o sentia. A necessidade ardia em seu interior tão quente, tão feroz como a que queimava nele. Ele podia senti-lo, podia cheirá-lo.
Ele se moveu em seu assento para aliviar a pressão contra seu pênis inchado. O cheiro de sua excitação o deixava louco. Ele não queria nada mais que sustentá-la sob ele, agarrando com seus dentes seu ombro sensível enquanto afundava seu inchado pênis tão profundamente dentro das profundidades que se derretiam de seu sexo quanto pudesse chegar. E ela se derretia. Tão quente, tão selvagem que sua frustração a deixava furiosa. Fazendo-o impacientar-se.
- Verei o que posso fazer sobre isto. - grunhiu ele quando virou e desceu pela entrada inclinada na ravina. O mesmo caminho que Hermione tinha feito uns dias antes. - Você parou aqui antes de entrar na ravina no outro dia. - comentou ele, determinado a fazer o trabalho ao qual o tinham enviado para fazer antes que conhecesse a mulher - Por quê?
Ele a observou quando ela olhou fixamente a entrada da ravina profunda, seu olhar reflexivo. Ele podia sentir o puxão sutil de sua capacidade de atirar seu escudo natural ao redor dela. Isso era… íntimo. Quando isto a envolvia, embora a proteção fosse superficial, unia-se com ela, fazendo de seu espírito uma parte dela.
- Alguém seguiu o jipe até lá embaixo a pé, usando botas de montanha. Os rastros eram mais frescos que os rastros de pneus. Viu quem era? - perguntou ela então, olhando atentamente pelo guichê lateral quando subiu os óculos escuros acima de seus olhos para ver claramente a terra.
Ele sacudiu o pensamento da obrigação que se fazia mais profunda, relaxou sua guarda contra ela e permitiu que ela tirasse o escudo para rodear-se.
- Era eu. - Ele saiu da ampla ravina no Raider antes de fazer uma parada - Encontrei o jipe aproximadamente seis horas antes que você chegasse. Fiz aproximadamente daqui, cheirava os Coiotes ao redor da curva. - Ele assinalou a uma gruta no outro lado da ravina - Notei que esta área está crivada com grutas e cavernas. Estas parecem um labirinto em seu interior, muitas delas unindo-se juntas. Eu podia deslizar por aquelas para ir mais perto da caverna dentro da qual estavam escondidos.
Hermione assentiu.
- Tivemos uma temporada chuvosa particularmente difícil faz aproximadamente dez anos. As ravinas ficaram alagadas e muitas delas riscaram sulcos profundos na pedra. Esta é uma das aproximadamente uma dúzia de áreas golpeadas duramente. Estas inundações vieram com força e rápido, muitas pequenas covas se criaram profundamente abaixo delas e agora recolhem a água quando chove realmente.
- Movi-me por aquelas pedras até que encontrei um modo de passar ao redor deles. - seguiu Harry - Eu não estava longe de você quando ouvi que falava com Rony. Eles a esperavam.
- Mas por que eu? - Era o que ela não entendia.
Quando ele começou a fazer avançar o veículo outra vez, ela baixou a janela, olhando para cima, para as paredes constantemente crescentes que se faziam mais escarpadas enquanto se moviam mais profundamente na ravina.
Não lhe respondeu. Não havia nenhum modo de lhe responder até que averiguassem a razão da chegada dos Coiotes.
Ele conduziu ao redor da curva escarpada, fazendo uma parada atrás do jipe negro que haviam conduzido Mark e Aimeé.
Ele a olhou quando ela deu uma olhada ao redor da área, seus olhos estreitados, quase distantes, enquanto ela parecia escutar algo que ele não podia ouvir. Finalmente, ela destravou a porta e saiu do veículo quando ele puxou o freio de mão e a seguiu.
Ele continuou olhando-a. Apoiado contra a frente do Raider, provando o vento a cada poucos segundos para procurar o odor rançoso dos Coiotes quando ela contemplou o SUV, sua expressão solene, intensa.
- Eles pareciam tão jovens. - A tristeza se estendeu sobre ela, pena pelas vidas esbanjadas antes que as pudessem viver.
- Aimeé tinha vinte e três anos. Mark vinte e quatro. - disse ele-. Nenhum deles tinha vivido fora do cativeiro tempo suficiente para conhecer a liberdade.
Ela foi até as portas abertas do SUV. O cheiro de morte era espesso, o interior empapado por sangue fervente com o calor baixo do sol da tarde. Ela não vomitou como esperou que fizesse. Sua expressão se apertou quando ela se inclinou e se dobrou para frente, verificando o assento baixo do motorista, depois no console ao lado deste.
Ela estremeceu por poucos minutos como se sentisse dor. Ou estivesse sentindo de outro.
- Seu pessoal teve tempo para revistá-lo? - perguntou ela então.
- A fundo. Não havia nada para encontrar. Uns sacos de comida para viagem, recibos de gasolina. Nenhuma nota, nenhuma carta, nada que indicasse por que partiram ou por que tinham morrido.
- Então, por que estamos aqui? - Ela se moveu para trás, dando a volta para confrontá-lo com o cenho franzido.
- Devido a esses Coiotes esperaram aqui durante quase vinte e quatro horas até que você chegasse. Verificamos todo o terreno. Este canyon é outra história. Vamos revistá-lo, polegada a polegada. Cada afluente que conduza à parede de rocha, cada caverna. Vamos revistá-lo. Porque os Coiotes que são bastante tolos para ficar com o Conselho são muito estúpidos para cobrir bem seus rastros. Eles deixaram algo aqui. Estiveram aqui durante muito tempo para não fazê-lo. Agora está em nossas mãos encontrar o que deixaram e entender por que a querem. E eles a querem realmente, carinho. Muito.
O medo cintilou em seus olhos, mas só durante um segundo. Foi seguido estreitamente pela cólera, depois pela determinação.
- Então eles vão ficar querendo. - Um pequeno sorriso frio curvou seus lábios. O cálculo, cheio de objetivo frio - Então por onde começamos?



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